Mensagens de Ex-amor

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Amor Romântico

Se você não tem mesmo certeza se é amor o que está sentindo, não se preocupe. A melhor coisa sobre o amor é sua constante incerteza. Um dia você está seguro, sabe exatamente o que está se passando com você, então numa semana inteira de angústia, sua certeza desaparece e você não tem mais certeza de nada.

Um dos grandes mitos que nos engana muito, é como saber quando o amor verdadeiro chega; outro é, se não sentimos aquela descarga elétrica que nos tira a respiração, então não é amor; e um terceiro é a existência da "Pessoa Certa".

E nada disso é verdade...

Namorar é muito divertido e romântico, mas eu descobri que para muitos casais o namoro é uma fonte de angústia, por causa do medo da rejeição e da solidão.

O mito do "Amor Romântico" é o que causa mais sofrimento, pois hoje em dia ninguém demonstra o romantismo que tem dentro de si, para não se tornar uma pessoa "careta", e é essa expectativa do amor romântico que deixa as pessoas solitárias e inseguras. E o mais interessante é que somos nós mesmos os responsáveis pela manutenção desse mito, somos nós que damos a expectativa que o mesmo terá.

E ninguém tinha me dito que eu passaria o tempo avaliando as diferenças que me separavam da pessoa que talvez eu estivesse amando. Ficamos todo o tempo tentando descobrir qual é a natureza do amor verdadeiro, isto machuca as pessoas e aumenta as dúvidas a respeito dos sentimentos dedicados a ela. Muita gente pensa: ... se tivesse encontrado a pessoa realmente certa, não estaria em conflito com ela o tempo todo...

Ter ou Não Namorado

Quem não tem namorado é alguém que tirou férias de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil
porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, de saliva, de lágrima, nuvem,
quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabiriu, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas namorado
mesmo, é muito difícil.
Namorado não precisa ser o mais bonito, mas aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a
gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção não precisa ser parruda, decidida, ou
bandoleira; basta um olhar de compreensão ou mesmo aflição.
Quem não tem namorado não é quem não tem amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três
pretendentes, dois paqueras, um envolvimento, e dois amantes, mesmo assim não pode ter namorado.
Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche de
padaria ou drible no trabalho. Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de
virar sorvete ou largatixa e quem ama sem alegria. Não tem namorado quem faz pactos de amor apenas com a
infelicidade. Namorar é fazer pactos de amor com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível
de durar.
Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas; de carinho escondido na hora em que passa o filme;
de flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico
Buarque lida bem devagar; de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada; de ânsia enorme de
viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete
interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do
outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. Não tem namorado quem não
redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira d'água, show do Milton
Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos,
quem não chateia com o fato de o seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gostntade de
virar sorvete ou largatixa e quem ama sem alegria. Não tem namorado quem faz pactos de amor apenas com a
infelicidade. Namorar é fazer pactos de amor com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível
de durar.
Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas; de carinho escondido na hora em que passa o filme;
de flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico
Buarque lida bem devagar; de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada; de ânsia enorme de
viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete
interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do
outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. Não tem namorado quem não
redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira d'água, show do Milton
Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos,
quem não chateia com o fato de o seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta
sem curtir; quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de
repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia de sol em plena praia cheia de rivais. Não tem namorado
quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem
esperar o outro ir junto com ele. Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem
namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.
Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de
grilo e medo, ponha a saia mais leve, aquela de chita e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com
margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado,
saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem
passe debaixo de sua janela.
Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse
repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a
dizer frases sutis e palavras de galantearia. Se você não tem namorado porque ainda não enlouqueceu aquele
pouquinhoa
sem curtir; quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de
repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia de sol em plena praia cheia de rivais. Não tem namorado
quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem
esperar o outro ir junto com ele. Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem
namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.
Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de
grilo e medo, ponha a saia mais leve, aquela de chita e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com
margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado,
saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem
passe debaixo de sua janela.
Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse
repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a
dizer frases sutis e palavras de galantearia. Se você não tem namorado porque ainda não enlouqueceu aquele
pouquinho necessário a fazer a vida passar e de repente parecer que tudo faz sentido:
Enloucresça

Não Desista de Continuar

Que o sol esteja sempre presente em seus dias, mas quando ele não estiver, não tema a chuva, porque a vida é feita de momentos e em cada um deles não nos encontramos desamparados.

Que o seu caminho seja repleto de flores, mas quando os espinhos se apresentarem, não chore eternamente diante da dor, busque novos horizontes e quando perceber, a ferida terá cicatrizado.

Quando a solidão se recusar a partir, não se dê por vencido, rogue auxílio da providência divina e perceberá que não se encontra sozinho nessa batalha.
Se os seus passos se enfraquecem e a ideia de desisitir se aproxima, tenha fé, logo adiante, o desânimo cederá lugar a esperança, que renovará suas forças.

Que a cada manhã a alegria possa despertar ao seu lado, mas quando for a tristeza a sua companheira, não se aflija, ela jamais será eterna e com perseverança e confiança, reencontraremos a alegria de viver.

Quando a oportunidade de auxiliar alguém surgir, não a ignore, faça o bem que puder, sem nada exigir, assim quando necessitar de socorro, muitas mãos se estenderão em sua direção, não por obrigação, mas por carinho a sua pessoa.

Se a Verdade já bateu à sua porta, não a tranque dentro do seu coração, espalhe-a por onde passar, compartilhe conhecimentos, não se esquecendo da humildade e semeando o Amor de Jesus por onde estiveres.

Que nenhum sofrimento possa deter a sua marcha, mas quando um acontecimento lhe machucar, não desanime, nem pense em desistir, mantenha a confiança, o Pai sabe o que faz e sempre estará ao nosso lado nos consolando e nos mostrando um novo caminho.

Na alegria ou na tristeza, jamais desista de continuar a jornada. Faça uso da perseverança.

Encontre a coragem dentro de você.

Tenha fé e siga em frente...

(Sonia Carvalho)

Quem não tem namorado

Namorado é a mais difícil das conquistas.
Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, de saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia.
Paquera, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil, mas namorado mesmo é muito difícil.
Namorado que quando se chega ao lado dele, a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser forte, decidida ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de carinho
Quem não tem namorado não é quem não tem um amor: é quem não sabe o gosto de namorar,
Não tem um namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema sessão das duas, medo do pai, sanduíche dividido ou drible no trabalho.
Não tem namorado, quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa, e quem ama sem alegria.
Não tem namorado, quem faz pactos de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pacto com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugida ou impossível de durar.
Não tem namorado, que não sabe o valor de mãos dadas, de carinho escondido na hora em que passa o filme; de flor catada no muro e entregue de repente; de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar, de ânsia enorme de viagens juntos para a Escócia, metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado, quem não gosta de dormir agarrado, ou passear de mãos dadas pela beira da praia.
Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério de dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez ou loucura do amor.
Não tem namorado, quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não troca bilhetinhos, ou quem não se chateia com o fato de seu bem ser paquerado.
Não tem namorado quem ama sem gostar, quem gosta sem curtir, quem curte sem aprofundar.
Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou no meio do dia de sol em plena praia cheia de rivais.
Não tem namorado quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar, quem vive cheio de obrigações.
Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho em paz.
Não tem namorado quem não fala sozinho e não ri de si mesmo.
Então, enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperanças. De alma escovada e de coração perfumado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim.
Acorde com o gosto de morango e sorria lírios para quem passar em baixo de sua janela.
Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fadas.
Ande como se o chão estivesse repleto de sons, de flores e do céu descesse uma pérola falante dizendo frases sutis e palavras de românticas.
Quem não tem namorado, é porque não enlouqueceu o necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que tem sentido, mesmo que a gente vire adolescente e nem tenha medo de parecer ridículo... deliciosamente ridículo....

Meu Bem..

Meu bem, você chegou e me tirou da solidão
Acabou minha tristeza, numa forte sedução
Se hoje estou feliz, agradeço a você
Esse amor é verdadeiro e me faz sentir prazer...

Eu te amo demais, amor.

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Prece de um Cão Abandonado!

Sabe, senhor, ainda não entendi, viemos à praça, pensei ser um passeio, estranhei, ele não tinha esse hábito, mas fui, feliz.
Lá chegando, me deu as costas, entrou no carro e nem me disse adeus. Olhei para os lados, nem sabia o que fazer. Ainda tentei segui-lo, quase fui atropelado.
Que teria feito eu de tão mau? À noite, quando ele chegava, abanava o rabo, feliz mesmo que ele nunca viesse no quintal me ver.
Às vezes, eu latia, mas tinha estranhos no portão, não poderia deixá-los entrar sem avisar meu dono.
Quem sabe foi minha dona que mandou, devia estar dando trabalho.
Mas não as crianças, elas me adoravam. Como sinto saudades! Puxavam-me a cauda às vezes eu ficava uma fera, mas logo éramos amigos novamente. Creio que elas nem sabem, devem ter dito que fugi.
Estou faminto, só bebo água suja, meus pelos caíram quase todos, nossa, como estou magro!
Sabe, Pai, aqui nesse canto que arrumei para passar a noite, faz muito frio, o chão está molhado.
Creio que, hoje, vou me encontrar contigo, ai no céu meu sofrimento vai terminar, mesmo em espírito vou ter permissão para ver as crianças.
Peço-vos, então, não mais por mim, mas pelos meus irmãozinhos:
Mandem-lhes pessoas que deles tenha compaixão, como eu, sozinhos não viverão mais que alguns meses na terra do homem.
Amenize-lhes o frio, igual o que agora sinto, com o calor de atos de pessoas abençoadas.
Diminua-lhes a fome, tal qual a eu sinto, com o alimento do amor que me foi negado.
Mata-lhes a sede, com a água pura de seus ensinamentos transmitidos ao homem.
Elimine a dor das doenças, estripando a ignorância da terra.
Tire o sofrimento dos que estão sendo sacrificados em atos apregoados como religiosos, laboratórios e tudo mais. Tirando das mãos humanas o gosto pelo sangue.
Ampare as cachorrinhas prenhas eu verão suas crias morrerem de fome, frio e pestes sem nada poderem fazer.
Abrande a tristeza dos que, como eu, foram abandonados, pois, entre todos os males o que mais me doeu foi esse.
Receba, pai, nesta noite gélida, a minha alma, pois não mais será meu sofrimento, mas dos que ficarem e por eles vos peço.

Nota: Ouço essa oração dos cães moribundos que vejo pelas ruas.
Fonte: Associação Protetora dos Animais São Francisco de Assis.