Mensagens de Traição

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Estado da (In)Justiça

Dizem que o reino anda mal governado, que nele está de menos a justiça, e não reparam que ele está como deve estar, com sua venda nos olhos, sua balança e sua espada, que mais queríamos nós, era o que faltava, sermos os tecelões da faixa, os alferidores dos pesos e os alfagemes do cutelo, constantemente remendando os buracos, restituindo as quebras, amolando os fios, e enfim perguntando ao justiçado se vai contente com a justiça que se lhe faz, ganhado ou perdido o pleito. Dos julgamentos do santo ofício não se fala aqui, que esse tem bem aberto os olhos, em vez da balança um ramo de oliveira, e uma espada afiada onde a outra é romba e com bocas. Há quem julgue que o raminho é da paz, quando está muito patente que se trata do primeiro graveto da futura pilha de lenha, ou te corto, ou te queimo, por isso é havendo que faltar à lei, mais vale apunhalar a mulher, por suspeita de infidelidade, que não honrar os fiéis defuntos, a questão é ter padrinhos que desculpem o homicídio e 1000 cruzados para pôr na balança, nem é para outra coisa que a justiça a leva na mão. Castiguem-se lá os negros e os vilões para que não se perca o valor do exemplo, mas honre-se a gente de bem e de bens, não lhe exigindo que pague as dívidas contraídas, que renuncie à vingança, que emende o ódio, e, correndo pleitos, por não se poderem evitar de todo, venham a rabulice, a trapaça, a apelação, a praxe, os ambages, para que vença tarde quem por justiça justa deveria vencer cedo, para tarde perca quem deveria perder logo. É que, entretanto, vão-se mungindo as tetas do bom leite que é o dinheiro, requeijão precioso, supremo queijo, manjar de meirinho e solicitador, de advogado e inquiridor, de testemunha e julgador, se falta algum é porque o esqueceu o pe. Antonio vieira e agora não lembra.

(José Saramago - Memorial do Convento)

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Medrosa

Quantas mães não vivem sufocando seus filhos porque temem serem envergonhadas no futuro?

Quantas esposas não vivem sufocando seus maridos porque temem serem traídas ou rejeitadas lá na frente?

Quantas amigas são ausentes porque temem incomodar?

Quantas pessoas que fazem a Obra de Deus são indiferentes ao pecado porque temem prejudicarem alguém?

Medo. Quem diria que a maioria das pessoas vivem disso… eu já fui assim e quanto tempo perdi!

Você se esforça para ser a melhor esposa, melhor mãe, melhor amiga, e melhor serva e ao mesmo tempo, nunca será a melhor enquanto nutrir esse medo que há em você.

O medo faz a gente se prejudicar e pior, é mais aparente do que você pensa. Quando se tem medo, todo mundo vê porque ele transparece em tudo que se faz… no seu olhar, no seu falar, no seu agir, e no seu pensar.

Tem muita gente cheia de “fé” e cheia de medo ao mesmo tempo. Não faz nem sentido mas tem. Elas tem fé para algumas coisas mas medo para outras… essas tem sempre algo a perder.

Quando eu perdi o medo de desapontar, de desagradar, de ser mal interpretada, e de perder, perdi também os meus fracassos pessoais. É isso mesmo, enquanto vivemos no medo, somos fracassadas. Ficamos pensando o que poderíamos ter feito e não fizemos. Olhamos para os outros e invejamos aquela ousadia de ser diferente, de ser intrépida, de ser você mesmo sem um pingo de medo.

Sem medo a gente pode dizer que não tem nada a perder. Quem pode prejudicar quem não tem nada a perder? haha!

(Cristiane Cardoso)

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A Formiguinha...

A formiguinha coitadinha
cansada de trabalhar
carregava sua folhinha
só pensava em descansar...

Ao chegar no formigueiro
encontrou um tremendo bafafá
suas irmãzinhas temiam o traiçoeiro
tamanduá...

A formiguinha correu ligeiro
e a folhinha carregou
achou um novo formigueiro
onde a depositou...

Era um formigueiro protegido
perto de um rio corrente
o tamanduá temido
ali não seria valente...

Penou o dia inteiro
e resolveu descansar
com um doce açucareiro
pôs-se a sonhar!

Sua vida trabalhosa
era dura e azeda
sonhava com os doces da roça
na casa da Dona Leda...

Lá entre potes de goiabada
viveu anos esquecida
até ser expulsa, coitada,
culpa do inseticida !

Lambuzou-se com o mel
de sonhos açucarados
acordou e olhou ao léu
lembrando do pesado...

Lá se foi a formiguinha
para mais uma batalha
mesmo pequenininha
diariamente trabalha...

Sua vida é assim
e esperta ela olha
procurando entre capins
encontrar suas folhas...

Quando chegar o frio
Ela terá sua comida
e perto do leito rio
estará protegida...

A formiguinha sabe que o inverno
não custa a tardar
e de seu trabalho eterno
irá se beneficiar!

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Uma carta

Lembra da nossa primeira vez?
eu não era mais virgem e você, 1 ano mais novo do que eu era...
estava sozinha em casa...
e então você veio aqui.
Subiu, viu umas fotos e eu te provocando não te deixava vê-las.
Assim, mandei você ir ate meu quarto e deitamos na cama...
a Tv estava ligada e então eu te olhei e começamos e anos beijar...
e eu te acariciei (acho que você estava com vergonha) ficou olhando pra televisão ate que eu a desliguei...
Você tremia e eu... Nem sei explicar o que estava sentindo...
Parecia estar tendo minha primeira vez...depois que terminamos você estava diferente...
Me olhando diferente... Como se eu fosse uma caixinha de surpresas prestes a ser descoberta de novo! Me senti desejada e então você que tomou a iniciativa...
Depois adormecemos juntos!
Depois disso tivemos outras vezes melhores, mas essa foi especial...
depois terminamos e você me queria de volta.
E eu também voltamos!
Traiu-me... terminamos e então eu vacilei contigo.
Tive consciência disso e então corri atrás de você durante 6 meses.
Voltamos. Eu ia embora pra fora do pais e você me fez ficar...tendo mais uma vez especial... Novamente fui descoberta. Ficamos cada vez mais íntimos. Fazíamos de tudo. depois terminamos e eu agora estou aqui lembrando de nossos momentos...Especiais... Sei que me quer de volta, mas não vou mover nenhum fio pra que volte pra mim...Porque o que eu tinha que fazer já foi feito.
mas te desejo ainda...
muito!

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Meu Deus

Meu Deus...

Ajuda-me a dizer a palavra da verdade na cara dos fortes e a não mentir para obter o aplauso dos débeis.
Se me dás dinheiro, não tomes a minha felicidade, e se me dás forças, não tires o meu raciocínio.
Se me dás êxito, não me tires a humildade; se me dás humildade, não tires a minha dignidade.
Ajuda-me a conhecer a outra face da realidade, e não me deixes acusar os meus adversários, apodando-os de traidores, porque não partilham meu critério.
Ensina-me a amar os outros como amo a mim mesmo e a julgar-me como o faço com os outros.
Não me deixes embriagar com o êxito, quando o consigo, nem a desesperar, se fracasso.
Sobretudo, faz-me sempre recordar que o fracasso é a prova que antecede o êxito.
Ensina-me que a tolerância é o mais alto grau da força e que desejo de vingança é a primeira manifestação da debilidade.
Se me despojas do dinheiro, deixe-me a esperança, e se me despojas do êxito, deixe-me a força de vontade para poder vencer o fracasso.
Se me despojas do dom da saúde deixa-me a graça da fé. Se causo dano a alguem, da-me a força da desculpa, e se alguém me causa dano, da-me a força de perdão e da clemência.
Meu Deus...
se me esquecer de Ti...
Tu nao Te esqueças de mim!

(Mahatma Gandhi)

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Saudade é reviver cada momento

Saudade é reviver cada momento,
sentir as mesmas emoções
sem cogitar que tudo se passou há tanto tempo.
Saudade é acordar de manhã,
e ter para o ente amado o primeiro pensamento e os demais,
que vão invadindo a mente pelo resto do dia.

Saudade é envidar todos os esforços para esquecer
sem contudo perder a mania
de retomar os restos tangíveis que permaneceram,
com os olhos marejados
e descobrir que estes “restos tangíveis” estão vivos
aconteceu que ele não partiu,
não traiu ou morreu e que,
a qualquer momento,
não importa se aqui ou além se nesta ou em outra vida,
Retomaremos o trajeto interrompido pelo revés inesperado e estaremos de novo caminhando lado a lado !

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Manter a Fé

Um homem tinha tudo o que sempre quis e imaginou ter na vida. Seus sonhos eram realizados, sua família muito grande e bonita e os seus bens não paravam de crescer. Ele possuía tudo e sua saúde também era inabalável.

Um dia, porém, como uma desgraça repentina, este homem perdeu absolutamente tudo. Ficou na miséria e ainda teve a saúde afetada por uma doença terrível. Ele ficou praticamente só, caído, desanimado e desejando até mesmo a própria morte.

Apesar da atualidade do fato, este caso ocorreu há milhares de anos com um homem chamado Jó. Esse personagem está descrito na Bíblia como uma pessoa justa e reta diante de Deus e que procurava se desviar do que manchava a sua fé (Leia Jó 1:8). No entanto, isso não foi suficiente para mantê-lo longe da tristeza que lhe abateu nem da falta de esperança que se aproximava cada vez mais forte.

Houve situações em que ele lamentava e chorava, em outras amaldiçoava o dia em que nasceu, lembrava-se do período em que era rico e feliz ao lado da família e afligiu-se tanto até que finalmente perdeu a esperança na vida, mas escolheu mantê-la.

Se ocorresse de Jó se matar, o caso dele seria mais um (como acontece em nossos dias) de pessoas que, por perderem tudo, ou por causa de traição e decepção, ou mesmo por uma falta de sentido à vida, não conseguem mais manter a fé, nem em Deus nem em si mesmas, e que por isso escolhem acabar com ela.

Jó, porém, não perdeu a fé. E, apesar de tanto sofrimento, a proclamou quando disse: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus” (Jó 19:25-26)

Qual é a situação em que você se encontra no momento? A falta de esperança tem lhe tirado o sono e lhe trazido peso? Como voltar a ter fé, mesmo em um momento de desespero e angústia?

Faça como Jó: declare a sua fé e clame ao mesmo Deus que o tirou do pó e lhe restituiu tudo o que havia perdido, principalmente, a paz.

(Jaqueline Corrêa)
(Arca Universal)

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Amigo Ingrato

Causa-te surpresa o fato de ser o teu acusador de agora, o amigo aturdido de ontem, que um dia pediu-te abrigo ao coração gentil e ora não te concede ensejo, sequer, para esclarecimentos.
Despertas, espantado, ante a relação de impiedosas queixas que guardava de ti, ele que recebeu, dos teus lábios e da tua paciência, as excelentes lições de bondade e de sabedoria, com as quais cresceu emocional e culturalmente.

Percebes, acabrunhado, que as tuas palavras foram, pelo teu amigo, transformadas em relhos com os quais, neste momento, te rasga as carnes da alma, ele, que sempre se refugiou no teu conforto moral.

Reprocha-te a conduta, o companheiro que recebeste com carinho, sustentando-lhe a fragilidade e contornando as suas reações de temperamento agressivo.

Tornou-se, de um para outro momento, dono da verdade e chama-te mentiroso.

Ofereceste-lhe licor estimulante e recebes vinagre de volta.

Doaste-lhe coragem para a luta, e retribui-te com o desânimo para que fracasses.

Ele pretende as estrelas e empurra-te para o pântano.

Repleta-se de amor e descarrega bílis na tua memória, ameaçando-te sem palavras.

Não te desalentes!

O mundo é impermanente.

O afeto de hoje torna-se o adversário de amanhã.

As mãos que perfumas e beijas, serão, talvez, as que te esbofetearão, carregadas de urze.

Há mais crucificadores do que solidários na via de redenção.

Esquecem-se, os homens, do bem recebido, transformando-se em cobradores cruéis, sem possuírem qualquer crédito.

Talvez o teu amigo te inveje a paz, a irrestrita confiança em Deus, e, por isto, quer perturbar-te.

Persevera, tranqüilo!

Ele e isto, esta provação, passarão logo, menos o que és, o que faças.

Se erraste, e ele te azorraga, alegra-te, e resgata o teu equívoco.

Se estás inocente, credita-lhe as tuas dores atuais, que te aprimoram e te aproximam de Deus.

Não lhe guardes rancor.

Recorda que foi um amigo, quem traiu e acusou Jesus; outro amigo negou-o, três vezes consecutivas, e os demais amigos fugiram dele.

Quase todos O abandonaram e O censuraram, tributando-Lhe a responsabilidade pelo medo e pelas dores que passaram a experimentar. Todavia, Ele não os censurou, não os abandonou e voltou a buscá-los, inspirá-los e conduzi-los de volta ao reino de Deus, por amá-los em demasia.

Assim, não te permitas afligir, nem perturbar pelas acusações do teu amigo, que está enfermo e não sabe, porque a ingratidão, a impiedade e a indiferença são psicopatologias muito graves no organismo social e humano da Terra dos nossos dias.

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Pertencer

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava-se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança.
Mas eu, eu não me perdôo. Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que por vergonha não podia ser conhecido.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho!

(Clarice Lispector)

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Flores ao Trabalhador

Hoje é o dia primeiro de maio
Trago flores dentro de um balaio
Para todos os trabalhadores,
Que sentiram as dores.

De um salário insuficiente,
De stress e pressão na mente!
Trago flores para um trabalhador,
Que trabalha com ardor e dor.

Para não perder o seu emprego,
Que garante parte do seu sossego!
Atualmente querem impedir o seu sucesso
Querem votar uma ementa no congresso.

Para tirar os seus direitos,
Que são quase perfeitos!
Querem tirar o seu décimo terceiro
De um jeito muito traiçoeiro!

Querem tirar seu seguro desemprego
Que trará dor de cabeça e desapego!
Trago flores ao trabalhador
Neste dia cheio de furor!

Que este delicado amor – perfeito,
Traga a sorte de uma esperança,
Que ele não deixe a política tirar o seu direito,
E que a justiça não fique só na lembrança!

Hoje é o dia primeiro de maio
Trago flores dentro de um balaio
Para todos os trabalhadores,
Que sentiram as dores.

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Confie

Quando te sentires só... desamparado... com mil e um problemas a resolver...
Quando já fizeste de tudo objetivamente... sem nenhum resultado alcançar...
Quando o desespero em tua porta bater...
E o desalento de ti aproximar...
Quando tuas esperanças se findarem...
E a desolação te alcançar...
Quando vires o mundo ruir a teus pés... e nada puderes fazer..
Quando a fé de ti afastar... e a nada puderes recorrer...
Quando a desilusão ... a decepção te abater...
Quando a traição... a intriga... a inveja, da lealdade... da amizade te afastar...
Quando tua saúde uma peça te vir a pegar...
Quando a fome... o desemprego... a violência perto de ti chegar..
Quando a roda da fortuna... ao contrário para ti girar...
Quando te sentires só... abandonado... e a depressão em ti instalar...
Quando a dor da perda de entes queridos chegar...
Quando nada mais restar a fazer...
Lembre –te !
Existe Uma Força A Teu Favor... Ela Está Dentro De Ti... Esperando Por Ti... Aguardando Um Momento Teu... Uma Entrega... Um Gesto... De Confiança...
E... Podes Crer...
Ela Jamais Te Abandonará... Pois Ela É A Vida Em Teu Ser... E Trabalha Constantemente Ao Teu Lado...
Abra Teus Olhos... Tua Mente... Teu Coração... E Te Entregues... E Contigo, Todo E Qualquer Problema... Toda E Qualquer Aflição... E Verás... Que Não Estás E Nunca Estiveste Sozinho...
E Verás... Todos Os Teus Problemas Chegarem Ao Fim.

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O Adversário

Ninguém, na Terra, está livre da vigilante presença de adversários.
Inspecionam as nossas imperfeições e fazem exigências.
Sorriem alguns, escondendo a animosidade que os atormentam.
Quase todos ignoram por que se fazem adversários - como se razão alguma justificasse a inimizade. Simplesmente deixa-se afetar pelos sentimentos inferiores.
Supondo-se traídos ou subestimados, entrega-se à ira ou deslizam pelo ciúme até a antipatia.
São, porém, benfeitores indiretos, que nos auxiliam na descoberta de nossas falhas e exigem austeridade, otimismo e humildade.
O importante é não ser adversário de ninguém, porque isso é que nos rouba a paz.
Quando reagimos, revidando ao agressor, passamos a sintonizar com ele, estabelecendo perniciosa interdependência psíquica.
Por nosso exemplo de fé e amor, transformemos os adversários, que nos criam dificuldades, em auxiliares do nosso progresso, e não revidamos o mal com mal.



(Joanna de Ângelis e Divaldo P. Franco)

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Paixão Efêmera

Conheço pessoas que afirmam que para ser feliz é preciso amar. Amar a família, os amigos, a terra, as árvores e até as alfaces. Sem esquecer, é claro, de um amor desses de tirar o fôlego e bater mais forte o coração.

Porém, já ouvi vários relatos de quem já amou muito, já teve seu coração saindo pela boca e mergulhou em abismo de paixões, de onde sempre demorava para emergir. Por isso mudaram o discurso e dizem que ser feliz é amar a si mesmo e proteger-se. Eles defendem que o melhor romance é aquele com data para terminar.

Num pensamento rápido, é interessante essa corrente. Todo mundo que tem medo de se envolver demais com alguém, poderia se atirar em paixões programadas para terminar antes que ultrapasse seu limite e comece a amar. Haveria apenas paixão entre os namorados, casais e amantes. Seriam todos ficantes, na verdade. A volta da poligamia. A extinção da traição. Mas fazendo uma reflexão maior, não sou adepto de paixão efêmera, que não possibilite o amor.

Talvez não seja tão pós-moderno ou nem moderno para entender esses amigos que pensam assim. Tampouco confiaria plenamente em alguém que não se entrega os próprios sentimentos e propusesse datar a minha paixão.

(Elder Nunes Corrêa Junior)
(Repórter de Bicicleta)

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A tristeza transborda...

Ah! A tristeza me consome. Hoje me peguei tantas vezes pensando em ti, por que? Por que? Por que tanta dor, tanto sofrimento? Sinto tanta falta dos seus beijos, dos seus abraços, mas sei que não será mais possível tocar em sua boca e sentir o calor do seu corpo. Ah! Como eu queria agora mesmo arrancá-lo do meu coração e da minha mente, mas eu não consigo! Não posso... Por que, por que fizeste isso comigo? Por que fizeste isso conosco, poderíamos ter vivido algo tão bonito, mas não preferiste me trair... Trair o meu amor, a minha confiança... Trair tudo, tudo que passamos juntos, trair cada dia e cada minuto que passei pensando em ti. E ainda me traiu com as palavras, com mentiras, isso sim... Isso é imperdoável. Mentiu! Me disse que não me trairia, que não me traiu; e é isso, é isso que mais me doe, que mais me faz não conseguir te perdoar. Cobraste uma confiança de mim, que não podia ter cobrado, afinal você não me deste motivo para confiar, pelo contrário quando confiei em você, você me decepcionou, abusou de minha confiança, usou-a a seu favor. E eu não posso te perdoar, está tudo acabado, tudo! Mesmo assim a única coisa que me arrependo de ter feito, foi de ter gostado tanto de você. Não me arrependo de ter confiado em você, como não me arrependeria de ter confiado em qualquer outra pessoa. A única coisa que me faz ter pena de você, é que você... Você que se acha tão adulto e crescido ainda não tenha aprendido a respeitar a confiança que os outros depositam em você; pois no dia que isso acontecer você será feliz... E também fará os outros felizes, principalmente a mulher que você gostar. Agora, a única coisa que posso fazer é rezar.

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O golfinho, as baleias e a carpa

Golfinhos e baleias se engalfinhavam. A batalha renhida já durava muito tempo,quando, vindo das profundezas, uma carpa tentou reconciliá-los.Mas um dos golfinhos falou:

Antes morrer sob os golpes de nossos adversários que te ter como mediador!

Em tempos de conflito, os insignificantes querem se fazer de importantes.

O leão e o golfinho
Um leão que perambulava por uma praia cruzou com o olhar de um golfinho. Logo convidou-o a se juntar a ele.

Eu e tu faremos uma dupla perfeita, pois reinamos, tu sobre os animais marinhos, e eu sobre os terrestres.

O golfinho aprovou com alegria essa idéia. Ora o leão mantinha de longa data uma guerra contra um touro selvagem. Pediu então a ajuda do golfinho. Mas este, por mais que tentasse sair da água, não conseguia, e o leão acusou-o de traição. O golfinho respondeu:

Não me acuses, é minha natureza que me faz viver na água não me permite pisar em terra firme.

devemos escolher os aliados que possam nos socorrer em hora de perigo.

O macaco e o golfinho
Os marinheiros têm o hábito de levar a bordo cãezinhos de malta e macacos: esses animais os distraem enquanto navegam. Por isso um homem viajava em companhia de um macaco. Ora, na altura do cabo Súnio, no sul da Ática, estourou uma violenta tempestade. O navio naufragou e todos, o macaco inclusive, viram-se às voltas com as ondas. Um golfinho viu o animal e, achando que se tratava de um homem, colocou-o nas costas e levou-o à terra firme. Ao chegar a Pireu, o porto de Atenas, o golfinho perguntou se ele era ateniense.

Sim respondeu o macaco , e de boa origem.

E conheces o Pireu? perguntou o golfinho.

É um dos meus melhores amigos respondeu o macaco.

A impostura desagradou ao golfinho: mergulhou no mar profundo e o macaco morreu.

Isto é uma advertência àqueles que, ignorando a verdade, procuram enganar os outros.

O atum e o golfinho
Perseguido por um golfinho. um atum fugia provocando enormes remoinhos na água. Já estava prestes a a ser capturado quando, levado por sua própria força, foi dar sem querer na praia. O golfinho foi também lançado longe das águas. Vendo que seu inimigo estava morrendo o atum lhe disse:

Para mim a morte não me entristece mais, pois comigo vai aquele que me levou até ela.

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