Mensagens de Bichinhos

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Animais Têm Sentimentos

Que ingenuidade, que pobreza de espírito, dizer que os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento, que procedem sempre da mesma maneira, que nada aprendem, nada aperfeiçoam! Será porque falo que pensa que tenho sentimento, memória, ideias? Muito bem, eu me calo. Você me vê entrar em casa aflito, procurar um papel com inquietude, abrir a escrivaninha, onde me lembra tê-lo guardado, encontrá-lo, lê-lo com alegria. Você entende que experimentei os sentimentos de aflição e prazer, que tenho memória e conhecimento.Vê com os mesmos olhos esse cão que perdeu o amo e procura-o por toda parte com ganidos dolorosos, entra em casa agitado, inquieto, desce e sobe e vai de aposento em aposento e enfim encontra no gabinete o ente amado, a quem manifesta sua alegria pela ternura dos ladridos, com saltos e carícias. Bárbaros agarram esse cão, que tão prodigiosamente vence o homem em amizade, pregam-no em cima de uma mesa e dissecam-no vivo para mostrarem-te suas veias mesentéricas. Descobres nele todos os mesmos órgãos de sentimentos de que te gabas. Responde-me maquinista, teria a natureza entrosado nesse animal todos os órgãos do sentimento sem objetivo algum? Terá nervos para ser insensível? Não inquines à natureza tão impertinente contradição.

(Voltaire)

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Aprendendo Com os Animais

Conviver com um animal é uma terapia para as questões emocionais. Veja como cada animal é utilizado do ponto de vista terapêutico

Escovar o pelo reluzente de um cavalo, massagear a coluna de um gato, ganhar uma lambida amiga do cachorro. A troca de afeto entre animais e homens é tão prazerosa que se transformou em instrumento para auxiliar na saúde do corpo e da alma. Pessoas de todas as idades redescobrem o prazer de viver na companhia desses inusitados terapeutas. Parte dos resultados alcançados pela terapia assistida por animais deve-se à escolha dos bichos.”Cria-se um vínculo que permite ao terapeuta acessar as emoções das pessoas e trabalhar com elas”, explica a psicóloga Kátia Regina Aiello.

Veja como cada animal é utilizado do ponto de vista terapêutico.

Coelhos: sua velocidade e agilidade funcionam no tratamento de pessoas hiperativas. Elas se identificam com a rapidez do animal e observam que há os momentos certos para usar suas características.

Pássaros: pessoas introvertidas vêem nas aves engaioladas um retrato de sua condição. São saudáveis fisicamente, mas se sentem aprisionados internamente. No tratamento, à medida que o pássaro se solta da gaiola os pacientes também tendem a se libertar.

Cachorros: as palavras-chave para esses animais são afetividade e reciprocidade. Expansivos, facilitam quando se quer acessar ou desbloquear emoções. Aparecem no tratamento de depressão não profunda, síndrome do pânico, síndrome de Down, hiperatividade, problemas de aprendizagem e da terceira idade. Gatos: flexíveis e independentes, ajudam na recuperação da autoconfiança. Por não serem invasivos e exigirem pouco do homem, costumam ser usados nas etapas iniciais de tratamento da depressão.

Cavalos: o trote do cavalo ajuda na recuperação de deficientes físicos e auxilia deficientes mentais a se conectar com a realidade. A analogia com os batimentos cardíacos produz a sensação de equilíbrio e a afinidade entre cavalo e cavaleiro. Usado em casos de depressão, fobias sociais, estresse e lesões neurológicas.

(Animais, Natureza & Cia)

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O Rei dos Animais

Saiu o leão a fazer sua pesquisa estatística, para verificar se ainda era o Rei das Selvas. Os tempos tinham mudado muito, as condições do progresso alterado a psicologia e os métodos de combate das feras, as relações de respeito entre os animais já não eram as mesmas, de modo que seria bom indagar. Não que restasse ao Leão qualquer dúvida quanto à sua realeza. Mas assegurar-se é uma das constantes do espírito humano, e, por extensão, do espírito animal. Ouvir da boca dos outros a consagração do nosso valor, saber o sabido, quando ele nos é favorável, eis um prazer dos deuses. Assim o Leão encontrou o Macaco e perguntou: "Hei, você aí, macaco - quem é o rei dos animais?" O Macaco, surpreendido pelo rugir indagatório, deu um salto de pavor e, quando respondeu, já estava no mais alto galho da mais alta árvore da floresta: "Claro que é você, Leão, claro que é você!".

Satisfeito, o Leão continuou pela floresta e perguntou ao papagaio: "Currupaco, papagaio. Quem é, segundo seu conceito, o Senhor da Floresta, não é o Leão?" E como aos papagaios não é dado o dom de improvisar, mas apenas o de repetir, lá repetiu o papagaio: "Currupaco... não é o Leão? Não é o Leão? Currupaco, não é o Leão?".

Cheio de si, prosseguiu o Leão pela floresta em busca de novas afirmações de sua personalidade. Encontrou a coruja e perguntou: "Coruja, não sou eu o maioral da mata?" "Sim, és tu", disse a coruja. Mas disse de sábia, não de crente. E lá se foi o Leão, mais firme no passo, mais alto de cabeça. Encontrou o tigre. "Tigre, - disse em voz de estentor -eu sou o rei da floresta. Certo?" O tigre rugiu, hesitou, tentou não responder, mas sentiu o barulho do olhar do Leão fixo em si, e disse, rugindo contrafeito: "Sim". E rugiu ainda mais mal humorado e já arrependido, quando o leão se afastou.

Três quilômetros adiante, numa grande clareira, o Leão encontrou o elefante. Perguntou: "Elefante, quem manda na floresta, quem é Rei, Imperador, Presidente da República, dono e senhor de árvores e de seres, dentro da mata?" O elefante pegou-o pela tromba, deu três voltas com ele pelo ar, atirou-o contra o tronco de uma árvore e desapareceu floresta adentro. O Leão caiu no chão, tonto e ensangüentado, levantou-se lambendo uma das patas, e murmurou: "Que diabo, só porque não sabia a resposta não era preciso ficar tão zangado".

Moral: Cada um tira dos acontecimentos a conclusão que bem entende.

(Millôr Fernandes)

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A Casa Queimada

Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem que acreditava em Deus, e sabia que Ele o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano.

Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada. Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.

Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:

"Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?"

Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:

"Vamos rapaz?"

Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:

"Vamos rapaz, nós viemos te buscar".

"Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?"

"Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante."

Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus queridos.

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Os Verdadeiros Amigos

Perca alguns segundos lendo e torne seu dia um pouquinho mais feliz...

"Um homem, seu cavalo e seu cão, caminhavam por uma estrada. Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele, seu cavalo e seu cão haviam morrido num acidente. As vezes os mortos levam tempo para se dar conta de sua nova condição...

A caminhada era muito longa, morro acima, o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água. Numa curva do caminho, avistaram um portão todo magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada.

* Bom dia, ele disse.
* Bom dia, respondeu o homem.
* Que lugar é este, tão lindo? ele perguntou.
* Isto aqui é o céu, foi a resposta..
* Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse o homem.
* O senhor pode entrar e beber água à vontade, disse o guarda, indicando-lhe a fonte.
* Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
* Lamento muito, disse o guarda. Aqui não se permite a entrada de animais.
O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande. Mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede. Assim, prosseguiu seu caminho.
Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi aberta.A porteira se abria para um caminho de terra, com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra. A sombra de uma das árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo:

* Bom dia, disse o caminhante.
* Bom dia, disse o homem.
* Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
* Há uma fonte naquelas pedras, disse o homem e indicando o lugar.
* Podem beber à vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.

* Muito obrigado, ele disse ao sair.
* Voltem quando quiserem , respondeu o homem.
* A propósito, disse o caminhante, qual é o nome deste lugar?
* Céu, respondeu o homem.
* Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu!
* Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno.
O caminhante ficou perplexo.
* Mas então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes confusões.
* De forma alguma, respondeu o homem. Na verdade, eles nos fazem um grande favor. Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar até seus melhores amigos..."

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A Lenda dos Índios Sioux

Conta uma lenda dos índios Sioux que, certa vez, Touro Bravo e Nuvem Azul chegaram de mãos dadas à tenda do velho feiticeiro da tribo e pediram:

Nós nos amamos e vamos nos casar. Mas nos amamos tanto que queremos um conselho que nos garanta ficar sempre juntos, que nos assegure estar um ao lado do outro até a morte. Há algo que possamos fazer?

E o velho, emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:

- Há uma coisa a fazer, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada. Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte da aldeia com apenas uma rede, caçar o falcão mais vigoroso e trazê-lo aqui, com vida, até o terceiro dia da lua cheia. E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha do trono; lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com uma rede deverás apanhá-la, trazendo-a para mim viva!

Os jovens abraçaram-se com ternura e logo partiram para cumprir a missão. No dia estabelecido, na frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves. O velho tirou-as do saco e constatou que eram verdadeiramente os formosos exemplares dos animais que ele tinha pedido.

- E agora, o que faremos? Os jovens perguntaram.

- Peguem as aves e amarrem uma à outra pelos pés com essas fitas de couro. Quando estiverem amarradas, soltem-nas para que voem livres.

Eles fizeram o que lhes foi ordenado e soltaram os pássaros. A águia e o falcão tentaram voar, mas conseguiram apenas saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela impossibilidade de vôo, as aves arremessaram-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar. Então o velho disse:

- Jamais esqueçam o que estão vendo, esse é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se como também, cedo ou tarde, começarão a machucar um ao outro. Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, mas jamais amarrados.

Libere a pessoa que você ama para que ela possa voar com as próprias asas. Essa é uma verdade no casamento e também nas relações familiares, de amizade e profissionais. Respeite o direito das pessoas de voar rumo ao sonho delas.

A lição principal é saber que somente as pessoas livres serão capazes de amá-lo como você quer e merece. Respeite também as suas vontades e voe em direção às realizações da sua vida. Tenho certeza que, ao ser livre, você encontrará pessoas felizes que adorarão voar ao seu lado.

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A dificuldade de agradar a todos

Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos.

Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre
a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.

Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento.

O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.

"Pobre criança!", exclamou um passante, "suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento.

Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria,
ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr.

O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela.

Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer:

Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.

Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas.

Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais!

O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã.

Pobre criatura! "Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram.

Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer:

Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim!

Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?

O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho.

"Independente do que fazemos", disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação.

Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto".

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O Que você pode fazer para mudar o mundo

Comece mudando a si mesmo. Ninguém muda o mundo se não consegue mudar a si mesmo ...

Cuide da Saúde do Planeta. Não desperdice água, não jogue lixo no lugar errado, não maltrate os animais ou desmate as árvores. Por mais que você não queira, se nascemos no mesmo planeta, compartilhamos com ele os mesmos efeitos e conseqüências de sua exploração ...

Seja responsável: não culpe os outros pelos seus problemas, não seja oportunista, não seja vingativo. Quem tem um pouquinho de bom senso percebe que podemos viver em harmonia, respeitando direitos e deveres ...

Acredite em um mundo melhor. Coragem, Honestidade, Sinceridade, Fé, Esperança são virtudes gratuitas que dependem de seu esforço e comprometimento com sua Honra e Caráter. Não espere recompensas por estas virtudes, tenha-as por consciência de seu papel neste processo ...

Tenha Humildade, faça o Bem, trabalhe. Não tenha medo de errar, com humildade se aprende, fazer o bem atrairá o bem para você mesmo e trabalhando valorizarás o suor de teu esforço para alcançar seus objetivos ...

Busque a Verdade, a Perfeição, uma posição realista frente aos obstáculos, uma atitude positiva diante da vida...

Defenda, participe, integre-se à luta pacífica pela Justiça, Paz e Amor. Um mundo justo é pacífico, e onde há paz pode-se estar preparado para viver um grande Amor ...

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O golfinho, as baleias e a carpa

Golfinhos e baleias se engalfinhavam. A batalha renhida já durava muito tempo,quando, vindo das profundezas, uma carpa tentou reconciliá-los.Mas um dos golfinhos falou:

Antes morrer sob os golpes de nossos adversários que te ter como mediador!

Em tempos de conflito, os insignificantes querem se fazer de importantes.

O leão e o golfinho
Um leão que perambulava por uma praia cruzou com o olhar de um golfinho. Logo convidou-o a se juntar a ele.

Eu e tu faremos uma dupla perfeita, pois reinamos, tu sobre os animais marinhos, e eu sobre os terrestres.

O golfinho aprovou com alegria essa idéia. Ora o leão mantinha de longa data uma guerra contra um touro selvagem. Pediu então a ajuda do golfinho. Mas este, por mais que tentasse sair da água, não conseguia, e o leão acusou-o de traição. O golfinho respondeu:

Não me acuses, é minha natureza que me faz viver na água não me permite pisar em terra firme.

devemos escolher os aliados que possam nos socorrer em hora de perigo.

O macaco e o golfinho
Os marinheiros têm o hábito de levar a bordo cãezinhos de malta e macacos: esses animais os distraem enquanto navegam. Por isso um homem viajava em companhia de um macaco. Ora, na altura do cabo Súnio, no sul da Ática, estourou uma violenta tempestade. O navio naufragou e todos, o macaco inclusive, viram-se às voltas com as ondas. Um golfinho viu o animal e, achando que se tratava de um homem, colocou-o nas costas e levou-o à terra firme. Ao chegar a Pireu, o porto de Atenas, o golfinho perguntou se ele era ateniense.

Sim respondeu o macaco , e de boa origem.

E conheces o Pireu? perguntou o golfinho.

É um dos meus melhores amigos respondeu o macaco.

A impostura desagradou ao golfinho: mergulhou no mar profundo e o macaco morreu.

Isto é uma advertência àqueles que, ignorando a verdade, procuram enganar os outros.

O atum e o golfinho
Perseguido por um golfinho. um atum fugia provocando enormes remoinhos na água. Já estava prestes a a ser capturado quando, levado por sua própria força, foi dar sem querer na praia. O golfinho foi também lançado longe das águas. Vendo que seu inimigo estava morrendo o atum lhe disse:

Para mim a morte não me entristece mais, pois comigo vai aquele que me levou até ela.

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Destrói-se

Quem não troca de idéias, não troca de discurso,
só para evitar as próprias contradições.

Destrói-se....
Quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado.
Destrói-se...
Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova.
Destrói-se lentamente quem faz da tv, sua maior e mais querida companhia.
Destrói-se...
...lentamente quem não tem compaixão com os animais, as crianças, os idosos, os deficientes e os eficientes.
Quem desconhece o valor da afetividade, da família, da amizade, e da saudade.
Destrói-se...
Quem não vira a mesa quando está infeliz, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho.
Destrói-se...
Quem não viaja, não lê, não ouve música, não assiste filmes nem vai passear de mãos dadas.
Destrói-se...
Quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar, quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante.
Destrói-se...
Quem desiste de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece, e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Destrói-se...
Quem prefere o preto no branco e os pingos nos is, à um turbilhão de emoções indomáveis... Justamente as que resgatam o brilho nos olhos, sorrisos e suspiros...
Quem não abre seu coração, com medo dos tropeços...
Quem esconde seus sentimentos....
Quem tem medo de amar...

Evitemos definhar em suaves prestações, lembrando sempre, que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente RESPIRAR.

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A Bênção do Dar

Num desses dias, trocava idéias com um grupo de amigos, e todos fomos unânimes em concordar que todo ser humano que se deixa dominar pelo egoísmo, acaba por ser possuído de sentimentos que o levam a nunca estar contente com o que tem e com o que ganha.
Se ganha de salário R$ 500,00, tem necessidade para R$ 800,00. Se percebe R$ 5 mil encontra necessidades para 8 mil. Se possui casa de 2 quartos, quer ter uma de 3 ou 4 quartos. Se possui uma casa razoavelmente boa, almeja ter uma mansão. Enfim, o desejo e as aspirações são incansáveis se não forem dominadas pelo equilíbrio, pela sensatez e pelo verdadeiro amor.
Os que amam realmente a Deus e ao próximo, antes de pensarem somente em si, hão de se lembrar de algumas outras coisas que são fundamentais. Hão de recordar que nós neste mundo nada somos. A vida que temos é um Dom precioso que Deus nos concede. O nosso corpo, essa máquina fantástica que, além de possuir funções físicas e mecânicas que propiciam os movimentos e as ações maravilhosas que conseguimos desempenhar, é também um miraculoso laboratório químico que transforma alimentos em energia, dando-nos forças para vivermos e agirmos.
Os que amam a Deus, ainda reconhecem que toda a natureza incluindo os peixes, as aves, os animais, as florestas, os campos, a chuva, o sol, as estrelas, enfim, tudo aquilo que nos cerca, parece ter sido criado por Deus para nos alegrar e para nos proporcionar tudo de que necessitamos para vivermos e sermos felizes.
Estes reconhecem que Deus ofereceu-Se para ser sócio dEle. Sim, numa das sociedades mais lucrativas que podemos imaginar. Deus diz: Eu lhe dou tudo. Dou-lhe a vida, o ar, a água o solo, etc. e você me devolve apenas 10% de seus lucros, isto é você me dá apenas o dízimo.
Enquanto nos desprendemos de qualquer egoísmo acabamos por entender ser uma realidade o que a escritora Ellen White certa feita disse: "Deus – Sempre tem provado que nove décimos valem mais do que dez décimos." 3 T, 546.
Experimente também ser fiel na sociedade com Deus e você verá!

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Animal

Um animal por mais que seja feroz,não tem a maldade de um homem, desejaria ele ter a inocência de um leão.
Desejaria ele ter a doçura de um coelho, a lealdade de um cão, a paz de um pássaro ou pelo menos a capacidade de todos os animais de usufruir da natureza sem destruí-la!!!

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Prece de um Cão Abandonado!

Sabe, senhor, ainda não entendi, viemos à praça, pensei ser um passeio, estranhei, ele não tinha esse hábito, mas fui, feliz.
Lá chegando, me deu as costas, entrou no carro e nem me disse adeus. Olhei para os lados, nem sabia o que fazer. Ainda tentei segui-lo, quase fui atropelado.
Que teria feito eu de tão mau? À noite, quando ele chegava, abanava o rabo, feliz mesmo que ele nunca viesse no quintal me ver.
Às vezes, eu latia, mas tinha estranhos no portão, não poderia deixá-los entrar sem avisar meu dono.
Quem sabe foi minha dona que mandou, devia estar dando trabalho.
Mas não as crianças, elas me adoravam. Como sinto saudades! Puxavam-me a cauda às vezes eu ficava uma fera, mas logo éramos amigos novamente. Creio que elas nem sabem, devem ter dito que fugi.
Estou faminto, só bebo água suja, meus pelos caíram quase todos, nossa, como estou magro!
Sabe, Pai, aqui nesse canto que arrumei para passar a noite, faz muito frio, o chão está molhado.
Creio que, hoje, vou me encontrar contigo, ai no céu meu sofrimento vai terminar, mesmo em espírito vou ter permissão para ver as crianças.
Peço-vos, então, não mais por mim, mas pelos meus irmãozinhos:
Mandem-lhes pessoas que deles tenha compaixão, como eu, sozinhos não viverão mais que alguns meses na terra do homem.
Amenize-lhes o frio, igual o que agora sinto, com o calor de atos de pessoas abençoadas.
Diminua-lhes a fome, tal qual a eu sinto, com o alimento do amor que me foi negado.
Mata-lhes a sede, com a água pura de seus ensinamentos transmitidos ao homem.
Elimine a dor das doenças, estripando a ignorância da terra.
Tire o sofrimento dos que estão sendo sacrificados em atos apregoados como religiosos, laboratórios e tudo mais. Tirando das mãos humanas o gosto pelo sangue.
Ampare as cachorrinhas prenhas eu verão suas crias morrerem de fome, frio e pestes sem nada poderem fazer.
Abrande a tristeza dos que, como eu, foram abandonados, pois, entre todos os males o que mais me doeu foi esse.
Receba, pai, nesta noite gélida, a minha alma, pois não mais será meu sofrimento, mas dos que ficarem e por eles vos peço.

Nota: Ouço essa oração dos cães moribundos que vejo pelas ruas.
Fonte: Associação Protetora dos Animais São Francisco de Assis.

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Sexta-feira da Paixão

Numa pequena vila, de uma pequena cidade, alguns homens trabalhando; cada um em sua tarefa. Naquele lugarejo não se tinha muitas opções de trabalho, quase todos os seus moradores se dedicavam ao plantio ou a criação de gado, e o cultivo de hortifrutigranjeiros. Eram todos simples, porém muito tradicionais em suas crendices, supersticiosos e respeitadores das datas, principalmente as religiosas. Era véspera de sexta-feira santa. Naquela quinta-feira, todos procuravam adiantar o máximo seus afazeres, para que no dia seguinte, pudessem respeitar e guardar a paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
-Éh! Amanhã não vou tirar leite não Joaquim.
-Eu também não Mané.
(Conversavam os compadres), porém entre eles, havia um amigo incrédulo, que não obedecia nem respeitava nenhuma data.
-Ah! Eu não estou nem aí... Amanhã é um dia como um outro qualquer uai, eu num quero nem saber. Vou é cuidar do meu animal e ordenhar a Malhada, tirar aquele leitinho gostoso que só ela tem... e num acontece nada...
-Juca... Você não teima não.
-É isso mesmo Juca, o Mané tem razão. Com essas coisas num se brinca gente!
-Que nada, depois eu conto.
Os amigos se separavam ali. Cada um se dirigira ao seu lar, já eram quase seis horas. Chegando em casa, o Joaquim solta os arreios do animal, dando-lhe um leve tapinha no lombo, de forma carinhosa lhe diz: - Vai meu amigo, amanhã você está de folga. (Joaquim era muito carinhoso e zeloso com seus animais e era dia santo, merecia soltar o animal).
Na casa do Manuel, o Mané como o chamavam, também estavam todos aguardando com muito respeito a chegada da sexta-feira santa. A esposa - Dona Genoveva já estava a catar o milho para o preparo da tradicional canjica, enquanto as duas filhas - Inês e Graça preparavam a limpeza da casa com muito carinho, já que no dia santo, era por tradição nem se pegar na vassoura, varrer a casa poderia ser interpretado como um gesto de desrespeito àquele dia.
-Mané, cadê a sua roupa suja Homem? Me dê logo, quero lavar tudo hoje, pois amanhã eu não lavo roupa, você sabe disso!
-Já vai Genoveva, vou só me lavar e já lhe dou a roupa suja, é só um instante.
-Manê, você pegou os peixes que o Sr. Geraldo ficou de guardar assim que chegasse? Olha lá nhém, depois acaba e nós vamos comer o quê amanhã??? Carne não!
- Esquenta não sô, já deixei até pago, depois é só Inês ir buscar uai!
-Então vá logo filha, do jeito que tem tanta gente à procura de peixes, é arriscado até vender o nosso.
-Sim mãe, já vou.
(Enquanto isso o Juca, que não estava nem um pouco se importando se amanhã seria dia santo ou não, bebia mais uma branquinha em companhia de sua mulher, a Diva, essa até que era mais temente, já tinha preparado algumas coisas para o dia seguinte, ela era religiosa e temia praticar certas descrenças como o marido, muitas vezes lhe aconselhara à que não praticasse certos atos, que respeitasse mais as coisas de Deus, mas era inútil, o Juca sempre fora descrente, porque não dizer - Ateu.
Todos dormiram. pela madrugada, por volta das 3 horas da manhã, o Juca levantou-se como de costume, dirigiu-se ao curral e chamou por Malhada, sua vaca mais produtiva; chamou uma, duas, três ou mais vezes, porém a Malhada naquele dia parecia não ouvir seu dono, ela não queria atendê-lo. Juca fora ficando indignado com a pirraça da malhada, e começou a agredi-la, à princípio com palavrões e depois com um chicote; quanto mais ele ficava furioso, mais a vaca se evadia dele. Começou-se então uma verdadeira batalha - HOMEM X ANIMAL. Quem venceria? Era difícil saber e prever. Mas, porquê aquela reação? Aquele animal era sempre tão dócil, nunca se mostrara rebelde. Juca, não queria nem saber. Num gesto animalesco, possesso de fúria ordenhou a vaca, de uma forma brutal, amarrada sem poder defender-se. Mesmo assim, ele manipulava suas tetas com brutalidade, queria o seu leite, não importava se para isso tivesse até mesmo que matá-la. O líquido começou a sair das tetas de Malhada, ainda era escuro, a lua era nova, a claridade era pouca e Juca continuava a ordenhar... Ordenhar, até então que finalmente enchera um balde e quando retirava o balde para já então substituí-lo por um outro, foi tomado por um grande pavor, seu rosto enrubreceu, ficou atônito, parecia transtornado, seus olhos esbugalhados parecendo querer saltar-se para fora, não podia acreditar no que estava vendo. No balde... no lugar do costumeiro e delicioso leite, havia sim...sangue... sangue... e muito sangue. Não podia acreditar, porque a Malhada ao invés de lhe dar o leite, lhe dera sim sangue??? Eram perguntas e mais perguntas. Tentou recompor-se do susto e a ignorância mais uma vez tomou conta daquele homem, que sacou uma peixeira que sempre trazia atada ao cinturão e desfechou vários golpes no lado peito daquela que era até então uma grande amiga e que lhe garantira bons lucros durante muito tempo, afinal era sagrado, diariamente lhe proporcionava uma média de 40 litros de leite de boa qualidade. E agora... Malhada ainda agonizando, deu uma olhada aquele homem, possuidor de tanta ignorância. Viu ainda o seu pequeno bebê... Um lindo bezerrinho, apelidado de Totinho, não podia mais resistir, seu sangue lavava todo o curral, rodeando inclusive o balde que poucos instantes antes, servira para colher o que seria o seu leite. Era sangue no balde e fora. O homem ficara ainda mais aturdido vendo que o pobre e inocente Totinho, o filhinho de Malhada lhe cheirava como se dissesse: - Levanta ma-mãe. Era demais, saiu correndo pelo pasto sem destino, não havia ninguém. Todos estavam em seus lares, somente ele houvera desrespeitado aquele dia. Sentou-se debaixo de uma frondosa árvore, acendeu um grande cigarro de palha, e sentiu que um vento lhe soprara os ouvidos, sentiu um forte arrepio, olhou, não havia ninguém, sentou, deitou-se e terminou por cochilar. Logo pegou no sono e começou a sonhar... Estava caminhando por um lugar muito bonito, era todo alvo, branco como a neve, pessoas com os rostos serenos, suaves passavam por ele, só que ele era ignorado, era como se ele não estivesse entre eles e ia andando, sempre aquela beleza... tudo muito suave, até que chegou finalmente à entrada de uma bela casa, toda branca, porém folhada de um brilho extasiante, parecia ouro. Um Senhor, de barbas longas e brancas aproximou-se dele com um cajado, apoiava-se deveria ter 100, 200, quantos anos??? Não sabia, era idoso; com carinho, ele estendeu-lhe a mão e lhe disse: - Meu filho... O que você te feito? Por que age assim? Por que é tão descrente? Não deveria ter feito o que fez ainda pouco! (Aquele homem não sabia o que responder...)
-Quem é o senhor?
-Não importa meu filho. Quero salvar você. Ainda é tempo, basta que se arrependa e passe a praticar daqui para a frente boas ações, não vou puni-lo pelo que diz sobre essa data. Quero apenas lhe dizer... Você matou sua Malhada, aquela sua vaquinha que tantas alegrias e lucros já lhe deu. Daqui a um ano, com certeza estará se lembrando desta data. E hoje, exatamente hoje, todos lembram que o meu filho também morreu. Há muitos anos, a humanidade toda se recorda com respeito e dor essa data. E você... porque não respeita também; o leite virou sangue, eu queria apenas alertá-lo, mas você não compreendeu. pensou que foi a pobre malhada. Ela não faria isso. Morreria como morreu, sempre fiel a você. mas vou lhe dar uma outra chance!
-Quem é o Senhor? Será que é quem eu estou pensando??? Se for me perdoe, me dê outra chance. Daqui para frente eu vou mudar... Eu prometo!!!
-Tenho certeza que sim. Você vai agora acordar e vai passar a respeitar aquele que morreu na cruz um dia por você e por todos e que é o MEU FILHO.
(O homem acordou... Daquele dia em diante mudara completamente seu comportamento. Hoje respeita os animais, as pessoas, as datas religiosas, sexta feira santa, então...
Seu animalzinho companheiro de todos os dias é o “TOTINHO, os dois estão à correr pelo pasto, pois este fato ocorreu no ano passado!
Este texto foi escrito por Rita de Cássia Oliveira em 1° de Abril de 1994.

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É hora de paz

E fez-se então, a hora da paz
Os povos calaram-se
simultaneamente
E ouviram a voz das águas
Das montanhas, da natureza
Dos animais, e nada mais
O ar soprou forte
Fazendo folhas rodopiarem
Ninguém agiu nem falou
Ninguém se moveu
E então,
A humanidade entrou
Na imensidão do silêncio
E vivenciou
A mais perfeita paz
Naquela hora
Nenhuma arma foi acionada
Nenhuma máquina foi ligada
Nenhuma agressão foi cometida
Nenhuma sirene soou
Nenhum alarme disparou
Apenas funcionava
O que da vida cuidava
E, pela primeira vez
A humanidade conheceu a paz

Minutos antes de terminar
Todos estavam armados
Com uma pequena semente
Que ao soar o sinal programado
Foram lançadas à terra

Em todo o mundo
A paz foi semeada
Na Terra
E no coração
De cada um

O sábio que profetizou
A hora da paz
Proclamou à humanidade:
E uma nova linguagem há de vir
Há de vir para ficar
Que traduz união
Justiça, igualdade
É a linguagem da paz

Somos todos irmãos
Somos todos iguais
Somos filhos da Terra
do Sol, da Água, do Ar
Somos todos peregrinos
Por esta Terra a viajar
Entrando para o novo milênio
Com a mais intensa missão
A missão de promover a paz

Uma nova linguagem
Há de vir
Há de vir para pacificar
Que traduz a Fé
A esperança, o amor
É a linguagem da paz
Que será falada, sentida, cantada
De norte a sul, de leste a oeste
Em todo planeta terrestre
Ecoará pelos confins da alma
E se expandirá pelo imenso universo
É a linguagem da paz
Que todos conhecerão
Que virá de dentro de cada ser
Para promover a união
Até que um só povo
Um povo multicor
De mãos dadas dançará
Entoando a mais bela canção
Todos a uma só voz
Unidos
Em nome da PAZ

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