A Morte

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Sujos sentidos no escuro
Brisa leve
Rosto pálido

Um grito se escuta
Mas o mundo está só!

Na imensidão
O infinito parece te olhar
E o mar, que de longe se avista
Bate ondas com o vento.

De repente...
Uma luz estranha aparece
Tudo paralisa
E os olhos congelam

Nada faz sentido
Perante o juízo

Um tremor começa a aparecer
E os olhos lacrimejantes
Parecem esperar uma resposta.
Resposta esta que secidirá o que exatamente não foi descoberto:
Uns dizem ser o bem e o mal
Eu acredito que será o final
Mas o que podemos dizer sobre isto??

Os sonhos desapareceram
Palavras não são escutadas
Gestos não são vistos
O corpo vira apenas um detalhe
E o coração já não bate mais.

Penar em acordar?
Creio que não será possível.
O que sei ou o que penso saber,
É que não seremos nós a decidir
A vontade dele é maior!!

Somos loucos incompreendidos
A procura da salvação
E acabamos pedindo perdão,
Mas já é tarde de mais...
Preferimos acreditar que somos imortais
E que o mundo é nosso
E nos esquecemos do grande criador
Que nos deu o poder de achar ser o melhor
Nos deu o poder da vida
e quem sabe também tirou...
Nos deu um castigo
Do qual não entendemos o que seje..
Apenas esperamos e vivemos da maneira que achamos ser certa.
Aguardando o momento em que poderemos dizer:
Estou Pronto

E aí...
Ah!!! Não tem como escapar
É ela que vem chegando
Para nos dizer que chegou a hora de ir embora...
E quando simplesmente dizemos adeus ao mundo...

BERROS, SUSPIROS, SOLUÇOS E LÁGRIMAS

E tudo se acaba...
Sem lógica...
Só por acabar...

Isso é o que chamamos de...
MORTE