Mensagens de Amor e Saudades

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Ainda que palavras não te tragam à vida

Ainda que palavras não tragam você de volta à vida e deixem apenas um sabor amargo em meu coração, eu as vou pronunciar, meu bem, com todo o meu amor e carinho. Talvez elas apenas colidam com sua inexistência e meus desejos, de que me sinta de alguma forma, não passem de um capricho afogado em ilusão. Ainda assim, não as posso conter, pois você é a força que me mantém viva, por tudo o que significou para mim e por me ter amado e respeitado em todos os momentos de nossa vida a dois.

E se as saudades não deixassem você ir embora, naquele dia triste em que meu mundo desabou, eu sei, eu morreria por elas, se te pudesse ter apenas mais um pouco. Mas você partiu e eu sei que não o queria, por mim e por nossa família. Por sua vida que gostava de viver no limite e por seus sonhos que ficaram por concretizar. Meu querido, você me faz falta em tantos momentos que quando foi embora, levou o sentido da minha vida junto. E hoje, mais do que nunca, jamais esquecerei você.

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Querer

Queria poder fechar os olhos e não mais abri-los, pois só assim não perceberia que não estás mais ao meu lado;
Queria poder dormir e não sentir falta do calor do teu corpo e do bem-estar que teus carinhos me fazem;
Queria poder pensar em ti e não sentir tantas saudades, então não veria o quanto a tua ausência dói;
Queria poder te ver e não sentir que te perdi, que te perdi por não me amares mais;
Queria poder te ouvir, te ouvir chamar meu nome ou somente meu amor, mas não ouço, o vazio da solidão ocupa o espaço da tua voz;
Queria poder sentir teu perfume e não sentir vontade de te abraçar, pois sempre adorei o cheiro da tua pele;
Queria poder me aproximar e não sentir que meu coração dispara pelo simples fato de saber que estás próximo;
Queria poder te tocar e não sentir calafrios, pois quando os sinto sei que meu corpo te deseja insaciavelmente;
Queria poder te acariciar, acariciar teus cabelos, teu rosto, teu corpo, e não descobrir que não estás ao alcance das minhas mãos que, desesperadamente, procuram por ti;
Queria poder te abraçar e não sentir que me fazes muita falta;
Queria poder te beijar e não sentir que já não me amas mais, pois sei que seu amor já não me pertence;
Queria poder gritar, gritar até não poder mais e não saber o porquê de tal atitude, mas não posso, pois sei que tudo o que quero é me livrar da dor que se aloja em meu peito;
Queria poder chorar e não perceber que choro por você, mas não consigo, minhas lágrimas simplesmente representam o desespero de te perder;
Sabes o que eu realmente queria???
Queria simplesmente ter a certeza de que algum dia vou conseguir deixar de te amar da forma que eu te amo, pois só assim poderei unir os pedaços de um coração que busca o verdadeiro amor: Aquele em que se ama e se é amada plenamente
SINTO SUA FALTA...

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Despedida

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.


(Martha Medeiros)

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