Mensagens de Solidão

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Não Desista de Continuar

Que o sol esteja sempre presente em seus dias, mas quando ele não estiver, não tema a chuva, porque a vida é feita de momentos e em cada um deles não nos encontramos desamparados.

Que o seu caminho seja repleto de flores, mas quando os espinhos se apresentarem, não chore eternamente diante da dor, busque novos horizontes e quando perceber, a ferida terá cicatrizado.

Quando a solidão se recusar a partir, não se dê por vencido, rogue auxílio da providência divina e perceberá que não se encontra sozinho nessa batalha.
Se os seus passos se enfraquecem e a ideia de desisitir se aproxima, tenha fé, logo adiante, o desânimo cederá lugar a esperança, que renovará suas forças.

Que a cada manhã a alegria possa despertar ao seu lado, mas quando for a tristeza a sua companheira, não se aflija, ela jamais será eterna e com perseverança e confiança, reencontraremos a alegria de viver.

Quando a oportunidade de auxiliar alguém surgir, não a ignore, faça o bem que puder, sem nada exigir, assim quando necessitar de socorro, muitas mãos se estenderão em sua direção, não por obrigação, mas por carinho a sua pessoa.

Se a Verdade já bateu à sua porta, não a tranque dentro do seu coração, espalhe-a por onde passar, compartilhe conhecimentos, não se esquecendo da humildade e semeando o Amor de Jesus por onde estiveres.

Que nenhum sofrimento possa deter a sua marcha, mas quando um acontecimento lhe machucar, não desanime, nem pense em desistir, mantenha a confiança, o Pai sabe o que faz e sempre estará ao nosso lado nos consolando e nos mostrando um novo caminho.

Na alegria ou na tristeza, jamais desista de continuar a jornada. Faça uso da perseverança.

Encontre a coragem dentro de você.

Tenha fé e siga em frente...

(Sonia Carvalho)

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A Maior Solidão do Ser Humano

Uma pessoa pode sentir-se sozinha quando está longe de suas pessoas queridas, quando não tem (ou pensa que não tem) amigos, pessoas que a entendam, lhe deem carinho, atenção, quando termina um relacionamento afetivo, perde um ente querido... São muitas as possibilidades que trazem o sentimento de solidão.

Mas, a pior solidão que alguém pode sentir é a de não ter a si, estar distante de seu interior, de sua verdade, não saber quem é. Quando não sabemos de verdade o que somos, o que queremos, nos sentimos perdidos e sozinhos. Ora, nem nós mesmos nos conhecemos, por conseguinte, não conseguimos saber ao certo o que somos e queremos, não somos companheiros de verdade da gente. Não agimos seguindo decisões e desejos autênticos, somos levados pela opinião dos outros, pela vida ou por valores que estão dentro de nós mas que aí se instalaram vindo de fora, com nossa permissão, claro, mesmo que inconsciente, mas não representam nosso eu verdadeiro.

Alguém nesse estado pode estar rodeado de gente que a ame, dê apoio, compreensão, mas mesmo assim estará se sentindo só, muito, desesperadamente até. Uma solidão que nada que vem de fora pode aplacar de verdade se algo não for feito pela própria pessoa que se sente solitária.

É muito ruim olharmos para dentro de nós e encontrarmos ideias confusas, valores duvidosos, falta de autoconfiança criada por mensagens incorporadas vida afora e pelo não conhecimento de nossa real identidade. Se eu não sei quem sou verdadeiramente, não me conheço, não sei me ajudar, me acompanhar, me amar.

Essa profunda solidão, da ausência do eu verdadeiro, provoca imensa instabilidade e dor. Muitos distúrbios afetivos podem daí advir, como a depressão, por exemplo. Quem passa ou passou por isso sabe como é duro viver nessa condição. E às vezes nem todo o apoio externo a suaviza.

O caminho para resolver essa solidão interior é voltar-se para dentro, cada um em seu tempo, de seu jeito, às vezes procurando a orientação de alguém habilitado, e tentar resgatar seu eu autêntico, suas vontades, preceitos, qualidades e aptidões que podem estar esquecidos lá no fundo, encobertos por toneladas de elementos errôneos, pensamentos exteriores de qualidade duvidosa e mensagens negativas que se permitiu que estacionassem no íntimo do ser.

Esse trabalho de autoconhecimento e redescoberta, de resgate do eu verdadeiro, nos aproxima mais de nós mesmos, de nossa verdade. Vamos nos achando de novo, percebendo o que temos feito que está ou não de acordo com o que realmente queremos e precisamos. Esse resgate, invariavelmente, faz com que reconheçamos nossas verdadeiras qualidades, limites também (e esses concluímos se podem e devem ser superados, quando e como). Vamos limpando o interior do que não é nosso e percebendo o que de bom temos, vamos reaprendendo a nos gostar.

Assim, começamos a nos nortear novamente na existência, mais seguros, mais senhores e companheiros de nós, mais centrados, com mais autorrespeito, autovalorização. Nos amando e conhecendo mais, sabendo pelo que queremos lutar sinceramente; temos para onde olhar quando procuramos respostas e referências: dentro da gente. Somos uma grande companhia e amizade para nós mesmos, não estamos mais sós. Quando tenho a mim, sinceramente, não me sinto só nem desorientado, Posso ficar confuso às vezes, mas sei como parar, refletir e encontrar o rumo novamente.

Não me sentindo mais só, com falta de mim, posso perceber melhor a vida (e aprender melhor com a leitura que faço dela), seus acontecimentos, as pessoas a meu lado e o que têm de bom a me oferecer. Fico cada vez mais aberto e firme, melhor para viver minha relação comigo e as relações interpessoais de todos os tipos (profissionais, familiares, afetivas, etc.). Fico cada vez mais distante da solidão.

(Marcus Facciollo)
(Portal da Psique)

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