Mensagens de Homenagem às Mães

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Minha Querida Mãe


Mãe...
Mãe carinhosa e dengosa
Mãe amiga, mãe irmã
Mãe de todos nós, mãe das mães
Mãe dos filhos
Mãe-pai: duas vezes mãe
Mãe lutadora e companheira
Mãe educadora, mãe mestra
Mãe analfabeta, sábia mãe
Mãe do silêncio, mãe comunicação
Mãe dos doentes e dos sãos
Mãe de quem magoou e de quem perdoou
Mãe rica, mãe pobre
Mãe dos que já foram, mãe dos que ficaram
Mãe dos guerreiros e dos guerreados
Mãe que sorri, mãe que chora
Mãe que abraça e afaga
Mãe presente, mãe ausente
Mãe do sagrado, mãe da luz
Mãe de jesus e mãe nossa.
Mãe, simplesmente mãe!

Eu te amo mãe, obrigado por tudo!

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Homenagem às Mães

No dia em que Deus criou as mães (e já vinha virando dia e noite há seis dias), um anjo apareceu-lhe e disse:
- Por que esta criação está lhe deixando tão inquieto senhor?
E o Senhor Deus respondeu-lhe:
- Você já leu as especificações desta encomenda? Ela tem que ser totalmente lavável, mas não pode ser de plástico.
Deve ter 180 partes móveis e substituíveis, funcionar a base de café e sobras de comida. Ter um colo macio que sirva de travesseiro para as crianças. Um beijo que tenha o dom de curar qualquer coisa, desde um ferimento até as dores de uma paixão, e ainda ter seis pares de mãos.
O anjo balançou lentamente a cabeça e disse-lhe:
- Seis pares de mãos Senhor? Parece impossível!?!
Mas o problema não é esse, falou o Senhor Deus - e os três pares de olhos que essa criatura tem que ter?
O anjo, num sobressalto, perguntou-lhe:
- E tem isso no modelo padrão?
O Senhor Deus assentiu:
- Um par de olhos para ver através de portas fechadas, para quando se perguntar o que as crianças estão fazendo lá dentro (embora ela já saiba); outro par na parte posterior da cabeça, para ver o que não deveria, mas precisa saber, e naturalmente os olhos normais, capazes de consolar uma criança em prantos, dizendo-lhe:
"Eu te compreendo e te amo!" - sem dizer uma palavra.
E o anjo mais uma vez comenta-lhe:
- Senhor...já é hora de dormir. Amanhã é outro dia.
Mas o Senhor Deus explicou-lhe:
- Não posso, já está quase pronta. Já tenho um modelo que se cura sozinho quando adoece, que consegue alimentar uma família de seis pessoas com meio quilo de carne moída e consegue convencer uma criança de 9 anos a tomar banho...
O anjo rodeou vagarosamente o modelo e falou:
- E muito delicada Senhor!...
Mas o Senhor Deus disse entusiasmado:
- Mas é muito resistente! Você não imagina o que esta pessoa pode fazer ou suportar!
O anjo, analisando melhor a criação, observa:
- Há um vazamento ali Senhor...
- Não é um simples vazamento, é uma lágrima! E esta serve para expressar alegrias, tristezas, dores, solidão, orgulho e outros sentimentos.
- Vós sois um gênio, Senhor! - disse o anjo entusiasmado com a criação.
- Mas isso não fui eu que coloquei. Apareceu assim...

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Obrigado, mamãe!

MAMÃE, já perdi as contas das noites que fico acordada pensando em tudo que você me fez, mesmo quando estava na cama daquele hospital que foi nossa casa durante seis meses, você se preocupava comigo.
Eu não tinha coragem para lhe agradecer pela minha vida, personalidade, agradecer pela pessoa que você fez eu ser, carinhosa, meiga, honesta, humilde, eu sou isso porque eu cresci tendo uma pessoa assim ao meu lado, olhando sempre para uma mãe que foi maravilhosa e que tinha um jeitinho especial e carinhoso de resolver as coisas.
Bom, estou aqui hoje diante de tantas e tantas pessoas para agradecer à você por todo carinho e atenção, em especial te agradeço por você ter se esforçado para sobreviver à aquele enfermidade maligna que afastou você de mim, se esforçou até o ultimo momento sabia que um minutinho a mais comigo significava muito para você.
Você me falou que se existisse alguma forma de ficar comigo que você ficaria, então se esta forma existe você esta vendo esta carta... engraçado, sempre nas dificuldades sinto sua presença, pode até ser a saudade que esteja me enlouquecendo, mas isso não importa o que importa é que você significa na minha vida.
Vou confessar uma coisa muitas e muitas vezes cheguei pertinho de você para dizer TE AMO mas sempre deixava para o outro dia acreditava que teria você para sempre, como me arrependo, se o tempo voltasse juro que ia gritar para todo mundo ouvir TE AMO, TE AMO, TE AMO...
Quero agradecer-lhe também pelas broncas e conversas sérias que teve comigo eu achava que era besteira sua, preocupação de mãe, hoje sei o quanto foi importante para mim ser chamada à atenção quando fazia algo que achava que era certo.
Te agradeço por ter confiado em mim, acreditado que eu mesmo sozinha , sem você, iria conseguir vencer, tudo que sou e tenho devo a Deus e a você.
Foi tudo como você falou, encontrei na minha vida vários obstáculos eu encontrei espinhos, pedras, muros altíssimos, e até me decepcionei com pessoas que juravam ser minhas melhores amigas, porém seguir teu exemplo e não desistir... por isso conseguir vencer.
OBRIGADO MAMÃE, por você ter me preparado tão bem para enfrentar este mundo tão mau.

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Obrigado Mamãe!!!

MAMÃE, já perdi as contas das noites que fico acordada pensando em tudo que você me fez, mesmo quando estava na cama daquele hospital que foi nossa casa durante seis meses, você se preocupava comigo.
Eu não tinha coragem para lhe agradecer pela minha vida, personalidade, agradecer pela pessoa que você fez eu ser, carinhosa, meiga, honesta, humilde, eu sou isso porque eu cresci tendo uma pessoa assim ao meu lado, olhando sempre para uma mãe que foi maravilhosa e que tinha um jeitinho especial e carinhoso de resolver as coisas.
Bom, estou aqui hoje diante de tantas e tantas pessoas para agradecer à você por todo carinho e atenção, em especial te agradeço por você ter se esforçado para sobreviver à aquele enfermidade maligna que afastou você de mim, se esforçou até o ultimo momento sabia que um minutinho a mais comigo significava muito para você.
Você me falou que se existisse alguma forma de ficar comigo que você ficaria, então se esta forma existe você esta vendo esta carta... engraçado, sempre nas dificuldades sinto sua presença, pode até ser a saudade que esteja me enlouquecendo, mas isso não importa o que importa é que você significa na minha vida.
Vou confessar uma coisa muitas e muitas vezes cheguei pertinho de você para dizer TE AMO mas sempre deixava para o outro dia acreditava que teria você para sempre, como me arrependo, se o tempo voltasse juro que ia gritar para todo mundo ouvir TE AMO, TE AMO, TE AMO...
Quero agradecer-lhe também pelas broncas e conversas sérias que teve comigo eu achava que era besteira sua, preocupação de mãe, hoje sei o quanto foi importante para mim ser chamada à atenção quando fazia algo que achava que era certo.
Te agradeço por ter confiado em mim, acreditado que eu mesmo sozinha , sem você, iria conseguir vencer, tudo que sou e tenho devo a Deus e a você.
Foi tudo como você falou, encontrei na minha vida vários obstáculos eu encontrei espinhos, pedras, muros altíssimos, e até me decepcionei com pessoas que juravam ser minhas melhores amigas, porém seguir teu exemplo e não desistir... por isso conseguir vencer.
OBRIGADO MAMÃE, por você ter me preparado tão bem para enfrentar este mundo tão mau.

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Não Importava se Tinha Razão

Não importava se tinha razão, devia me calar. No meu tempo, ser educado era ficar em silêncio. Na mesa, não podia emitir som que não fosse da natureza do garfo e da faca. Criança aceitava, não falava. Como um bicho doméstico, um galo, um cachorro, um gato, um canário belga. Encabulava quando raspava a louça, arranhava as rodas ao estacionar no meio-fio do prato. Meu pai falava sem parar dos negócios, dos vizinhos, do futebol e eu escutava com continência e louvor. Nunca me passou pelos ouvidos nenhuma pergunta inteligente para fazer, até porque as perguntas inteligentes surgem das bobagens e não corria riscos. Se as conversas tivessem sido gravadas na época, descobriria que não apareci na própria infância. Entrava com um “obrigado” e saía no “com licença”. Não questionava os hábitos, preocupado em me ver livre o mais rápido possível daquela cena. Não sabia como viver para me sentir morto. Não sabia como morrer para me sentir vivo. Meus bolsos cheios de bolas de gude para acompanhar as mãos. Os bolsos do meu pai cheios de chaves para desafiar as mãos. Os bolsos de minha mãe cheios de pedras do terço para esquecer as mãos. A sobremesa era sagu ou arroz de leite, que comia com vagar e ódio, já que consistia na mesma merenda da escola. Passava o dia comendo sagu ou arroz de leite. A canela em cima do doce me arrepiava de careta, emburricava a respiração. Me censurava antes da censura, me proibia antes da negação, me cavava antes de ser enterrado. Pensativo como quem se penteia no espelho. Prestativo como quem tem culpa por crescer. Nas saídas em família, permanecia igualmente calado, omisso, aceitando que as pessoas secassem seus dedos no meu rosto em cada encontro. Quando recebia um elogio público de comportado, o pai sorria, a mãe sorria, e bem que tentava sorrir, mas os dentes eram de leite e logo cairiam. Nunca levantei a voz. Falava para dentro, com a cabeça inclinada de cavalo cansado. Tinha serenidade porque não encontrava outro sentimento para colocar em seu lugar. Não havia estômago para chegar ao fim da esperança. Não estava escuro para me defender com vela, muito menos claro para procurar sombras. Conhecia de cor o ato de contrição, apesar da dificuldade de inventar pecados. A humildade lembrava covardia, o que explica minha vontade insana de fazer calar esse tempo, o meu tempo de camisa fechada até o último botão.

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