Mensagens de Bichinhos

Encontradas mais de 41 Mensagens de Bichinhos:

Regato

Águas cristalinas
que murmuram,
que cantam,
que ressoam
dizendo:
Sejam felizes.

Águas cristalinas
que percorrem calmamente o seu leito
e vão abençoando
as plantas, os animais,
os seres humanos,
com as propriedades
reenergizantes
que são possuidoras.

Águas cristalinas
que banham as suas margens
com o líquido mais precioso
com que Deus nos presenteou.

E o murmúrio dessas águas
nos convida
a dominar nosso instintos,
a acalmar o nosso coração,
a repensar cada ação
que realizamos em nossa vida.

Águas cristalinas
que refrescam nossa face,
nosso corpo,
que lavam a nossa alma
com a paz que nos transmitem.

Águas cristalinas
que o homem,
em sua insensatez,
polui,
sem pensar que com seu mundo
está a acabar

Águas cristalinas
sigam seu percurso,
continuem,
com seu ressoar,
com seu marulhar,
sempre, sempre em frente.
E não permitam
que a mão,
que a ação do homem,
possa consigo
acabar.

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O Rei dos Animais

Saiu o leão a fazer sua pesquisa estatística, para verificar se ainda era o Rei das Selvas. Os tempos tinham mudado muito, as condições do progresso alterado a psicologia e os métodos de combate das feras, as relações de respeito entre os animais já não eram as mesmas, de modo que seria bom indagar. Não que restasse ao Leão qualquer dúvida quanto à sua realeza. Mas assegurar-se é uma das constantes do espírito humano, e, por extensão, do espírito animal. Ouvir da boca dos outros a consagração do nosso valor, saber o sabido, quando ele nos é favorável, eis um prazer dos deuses. Assim o Leão encontrou o Macaco e perguntou: "Hei, você aí, macaco - quem é o rei dos animais?" O Macaco, surpreendido pelo rugir indagatório, deu um salto de pavor e, quando respondeu, já estava no mais alto galho da mais alta árvore da floresta: "Claro que é você, Leão, claro que é você!".

Satisfeito, o Leão continuou pela floresta e perguntou ao papagaio: "Currupaco, papagaio. Quem é, segundo seu conceito, o Senhor da Floresta, não é o Leão?" E como aos papagaios não é dado o dom de improvisar, mas apenas o de repetir, lá repetiu o papagaio: "Currupaco... não é o Leão? Não é o Leão? Currupaco, não é o Leão?".

Cheio de si, prosseguiu o Leão pela floresta em busca de novas afirmações de sua personalidade. Encontrou a coruja e perguntou: "Coruja, não sou eu o maioral da mata?" "Sim, és tu", disse a coruja. Mas disse de sábia, não de crente. E lá se foi o Leão, mais firme no passo, mais alto de cabeça. Encontrou o tigre. "Tigre, - disse em voz de estentor -eu sou o rei da floresta. Certo?" O tigre rugiu, hesitou, tentou não responder, mas sentiu o barulho do olhar do Leão fixo em si, e disse, rugindo contrafeito: "Sim". E rugiu ainda mais mal humorado e já arrependido, quando o leão se afastou.

Três quilômetros adiante, numa grande clareira, o Leão encontrou o elefante. Perguntou: "Elefante, quem manda na floresta, quem é Rei, Imperador, Presidente da República, dono e senhor de árvores e de seres, dentro da mata?" O elefante pegou-o pela tromba, deu três voltas com ele pelo ar, atirou-o contra o tronco de uma árvore e desapareceu floresta adentro. O Leão caiu no chão, tonto e ensangüentado, levantou-se lambendo uma das patas, e murmurou: "Que diabo, só porque não sabia a resposta não era preciso ficar tão zangado".

Moral: Cada um tira dos acontecimentos a conclusão que bem entende.

(Millôr Fernandes)

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Animais Têm Sentimentos

Que ingenuidade, que pobreza de espírito, dizer que os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento, que procedem sempre da mesma maneira, que nada aprendem, nada aperfeiçoam! Será porque falo que pensa que tenho sentimento, memória, ideias? Muito bem, eu me calo. Você me vê entrar em casa aflito, procurar um papel com inquietude, abrir a escrivaninha, onde me lembra tê-lo guardado, encontrá-lo, lê-lo com alegria. Você entende que experimentei os sentimentos de aflição e prazer, que tenho memória e conhecimento.Vê com os mesmos olhos esse cão que perdeu o amo e procura-o por toda parte com ganidos dolorosos, entra em casa agitado, inquieto, desce e sobe e vai de aposento em aposento e enfim encontra no gabinete o ente amado, a quem manifesta sua alegria pela ternura dos ladridos, com saltos e carícias. Bárbaros agarram esse cão, que tão prodigiosamente vence o homem em amizade, pregam-no em cima de uma mesa e dissecam-no vivo para mostrarem-te suas veias mesentéricas. Descobres nele todos os mesmos órgãos de sentimentos de que te gabas. Responde-me maquinista, teria a natureza entrosado nesse animal todos os órgãos do sentimento sem objetivo algum? Terá nervos para ser insensível? Não inquines à natureza tão impertinente contradição.

(Voltaire)

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Aprendendo Com os Animais

Conviver com um animal é uma terapia para as questões emocionais. Veja como cada animal é utilizado do ponto de vista terapêutico

Escovar o pelo reluzente de um cavalo, massagear a coluna de um gato, ganhar uma lambida amiga do cachorro. A troca de afeto entre animais e homens é tão prazerosa que se transformou em instrumento para auxiliar na saúde do corpo e da alma. Pessoas de todas as idades redescobrem o prazer de viver na companhia desses inusitados terapeutas. Parte dos resultados alcançados pela terapia assistida por animais deve-se à escolha dos bichos.”Cria-se um vínculo que permite ao terapeuta acessar as emoções das pessoas e trabalhar com elas”, explica a psicóloga Kátia Regina Aiello.

Veja como cada animal é utilizado do ponto de vista terapêutico.

Coelhos: sua velocidade e agilidade funcionam no tratamento de pessoas hiperativas. Elas se identificam com a rapidez do animal e observam que há os momentos certos para usar suas características.

Pássaros: pessoas introvertidas vêem nas aves engaioladas um retrato de sua condição. São saudáveis fisicamente, mas se sentem aprisionados internamente. No tratamento, à medida que o pássaro se solta da gaiola os pacientes também tendem a se libertar.

Cachorros: as palavras-chave para esses animais são afetividade e reciprocidade. Expansivos, facilitam quando se quer acessar ou desbloquear emoções. Aparecem no tratamento de depressão não profunda, síndrome do pânico, síndrome de Down, hiperatividade, problemas de aprendizagem e da terceira idade. Gatos: flexíveis e independentes, ajudam na recuperação da autoconfiança. Por não serem invasivos e exigirem pouco do homem, costumam ser usados nas etapas iniciais de tratamento da depressão.

Cavalos: o trote do cavalo ajuda na recuperação de deficientes físicos e auxilia deficientes mentais a se conectar com a realidade. A analogia com os batimentos cardíacos produz a sensação de equilíbrio e a afinidade entre cavalo e cavaleiro. Usado em casos de depressão, fobias sociais, estresse e lesões neurológicas.

(Animais, Natureza & Cia)

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Os Viajantes e o Urso

Um dia dois viajantes deram de cara com um dos animais mais perigosos daquela floresta, um urso. O primeiro se salvou escalando uma árvore, mas o outro, sabendo que não ia consguir vencer sozinho o urso, se jogou no chão e fingiu-se de morto. O urso se aproximou dele e começou a cheirar sua orelha, mas, convencido de que estava morto, foi embora. O amigo começou a descer da árvore e perguntou:

- O que o urso estava cochichando em seu ouvido?

- Ora, ele só me disse para pensar duas vezes antes de sair por aí viajando com gente que abandona os amigos na hora do perigo.

Moral da história:

A desgraça põe à prova a sinceridade e a amizade.

(Esopo)

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Pobre Árvore

Toc, toc, toc...
Aqueles estampidos ecoavam por toda mata, como se fossem tiros de uma arma. O
machado rachava sua pele. Suas folhas tremiam, a cada pancada desferida contra seu
corpo.
Lentamente, feroz arma atinge sua alma. E ela, não mais podendo sustentar-se, cai
como um gigante. Deixa pequenos órfãos jogados pelo chão, tão pequenos e sozinhos
que o homem pisa-os sem dó ou piedade.
Eles são pequenos e fortes, sabem que sua vida não terminou. Aguardam, repousando
na terra, uma gota de água para que explodam em vida.
Natureza boa, perfeita, derrama lágrimas, num instante. Logo em seguida vem o sol
dar ânimo e coragem para aqueles pequeninos.
Começam a crescer, dar sombra, flores e frutos para homens e animais, nada pedindo
em troca.
São tão generosas, que até mesmo retiram as toxinas do ar, devolvendo-o puro e
fresco para todos.
E a vida continua... Elas são o que são. Fazem sua parte, sem querer nada em troca.
E o homem, injusto, só lhe dá uma coisa: toc, toc, toc...

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Festa da Natureza

Nos campos, o orvalho cai, ao anoitecer!
A lua brilha, com as estrelas cintilando num imenso céu azul.
As damas da noite, os jasmins, se alegram com a noite de Deus e agradecem com suaves perfumes, iluminando os corações dos transeuntes, com os seus doces aromas.
A noite passa e todos dormem, sem notar a beleza suave que flui, como uma nuvem no céu...devagarinho... devagarinho...
Ao alvorecer, o céu ficando rosa, tranqüilo, bonito. Ainda a despertar, começa o hino da vida a tocar.
Algumas flores recolhem-se, enquanto outras despertam.
A brisa suave balança nos campos, as margaridas, os girassóis, enquanto o dia desponta.
Que beleza! Começou o hino da vida, ao amanhecer!
Enquanto no céu o sol surge, com seus primeiros raios iluminando as cidades, nos campos a vida desperta, com muita magia e amor.
Pássaros acordam cantando, borboletas esvoaçando, margaridas sussurrando ao som da brisa que passa.
Que lindo o amanhecer no campo!
As cigarras a cantar, os bichinhos a pular por entre flores rasteiras pra comida ir achar.
E assim, o dia está começando e ninguém nota a sua beleza, pois estão sempre fechados em suas próprias fortalezas.
Olhem para frente. Abram os olhos e vejam a festa da natureza que Deus para nós reservou. É um meio que Ele achou de afastar as tristezas de todos nós, simples mortais.
De um amigo,

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Coisas que a Vida Ensina Depois dos 40

Amor não se implora, não se pede não se espera...
Amor se vive ou não.
Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para
mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que
abrem portas para uma vida melhor
O amor... Ah, o amor...
O amor quebra barreiras, une facções,
destrói preconceitos,
cura doenças...
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente...




(Artur da Távola)

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Os Dois Viajantes e o Urso

Dois homens viajavam juntos através de uma densa floresta, quando, de repente, sem que nenhum deles esperasse, um enorme urso surgiu do meio da vegetação, à frente deles.

Um dos viajantes, de olho em sua própria segurança, não pensou duas vezes, correu e subiu numa árvore.

Ao outro, incapaz de enfrentar aquela enorme fera sozinho, restou deitar-se no chão e permanecer imóvel, fingindo-se de morto. Ele já escutara que um Urso, e outros animais, não tocam em corpos de mortos.

Isso pareceu ser verdadeiro, pois o Urso se aproximou dele, cheirou sua cabeça de cima para baixo, e então, aparentemente satisfeito e convencido que ele estava de fato morto, foi embora tranquilamente.

O homem que estava em cima árvore então desceu. Curioso com a cena que viu lá de cima, ele perguntou:

"Me pareceu que o Urso estava sussurrando alguma coisa em seu ouvido. Ele lhe disse algo?"

"Ele disse sim!" respondeu o outro, "Disse que não é nada sábio e sensato de minha parte, andar na companhia de um amigo, que no primeiro momento de aflição me deixa na mão!".

Moral da História:

A crise é o melhor momento para nos revelar quem são os verdadeiros amigos.

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Os deuses Hindus

Um dos grandes feitos do Hinduísmo está na fusão de cultos e deuses em uma vasta mitologia. Há uma infinidade incontável de divindades que com o passar dos tempos as características desses deuses se fundiam para formar uma única divindade. É maravilhoso perceber a unidade de todas as mitologias. Dentro do hinduísmo vemos uma série de princípios cósmicos e psicológicos inerentes a todas as religiões.

A imagem dos deuses representava as suas características, os diversos braços que uma divindade apresentava significavam extensões de sua energia íntima, e os objetos em suas mãos os símbolos dos seus vários poderes na ordem cósmica.

Em seguida, estão relacionados alguns dos Deuses Hindus, com suas esposas, seus avatares, seus companheiros e principais características:

Brahma, O Deus Criador considerado outrora o maior dos deuses porque colocava o universo em movimento, decresceu de importância com a ascensão de Shiva e Vishnu. Aparece de manto branco montando um ganso. Possui quatro cabeças das quais nasceram os Vedas, que ele leva nas mãos junto com um cetro e vários outros símbolos. É o Pai Celestial, criador dos céus e da terra.

Shiva, O destruidor. Um dos dois deuses mais poderosos do hinduísmo. Apresenta-se de várias formas: o extremado asceta, o matador de demônios envolvido por serpentes e com uma coroa de crânios na cabeça, o senhor da criação a dançar num círculo de fogo ou o símbolo masculino da fertilidade. Mais que os outros deuses é uma mistura de cultos, mitos e deuses que vêem desde a pré-história da Índia. É a representação do Espírito Santo no hinduísmo.

Parvati (ou Mahadevi) , esposa de Shiva, era a filha das montanhas do Himalaia e irmã do rio Ganges. Com amor, afastou Shiva de seu ascetismo. Representa a unidade de deus e deusa, do homem e da mulher. É nossa Divina Mãe Kundalini, amorosa senhora que é desdobramento do Divino Espírito Santo dentro de nós.

Uma, é a deusa dourada, que como uma forma de Parvati reflete manifestações mais brandas de seu marido Shiva. Serve às vezes de mediadora nos conflitos entre Brahma e os outros deuses. É a Mãe Cósmica, toda luminosa, e que tem como manto o céu estrelado.

Durga, que é outra forma de Parvati como uma deusa feroz de dez braços, nasceu já adulta das bocas flamejantes de Brahma, Shiva e Vishnu. Montada num tigre, usa as armas dos deuses para combater os demônios. É nossa Divina Mãe Interior, responsável pela Morte do Ego em nosso interior.
Kali, é Parvati transformada na mais terrível deusa do hinduísmo, com uma sede insaciável por sacrifícios sangrentos. Aparece em geral manchada de sangue, vestida de cobras e com um colar de crânios de seus filhos. Representa outro aspecto da nossa Divina Mãe Interior, aquela que destrói poderosamente o Ego nos mundos infernais, quando nós não nos interessamos pelo trabalho consciente da morte do Ego. Se não destruimos o Ego conscientemente, a Natureza Infernal o destruirá violentamente. Isso tudo por amor a nós. Essa destruição se efetua nos infernos atômicos da natureza. Essa é a famosa Segunda Morte, escrita no Apocalipse de São João.

Nandi, o touro sagrado para o povo do Indostão como um símbolo de fertilidade. Foi absorvido no hinduísmo como o companheiro constante de Shiva , de quem é montada, camarista e músico. Shiva usa na testa o emblema de Nandi, a lua crescente. Uma das representações das energias sexuais transmutadas, que nosso Divino Espírito Santo (Shiva) utiliza para a redenção da Alma.

Kartiqueia (ou Scanda), substituiu o deus védico Indra como principal deus hindu das batalhas. Filho de Shiva e, em alguns mitos, gerado sem mãe, só se interessa por lutas e guerras. Com seis cabeças e doze braços, comanda as suas legiões celestiais do dorso de um pavão colorido. Representa a Alma Humana, que deve guerrear as forças tenebrosas de nossos inimigos internos, ou Ego. É a Vontade (Thelema), necessária para a Vitória.

Ganesh, filho de Shiva, com cabeça de elefante, é talvez o deus mais popular. Sábio, ponderado e bem versado nas escrituras, é invocado pelos crentes antes de qualquer empreendimento para assegurar seu êxito. É a Sabedoria divina que a todos guia e dá liberdade, prosperidade e triunfo. Existe um grande mestre da Fraternidade Branca chamado Ganesh, que, invocado, nos ajuda a “abrir caminhos”, tanto materiais quanto espirituais…

Vishnu, o conservador. É para muitos hindus o deus universal. Traz em geral quatro símbolos: um disco, um búzio, uma maçã e uma flor de lótus. Sempre que a humanidade precisa de ajuda, esse deus benévolo aparece na Terra como um avatar ou reencarnação. É o equivalente hindu do Cristo Cósmico e do Osíris egípcio.

Matsia, o peixe de chifres que representa a intercessão de Vishnu num tempo de dilúvio universal. O peixe avisou Manu (que é o Noé hindu) e salvou-o num barco preso ao seu chifre. O peixe representa a energia inteior, sexual, transmutada.

Curma, a tartaruga. O segundo avatar de Vishnu que apareceu na Terra depois do dilúvio para recuperar tesouros. Na Alquimia medieval, representa o Antimônio, o fixador do ouro em nosso interior. É nosso Ser Interior, todo sabedoria, que, como uma tartaruga, dá um passo após o outro, para a realização da Grande Obra.

Varaa, o Javali. Originalmente o porco sagrado de um culto primitivo que tornou-se um avatar de Vishnu depois de um segundo dilúvio. Cavando sob a água com as presas, fez subir a terra e reestabeleceu a terra firme. Representa a força do elemento Terra. É a força elemental que se necessita para a Grande Obra Alquímica. É a energia que transforma o chumbo em ouro.

Narasima, O leão-homem foi avatar de Vishnu. Brahma, tinha dado invulnerabilidade a um demônio durante o dia e durante a noite. O avatar matou o demônio ao crespúsculo. Representa também a Execução, mais cedo ou mais tarde, da Lei.

Vamana, o anão, outro avatar, que se tornou um gigante para frustrar um demônio que procurava controlar o universo. Tendo permissão para conservar tudo o que pudesse cobrir com três passos, Vamana abrangeu o céu, a terra e o ar intermediário.

Parasurama, foi Vishnu como filho de um brâmane roubado por um rei kshatryia. Parasurama matou o rei, cujos os filhos por sua vez mataram o Brâmane, então Parasurama matou todos os Kshatryias masculinos durante 21 gerações. Ele representa a Justiça Divina, liderada pelo Mestre Anúbis e seus 42 Juízes do Karma (42 é o dobro de 21). O Karma, quando entre em ação, é terrível e invencível.

Rama, O herói da epopeia literário-religiosa “O Ramaiana”, foi Vishnu como um avatar que venceu Ravana, o mais terrível demônio do mundo. Rama representa o hindu ideal: um marido gentil, um rei bondoso e um chefe corajoso contra a opressão. O símbolo do grande mestre Rama (ou Ram, como foi conhecido nos períodos pós-dilúvio atlante) é a estrela de 6 pontas, ou hexagrama. Segundo o doutor Jorge Adoum, grande mestre da Fraternidade Universal, foi o grande líder Ram quem expulsou os negros africanos da Índia, nos primórdios da Segunda Sub-raça Ariana. Isso, obviamente, é totalmente desconhecido pela historiografia acadêmica.

Krishna, o avatar mais importante de Vishnu, foi um deus-herói amado em muitos de seus aspectos: como um menino travesso, como um adolescente amoroso, como um herói adulto que proferiu as grandes lições do Bhagavad Gita. Esses aspectos de Krishna tiveram origens diferentes. Krishna foi o avatar da Era de Áries, divulgando a poderosa doutrina dos Grandes Avataras do Cristo Cósmico.

Buda, como uma encarnação de Vishnu, é um exemplo da capacidade que tem o hinduísmo de absorver elementos religiosos diferentes. Dizem os hindus que o avatar Buda apareceu fundamentalmente para ensinar o mundo a ter compaixão pelos animais. Na verdade, esse grande mestre de compaixão canalizou as energias dos mundos Nirvânicos para o bem da humanidade. Sidarta Gautama (personalidade humana do grande Deus Cósmico, o Buda Amithaba) teve de se encarnar mais algumas vezes na Terra para terminar de cumprir sua missão. Sua encarnação seguinte foi como o mestre Tsong Kapa, o grande reformador do budismo tibetano. O mestre Samael afirma que esse mestre ascenso está, desde o século 17, reencarnado no planeta Marte, cumprindo uma missão cósmica semelhante à missão de Jesus na Terra.

Lakshmi, mulher de Vishnu, muitas vezes representada sentada numa flor de Lótus e empunhando outra, representa a boa sorte, a prosperidade e a abundância. Seus companheiros são dois elefantes. Sendo por si mesma uma importante deusa. O mestre Samael afirma, na obra O Matrimônio Perfeito, que Lakshmi, como mestre da Grande Fraternidade Branca, auxilia o devoto a sair conscientemente em corpo astral.

Sita, mulher de Rama, que é um avatar de Vishnu. Ela é uma encarnação de Lakshmi. Representa a esposa hindu ideal. Foi raptada pelo demônio Ravana e levada para a morada deste, mas permaneceu devotada ao marido. Representa a virtude da Fidelidade ao trabalho gnóstico. Não esmorecer nunca.

Hanuman, o rei dos macacos que emprestou sua agilidade, a sua velocidade e a sua força a Rama para ajudar a salvar Sita de Ravana. Pediu em troca que pudesse viver enquanto os homens se lembrassem de Rama. Assim Hanuman tornou-se imortal. Simbolicamente, o macaco é a Ciência Superior, a Lógica Superior, que possibilita “medir o mundo”, medir a Grande Obra, e saber o quanto se gastará para se realizar o Trabalho Alquímico.

Garuda, a montada de Vishnu, é uma ave mítica de cara branca, de cabeça e asas de águia e corpo e membros de homem. Transportando o deus no seu cintilante dorso dourado, era ás vezes confundida com o deus do fogo, Ágni.

(Gnosis Online)

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A Preguiça como Obstáculo à Liberdade

A preguiça e a covardia são as causas por que os homens em tão grande parte, após a natureza os ter há muito libertado do controlo alheio, continuem, no entanto, de boa vontade menores durante toda a vida; e também por que a outros se torna tão fácil se assumirem como seus tutores. É tão cômodo ser menor.
Se eu tiver um livro que tem entendimento por mim, um diretor espiritual que tem em minha vez consciência moral, um médico que por mim decide da dieta, etc., então não preciso de eu próprio me esforçar. Não me é forçoso pensar, quando posso simplesmente pagar; outros empreenderão por mim essa tarefa aborrecida. Porque a imensa maioria dos homens (inclusive todo o belo sexo) considera a passagem à maioridade difícil e também muito perigosa: é que os tutores de boa vontade tomaram a seu cargo a superintendência deles. Depois de, primeiro, terem embrutecido os seus animais domésticos e evitado cuidadosamente que estas criaturas pacíficas ousassem dar um passo para fora da carroça em que as encerraram, lhes mostram em seguida o perigo que as ameaça, se tentarem andar sozinhas. Ora, este perigo não é assim tão grande, pois aprenderiam por fim muito bem a andar. Só que um tal exemplo intimida e, em geral, gera pavor perante todas as tentativas ulteriores.

É, pois, difícil a cada homem se desprender da menoridade que para ele se tornou quase uma natureza. Até lhe ganhou amor e é por agora realmente incapaz de se servir do seu próprio entendimento, porque nunca lhe foi permitido fazer uma tal tentativa. Preceitos e fórmulas, instrumentos mecânicos do uso racional ou, antes, do mau uso dos seus dons naturais são os grilhões de uma menoridade perpétua. Mesmo quem deles se soltasse só daria um salto inseguro sobre o mais pequeno fosso, porque não está habituado a este movimento livre. São, pois, muito poucos apenas os que conseguiram mediante a transformação do seu espírito se arrancar da menoridade e iniciar então um andamento seguro.

(Immanuel Kant)
(Citador)

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Piquenique das Tartarugas

A família de tartarugas decidiu sair para um piquenique, e por serem animais naturalmente lentos, levaram alguns dias para prepararem-se para seu passeio. Finalmente a família de tartarugas saiu de casa para procurar um lugar apropriado, e durante o segundo dia da viagem encontraram o lugar ideal!

Elas levaram algumas horas para limpar a área, desembalaram a cesta de piquenique e terminaram os arranjos. Quando elas estavam prontas pra comer, descobriram que tinham esquecido o sal. Poxa, todas concordaram que um piquenique sem sal seria um desastre, e após uma longa discussão, a tartaruga mais nova foi escolhida para voltar em casa e pegar o sal, pois era a mais rápida das tartarugas.
A pequena tartaruga lamentou, chorou, e esperneou, mas concordou em ir com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse. A família concordou e a pequena tartaruga então saiu para buscar o sal.
Três dias se passaram e a pequena tartaruga ainda não havia retornado. Cinco dias… Seis dias… Então, no sétimo dia, a tartaruga mais velha, que já não aguentava de tanta fome, anunciou que ia comer, e começou a desembalar um sanduíche.
Quando ela deu a primeira “dentada” no sanduíche, a pequena tartaruga saiu detrás de uma árvore e gritou:
- Ahhãããããã! Eu tinha certeza que vocês não iam me esperar. Agora é que eu não vou mesmo buscar o sal!

(Blog do Fabossi)

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Mãe, Obrigada por Tudo

Quando você achou que eu não estava olhando...

...eu vi você pendurar meu primeiro desenho
na porta da geladeira,
e imediatamente, quis fazer outro desenho.

Quando você achou que eu não estava olhando, eu vi você alimentando um gato perdido,
e aprendi que é muito bom tratar bem os animais.

Quando você achou que eu não estava olhando,
eu vi lágrimas em seus olhos,
e eu aprendi que, às vezes, coisas nos machucam,
mas que é permitido chorar.

Quando você achou que eu não estava olhando,
eu vi você fazer para mim o meu bolo favorito,
e aprendi que pequenas coisas podem ser
muito especiais na vida das pessoas.

Quando você achou que eu não estava olhando,
eu vi você rezando e eu soube que há um Deus
com quem eu podia sempre conversar
e aprendi a confiar neste Deus.

Quando você achou que eu não estava olhando,
eu senti o seu beijo de boa noite.

Senti-me amado e protegido. Eu vi você fazendo comida
e levando para uma amiga que estava doente.
Eu aprendi que todos nós devemos
nos ajudar e cuidar dos outros

Quando você achou que eu não estava olhando,
eu vi você cuidar da nossa casa e de todos que moram nela,
e eu aprendi que temos que cuidar de tudo que nos foi dado.

Eu aprendi, como uma das maiores lições de vida,
que eu precisava aprender com você
a ser uma pessoa boa e produtiva quando crescesse.

Quando você achou que eu não estava olhando,
eu olhei para você e quis dizer:
"Obrigado por todas as coisas que eu vi quando você
pensou que eu não estava olhando.

Obrigado mamãe!

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O Que você pode fazer para mudar o mundo

Comece mudando a si mesmo. Ninguém muda o mundo se não consegue mudar a si mesmo ...

Cuide da Saúde do Planeta. Não desperdice água, não jogue lixo no lugar errado, não maltrate os animais ou desmate as árvores. Por mais que você não queira, se nascemos no mesmo planeta, compartilhamos com ele os mesmos efeitos e conseqüências de sua exploração ...

Seja responsável: não culpe os outros pelos seus problemas, não seja oportunista, não seja vingativo. Quem tem um pouquinho de bom senso percebe que podemos viver em harmonia, respeitando direitos e deveres ...

Acredite em um mundo melhor. Coragem, Honestidade, Sinceridade, Fé, Esperança são virtudes gratuitas que dependem de seu esforço e comprometimento com sua Honra e Caráter. Não espere recompensas por estas virtudes, tenha-as por consciência de seu papel neste processo ...

Tenha Humildade, faça o Bem, trabalhe. Não tenha medo de errar, com humildade se aprende, fazer o bem atrairá o bem para você mesmo e trabalhando valorizarás o suor de teu esforço para alcançar seus objetivos ...

Busque a Verdade, a Perfeição, uma posição realista frente aos obstáculos, uma atitude positiva diante da vida...

Defenda, participe, integre-se à luta pacífica pela Justiça, Paz e Amor. Um mundo justo é pacífico, e onde há paz pode-se estar preparado para viver um grande Amor ...

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Sexta-feira da Paixão

Numa pequena vila, de uma pequena cidade, alguns homens trabalhando; cada um em sua tarefa. naquele lugarejo não se tinha muitas opções de trabalho, quase todos os seus moradores se dedicavam ao plantio ou a criação de gado, e o cultivo de hortifrutigranjeiros. Eram todos simples, porém muito tradicionais em suas crendices, supersticiosos e respeitadores das datas, principalmente as religiosas. Era véspera de sexta-feira santa. naquela quinta-feira, todos procuravam adiantar o máximo seus afazeres, para que no dia seguinte, pudessem respeitar e guardar a paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
-Éh! Amanhã não vou tirar leite não Joaquim.
-Eu também não Mané.
(Conversavam os compadres), porém entre eles, havia um amigo incrédulo, que não obedecia nem respeitava nenhuma data.
-Ah! Eu não estou nem aí... Amanhã é um dia como um outro qualquer uai, eu num quero nem saber. Vou é cuidar do meu animal e ordenhar a Malhada, tirar aquele leitinho gostoso que só ela tem... e num acontece nada...
-Juca... Você não teima não.
-É isso mesmo Juca, o Mané tem razão. Com essas coisas num se brinca gente!
-Que nada, depois eu conto.
Os amigos se separavam ali. Cada um se dirigira ao seu lar, já eram quase seis horas. Chegando em casa, o Joaquim solta os arreios do animal, dando-lhe um leve tapinha no lombo, de forma carinhosa lhe diz: - Vai meu amigo, amanhã você está de folga. (Joaquim era muito carinhoso e zeloso com seus animais e era dia santo, merecia soltar o animal).
Na casa do Manuel, o Mané como o chamavam, também estavam todos aguardando com muito respeito a chegada da sexta-feira santa. A esposa - Dona Genoveva já estava à catar o milho para o preparo da tradicional canjica, enquanto as duas filhas - Inês e Graça preparavam a limpeza da casa com muito carinho, já que no dia santo, era por tradição nem se pegar na vassoura, varrer a casa poderia ser interpretado como um gesto de desrespeito à aquele dia.
-Manê, cadê a sua roupa suja Homem? Me dê logo, quero lavar tudo hoje, pois amanhã eu não lavo roupa, você sabe disso!
-Já vai Genoveva, vou só me lavar e já lhe dou a roupa suja, é só um instante.
-Manê, você pegou os peixes que o Sr. Geraldo ficou de guardar assim que chegasse? Olha lá nhém, depois acaba e nós vamos comer o quê amanhã??? Carne não!
- Esquenta não sô, já deixei até pago, depois é só In%um se brinca gente!
-Que nada, depois eu conto.
Os amigos se separavam ali. Cada um se dirigira ao seu lar, já eram quase seis horas. Chegando em casa, o Joaquim solta os arreios do animal, dando-lhe um leve tapinha no lombo, de forma carinhosa lhe diz: - Vai meu amigo, amanhã você está de folga. (Joaquim era muito carinhoso e zeloso com seus animais e era dia santo, merecia soltar o animal).
Na casa do Manuel, o Mané como o chamavam, também estavam todos aguardando com muito respeito a chegada da sexta-feira santa. A esposa - Dona Genoveva já estava à catar o milho para o preparo da tradicional canjica, enquanto as duas filhas - Inês e Graça preparavam a limpeza da casa com muito carinho, já que no dia santo, era por tradição nem se pegar na vassoura, varrer a casa poderia ser interpretado como um gesto de desrespeito à aquele dia.
-Manê, cadê a sua roupa suja Homem? Me dê logo, quero lavar tudo hoje, pois amanhã eu não lavo roupa, você sabe disso!
-Já vai Genoveva, vou só me lavar e já lhe dou a roupa suja, é só um instante.
-Manê, você pegou os peixes que o Sr. Geraldo ficou de guardar assim que chegasse? Olha lá nhém, depois acaba e nós vamos comer o quê amanhã??? Carne não!
- Esquenta não sô, já deixei até pago, depois é só Inês ir buscar uai%!
-Que nada, depois eu conto.
Os amigos se separavam ali. Cada um se dirigira ao seu lar, já eram quase seis horas. Chegando em casa, o Joaquim solta os arreios do animal, dando-lhe um leve tapinha no lombo, de forma carinhosa lhe diz: - Vai meu amigo, amanhã você está de folga. (Joaquim era muito carinhoso e zeloso com seus animais e era dia santo, merecia soltar o animal).
Na casa do Manuel, o Mané como o chamavam, também estavam todos aguardando com muito respeito a chegada da sexta-feira santa. A esposa - Dona Genoveva já estava à catar o milho para o preparo da tradicional canjica, enquanto as duas filhas - Inês e Graça preparavam a limpeza da casa com muito carinho, já que no dia santo, era por tradição nem se pegar na vassoura, varrer a casa poderia ser interpretado como um gesto de desrespeito à aquele dia.
-Manê, cadê a sua roupa suja Homem? Me dê logo, quero lavar tudo hoje, pois amanhã eu não lavo roupa, você sabe disso!
-Já vai Genoveva, vou só me lavar e já lhe dou a roupa suja, é só um instante.
-Manê, você pegou os peixes que o Sr. Geraldo ficou de guardar assim que chegasse? Olha lá nhém, depois acaba e nós vamos comer o quê amanhã??? Carne não!
- Esquenta não sô, já deixei até pago, depois é só IEAs ir buscar uai%!
-Que nada, depois eu conto.
Os amigos se separavam ali. Cada um se dirigira ao seu lar, já eram quase seis horas. Chegando em casa, o Joaquim solta os arreios do animal, dando-lhe um leve tapinha no lombo, de forma carinhosa lhe diz: - Vai meu amigo, amanhã você está de folga. (Joaquim era muito carinhoso e zeloso com seus animais e era dia santo, merecia soltar o animal).
Na casa do Manuel, o Mané como o chamavam, também estavam todos aguardando com muito respeito a chegada da sexta-feira santa. A esposa - Dona Genoveva já estava à catar o milho para o preparo da tradicional canjica, enquanto as duas filhas - Inês e Graça preparavam a limpeza da casa com muito carinho, já que no dia santo, era por tradição nem se pegar na vassoura, varrer a casa poderia ser interpretado como um gesto de desrespeito à aquele dia.
-Manê, cadê a sua roupa suja Homem? Me dê logo, quero lavar tudo hoje, pois amanhã eu não lavo roupa, você sabe disso!
-Já vai Genoveva, vou só me lavar e já lhe dou a roupa suja, é só um instante.
-Manê, você pegou os peixes que o Sr. Geraldo ficou de guardar assim que chegasse? Olha lá nhém, depois acaba e nós vamos comer o quê amanhã??? Carne não!
- Esquenta não sô, já deixei até pago, depois é só Inês ir buscar uai!
-Então vá logo filha, do jeito que tem tanta gente à procura de peixes, é arriscado até vender o nosso.
-Sim mãe, já vou.
(Enquanto isso o Juca, que não estava nem um pouco se importando se amanhã seria dia santo ou não, bebia mais uma branquinha em companhia de sua mulher, a Diva, essa até que era mais temente, já tinha preparado algumas coisas para o dia seguinte, ela era religiosa e temia praticar certas descrenças como o marido, muitas vezes lhe aconselhara à que não praticasse certos atos, que respeitasse mais às coisas de Deus, mas era inútil, o Juca sempre fora descrente, porque não dizer - Ateu.
Todos dormiram. pela madrugada, por volta das 3 horas da manhã, o Juca levantou-se como de costume, dirigiu-se ao curral e chamou por Malhada, sua vaca mais produtiva; chamou uma, duas, três ou mais vezes, porém a Malhada naquele dia parecia não ouvir seu dono, ela não queria atendê-lo. Juca fora ficando indignado com a pirraça da malhada, e começou a agredi-la, à princípio com palavrões e depois com um chicote; quanto mais ele ficava furioso, mais a vaca se evadia dele. Começou-se então uma verdadeira batalha - HOMEM X ANIMAL. Quem venceria? Era difícil saber e prever. Mas, porquê aquela reação? Aquele animal era sempre tão dócil, nuncnês ir buscar uai!
-Então vá logo filha, do jeito que tem tanta gente à procura de peixes, é arriscado até vender o nosso.
-Sim mãe, já vou.
(Enquanto isso o Juca, que não estava nem um pouco se importando se amanhã seria dia santo ou não, bebia mais uma branquinha em companhia de sua mulher, a Diva, essa até que era mais temente, já tinha preparado algumas coisas para o dia seguinte, ela era religiosa e temia praticar certas descrenças como o marido, muitas vezes lhe aconselhara à que não praticasse certos atos, que respeitasse mais às coisas de Deus, mas era inútil, o Juca sempre fora descrente, porque não dizer - Ateu.
Todos dormiram. pela madrugada, por volta das 3 horas da manhã, o Juca levantou-se como de costume, dirigiu-se ao curral e chamou por Malhada, sua vaca mais produtiva; chamou uma, duas, três ou mais vezes, porém a Malhada naquele dia parecia não ouvir seu dono, ela não queria atendê-lo. Juca fora ficando indignado com a pirraça da malhada, e começou a agredi-la, à princípio com palavrões e depois com um chicote; quanto mais ele ficava furioso, mais a vaca se evadia dele. Começou-se então uma verdadeira batalha - HOMEM X ANIMAL. Quem venceria? Era difícil saber e prever. Mas, porquê aquela reação? Aquele animal era sempre tão dócil, nunca se mostrara rebeld21
-Então vá logo filha, do jeito que tem tanta gente à procura de peixes, é arriscado até vender o nosso.
-Sim mãe, já vou.
(Enquanto isso o Juca, que não estava nem um pouco se importando se amanhã seria dia santo ou não, bebia mais uma branquinha em companhia de sua mulher, a Diva, essa até que era mais temente, já tinha preparado algumas coisas para o dia seguinte, ela era religiosa e temia praticar certas descrenças como o marido, muitas vezes lhe aconselhara à que não praticasse certos atos, que respeitasse mais às coisas de Deus, mas era inútil, o Juca sempre fora descrente, porque não dizer - Ateu.
Todos dormiram. pela madrugada, por volta das 3 horas da manhã, o Juca levantou-se como de costume, dirigiu-se ao curral e chamou por Malhada, sua vaca mais produtiva; chamou uma, duas, três ou mais vezes, porém a Malhada naquele dia parecia não ouvir seu dono, ela não queria atendê-lo. Juca fora ficando indignado com a pirraça da malhada, e começou a agredi-la, à princípio com palavrões e depois com um chicote; quanto mais ele ficava furioso, mais a vaca se evadia dele. Começou-se então uma verdadeira batalha - HOMEM X ANIMAL. Quem venceria? Era difícil saber e prever. Mas, porquê aquela reação? Aquele animal era sempre tão dócil, nunca se mostrara rebeld21
-Então vá logo filha, do jeito que tem tanta gente à procura de peixes, é arriscado até vender o nosso.
-Sim mãe, já vou.
(Enquanto isso o Juca, que não estava nem um pouco se importando se amanhã seria dia santo ou não, bebia mais uma branquinha em companhia de sua mulher, a Diva, essa até que era mais temente, já tinha preparado algumas coisas para o dia seguinte, ela era religiosa e temia praticar certas descrenças como o marido, muitas vezes lhe aconselhara à que não praticasse certos atos, que respeitasse mais às coisas de Deus, mas era inútil, o Juca sempre fora descrente, porque não dizer - Ateu.
Todos dormiram. pela madrugada, por volta das 3 horas da manhã, o Juca levantou-se como de costume, dirigiu-se ao curral e chamou por Malhada, sua vaca mais produtiva; chamou uma, duas, três ou mais vezes, porém a Malhada naquele dia parecia não ouvir seu dono, ela não queria atendê-lo. Juca fora ficando indignado com a pirraça da malhada, e começou a agredi-la, à princípio com palavrões e depois com um chicote; quanto mais ele ficava furioso, mais a vaca se evadia dele. Começou-se então uma verdadeira batalha - HOMEM X ANIMAL. Quem venceria? Era difícil saber e prever. Mas, porquê aquela reação? Aquele animal era sempre tão dócil, nunca se mostrara rebelde. Juca, não queria nem saber. Num gesto animalesco, possesso de fúria ordenhou a vaca, de uma forma brutal, amarrada sem poder defender-se. mesmo assim, ele manipulava suas tetas com brutalidade, queria o seu leite, não importava se para isso tivesse até mesmo que matá-la. O líquido começou a sair das tetas de Malhada, ain!
da era escuro, a lua era nova, a claridade era pouca e Juca continuava a ordenhar... Ordenhar, até então que finalmente enchera um balde e quando retirava o balde para já então substituí-lo por um outro, foi tomado por um grande pavor, seu rosto enrubreceu, ficou atônito, parecia transtornado, seus olhos esbugalhados parecendo querer saltar-se para fora, não podia acreditar no que estava vendo. No balde... no lugar do costumeiro e delicioso leite, havia sim...sangue... sangue... e muito sangue. Não podia acreditar, porque a Malhada ao invés de lhe dar o leite, lhe dera sim sangue??? Eram perguntas e mais perguntas. Tentou recompor-se do susto e a ignorância mais uma vez tomou conta daquele homem, que sacou uma peixeira que sempre trazia atada ao cinturão e desfechou vários golpes no lado peito daquela que era até então uma grande amiga e que lhe garantira bons lucros durante muito tempo, afinal era sagrado, diariamente lhe proporcionava uma média de 40 litros de leite de boa%a se mostrara rebelde. Juca, não queria nem saber. Num gesto animalesco, possesso de fúria ordenhou a vaca, de uma forma brutal, amarrada sem poder defender-se. mesmo assim, ele manipulava suas tetas com brutalidade, queria o seu leite, não importava se para isso tivesse até mesmo que matá-la. O líquido começou a sair das tetas de Malhada, ain!
da era escuro, a lua era nova, a claridade era pouca e Juca continuava a ordenhar... Ordenhar, até então que finalmente enchera um balde e quando retirava o balde para já então substituí-lo por um outro, foi tomado por um grande pavor, seu rosto enrubreceu, ficou atônito, parecia transtornado, seus olhos esbugalhados parecendo querer saltar-se para fora, não podia acreditar no que estava vendo. No balde... no lugar do costumeiro e delicioso leite, havia sim...sangue... sangue... e muito sangue. Não podia acreditar, porque a Malhada ao invés de lhe dar o leite, lhe dera sim sangue??? Eram perguntas e mais perguntas. Tentou recompor-se do susto e a ignorância mais uma vez tomou conta daquele homem, que sacou uma peixeira que sempre trazia atada ao cinturão e desfechou vários golpes no lado peito daquela que era até então uma grande amiga e que lhe garantira bons lucros durante muito tempo, afinal era sagrado, diariamente lhe proporcionava uma média de 40 litros de leite de boa!
qualidade. e. Juca, não queria nem saber. Num gesto animalesco, possesso de fúria ordenhou a vaca, de uma forma brutal, amarrada sem poder defender-se. mesmo assim, ele manipulava suas tetas com brutalidade, queria o seu leite, não importava se para isso tivesse até mesmo que matá-la. O líquido começou a sair das tetas de Malhada, ain!
da era escuro, a lua era nova, a claridade era pouca e Juca continuava a ordenhar... Ordenhar, até então que finalmente enchera um balde e quando retirava o balde para já então substituí-lo por um outro, foi tomado por um grande pavor, seu rosto enrubreceu, ficou atônito, parecia transtornado, seus olhos esbugalhados parecendo querer saltar-se para fora, não podia acreditar no que estava vendo. No balde... no lugar do costumeiro e delicioso leite, havia sim...sangue... sangue... e muito sangue. Não podia acreditar, porque a Malhada ao invés de lhe dar o leite, lhe dera sim sangue??? Eram perguntas e mais perguntas. Tentou recompor-se do susto e a ignorância mais uma vez tomou conta daquele homem, que sacou uma peixeira que sempre trazia atada ao cinturão e desfechou vários golpes no lado peito daquela que era até então uma grande amiga e que lhe garantira bons lucros durante muito tempo, afinal era sagrado, diariamente lhe proporcionava uma média de 40 litros de leite de boa!
qualidade. e. Juca, não queria nem saber. Num gesto animalesco, possesso de fúria ordenhou a vaca, de uma forma brutal, amarrada sem poder defender-se. mesmo assim, ele manipulava suas tetas com brutalidade, queria o seu leite, não importava se para isso tivesse até mesmo que matá-la. O líquido começou a sair das tetas de Malhada, ain!
da era escuro, a lua era nova, a claridade era pouca e Juca continuava a ordenhar... Ordenhar, até então que finalmente enchera um balde e quando retirava o balde para já então substituí-lo por um outro, foi tomado por um grande pavor, seu rosto enrubreceu, ficou atônito, parecia transtornado, seus olhos esbugalhados parecendo querer saltar-se para fora, não podia acreditar no que estava vendo. No balde... no lugar do costumeiro e delicioso leite, havia sim...sangue... sangue... e muito sangue. Não podia acreditar, porque a Malhada ao invés de lhe dar o leite, lhe dera sim sangue??? Eram perguntas e mais perguntas. Tentou recompor-se do susto e a ignorância mais uma vez tomou conta daquele homem, que sacou uma peixeira que sempre trazia atada ao cinturão e desfechou vários golpes no lado peito daquela que era até então uma grande amiga e que lhe garantira bons lucros durante muito tempo, afinal era sagrado, diariamente lhe proporcionava uma média de 40 litros de leite de boa!
qualidade. E agora... Malhada ainda agonizando, deu uma olha!
da aquele homem, possuidor de tanta ignorância. Viu ainda o seu pequeno bebê... Um lindo bezerrinho, apelidado de Totinho, não podia mais resistir, seu sangue lavava todo o curral, rodeando inclusive o balde que poucos instantes antes, servira para colher o que seria o seu leite. Era sangue no balde e fora. O homem ficara ainda mais aturdido vendo que o pobre e inocente Totinho, o filhinho de Malhada lhe cheirava como se dissesse: - Levanta ma-mãe. Era demais, saiu correndo pelo pasto sem destino, não havia ninguém. Todos estavam em seus lares, somente ele houvera desrespeitado aquele dia. Sentou-se debaixo de uma frondosa árvore, acendeu um grande cigarro de palha, e sentiu que um vento lhe soprara os ouvidos, sentiu um forte arrepio, olhou, não havia ninguém, sentou, deitou-se e terminou por cochilar. Logo pegou no sono e começou à sonhar... Estava caminhando por um lugar muito bonito, era todo alvo, branco como a neve, pessoas com os rostos serenos, suaves passavam !
por ele, só que ele era ignorado, era como se ele não estivesse entre eles e ia andando, sempre aquela beleza... tudo muito suave, até que chegou finalmente à entrada de uma bela casa, toda branca, porém foleada de um brilho estasiante, parecia ouro. Um Senhor, de barbas long21
qualidade. E agora... Malhada ainda agonizando, deu uma olha!
da aquele homem, possuidor de tanta ignorância. Viu ainda o seu pequeno bebê... Um lindo bezerrinho, apelidado de Totinho, não podia mais resistir, seu sangue lavava todo o curral, rodeando inclusive o balde que poucos instantes antes, servira para colher o que seria o seu leite. Era sangue no balde e fora. O homem ficara ainda mais aturdido vendo que o pobre e inocente Totinho, o filhinho de Malhada lhe cheirava como se dissesse: - Levanta ma-mãe. Era demais, saiu correndo pelo pasto sem destino, não havia ninguém. Todos estavam em seus lares, somente ele houvera desrespeitado aquele dia. Sentou-se debaixo de uma frondosa árvore, acendeu um grande cigarro de palha, e sentiu que um vento lhe soprara os ouvidos, sentiu um forte arrepio, olhou, não havia ninguém, sentou, deitou-se e terminou por cochilar. Logo pegou no sono e começou à sonhar... Estava caminhando por um lugar muito bonito, era todo alvo, branco como a neve, pessoas com os rostos serenos, suaves passavam !
por ele, só que ele era ignorado, era como se ele não estivesse entre eles e ia andando, sempre aquela beleza... tudo muito suave, até que chegou finalmente à entrada de uma bela casa, toda branca, porém foleada de um brilho estasiante, parecia ouro. Um Senhor, de barbas longas e brancas aproximE agora... Malhada ainda agonizando, deu uma olha!
da aquele homem, possuidor de tanta ignorância. Viu ainda o seu pequeno bebê... Um lindo bezerrinho, apelidado de Totinho, não podia mais resistir, seu sangue lavava todo o curral, rodeando inclusive o balde que poucos instantes antes, servira para colher o que seria o seu leite. Era sangue no balde e fora. O homem ficara ainda mais aturdido vendo que o pobre e inocente Totinho, o filhinho de Malhada lhe cheirava como se dissesse: - Levanta ma-mãe. Era demais, saiu correndo pelo pasto sem destino, não havia ninguém. Todos estavam em seus lares, somente ele houvera desrespeitado aquele dia. Sentou-se debaixo de uma frondosa árvore, acendeu um grande cigarro de palha, e sentiu que um vento lhe soprara os ouvidos, sentiu um forte arrepio, olhou, não havia ninguém, sentou, deitou-se e terminou por cochilar. Logo pegou no sono e começou à sonhar... Estava caminhando por um lugar muito bonito, era todo alvo, branco como a neve, pessoas com os rostos serenos, suaves passavam !
por ele, só que ele era ignorado, era como se ele não estivesse entre eles e ia andando, sempre aquela beleza... tudo muito suave, até que chegou finalmente à entrada de uma bela casa, toda branca, porém foleada de um brilho estasiante, parecia ouro. Um Senhor, de barbas longas e brancas aproximE agora... Malhada ainda agonizando, deu uma olha!
da aquele homem, possuidor de tanta ignorância. Viu ainda o seu pequeno bebê... Um lindo bezerrinho, apelidado de Totinho, não podia mais resistir, seu sangue lavava todo o curral, rodeando inclusive o balde que poucos instantes antes, servira para colher o que seria o seu leite. Era sangue no balde e fora. O homem ficara ainda mais aturdido vendo que o pobre e inocente Totinho, o filhinho de Malhada lhe cheirava como se dissesse: - Levanta ma-mãe. Era demais, saiu correndo pelo pasto sem destino, não havia ninguém. Todos estavam em seus lares, somente ele houvera desrespeitado aquele dia. Sentou-se debaixo de uma frondosa árvore, acendeu um grande cigarro de palha, e sentiu que um vento lhe soprara os ouvidos, sentiu um forte arrepio, olhou, não havia ninguém, sentou, deitou-se e terminou por cochilar. Logo pegou no sono e começou à sonhar... Estava caminhando por um lugar muito bonito, era todo alvo, branco como a neve, pessoas com os rostos serenos, suaves passavam !
por ele, só que ele era ignorado, era como se ele não estivesse entre eles e ia andando, sempre aquela beleza... tudo muito suave, até que chegou finalmente à entrada de uma bela casa, toda branca, porém foleada de um brilho estasiante, parecia ouro. Um Senhor, de barbas longas e brancas aproximou-se dele com um cajado, apoiava-se deveria ter 100, 200, quantos anos??? Não sabia, era idoso; com carinho, ele estendeu-lhe a mão e lhe disse: - Meu filho... O que você te feito? Por que age assim? Por que é tão descrente? Não deveria ter feito o que fez ainda pouco? (Aquele homem não sabia o que responder...)
-Quem é o senhor?
-Não importa meu filho. Quero salvar você. Ainda é tempo, basta que se arrependa e passe à praticar daqui para a frente boas ações, não vou puni-lo pelo que diz sobre essa data. Quero apenas lhe dizer... Você matou sua Malhada, aquela sua vaquinha que tantas alegrias e lucros já lhe deu. Daqui à um ano, com certeza estará se lembrando desta data. E hoje, exatamente hoje, todos lembram que o meu filho também morreu. Há muitos anos, a humanidade toda se recorda com respeito e dor essa data. E você... porque não respeita também; o leite virou sangue, eu queria apenas alertá-lo, mas você não compreendeu. pensou que foi a pobre malhada. Ela não faria isso. Morreria como morreu, sempre fiel à você. mas vou lhe dar uma outra chance!
-Quem é o Senhor. Será que é quem eu estou pensando??? Se for me perdoe, me dê outra chance. Daqui para frente eu vou mudar... Eu prometo!!!
-Tenho certeza que sim. Você vai agora acordas e brancas aproximou-se dele com um cajado, apoiava-se deveria ter 100, 200, quantos anos??? Não sabia, era idoso; com carinho, ele estendeu-lhe a mão e lhe disse: - Meu filho... O que você te feito? Por que age assim? Por que é tão descrente? Não deveria ter feito o que fez ainda pouco? (Aquele homem não sabia o que responder...)
-Quem é o senhor?
-Não importa meu filho. Quero salvar você. Ainda é tempo, basta que se arrependa e passe à praticar daqui para a frente boas ações, não vou puni-lo pelo que diz sobre essa data. Quero apenas lhe dizer... Você matou sua Malhada, aquela sua vaquinha que tantas alegrias e lucros já lhe deu. Daqui à um ano, com certeza estará se lembrando desta data. E hoje, exatamente hoje, todos lembram que o meu filho também morreu. Há muitos anos, a humanidade toda se recorda com respeito e dor essa data. E você... porque não respeita também; o leite virou sangue, eu queria apenas alertá-lo, mas você não compreendeu. pensou que foi a pobre malhada. Ela não faria isso. Morreria como morreu, sempre fiel à você. mas vou lhe dar uma outra chance!
-Quem é o Senhor. Será que é quem eu estou pensando??? Se for me perdoe, me dê outra chance. Daqui para frente eu vou mudar... Eu prometo!!!
-Tenho certeza que sim. Você vai agora acordar e vai passar à ou-se dele com um cajado, apoiava-se deveria ter 100, 200, quantos anos??? Não sabia, era idoso; com carinho, ele estendeu-lhe a mão e lhe disse: - Meu filho... O que você te feito? Por que age assim? Por que é tão descrente? Não deveria ter feito o que fez ainda pouco? (Aquele homem não sabia o que responder...)
-Quem é o senhor?
-Não importa meu filho. Quero salvar você. Ainda é tempo, basta que se arrependa e passe à praticar daqui para a frente boas ações, não vou puni-lo pelo que diz sobre essa data. Quero apenas lhe dizer... Você matou sua Malhada, aquela sua vaquinha que tantas alegrias e lucros já lhe deu. Daqui à um ano, com certeza estará se lembrando desta data. E hoje, exatamente hoje, todos lembram que o meu filho também morreu. Há muitos anos, a humanidade toda se recorda com respeito e dor essa data. E você... porque não respeita também; o leite virou sangue, eu queria apenas alertá-lo, mas você não compreendeu. pensou que foi a pobre malhada. Ela não faria isso. Morreria como morreu, sempre fiel à você. mas vou lhe dar uma outra chance!
-Quem é o Senhor. Será que é quem eu estou pensando??? Se for me perdoe, me dê outra chance. Daqui para frente eu vou mudar... Eu prometo!!!
-Tenho certeza que sim. Você vai agora acordar e vai passar à ou-se dele com um cajado, apoiava-se deveria ter 100, 200, quantos anos??? Não sabia, era idoso; com carinho, ele estendeu-lhe a mão e lhe disse: - Meu filho... O que você te feito? Por que age assim? Por que é tão descrente? Não deveria ter feito o que fez ainda pouco? (Aquele homem não sabia o que responder...)
-Quem é o senhor?
-Não importa meu filho. Quero salvar você. Ainda é tempo, basta que se arrependa e passe à praticar daqui para a frente boas ações, não vou puni-lo pelo que diz sobre essa data. Quero apenas lhe dizer... Você matou sua Malhada, aquela sua vaquinha que tantas alegrias e lucros já lhe deu. Daqui à um ano, com certeza estará se lembrando desta data. E hoje, exatamente hoje, todos lembram que o meu filho também morreu. Há muitos anos, a humanidade toda se recorda com respeito e dor essa data. E você... porque não respeita também; o leite virou sangue, eu queria apenas alertá-lo, mas você não compreendeu. pensou que foi a pobre malhada. Ela não faria isso. Morreria como morreu, sempre fiel à você. mas vou lhe dar uma outra chance!
-Quem é o Senhor. Será que é quem eu estou pensando??? Se for me perdoe, me dê outra chance. Daqui para frente eu vou mudar... Eu prometo!!!
-Tenho certeza que sim. Você vai agora acordar e vai passar à respeitar aquele que morreu na cruz um dia por você e por todos e que é o MEU FILHO.
(O homem acordou... Daquele dia em diante mudara completamente seu comportamento. Hoje respeita os animais, as pessoas, as datas religiosas, sexta feira santa, então...
Seu animalzinho companheiro de todos os dias é o “TOTINHO, os dois estão à correr pelo pasto, pois este fato ocorreu no ano passado!
Este texto foi escrito por Rita de Cássia Oliveira em 1° de Abril de 1994.

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