Mensagens de Pêsames

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Dedico Meus Pêsames

Ao quadro sem cor
Ao projeto perdido
Ao amor demolido
Dedico meus pêsames
E a mim, um punhado de rosas vermelhas.

Ao equilibrista
Ao doente
Até o ocidente
A corrente que rompe sonhos mundanos;
Me desequilibra
Me corrói
Me respira
E ao mesmo tempo me desperta.

Ao meu protetor atrás da porta
Ao poeta desiludido
Dedico meus velhos pêsames
Uivando pra Lua

Ao sol
Ao tempo parado
As palavras cruzadas
Aos caminhos errados
E a mim;
Um punhado de espinhos
Machucando cada curva do meu corpo
Dedilhando e fazendo sangrar

Ao ponto certo
Ao trem atrasado
Ao jardim mal colhido
Dedico meus novos pêsames
Coitados
Mal sabem eles que sou a linha torta que impede o trem de continuar.

(Luana Rodrigues)
(Pensador)

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Falecimento

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressureição e a vida.
Aquele que crê em mim ainda que morto viverá.
E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá....
João 11:25-26

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Não Permita que a Tristeza Vença

Sei tudo que passa pela sua cabeça neste momento tão difícil, pois você sabe que não faz muito tempo que aconteceu o mesmo comigo. Perder uma pessoa querida assim, tão de repente, nos traz uma dor enorme para dentro do peito, e ficamos com a ideia que nunca mais seremos os mesmos. Infelizmente, em parte, isso é bem verdadeiro, após a partida de uma grande amiga, sempre ficará um vazio na nossa vida, mas nunca, jamais, poderá permitir que a tristeza seja mais forte que a saudade.

Ainda não entendemos o porquê destas coisas, mas sabemos que a vida por aqui continua e temos que ter muita força para que todos esses sentimentos ruins desapareçam. A saudade continuará para o resto da vida, mas é necessário que esse abatimento desapareça. Se permanecer apegado a essa profunda tristeza, só fará com que aumente mais ainda a dor da perda.

Continuar a viver com um sorriso no rosto e de bem com a vida, não mostrará nenhum desrespeito com a partida da sua amiga, pois onde quer que ela esteja, tenho certeza que só quer nada menos que a sua alegria de viver permaneça. Mas, se mesmo após todas essas palavras precisar de um ombro amigo, pode contar comigo a qualquer hora, estarei ao seu lado para o que for preciso.

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O Caminho da Vida

Sei que palavra nenhuma pode confortar nesse momento, mas quero que saiba que estarei aqui para o que precisar, a qualquer hora ou qualquer momento.

Infelizmente a vida tem o seu caminho e nem sempre acontece exatamente como desejamos. Se vale de alguma coisa, sinta que na vida tudo tem seu propósito e é possível que mais na frente entenda tudo isso que aconteceu, e quem sabe também não estarão juntos novamente? Agarre-te nisso e deixa o tempo ir arrancando aos poucos toda essa dor.

Força!

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Mensagem de Pêsames

E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor pensar que a última vez que se encontraram se curtiram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.
Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?
Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil.
Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.
A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

(Rubem Braga - trecho do livro "A Traição das Elegantes")

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Só a Morte Desperta Nossos Sentimentos

Não amaremos talvez insuficientemente a vida? Já notou que só a morte desperta os nossos sentimentos? Como amamos os amigos que acabam de deixar-nos, não acha?! Como admiramos os nossos mestres que já não falam, com a boca cheia de terra! A homenagem surge, então, muito naturalmente, essa mesma homenagem que talvez eles tivessem esperado de nós, durante a vida inteira. Mas sabe porque nós somos sempre mais justos e mais generosos para com os mortos? A razão é simples! Para com eles, já não há deveres.

É assim o homem, tem duas faces. Não pode amar sem se amar. Observe os seus vizinhos, se por acaso acontece um falecimento no prédio. Dormiam na sua vida monótona e eis que, por exemplo, morre o porteiro. Despertam imediatamente, atarefam-se, enchem-se de compaixão.
É preciso que algo aconteça, eis a explicação da maior parte dos compromissos humanos. É preciso que algo aconteça, mesmo a servidão sem amor, mesmo a guerra ou a morte. Vivam, pois, os enterros!

(Albert Camus)

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Os Dois Burros

Era uma vez um homem que tinha como profissão lavar roupa para outros, que estava criando dois burros. Um chamou de Burro-A e outro Burro-B.

O Burro-A sentia que era mais enérgico e poderia trabalhar melhor do que o outro burro. Ele sempre tentou chamar a atenção do dono, levando mais carga e andando o mais rápido que podia na frente dele.

O Burro-B era apenas um burro normal. Ele tentou com todas as suas forças, mas ele não podia levar tanto peso como o Burro-A ou impressionar o dono andando na frente dele.

Depois de um período de tempo, o dono começou a colocar pressão sobre o Burro-B. Mas o Burro-B não poderia corresponder às suas expectativas. Eventualmente, o Burro-B começou a ser castigado.

Um dia, o Burro-B começou a chorar e pediu ajuda para o Burro-A. Ele disse: "Querido amigo, somos só nós dois. Porque devemos competir um contra o outro? Se trabalhássemos juntos poderíamos levar uma carga igual a uma velocidade normal."

O Burro-A tornou-se ainda mais competitivo depois disso. No dia seguinte, ele disse ao dono que ele poderia carregar mais e correr mais rápido do que o Burro-B, demonstrando logo depois.

O dono, como esperado, ficou ainda mais irritado e exigiu que o Burro-B andasse ainda mais rápido, e o castigou mais quando ele não foi capaz! Sob a pressão, o Burro-B entrou em colapso por causa da fadiga e silenciosamente faleceu.

Como resultado do colapso, o Burro-A sentia como se estivesse no topo do mundo, tendo provado suas habilidades superiores. Mas agora ele também tinha que levar a carga do Burro-B.

Por um curto período de tempo o Burro-A foi capaz de transportar as cargas, mas ele ficou cansado e fraco. O dono não teve compaixão do burro, que antes era superior, mas agora estava cansado. Ele gritou e exigiu mais, o burro tentou com todas as suas forças, mas ele não conseguiu satisfazer as exigências do dono.

Finalmente chegou o dia em que o dono se cansou deste burro fatigado. Ele o matou e foi procurar outros burros.

A moral desta história é reconhecer que, independentemente de quão forte você pense que você é, você não pode fazer tudo sozinho. É importante trabalhar em conjunto.

Se você se preocupa mais sobre o seu próprio desempenho, obtendo todo o crédito e tentando fazer mais do que você é capaz, eventualmente você será surpreendido negativamente. Seja um jogador de equipe!

(Mike Rogers)

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No fim só é saudade...

Nossos Pais descobrem que um ser está para nascer e trazer as suas vidas um brilho de luz.
A cada sorriso, palavra, olhar ou suspiro, uma cachoeira de lágrimas parece inundar seus olhos de alegria e paz.
Nos tornamos adolescentes e a busca pela independência é cada vez mais clara. A nossa vontade de conquistar espaço nos distância de quem sempre nos amará, esquecemos a família. Esquecemos de dizer o quanto os amamos.
Mas um dia nossos entes queridos se vão. Quando menos esperamos e sem nenhum aviso, Deus tira de nós o que mais amamos.
Em nosso peito apenas a dor de um punhal que a cada "meus pêsames" parece pesar.
Nossos pensamentos divulgam para cada gota de sangue em nosso corpo a culpa de nunca ter dito: "te amo"; "preciso de você", "estou sempre aqui", "me preocupo", e como se não bastasse vem à frase mais forte "a culpa foi minha".
Nossos sonhos caem por terra, nossa independência parece perder a importância.
E a resposta para essa dor? O tempo e uma certeza:
Quando amamos transmitimos em pequenos atos e gestos, e as palavras não importam mais; quando precisamos de alguém, sentimos sua presença, e as palavras não têm mais sentido; quando nos sentimos sós e abandonados, surge uma palavra ou um gesto e descobrimos que nunca estaremos sós.
E a culpa? A culpa é da vida que tem inicio, meio e fim. A nossa culpa está apenas em amar tanto e sentir tanto perder alguém.
Mas o tempo é remédio e nele conquistamos o consolo, com ele pensamos nos bons momentos. E com um pouco mais de tempo, transformamos nossos entes queridos em eternos companheiros.
Nossos sonhos ganham aliados, nossa independência ganha acompanhantes, nossa vida conquista anjos. E no fim apenas a saudade e uma certeza:
Não importa onde estejam, estarão sempre conosco.

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25 Anos Sem Seu Madruga

No dia 9 de Agosto de 1988 faleceu o comediante mexicano Ramón Valdéz, o Seu Madruga do seriado “Chaves”. Nascido em setembro de 23, Ramón atuou em filmes e novelas, onde se destacam as produções cinematográficas “Calabacitas tiernas” e “Fuerte, audaz y valiente” e a tele-novela “Lupita” e teve seu próprio circo. Também participou do programa de Carlos Villagrán na Venezuela e de “Chapolin”, onde viveu diversos vilões, como o Racha-Cuca, Pistoleiro Veloz, Tripa Seca e o herói americano Super Sam.

Porém, nenhum personagem fez tanto sucesso como Seu Madruga, o mais carismático de toda a turma do Chaves. Ramón Valdéz brilhou em cena, nos episódios, as tramas sempre giravam em torno de seu personagem. Seu Madruga fez de tudo na série: foi cabeleireiro, treinador de futebol americano, carpinteiro, pugilista, entre outras profissões. A cada cena, uma dose de humor e sensibilidade que só os grandes artistas possuem.

Infelizmente, Ramón Valdéz fumava demais. O câncer no estômago acabou atingindo o pulmão e só foi descoberto quando não tinha mais saída. Internado num hospital da capital mexicana, Ramón foi operado no cóccix e faleceu devido a uma parada cardíaca. Mesmo passados tantos anos de sua morte, Ramón continua vivo na memória de todos os seus fãs que sempre aplaudem o seu talento ímpar para fazer rir.

(PG)
(PokeShiny)

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Rosas Vermelhas

Rosas vermelhas eram as suas favoritas, seu nome também era Rosa.
E todo ano seu marido as enviava, atadas com lindos enfeites.
O cartão sempre dizia:
"Eu te amo mais este ano do que no ano passado.
Meu amor por você sempre aumentara com o passar dos anos." No ano em que ele morreu, as rosas foram entregues em sua porta.
O cartão dizia: "Seja minha namorada", como nos anos anteriores.
Ela sabia que aquela seria a ultima vez que as rosas apareceriam.
Ela pensava: "Ele encomendou as rosas adiantado".
Seu amado marido não sabia que ele iria...
Ele sempre gostou de preparar as coisas com antecedência, pois, se
estivesse muito ocupado, tudo funcionaria perfeitamente.
Ela ajeitou as flores e colocou-as num vaso especial.
E depois, colocou o vaso ao lado do retrato sorridente dele.
Ela se sentaria por horas na cadeira favorita dele, enquanto olhava para
sua fotografia e as rosas.
Um ano havia passado e tinha sido difícil viver sem seu companheiro.
Em solidão e isolamento havia sido transformado seu destino.
E então, na mesma hora de sempre, como no Dia dos Namorados anterior, a campainha tocou, e lá estavam as rosas, esperando em sua porta.
Ela levou-as para dentro e as olhou chocada; então, foi ao telefone para
ligar para a floricultura.
O dono atendeu e ela perguntou-lhe se poderia explicar porque alguém faria isso com ela, causando tanta dor?
O dono disse : -"Eu sei que seu marido faleceu ha mais de um ano.
Eu sabia que ligaria e quereria saber.
As flores que recebeu hoje foram pagas adiantadas.
Seu marido sempre planejou adiante, ele não deixava nada imprevisto.
Existe um pedido que eu tenho arquivado aqui e ele pagou adiantado, você vai recebe-las todos os anos.
E tem outra coisa que você deveria saber:
ele escreveu um pequeno cartão especial ...
ele fez isso no ano passado.
E como eu descobri que ele não estaria mais aqui, ai esta o cartão...
Ele deveria ser mandado a você no próximo ano".
Ela agradeceu e desligou e suas lagrimas caíram copiosamente.
Seus dedos tremiam, enquanto avançava devagar para pegar o cartão. Lá
dentro, ela viu que ele havia escrito uma mensagem.
Então, em silencio total, ela viu o que ele havia escrito...
- "Oi, meu amor, eu sei que faz um ano que eu me fui, eu espero que não tenha sido tão ruim pra você supera-lo.
Eu sei que deve estar solitária e que a dor eh grande, mas, se fosse diferente, eu sei como eu me sentiria".
O amor que nós tivemos fez a minha vida ser maravilhosa.
Eu amei você mais do que as palavras podem dizer, você foi a esposa perfeita. Você foi amiga e amante e me deu tudo o que precisei. Eu sei, isto foi há apenas um ano, mas por favor tente não ficar triste. Eu quero que você seja feliz, mesmo quando banhada em lágrimas.
Por isso eh que as rosas serão enviadas durante anos.
Quando você recebê-las, pense na felicidade que tivemos juntos, e como fomos abençoados.
Eu sempre amei você e sei que sempre vou amá-la.
Mas, meu amor, você tem que continuar, você ainda esta viva.
Por favor... tente achar a felicidade, enquanto vive o resto dos seus dias.
Eu sei que não eh fácil, mas eu espero que ache algum modo.
As rosas irão todos os anos, e só irão parar quando sua porta não mais atender. Quando o entregador parar de bater; ele ira cinco vezes nesse dia, caso você tenha saído, mas, depois desta ultima visita, quando ele não tiver mais duvidas, ele levara as rosas ao lugar onde eu o instrui, e colocara as rosas onde nós estaremos juntos novamente.

Algumas vezes na vida você encontra alguém especial.
Alguém que muda sua vida apenas fazendo parte dela.
Alguém que faz você rir sem parar.
Alguém que faz você acreditar que existe algo bom no mundo.
Alguém que convence você que realmente há uma porta aberta. Apenas esperando para ser aberta por você.

Este é um Sentimento para Sempre.

Um tipo de amor Eterno.

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Na Mão de Deus

Os nossos mais sinceros pêsames para você e sua família neste difícil momento.

Na mão de Deus, na sua mão direita,
Descansou afinal meu coração.
Do palácio encantado da Ilusão
Desci a passo e passo a escada estreita.

Como as flores mortais, com que se enfeita
A ignorância infantil, despojo vão,
Depois do Ideal e da Paixão
A forma transitória e imperfeita.

Como criança, em lôbrega jornada,
Que a mãe leva ao colo agasalhada
E atravessa, sorrindo vagamente,

Selvas, mares, areias do deserto...
Dorme o teu sono, coração liberto,
Dorme na mão de Deus eternamente!

(Antero de Quental)

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Devemos Continuar

À noite em meu quarto olho as estrelas e não encontro o brilho de outrora.

Tento dormir e não consigo.

Meus pensamentos voam tentando achar uma explicação e não consigo encontrar.

A angústia sufoca o meu coração.

Lágrimas rolam e não conseguem aliviar o peso da minha alma.

E eu continuo a te procurar em cada esquina da vida, mas em nenhuma delas você está...

Sim, em muitos momentos da vida, alguém especial tem que partir antes de nós.

E fica a pergunta: "Como continuar? "

A dor é forte demais e a vontade de desistir persiste.

Porém, podemos e devemos continuar.

Se o sorriso de outrora não pode mais ser visto, procuremos encontrá-lo na alegria expressada no rosto de uma criança carente que acabamos de auxiliar.

Se as mãos não podem mais ser tocadas, levemos o calor de um abraço sincero a quem passa por grandes sofrimentos.

Se a música não pode mais ser dançada, espalhemos a melodia entre os enfermos de um hospital.

Se a voz não pode mais ser ouvida, procuremos semear palavras de esperança por onde andarmos.

Se as estrelas não têm o mesmo brilho de outrora, nos esforcemos em iluminar o caminho daqueles que se encontram entre as trevas.

Se não podemos mais oferecer flores, trabalhemos para florir todos os jardins do mundo.

Se a luz parece ter ido embora, procuremos suavizar a escuridão que reina em tantos lares necessitados.

Se o riso se foi, procuremos trazer alegria para quem está desanimado diante de tantos obstáculos.

Se o sol deixou de brilhar, transformemo-nos em um farol para iluminar o caminho de quem se encontra perdido.

Se a ausência parece machucar o nosso coração, procuremos levar esperança a quem deixou de acreditar.

Se os encontros perderam a sua graça, procuremos entender o milagre que podemos realizar quando estendemos a mão a quem está caído.

Se o físico se foi, o espírito ainda vive e sente.

Devemos acreditar que o reencontro está marcado.

Sim, devemos continuar.

Devemos sentir saudades sim, mas jamais tristeza.

Devemos preencher o vazio que sentimos com gestos de amor.

Porque só o amor é capaz de grandes transformações.

Só o amor rompe todas as barreiras.

Só o amor cala as nossas feridas.

E só o amor nos leva a crer que não importa as perdas que a vida nos impõe, devemos sempre continuar....

Meus pêsames aos familiares.

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Parábola do Bom Médico

Em determinada época vivia um médico, excelente no preparo de receitas de remédios. Ele tinha cerca de 100 filhos. Enquanto esteve fora de casa, numa viagem a um distante país, todos os seus filhos beberam veneno por engano, debatendo-se de dor e caindo ao chão à medida que o veneno penetrava em seus corpos.

Ao retornar para casa, o médico encontrou seus amados filhos em agonia por toda a casa e ficou muito chocado e triste. Alguns dos que tomaram o veneno perderam completamente a razão, enquanto outros, ainda, estavam conscientes.

Todas aquelas crianças, ao verem seu pai, ficaram contentes e correram ao seu encontro, lhe implorando: "Pai! Estamos muito felizes de encontrá-lo em boa saúde. Nós tomamos veneno por engano, por causa de nossa ignorância. Por favor, nos salve e nos dê forças."

Imediatamente, o médico juntou muitas ervas medicinais de bom sabor, bom cheiro e linda cor receitando-as de várias maneiras como um maravilhoso remédio a suas crianças enfermas. Aqueles que ainda não haviam perdido a razão tomaram imediatamente o remédio e escaparam das dores agudas e sofrimentos. Os que não mais faziam uso da razão não tomaram o remédio apesar das recomendações do bom médico.

O pai ficou muito triste e decidiu usar um último recurso para convencer seus filhos a se curarem. Ele disse: "Eu vou morrer de velhice. Antes de começar a minha jornada, deixarei este remédio bom com vocês. Se vocês tiverem problemas, tomem-no." E saiu de casa dirigindo-se a outro país. Lá chegando, enviou um mensageiro à sua casa, que disse a seus filhos: "Infelizmente seu pai faleceu."

"Agora ninguém cuidará de nós com misericórdia e bondade", exclamaram os filhos diante da notícia, finalmente decidindo tomar o remédio. Logo se recuperaram completamente e o pai ciente de que isso aconteceria retornou para casa encontrando seus filhos felizes.

Nesta famosa parábola, o remédio maravilhoso com bom sabor, linda cor e bom cheiro simboliza a oração Nam myoho rengue Kyo ensinada pelo bom médico, que é o Buda, e o veneno indica as religiões desencaminhadoras (que deixam as pessoas iludidas e desorientadas).

(As Mais Belas Histórias Budistas)

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A dor da perda

Nossos Pais descobrem que um ser está para nascer e trazer as suas vidas um brilho de luz.
A cada sorriso, palavra, olhar ou suspiro, uma cachoeira de lágrimas parece inundar seus olhos de alegria e paz.
Nos tornamos adolescentes e a busca pela independência é cada vez mais clara. A nossa vontade de conquistar espaço nos distância de quem sempre nos amará, esquecemos a família. Esquecemos de dizer o quanto os amamos.
Mas um dia nossos entes queridos se vão. Quando menos esperamos e sem nenhum aviso, Deus tira de nós o que mais amamos.
Em nosso peito apenas a dor de um punhal que a cada "meus pêsames" parece pesar.
Nossos pensamentos divulgam para cada gota de sangue em nosso corpo a culpa de nunca ter dito: "te amo"; "preciso de você", "estou sempre aqui", "me preocupo", e como se não bastasse vem à frase mais forte "a culpa foi minha".
Nossos sonhos caem por terra, nossa independência parece perder a importância.
E a resposta para essa dor? O tempo e uma certeza:
Quando amamos transmitimos em pequenos atos e gestos, e as palavras não importam mais; quando precisamos de alguém, sentimos sua presença, e as palavras não têm mais sentido; quando nos sentimos sós e abandonados, surge uma palavra ou um gesto e descobrimos que nunca estaremos sós.
E a culpa? A culpa é da vida que tem inicio, meio e fim. A nossa culpa está apenas em amar tanto e sentir tanto perder alguém.
Mas o tempo é remédio e nele conquistamos o consolo, com ele pensamos nos bons momentos. E com um pouco mais de tempo, transformamos nossos entes queridos em eternos companheiros.
Nossos sonhos ganham aliados, nossa independência ganha acompanhantes, nossa vida conquista anjos. E no fim apenas a saudade e uma certeza:
Não importa onde estejam, estarão sempre conosco.

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O Lavrador e a Serpente

Uma Serpente, tendo feito sua toca perto da entrada de uma cabana, deu uma mordida no filho menor do Lavrador que ali morava, e este veio a falecer, causando grande angústia e aflição aos seus pais.

O Pai da criança resolveu então matar a serpente. No dia seguinte, quando ela saiu do buraco em busca de alimento, ele desferiu-lhe um golpe com seu machado. Mas, na ânsia de acertar com um só golpe antes que ela escapasse, errou a cabeça, e cortou apenas a ponta da sua cauda.

Depois de algum tempo, o camponês, com medo de também ser atacado pela serpente, resolveu fazer as pazes, e para agradá-la, deixou perto do buraco, uma porção de pão e sal.

A Serpente então disse: “Doravante, não pode existir paz entre nós, pois sempre que eu ver você, lembrarei da minha cauda cortada, enquanto que, sempre que você me ver, lembrará da morte do seu filho.”

Moral da História: É muito difícil esquecermos das injúrias sofridas, especialmente na presença dos seus causadores.

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