Mensagens de Nascimento

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Oração pelo nascimento de um filho

Chegou,
e a casa encheu-se de fragrância.
Parece primavera.
Em ti, Pai Santo, manancial de toda paternidade,
em ti estão todas as nossas fontes.
Mandaste-nos um presente desejado e sonhado:
uma criança chegou para o banquete da festa.
Seja bem-vinda!
Como é que vamos te agradecer,
Senhor da vida, com quê palavras?
Obrigado por seus olhos e por suas mãos,
Obrigado por seus pés e por sua pele,
Obrigado por seu corpo e por sua alma,
Em Tuas mãos de ternura nós o depositamos
para que cuides dele , e lhe faças carinhos
e o enchas de doçura.
Pai Santo e querido, põe um anjo ao seu lado
para que impeça a passagem da doença e
de todo o mal,
e o guie pelassendas da saúde e bem estar.
O bem, a paz e a Bênção
acompanhem-no todos os dias de sua vida
Amém

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O Poder das Mães

A mãe tem um poder marcante na vida de cada ser humano. Nos nove meses em que ficou em gestação dentro do ventre materno, recebeu dela muitos estímulos pelo líquido uterino, morno e aconchegante, ouvia as setenta e duas batidas por minuto do seu coração, sentia as vibrações, pressão e movimentos do seu corpo, durante o andar ou o seu falar.

Sentia até quando a mãe acariciava a barriga como se estivesse acariciando o bebê, estímulos físicos que a acalmavam e também ao feto. Ao sair do ambiente aconchegante do útero materno, no qual sentia-se bem, protegido e em segurança, o bebê obviamente continua a receber de sua mãe os estímulos físicos e psicológicos, além dos cuidados que o fazem, nesse período sentir-se bem e feliz: é amamentado, cuidado, abraçado, beijado, acariciado, embalado, lavado, carregado, etc. Quando o bebê vai crescendo, desenvolvendo a sua independência como ser humano, ele recebe ainda grande influência de sua mãe, além de outros adultos que com ele convivem.

O poder de uma mãe na vida de cada ser humano é tão forte que poderá formar uma personalidade sadia ou desequilibrada na criança, dependendo de como a mãe a trata e estimula. Se cada mãe fizer bem o seu trabalho, na sua importante missão como educadora e incentivadora de uma vida saudável na criança, certamente os resultados serão muito positivos. Uma mãe incentivadora dará estímulos positivos ao filho como, por exemplo: "Amo você, como fico feliz de você ter nascido, meu filho/a", "Parabéns, está muito bom isso que fez", "Você é inteligente e uma boa criança", "Sei que você é capaz de fazer, tente de novo".

Feliz da criança que tiver uma mãe que lhe dá estímulos positivos como esses, estímulos de amor, de aceitação e de confiança, que sabe valorizar os seus acertos e que sabe agir quando a criança erra, orientando-a para aprender a fazer o certo. Esse é o agir de uma mãe com atitudes de firmeza mas com um coração enorme, formando um filho saudável, uma pessoa com qualidades humanas. Uma mãe que faz a criança aprender as regras de um conviver sadio, aprendendo a ser disciplinada nas coisas da vida, e a aprender os limites que existem, evitando que a criança desenvolva a atitude de que "pode tudo" sendo uma "pequena tirana", dominando os pais com suas birras e vontades, e em casos extremos, ache normal realizar atos de vandalismo, a ser agressiva e violenta.

É preciso que haja, cada vez mais, mães educadoras e estimuladoras, mães atentas e interessadas no desenvolvimento dos seus filhos. Agindo assim, essas mães estarão influenciando positivamente na formação da personalidade da criança, formando nelas uma auto-imagem positiva. Essa formação saudável influenciará toda a vida daquela criança levando-a, quando adulta, a ser equilibrada e feliz, contribuindo para que a sociedade humana seja melhor, com pessoas de qualidade.

Ao contrário disso, se uma mãe der à criança mensagens negativas, depreciativas ou agressivas, certamente estará formando uma personalidade problemática. Mensagens negativas como, por exemplo: "Você não deveria ter nascido, detesto você!", "Espera só seu pai chegar para ver a surra que vai levar!", "Não adianta tentar, você não é capaz de fazer", "Desça já daí! Você não tem capacidade para subir aí!", "Como você é burra!", "Como você é lerda para aprender!", "Burrice igual à sua eu nunca vi!", "Você é surda, sua idiota?!" Estímulos negativos como esses certamente irão contribuir para formar uma criança insegura, medrosa ou agressiva, com problemas de relacionamento e até uma criança violenta, que terá problemas de aceitação de si mesma e dos outros. Quando a mãe é educadora negativa está, na realidade realizando um grande desperdício de oportunidades para formar um filho saudável e equilibrado.

Na adolescência ou na vida adulta desse filho, é que a mãe (e a sociedade) colherá "a tempestade" dos desequilíbrios que ela própria, como mãe, plantou na educação do filho.

A sociedade atual necessita urgente de mães que realizem ações para que seus filhos evoluam com personalidades saudáveis e equilibradas, contribuindo assim, para que a sociedade seja formada por crianças, jovens e adultos melhores. Ainda é tempo, ainda é possível realizar mudanças para uma sociedade melhor. Você que é mãe, faça bem a sua parte!

(Antônio de Andrade)

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Que seu bebê traga muita felicidade!

Há nove meses começamos uma contagem regressiva para a chegada da sua filhinha, a cada semana a expectativa era ampliada, mas conseguimos passar por tudo isso e não vemos a hora ver pessoalmente sua linda bebezinha.

Que ela esteja sempre com muita saúde e leve muita alegria para toda família. A chegada de uma nova criança mudará completamente sua maneira de enxergar a vida, mas com certeza a partir de agora ganhará uma enorme bagagem de aprendizado.

Que nunca lhe falta amor e paciência, que consiga superar todas as dificuldades que encontrar pela frente e assim consiga criar sua filha da melhor forma possível, se transformando em um ótimo pai, assim como é um ótimo amigo.

Apesar de ter chegado há tão pouco tempo, meu amor por ela já é imenso! Não vejo a hora de vê-la pessoalmente, para poder abraçar e beijar bastante sua bebezinha! Receba toda minha felicidade pelo nascimento da sua filhinha!

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Shiva e Parvati

Sati nasceu como Parvati, a filha do rei da cadeia do Himalaia. Sendo uma menina, ela não tinha interesse em brincar com as outras crianças. Ela estava inclinada em adorar Shiva, e tinha o desejo de casar-se com Ele. Depois de ter a permissão dos seus pais, ela foi até o local sagrado do Gangavatara, o qual ficou mais tarde conhecido como Pico Gauri. A penitência que fez para casar-se com o Senhor Shiva foi severa. Ela ficou sobre uma perna, com as mãos erguidas, tendo sobre Sua cabeça a neve das montanhas, meses e meses, sem comer ou beber nada. O Senhor Shiva ficou muito contente com as preces d´Ela, mas quis fazer um teste. Ele foi até Ela como um velho devoto do Senhor Shiva. Parvati ofereceu Seus respeitos ao velho devoto, bem como ao Senhor Shiva. Então, o velho devoto tentou convencê-la que deveria passar a Sua junventude em meditação, mas que também deveria desfrutar a vida casando-se com ele. Assim sugerindo, disse que era melhor casar com ele, em vez de ficar dançando em cemitérios e vestindo crânios e ossos. Parvati, incapaz de reconhecer que o velho homem era o Senhor Shiva em pessoa, ficou muito irada em escutar os insultos, mas mostrou a ele os devidos respeitos porque ele era semelhante a um devoto, mas Ela não queria mais escutar qualquer coisa contra o Senhor Shiva.
Ela pediu para que o velho devoto deixasse o local imediatamente. O Senhor, estando grato com a determinação de devoção de Parvati, então revelou quem era, concedendo o desejo de Ela poder casar com Ele. Parvati e Shiva casaram-se e iniciaram uma vida feliz no monte Kailash.

Eles tiveram dois filhos, Kartikeya e Ganesha. Ganesha nasceu quando Parvati desejou ser mãe de Krishna.

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Parabéns pelo Nascimento do Bebê!

Um bebê nasce com a necessidade de ser querido. E nunca perde esta necessidade. Eu estarei entre os muitos que farão que teu novo bebê se encontre entre os seres mais queridos do nosso planeta.
Os bebês nascem com olhos dispostos a ver todo o precioso, abraçar todo o alegre e querer sem condições com todo seu coração.
O milagre de um nascimento é um tesouro único para uma mulher. Felicidades e que o desfrute.
Um bebê recém nascido enche um oco que sua mãe nunca sabia que existia em seu coração.

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Filhos Brilhantes, Alunos Fascinantes

Bons filhos conhecem o prefácio da história de seus pais. Filhos brilhantes vão muito mais longe, conhecem os capítulos mais importantes das suas vidas.

Bons jovens se preparam para o sucesso. Jovens brilhantes se preparam para as derrotas. Eles sabem que a vida é um contrato de risco e que não há caminhos sem acidentes.

Bons jovens têm sonhos ou disciplina. Jovens brilhantes têm sonhos e disciplina. Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas, que nunca transformam seus sonhos em realidade, e disciplina sem sonhos produz servos, pessoas que executam ordens, que fazem tudo automaticamente e sem pensar.

Bons alunos escondem certas intenções, mas alunos fascinantes são transparentes. Eles sabem que quem não é fiel à sua consciência tem uma dívida impagável consigo mesmo. Não querem, como alguns políticos, o sucesso a qualquer preço. Só querem o sucesso conquistado com suor, inteligência e transparência. Pois sabem que é melhor a verdade que dói do que a mentira que produz falso alívio. A grandeza de um ser humano não está no quanto ele sabe mas no quanto ele tem consciência que não sabe.

O destino não é frequentemente inevitável, mas uma questão de escolha. Quem faz escolha, escreve sua própria história, constrói seus próprios caminhos.

Os sonhos não determinam o lugar onde vocês vão chegar, mas produzem a força necessária para tirá-los do lugar em que vocês estão. Sonhem com as estrelas para que vocês possam pisar pelo menos na Lua. Sonhem com a Lua para que vocês possam pisar pelo menos nos altos montes. Sonhem com os altos montes para que vocês possam ter dignidade quando atravessarem os vales das perdas e das frustrações. Bons alunos aprendem a matemática numérica, alunos fascinantes vão além, aprendem a matemática da emoção, que não tem conta exata e que rompe a regra da lógica. Nessa matemática você só aprende a multiplicar quando aprende a dividir, só consegue ganhar quando aprende a perder, só consegue receber, quando aprende a se doar.

Uma pessoa inteligente aprende com os seus erros, uma pessoa sábia vai além, aprende com os erros dos outros, pois é uma grande observadora.

Procurem um grande amor na vida e cultivem-no. Pois, sem amor, a vida se torna um rio sem nascente, um mar sem ondas, uma história sem aventura! Mas, nunca esqueçam, em primeiro lugar tenham um caso de amor consigo mesmos.

(Augusto Cury)

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O Anjo de Um Bebê

Parabéns pelo nascimento do bebê!

Uma criança pronta para nascer pergunta a Deus:
"Como eu vou viver sendo assim pequeno e indefeso?"
Deus disse: "Eu escolhi um anjo para você. Estará lhe esperando e tomará conta de você."
Criança: "Aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?"
Deus: "Seu anjo cantará e sorrirá para você... A cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu anjo e será feliz."
Criança: "Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?"
Deus: "Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a falar."
Criança: "E o que farei quando eu quiser lhe falar?"
Deus: "Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar."
Criança: "Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?"
Deus: "Seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida."
Nesse momento é chegada a hora do nascimento.A criança, apressada, pediu suavemente:
"Deus, eu estou no ponto de ir agora, diga-me por favor, o nome do meu anjo."
E Deus respondeu:
"Você a chamará de MÃE".

(Criança Genial)

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O Pássaro Mavioso

Era uma vez um rei muito rico e poderoso que tinha um filho muito acanhado. O rapaz ficava envergonhado por qualquer motivo e, por isso, todo mundo o julgava um grande tolo. Resolveu, então, seu pai mandá-lo visitar outros países, na esperança de torná-lo mais desembaraçado. Deu-lhe bastante dinheiro e ordenou que fizesse uma longa viagem.

Depois de percorrer vários países, o príncipe chegou a uma cidade, onde se realizava o leilão de um pássaro. Havia muita gente interessada em comprá-lo e, por isso, as quantias oferecidas já eram muito grandes. O rapaz ficou curioso para saber o motivo pelo qual todo mundo desejava adquirir o pássaro. Foi, então, informado de que o mesmo tinha um canto tão belo e mavioso que fazia dormir a todos que o ouvissem. O príncipe ofereceu uma grande quantia e conseguiu comprar o maravilhoso pássaro.

Continuou sua viagem e, mais adiante, encontrou outra cidade, onde estava sendo vendido, também em leilão, um pequeno besouro. Ficou admirado ao verificar que muita gente queria adquirir o animalzinho. Soube que o besouro era mágico e capaz de fazer tudo o que lhe fosse ordenado, sem ser visto. Podia até arrombar uma porta. Como tivesse ainda muito dinheiro, não foi difícil ao príncipe comprar o besouro.

Prosseguiu o rapaz na sua viagem e, pouco tempo depois, qual não foi sua surpresa ao deparar, em outra cidade, com o leilão de um rato. Havia uma multidão querendo adquirir o animal. O príncipe foi informado de que esse rato era capaz de fazer tudo o que lhe fosse ordenado. Tinha dentes mágicos, de modo que podia roer um castelo inteiro em poucas horas. Diante disso, o rapaz comprou o rato e continuou sua jornada.

Depois de visitar muitos países, chegou o príncipe a uma cidade onde presenciou um estranho espetáculo. Diante de um palácio, em cuja porta se achava uma linda moça, uma enorme multidão fazia toda sorte de caretas. Procurou saber a razão daquela cena esquisita, e foi informado de que a moça era a filha única do rei daquele país. A princesa, desde que nascera, jamais havia sorrido. Por isso, seu pai oferecera sua mão em casamento àquele que a fizesse dar, pelo menos, um sorriso. Eis porque toda aquela gente estava diante do palácio fazendo caretas, na esperança de provocar riso na princesa.

Ouvindo isso, o rapaz, sem se importar com a multidão, aproximou-se do palácio, desceu do cavalo e dependurou a gaiola numa árvore que ali havia. Depois, sentou-se calmamente para descansar e ordenou: — Mestre rato, vá buscar água para o cavalo e mestre besouro vá buscar capim. Os dois bichinhos saíram logo para cumprir as ordens do seu dono. Quando a princesa viu o rato carregando água e o besouro trazendo capim, achou tanta graça que soltou uma gostosa gargalhada. Os que estavam diante do palácio ficaram muito alegres, cada qual pensando ter sido o autor do riso da princesa. O rei, cheio de satisfação, perguntou à filha quem lhe havia feito soltar aquela gargalhada. A princesa apontou com o dedo o rapaz que descansava à sombra da árvore. Imediatamente, o rei mandou chamar o moço à sua presença e comunicou-lhe que devia casar com a princesa.

O rapaz, que era muito acanhado e que não esperava pelo acontecimento, quase desmaiou de susto. Mas, como palavra de rei não volta atrás, teve de se casar com a princesa. Na noite do casamento, mostrou-se, porém, tão embaraçado que a princesa julgou que ele não gostasse dela. No dia seguinte, disse ao pai que se havia enganado, pois havia sido outro o autor da sua gargalhada. O casamento foi então anulado, realizando-se o enlace da princesa com o filho do rei de um país vizinho.

O rapaz ficou muito triste, mas resolveu lutar para reaver a princesa. Ao cair da noite, foi para debaixo da árvore e, na hora de os noivos se recolherem aos seus aposentos, ordenou ao pássaro: — Canta, mavioso! O pássaro começou a cantar e todo mundo, princesa, noivo, rei, guardas do palácio, convidados, caíram em sono profundo.

O jovem príncipe disse então: — Agora, besouro, vá ao quarto dos noivos e desarrume tudo o que lá encontrar. O besouro cumpriu a ordem e os aposentos dos noivos ficaram como se tivessem sofrido um terremoto. Os móveis foram quebrados, as roupas rasgadas, o teto e o assoalho do quarto despedaçados. Quando a princesa acordou e viu a desordem, ficou desesperada. O rei ficou muito aborrecido com o caso e prometeu à filha mandar pôr tudo nos seus lugares.

Na noite seguinte, o pássaro cantou novamente e todos adormeceram. O rato foi então enviado para desarrumar o quarto dos noivos. Se o besouro fez bem, o rato ainda fez melhor. Um furacão não teria feito maior estrago nos aposentos da princesa. Quando esta acordou, não teve mais dúvidas. Admirou o poder do seu primeiro noivo e viu que estava apaixonada por ele. Mandou o segundo noivo embora e contou tudo ao pai. O rapaz foi então chamado às pressas e realizou-se, novamente, o seu casamento com a princesa. Daí por diante, ele perdeu o acanhamento e viveu feliz e contente ao lado da sua bela esposa.

(Theobaldo Miranda Santos)

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Superar Dificuldades

Você se considera uma pessoa vencedora? Como você encara as dificuldades na sua vida? Espero que você não seja do tipo reclamão, que se acha injustiçado. O sofrimento é diretamente proporcional às reclamações; ou seja, quanto mais você reclama, mais você sofre. Além disso, ninguém gosta de pessoas que vivem reclamando.

Eu sei que você sabe que cada um tem o que merece. Você sabe, não sabe? Cada um colhe o que plantou. Mas só saber não adianta, é preciso aceitar. Se você aceita o fato de que tudo o que acontece na sua vida foi provocado por você, então não há motivo pra revolta, não há do que reclamar.

Algumas pessoas nascem com mais comodidades que as outras. São uma minoria, mas existem. Você provavelmente conhece alguém nessas condições. Alguém que nasce num lar bem estruturado, ganha bons brinquedos e boas roupas na infância, estuda nos melhores colégios, escolhe uma faculdade com a anuência e o apoio dos pais, arranja uma bela noiva ou noivo, se casa e monta um belo e luxuoso consultório ou escritório. Depois de muitas viagens pela Europa e muito convívio com a alta sociedade, vem um ou dois filhos muito rechonchudos e sadios e todos são felizes para sempre.

Pessoas assim são privilegiadas? Aos olhos da Terra, sim. Mas se levarmos em consideração o processo reencarnatório, essa é só mais uma experiência na matéria, como qualquer outra. Pelas facilidades que essas pessoas encontram em suas vidas, sua responsabilidade é maior. Sem contar que para essas pessoas é mais difícil perceber e reconhecer suas fraquezas e falhas de caráter. São naturalmente menos experimentadas pela vida.

A maioria de nós encontra sérias dificuldades desde o começo de nossas vidas. Famílias frágeis, dificuldades econômicas, contato com o trabalho desde cedo, estudo precário, companhias duvidosas, sem falar em doenças, às vezes graves… a lista das dificuldades é imensa.

Essa maioria de pessoas é obrigada a se superar pra conseguir alguma coisa na vida. Se você é bom observador e costuma analisar a si mesmo, sabe exatamente quais são as principais dificuldades que você precisa superar neste estágio na Terra.

A sua vinda pra cá foi planejada, você se comprometeu consigo mesmo a vencer a si próprio. Você desafiou a si mesmo, se propôs a superar seus principais pontos negativos. Para isso você teve que se sujeitar a reencarnar em determinadas condições. Você nasceu exatamente na família a que devia pertencer, no lugar e na época mais favoráveis e nos meios e condições mais propícios para realizar o que você veio realizar.

Não reclame da vida. Você tem a vida que merece. Você traz em você mesmo todas as condições necessárias para o seu próprio melhoramento. Há milhões de pessoas que gostariam muito de viver a sua vida, de estar no seu lugar. Existem bilhões de espíritos desencarnados que fariam grandes sacrifícios pra poder reencarnar na situação em que você reencarnou. Você mesmo, quando esteve em grandes dificuldades, quando passou por um período depressivo, desejaria muito viver o momento que você está vivendo agora.

Quando não estamos num bom momento, muitas coisas que ouvimos parecem simples consolos. Mas isso, por exemplo, não é consolo, é uma verdade incontestável: É na dificuldade que você busca forças dentro de si mesmo que de outra forma não encontraria. É a superação dos obstáculos que fortalece o seu caráter, que faz de você um vencedor. Ou você acha que pra ser um vencedor é preciso ser rico e famoso?

O maior vencedor é o que vence a si mesmo, e isso só é possível a quem conheceu muitas dificuldades, a quem tomou muitos tombos e aprendeu a levantar sempre. Sei que isso não é muito fácil de se colocar em prática. Mas você pode pelo menos reconhecer que as dificuldades são as melhores oportunidades da sua vida. Você cresce e se desenvolve moralmente a partir das dificuldades. Cada uma delas é uma lição que a vida lhe proporciona. A sua parte é aprender. Reclamar não adianta. Reclamar é para os fracos.

(Morel Felipe Wilkon)
(Espírito Imortal)

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Gravidez Complicada e Maravilhosa

Um dos privilégios da mulher á a gravidez. Eita coisa complicada e maravilhosa.

Sentimos de tudo: enjoo,cãibras, dor nas costas, dor na bacia,incômodo ao deitar, vontade de comer de tudo, mas apesar que grávida pode comer de tudo sem culpa… Quem iria recriminar uma grávida por comer?

Do outro lado, pensamos nas estrias, nas celulites, se vamos emagracer logo, se ficaremos flácidas, se voltaremos ao “normal” logo. E a ansiedade… isso nem se fala, embora todas as nossas emoções fiquem mais fortes neste período.

Pensamos em como será nosso bebê, se ele irá chorar muito; se vai ser perfeitinho, se irá se parecer com a gente ou com o pai. E tem o nome também; aquela famosa listinha, que vamos olhando, escrevendo e imaginando a gente gritando o nome escolhido o resto de nossas vidas.

E o medo principalmente se dará tempo de chegarmos na maternidade. Vai que ele se apresse e queira logo nascer.

E chega a grande hora…..e aquele chorinho, aquela carinha… Ai que sensação maravilhosa!!!!!!

Tudo vale muito a pena, e quando nasce nosso bebê, percebemos como é maravilhoso ser mãe. E logo já fazemos planos do próximo... Como é bom ser mãe!!!!!!!!

(Papos Femininos)

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Pertencer

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava-se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança.
Mas eu, eu não me perdôo. Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que por vergonha não podia ser conhecido.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho!

(Clarice Lispector)

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As Duas Cachorras

Numa casa havia duas cachorras. Uma falsa e mentirosa, a outra, sincera e de muito bom coração. Um dia a falsa foi pedir ajuda à amiga e companheira de moradia.
- Comadre, meus filhos estão para nascer. Será que você me cederia um cantinho da sua casa para que eu possa tê-los em segurança?
Comovida, a cachorra generosa permitiu que a outra se instalasse.
- Como minha casa não é grande, você fica sozinha com ela e eu me ajeito por aí até que seus filhos nasçam.
- Obrigada, minha amiga - agradeceu falsamente comovida a falsa.
A dona da casa dormiu três dias na rua. No quarto dia, ela voltou.
- Agora que seus flhos nasceram, eu quero minha casa de volta.
- Oh, mas veja como eles são bichinhos tão fraquinhos. Deixe-me ficar mais uma semana.
- Está bem, mas só mais uma semana.
Decorrido o prazo, lá veio outra desculpa esfarrapada:
- Meus filhos ainda estão muito pequenos, dê-me mais um mês. E cada vez que a cachorra boa voltava, a malandra pedia mais tempo até que um dia, quando voltou a pedir que devolvesse sua casa, deu de cara com sete cães enormes que lhe arreganharam os dentes. Eram os filhotes da cachorra má que já haviam crescido.
- Você quer sua casa? Pois venha tomá-la.
E pularam no pescoço da cachorra boa, sangrando-lhe até a morte.

MORAL DA HISTÓRIA
Expulsa o mal da tua casa e da tua vida antes que ele se fortaleça.

(Nicéas Romeo Zanchett)
(http://asfabulasdepilpay.blogspot.com.br)

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Os deuses Hindus

Um dos grandes feitos do Hinduísmo está na fusão de cultos e deuses em uma vasta mitologia. Há uma infinidade incontável de divindades que com o passar dos tempos as características desses deuses se fundiam para formar uma única divindade. É maravilhoso perceber a unidade de todas as mitologias. Dentro do hinduísmo vemos uma série de princípios cósmicos e psicológicos inerentes a todas as religiões.

A imagem dos deuses representava as suas características, os diversos braços que uma divindade apresentava significavam extensões de sua energia íntima, e os objetos em suas mãos os símbolos dos seus vários poderes na ordem cósmica.

Em seguida, estão relacionados alguns dos Deuses Hindus, com suas esposas, seus avatares, seus companheiros e principais características:

Brahma, O Deus Criador considerado outrora o maior dos deuses porque colocava o universo em movimento, decresceu de importância com a ascensão de Shiva e Vishnu. Aparece de manto branco montando um ganso. Possui quatro cabeças das quais nasceram os Vedas, que ele leva nas mãos junto com um cetro e vários outros símbolos. É o Pai Celestial, criador dos céus e da terra.

Shiva, O destruidor. Um dos dois deuses mais poderosos do hinduísmo. Apresenta-se de várias formas: o extremado asceta, o matador de demônios envolvido por serpentes e com uma coroa de crânios na cabeça, o senhor da criação a dançar num círculo de fogo ou o símbolo masculino da fertilidade. Mais que os outros deuses é uma mistura de cultos, mitos e deuses que vêem desde a pré-história da Índia. É a representação do Espírito Santo no hinduísmo.

Parvati (ou Mahadevi) , esposa de Shiva, era a filha das montanhas do Himalaia e irmã do rio Ganges. Com amor, afastou Shiva de seu ascetismo. Representa a unidade de deus e deusa, do homem e da mulher. É nossa Divina Mãe Kundalini, amorosa senhora que é desdobramento do Divino Espírito Santo dentro de nós.

Uma, é a deusa dourada, que como uma forma de Parvati reflete manifestações mais brandas de seu marido Shiva. Serve às vezes de mediadora nos conflitos entre Brahma e os outros deuses. É a Mãe Cósmica, toda luminosa, e que tem como manto o céu estrelado.

Durga, que é outra forma de Parvati como uma deusa feroz de dez braços, nasceu já adulta das bocas flamejantes de Brahma, Shiva e Vishnu. Montada num tigre, usa as armas dos deuses para combater os demônios. É nossa Divina Mãe Interior, responsável pela Morte do Ego em nosso interior.
Kali, é Parvati transformada na mais terrível deusa do hinduísmo, com uma sede insaciável por sacrifícios sangrentos. Aparece em geral manchada de sangue, vestida de cobras e com um colar de crânios de seus filhos. Representa outro aspecto da nossa Divina Mãe Interior, aquela que destrói poderosamente o Ego nos mundos infernais, quando nós não nos interessamos pelo trabalho consciente da morte do Ego. Se não destruimos o Ego conscientemente, a Natureza Infernal o destruirá violentamente. Isso tudo por amor a nós. Essa destruição se efetua nos infernos atômicos da natureza. Essa é a famosa Segunda Morte, escrita no Apocalipse de São João.

Nandi, o touro sagrado para o povo do Indostão como um símbolo de fertilidade. Foi absorvido no hinduísmo como o companheiro constante de Shiva , de quem é montada, camarista e músico. Shiva usa na testa o emblema de Nandi, a lua crescente. Uma das representações das energias sexuais transmutadas, que nosso Divino Espírito Santo (Shiva) utiliza para a redenção da Alma.

Kartiqueia (ou Scanda), substituiu o deus védico Indra como principal deus hindu das batalhas. Filho de Shiva e, em alguns mitos, gerado sem mãe, só se interessa por lutas e guerras. Com seis cabeças e doze braços, comanda as suas legiões celestiais do dorso de um pavão colorido. Representa a Alma Humana, que deve guerrear as forças tenebrosas de nossos inimigos internos, ou Ego. É a Vontade (Thelema), necessária para a Vitória.

Ganesh, filho de Shiva, com cabeça de elefante, é talvez o deus mais popular. Sábio, ponderado e bem versado nas escrituras, é invocado pelos crentes antes de qualquer empreendimento para assegurar seu êxito. É a Sabedoria divina que a todos guia e dá liberdade, prosperidade e triunfo. Existe um grande mestre da Fraternidade Branca chamado Ganesh, que, invocado, nos ajuda a “abrir caminhos”, tanto materiais quanto espirituais…

Vishnu, o conservador. É para muitos hindus o deus universal. Traz em geral quatro símbolos: um disco, um búzio, uma maçã e uma flor de lótus. Sempre que a humanidade precisa de ajuda, esse deus benévolo aparece na Terra como um avatar ou reencarnação. É o equivalente hindu do Cristo Cósmico e do Osíris egípcio.

Matsia, o peixe de chifres que representa a intercessão de Vishnu num tempo de dilúvio universal. O peixe avisou Manu (que é o Noé hindu) e salvou-o num barco preso ao seu chifre. O peixe representa a energia inteior, sexual, transmutada.

Curma, a tartaruga. O segundo avatar de Vishnu que apareceu na Terra depois do dilúvio para recuperar tesouros. Na Alquimia medieval, representa o Antimônio, o fixador do ouro em nosso interior. É nosso Ser Interior, todo sabedoria, que, como uma tartaruga, dá um passo após o outro, para a realização da Grande Obra.

Varaa, o Javali. Originalmente o porco sagrado de um culto primitivo que tornou-se um avatar de Vishnu depois de um segundo dilúvio. Cavando sob a água com as presas, fez subir a terra e reestabeleceu a terra firme. Representa a força do elemento Terra. É a força elemental que se necessita para a Grande Obra Alquímica. É a energia que transforma o chumbo em ouro.

Narasima, O leão-homem foi avatar de Vishnu. Brahma, tinha dado invulnerabilidade a um demônio durante o dia e durante a noite. O avatar matou o demônio ao crespúsculo. Representa também a Execução, mais cedo ou mais tarde, da Lei.

Vamana, o anão, outro avatar, que se tornou um gigante para frustrar um demônio que procurava controlar o universo. Tendo permissão para conservar tudo o que pudesse cobrir com três passos, Vamana abrangeu o céu, a terra e o ar intermediário.

Parasurama, foi Vishnu como filho de um brâmane roubado por um rei kshatryia. Parasurama matou o rei, cujos os filhos por sua vez mataram o Brâmane, então Parasurama matou todos os Kshatryias masculinos durante 21 gerações. Ele representa a Justiça Divina, liderada pelo Mestre Anúbis e seus 42 Juízes do Karma (42 é o dobro de 21). O Karma, quando entre em ação, é terrível e invencível.

Rama, O herói da epopeia literário-religiosa “O Ramaiana”, foi Vishnu como um avatar que venceu Ravana, o mais terrível demônio do mundo. Rama representa o hindu ideal: um marido gentil, um rei bondoso e um chefe corajoso contra a opressão. O símbolo do grande mestre Rama (ou Ram, como foi conhecido nos períodos pós-dilúvio atlante) é a estrela de 6 pontas, ou hexagrama. Segundo o doutor Jorge Adoum, grande mestre da Fraternidade Universal, foi o grande líder Ram quem expulsou os negros africanos da Índia, nos primórdios da Segunda Sub-raça Ariana. Isso, obviamente, é totalmente desconhecido pela historiografia acadêmica.

Krishna, o avatar mais importante de Vishnu, foi um deus-herói amado em muitos de seus aspectos: como um menino travesso, como um adolescente amoroso, como um herói adulto que proferiu as grandes lições do Bhagavad Gita. Esses aspectos de Krishna tiveram origens diferentes. Krishna foi o avatar da Era de Áries, divulgando a poderosa doutrina dos Grandes Avataras do Cristo Cósmico.

Buda, como uma encarnação de Vishnu, é um exemplo da capacidade que tem o hinduísmo de absorver elementos religiosos diferentes. Dizem os hindus que o avatar Buda apareceu fundamentalmente para ensinar o mundo a ter compaixão pelos animais. Na verdade, esse grande mestre de compaixão canalizou as energias dos mundos Nirvânicos para o bem da humanidade. Sidarta Gautama (personalidade humana do grande Deus Cósmico, o Buda Amithaba) teve de se encarnar mais algumas vezes na Terra para terminar de cumprir sua missão. Sua encarnação seguinte foi como o mestre Tsong Kapa, o grande reformador do budismo tibetano. O mestre Samael afirma que esse mestre ascenso está, desde o século 17, reencarnado no planeta Marte, cumprindo uma missão cósmica semelhante à missão de Jesus na Terra.

Lakshmi, mulher de Vishnu, muitas vezes representada sentada numa flor de Lótus e empunhando outra, representa a boa sorte, a prosperidade e a abundância. Seus companheiros são dois elefantes. Sendo por si mesma uma importante deusa. O mestre Samael afirma, na obra O Matrimônio Perfeito, que Lakshmi, como mestre da Grande Fraternidade Branca, auxilia o devoto a sair conscientemente em corpo astral.

Sita, mulher de Rama, que é um avatar de Vishnu. Ela é uma encarnação de Lakshmi. Representa a esposa hindu ideal. Foi raptada pelo demônio Ravana e levada para a morada deste, mas permaneceu devotada ao marido. Representa a virtude da Fidelidade ao trabalho gnóstico. Não esmorecer nunca.

Hanuman, o rei dos macacos que emprestou sua agilidade, a sua velocidade e a sua força a Rama para ajudar a salvar Sita de Ravana. Pediu em troca que pudesse viver enquanto os homens se lembrassem de Rama. Assim Hanuman tornou-se imortal. Simbolicamente, o macaco é a Ciência Superior, a Lógica Superior, que possibilita “medir o mundo”, medir a Grande Obra, e saber o quanto se gastará para se realizar o Trabalho Alquímico.

Garuda, a montada de Vishnu, é uma ave mítica de cara branca, de cabeça e asas de águia e corpo e membros de homem. Transportando o deus no seu cintilante dorso dourado, era ás vezes confundida com o deus do fogo, Ágni.

(Gnosis Online)

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Aprendendo a Ser Pai

É muito comum associar a figura do pai ao trabalhador, sério, sisudo, guerreiro, preocupado somente em prover o lar de recursos para a alimentação, a saúde, a educação etc.

Aqui nos ajuda o compositor/poeta Gonzaguinha: “Guerreiros são pessoas, são fortes, são frágeis. Guerreiros são meninos, no fundo do peito... É triste ver um homem, guerreiro menino, com a barra de seu tempo por sobre seus ombros. Eu vejo que ele berra, eu vejo que ele sangra, a dor que tem no peito, pois ama e ama (...) Um homem se humilha, se castram seus sonhos, seu sonho é sua vida, e vida é trabalho, e sem o seu trabalho, um homem não tem honra, e sem a sua honra, se morre, se mata...”

Assim, a figura do pai aparece como autoridade, quando não como autoritarismo. Mas a verdadeira autoridade nasce de uma boa relação afetiva entre pais e filhos. Ela não deve ser imposta. Daí a importância de aprender com as crianças a dar valor às coisas que parecem não levar a nada, como as brincadeiras, mas que aproximam e criam vínculos afetivos para toda a vida. Penso que a dimensão lúdica e afetiva dos homens-pais foi atrofiada em nossa cultura. Ela precisa ser despertada, sabendo que isso é um acréscimo e não uma perda em relação a outras dimensões, como o trabalho, que continuarão a ter o seu valor. É o pai, guerreiro e forte, mas também menino e frágil.

(Rui Antônio de Souza)
(Mundo Jovem)

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Princesinha

Hoje os nossos corações se enchem de alegria
ao comemorar o nascimento da filha de vocês!

Parabéns pela chegada
da tão esperada
"Princesinha."

Desejo que esta linda menina cresça
com muita saúde e
com certeza dará a vocês
muitas alegrias.

Este momento é mágico.
Parabéns por este presente de Deus!

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