Mensagens de Deus

Encontradas mais de 449 Mensagens de Deus:

Ilusão

Como encarar um coração partido sem ter um amigo;
que lhe aconselhe para lutar com toda garra por um amor que virá;

Como encarar o amor por aquela que tu amas mas não te corresponde;
por estar seguindo outro horizonte;

ai! Quem me dera ser seu batom só para beija-la insensatamente;
ai! Quem me dera ser a matemática só para ser gravado em sua mente;

ó Deus como queria ter um desejo, que é ter o amor daquela que espero, e assim, e somente assim preencheria o vazio que sua distância provoca em mim.

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10 Motivos para sorrir

SORRIA!! Hoje é mais um dia lindo para ser aproveitado!

SORRIA!! Existe pessoas que amam você e sempre te querem o melhor...

SORRIA!!! Você é super importante, e sem você o mundo não seria o mesmo!!

SORRIA!! Esqueça os problemas... você fica lindo(a) com um sorriso!!!

SORRIA!!!! Você é privilegiado, tem comida, cama, tem um teto... e vive em um país que apesar da violência, não tem guerra!

SORRIA!!!! Pois o sorriso é contagiante, vamos fazer uma epidemia!!!!!!
Não se preocupe com os obstáculos da vida, eles nos fazem crescer!!

SORRIA!!! A vida é bela, se você não acha isso, torne sua vida bela.... comece sorrindo, que tudo a sua volta mudará!!!

SORRIA!!! Você tem amigos que te amam.... e um melhor amigo.... DEUS!!!!

SORRIA!!!! Mais um ano está chegando.... um ano que poderá ser o melhor ano, se você começa-lo sorrindo!!

SORRIA!!! Pois você está vivo(a).... e este é o maior motivo para sorrir.... pois a sua existência faz o mundo mais feliz!!!!!!

Você já sorriu hoje?? Não?? Então o que está esperando??? Um sorriso por mais simples que seja modifica tudo a nossa volta. Um sorriso pode alegrar um coração, restaurar amizades e até conquistar as pessoas. Mas o mais importante é que sorrindo você sentirá melhor e o seu sorriso contribui para um mundo mais feliz!!!!

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Felicidade é

De manhã me lembro de você
Não tem jeito nenhum de esquecer
Dos teus olhos, teu jeito, tua voz
Do amor que habita em nós

Deus me fez pra te amar, eu sei
Que a felicidade é ...

Hoje eu quero poder construir
Um castelo de sonhos pra nós
Pra que a gente pudesse fugir
Com o nosso tesouro a sós

Sei que Deus fez você pra mim, sei sim
Que a felicidade é ...

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Oração do Abandono

Meu Pai, eu me abandono em ti.
Faz de mim o que quiseres
Por tudo que fizeres de mim.
Eu te agradeço.
estou disposto a tudo, aceito tudo.
Contando que a tua vontade seja feita em mim,
em todas as criaturas.
Nada mais desejo, meu Deus
ponho minha alma em tuas mãos,
entrego-a a ti, meu Deus,
com todo o amor de meu coração
porque te amo
E é, para mim, uma necessidade de amor
dar-me e entregar-me nas tuas mãos sem medida,
com infinita confiança
porque tu és meu pai.
Amém

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Medo

A humanidade tem dois caminhos a escolher:
Um, o do medo, temor, catástrofes...
O outro, de Amor, Luz, Vida!
A humanidade se dividirá entre os dois caminhos.
Existem várias dimensões e universos coexistindo em um mesmo plano, e isto
está acontecendo agora no plano físico também - basta que se tenha olhos para ver.
Aqueles que escolherem o primeiro caminho fatalmente irão, pela faixa
vibratória do temor e do medo, se extinguirem da face do planeta.
Ao mesmo tempo, os que escolherem o caminho do Amor, Fé, Luz e confiança
na Criação, interna e externamente, esses passarão por tudo sem serem tocados
por essas catástrofes que foram criadas pelo pensamento atormentado, doentio e
negativo de milhões de seres humanos.
Tudo se passará como miragem para uns, e realidade para outros.
São duas realidades existentes num mesmo ponto e, dependendo do foco das
consciências, os seres humanos tanto podem viver em uma ou outra realidade
compatível com sua vibração, evolução e compreensão.
Milhares de almas se encontram no ponto certo para despertarem e imensa tem
sido a dedicação dos Seres, que já se encontram na Luz, com o objetivo de
encaminhá-las à viagem de retorno que ora empreendes.
Segue, portanto, teu coração e vive para o Amor, a Paz, o Equilíbrio e a
Harmonia.
Vive constantemente para a vida Real que está dentro de ti, que está à tua volta.
É uma questão de sintonia....
Sintoniza-te com o medo, e terás a vida de ilusões e dramáticas realizações....
Sintoniza-te com o AMOR e terás a Vida Eterna.
Quando tua consciência atingir um grau de expansão maior entenderás o que
digo agora, e muito mais......, pois estarás acordando do poder anestésico que te
prendeu por milênios nas malhas da matéria. Tudo passará e sentirás profundo
alívio e apenas te recordarás desta existência de milênios como um longínquo
sonho mau, que deixará cravado em tua alma e em teu espírito muitas lições
que se somarão a muitas outras na tua evolução rumo ao Grande Ser a quem chamais Deus.
Aquele que a todos Ama....

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Quando estamos sós

Quando estamos a sós, quando teu corpo enlaço e mergulho meu rosto em teus cabelos soltos, por Deus, nem sei o que sinto, o que faço.
Há em mim a confusão de desejos revoltos tendo os lábios aos teus longamente apertados, misturo em nossa boca a nossa própria vida, e ao te sentir pesar em meus braços vencida, o mundo é um caos que gira em meus olhos cerrados.
Quando encontro em meu corpo o teu corpo macio, os seios soltos, nus, frimindo no meu peito.
Abraço-te numa ânsia e depois que te estreito, sou como um tronco em queda a soltar-se num rio.
Eu te quero, te quero e te desejo.
Esse amor que me dás é uma alucinação que cega os meus sentidos.
Meus braços te enlaçando querem sempre mais, até que nossos corpos rolem confundidos...
Não há nada no mundo, eu junto a ti sou, sou franco, desprezo todos os tesouros para poder beijar o teu pescoço, desmanchar com as mãos os teus cabelos.
Sou teu, cobre-me de carícias que me sinto nú, e aperta-me a teu peito que em teus braços morro.
Te quero...

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Se eu morresse amanhã

Se eu morresse amanhã, seria bem grande minha dor
Findaria os meus sonhos... ilusões e amor.
Se eu morresse amanhã... importaria o hoje?
Faria mais falta o ontem e cada momento que passou.
Se eu morresse amanhã não veria seus sorrisos
Não ouviria sua voz... tão doce a me embalar.
Ah! Se eu morresse amanhã... perderia seus abraços
Suas mãos entre as minhas... sua presença enfim.
O que seria mais triste se eu morresse amanhã?
Não ter sentido seus lábios, num doce beijo roubado!
Se eu morresse amanhã... o que levaria comigo?
Projetos não realizados... erros... vícios... pecados!
Se eu morresse amanhã, o tempo voltaria atrás?
Para estarmos juntos outra vez, sem perdê-lo jamais?
Onde o filho desejado... se eu morresse amanhã?
Onde o olhar mais ousado... se eu morresse amanhã?
Por Deus! O que seria de mim?
Relembraria minha vida? Analisaria meus gestos?
Te escreveria estes versos?
Ah! Se eu morresse amanhã...
Voltaria no tempo... mesmo que em pensamento
Te cobriria de beijos... carinhos...
Te envolveria em meus braços.
Se eu morresse amanhã...
A única certeza a ficar
Seria você em meus dias
Como a mais bela poesia
A me acompanhar!

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Vai passar

Não consigo entender o que acontece com a gente... Sempre fomos tão felizes, gostaria de saber, mas só o tempo vai dizer.

Ah! Se eu pudesse adormecer e acordar somente quando tudo já estivesse passado... Mas não posso... Devo entender e suportar porque também faço parte dessa dor... Sou assídua a esse amor!

Ô meu gatinho, isso vai passar... É só uma fase que todo mundo passa... E não somos diferentes... Se amamos estamos sujeitos a sofrer por amor... Vamos conseguir juntos passar por cima de todos os obstáculos... Porque o nosso amor é maior... E porque foi Deus quem fez nascer em nós!

Dizem que o amor suporta tudo... Quero muito poder acreditar nessa frase... Pois não quero jamais te perder"

Porque "te amo demais""

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Sexta-feira da Paixão

Numa pequena vila, de uma pequena cidade, alguns homens trabalhando; cada um em sua tarefa. naquele lugarejo não se tinha muitas opções de trabalho, quase todos os seus moradores se dedicavam ao plantio ou a criação de gado, e o cultivo de hortifrutigranjeiros. Eram todos simples, porém muito tradicionais em suas crendices, supersticiosos e respeitadores das datas, principalmente as religiosas. Era véspera de sexta-feira santa. naquela quinta-feira, todos procuravam adiantar o máximo seus afazeres, para que no dia seguinte, pudessem respeitar e guardar a paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
-Éh! Amanhã não vou tirar leite não Joaquim.
-Eu também não Mané.
(Conversavam os compadres), porém entre eles, havia um amigo incrédulo, que não obedecia nem respeitava nenhuma data.
-Ah! Eu não estou nem aí... Amanhã é um dia como um outro qualquer uai, eu num quero nem saber. Vou é cuidar do meu animal e ordenhar a Malhada, tirar aquele leitinho gostoso que só ela tem... e num acontece nada...
-Juca... Você não teima não.
-É isso mesmo Juca, o Mané tem razão. Com essas coisas num se brinca gente!
-Que nada, depois eu conto.
Os amigos se separavam ali. Cada um se dirigira ao seu lar, já eram quase seis horas. Chegando em casa, o Joaquim solta os arreios do animal, dando-lhe um leve tapinha no lombo, de forma carinhosa lhe diz: - Vai meu amigo, amanhã você está de folga. (Joaquim era muito carinhoso e zeloso com seus animais e era dia santo, merecia soltar o animal).
Na casa do Manuel, o Mané como o chamavam, também estavam todos aguardando com muito respeito a chegada da sexta-feira santa. A esposa - Dona Genoveva já estava à catar o milho para o preparo da tradicional canjica, enquanto as duas filhas - Inês e Graça preparavam a limpeza da casa com muito carinho, já que no dia santo, era por tradição nem se pegar na vassoura, varrer a casa poderia ser interpretado como um gesto de desrespeito à aquele dia.
-Manê, cadê a sua roupa suja Homem? Me dê logo, quero lavar tudo hoje, pois amanhã eu não lavo roupa, você sabe disso!
-Já vai Genoveva, vou só me lavar e já lhe dou a roupa suja, é só um instante.
-Manê, você pegou os peixes que o Sr. Geraldo ficou de guardar assim que chegasse? Olha lá nhém, depois acaba e nós vamos comer o quê amanhã??? Carne não!
- Esquenta não sô, já deixei até pago, depois é só In%um se brinca gente!
-Que nada, depois eu conto.
Os amigos se separavam ali. Cada um se dirigira ao seu lar, já eram quase seis horas. Chegando em casa, o Joaquim solta os arreios do animal, dando-lhe um leve tapinha no lombo, de forma carinhosa lhe diz: - Vai meu amigo, amanhã você está de folga. (Joaquim era muito carinhoso e zeloso com seus animais e era dia santo, merecia soltar o animal).
Na casa do Manuel, o Mané como o chamavam, também estavam todos aguardando com muito respeito a chegada da sexta-feira santa. A esposa - Dona Genoveva já estava à catar o milho para o preparo da tradicional canjica, enquanto as duas filhas - Inês e Graça preparavam a limpeza da casa com muito carinho, já que no dia santo, era por tradição nem se pegar na vassoura, varrer a casa poderia ser interpretado como um gesto de desrespeito à aquele dia.
-Manê, cadê a sua roupa suja Homem? Me dê logo, quero lavar tudo hoje, pois amanhã eu não lavo roupa, você sabe disso!
-Já vai Genoveva, vou só me lavar e já lhe dou a roupa suja, é só um instante.
-Manê, você pegou os peixes que o Sr. Geraldo ficou de guardar assim que chegasse? Olha lá nhém, depois acaba e nós vamos comer o quê amanhã??? Carne não!
- Esquenta não sô, já deixei até pago, depois é só Inês ir buscar uai%!
-Que nada, depois eu conto.
Os amigos se separavam ali. Cada um se dirigira ao seu lar, já eram quase seis horas. Chegando em casa, o Joaquim solta os arreios do animal, dando-lhe um leve tapinha no lombo, de forma carinhosa lhe diz: - Vai meu amigo, amanhã você está de folga. (Joaquim era muito carinhoso e zeloso com seus animais e era dia santo, merecia soltar o animal).
Na casa do Manuel, o Mané como o chamavam, também estavam todos aguardando com muito respeito a chegada da sexta-feira santa. A esposa - Dona Genoveva já estava à catar o milho para o preparo da tradicional canjica, enquanto as duas filhas - Inês e Graça preparavam a limpeza da casa com muito carinho, já que no dia santo, era por tradição nem se pegar na vassoura, varrer a casa poderia ser interpretado como um gesto de desrespeito à aquele dia.
-Manê, cadê a sua roupa suja Homem? Me dê logo, quero lavar tudo hoje, pois amanhã eu não lavo roupa, você sabe disso!
-Já vai Genoveva, vou só me lavar e já lhe dou a roupa suja, é só um instante.
-Manê, você pegou os peixes que o Sr. Geraldo ficou de guardar assim que chegasse? Olha lá nhém, depois acaba e nós vamos comer o quê amanhã??? Carne não!
- Esquenta não sô, já deixei até pago, depois é só IEAs ir buscar uai%!
-Que nada, depois eu conto.
Os amigos se separavam ali. Cada um se dirigira ao seu lar, já eram quase seis horas. Chegando em casa, o Joaquim solta os arreios do animal, dando-lhe um leve tapinha no lombo, de forma carinhosa lhe diz: - Vai meu amigo, amanhã você está de folga. (Joaquim era muito carinhoso e zeloso com seus animais e era dia santo, merecia soltar o animal).
Na casa do Manuel, o Mané como o chamavam, também estavam todos aguardando com muito respeito a chegada da sexta-feira santa. A esposa - Dona Genoveva já estava à catar o milho para o preparo da tradicional canjica, enquanto as duas filhas - Inês e Graça preparavam a limpeza da casa com muito carinho, já que no dia santo, era por tradição nem se pegar na vassoura, varrer a casa poderia ser interpretado como um gesto de desrespeito à aquele dia.
-Manê, cadê a sua roupa suja Homem? Me dê logo, quero lavar tudo hoje, pois amanhã eu não lavo roupa, você sabe disso!
-Já vai Genoveva, vou só me lavar e já lhe dou a roupa suja, é só um instante.
-Manê, você pegou os peixes que o Sr. Geraldo ficou de guardar assim que chegasse? Olha lá nhém, depois acaba e nós vamos comer o quê amanhã??? Carne não!
- Esquenta não sô, já deixei até pago, depois é só Inês ir buscar uai!
-Então vá logo filha, do jeito que tem tanta gente à procura de peixes, é arriscado até vender o nosso.
-Sim mãe, já vou.
(Enquanto isso o Juca, que não estava nem um pouco se importando se amanhã seria dia santo ou não, bebia mais uma branquinha em companhia de sua mulher, a Diva, essa até que era mais temente, já tinha preparado algumas coisas para o dia seguinte, ela era religiosa e temia praticar certas descrenças como o marido, muitas vezes lhe aconselhara à que não praticasse certos atos, que respeitasse mais às coisas de Deus, mas era inútil, o Juca sempre fora descrente, porque não dizer - Ateu.
Todos dormiram. pela madrugada, por volta das 3 horas da manhã, o Juca levantou-se como de costume, dirigiu-se ao curral e chamou por Malhada, sua vaca mais produtiva; chamou uma, duas, três ou mais vezes, porém a Malhada naquele dia parecia não ouvir seu dono, ela não queria atendê-lo. Juca fora ficando indignado com a pirraça da malhada, e começou a agredi-la, à princípio com palavrões e depois com um chicote; quanto mais ele ficava furioso, mais a vaca se evadia dele. Começou-se então uma verdadeira batalha - HOMEM X ANIMAL. Quem venceria? Era difícil saber e prever. Mas, porquê aquela reação? Aquele animal era sempre tão dócil, nuncnês ir buscar uai!
-Então vá logo filha, do jeito que tem tanta gente à procura de peixes, é arriscado até vender o nosso.
-Sim mãe, já vou.
(Enquanto isso o Juca, que não estava nem um pouco se importando se amanhã seria dia santo ou não, bebia mais uma branquinha em companhia de sua mulher, a Diva, essa até que era mais temente, já tinha preparado algumas coisas para o dia seguinte, ela era religiosa e temia praticar certas descrenças como o marido, muitas vezes lhe aconselhara à que não praticasse certos atos, que respeitasse mais às coisas de Deus, mas era inútil, o Juca sempre fora descrente, porque não dizer - Ateu.
Todos dormiram. pela madrugada, por volta das 3 horas da manhã, o Juca levantou-se como de costume, dirigiu-se ao curral e chamou por Malhada, sua vaca mais produtiva; chamou uma, duas, três ou mais vezes, porém a Malhada naquele dia parecia não ouvir seu dono, ela não queria atendê-lo. Juca fora ficando indignado com a pirraça da malhada, e começou a agredi-la, à princípio com palavrões e depois com um chicote; quanto mais ele ficava furioso, mais a vaca se evadia dele. Começou-se então uma verdadeira batalha - HOMEM X ANIMAL. Quem venceria? Era difícil saber e prever. Mas, porquê aquela reação? Aquele animal era sempre tão dócil, nunca se mostrara rebeld21
-Então vá logo filha, do jeito que tem tanta gente à procura de peixes, é arriscado até vender o nosso.
-Sim mãe, já vou.
(Enquanto isso o Juca, que não estava nem um pouco se importando se amanhã seria dia santo ou não, bebia mais uma branquinha em companhia de sua mulher, a Diva, essa até que era mais temente, já tinha preparado algumas coisas para o dia seguinte, ela era religiosa e temia praticar certas descrenças como o marido, muitas vezes lhe aconselhara à que não praticasse certos atos, que respeitasse mais às coisas de Deus, mas era inútil, o Juca sempre fora descrente, porque não dizer - Ateu.
Todos dormiram. pela madrugada, por volta das 3 horas da manhã, o Juca levantou-se como de costume, dirigiu-se ao curral e chamou por Malhada, sua vaca mais produtiva; chamou uma, duas, três ou mais vezes, porém a Malhada naquele dia parecia não ouvir seu dono, ela não queria atendê-lo. Juca fora ficando indignado com a pirraça da malhada, e começou a agredi-la, à princípio com palavrões e depois com um chicote; quanto mais ele ficava furioso, mais a vaca se evadia dele. Começou-se então uma verdadeira batalha - HOMEM X ANIMAL. Quem venceria? Era difícil saber e prever. Mas, porquê aquela reação? Aquele animal era sempre tão dócil, nunca se mostrara rebeld21
-Então vá logo filha, do jeito que tem tanta gente à procura de peixes, é arriscado até vender o nosso.
-Sim mãe, já vou.
(Enquanto isso o Juca, que não estava nem um pouco se importando se amanhã seria dia santo ou não, bebia mais uma branquinha em companhia de sua mulher, a Diva, essa até que era mais temente, já tinha preparado algumas coisas para o dia seguinte, ela era religiosa e temia praticar certas descrenças como o marido, muitas vezes lhe aconselhara à que não praticasse certos atos, que respeitasse mais às coisas de Deus, mas era inútil, o Juca sempre fora descrente, porque não dizer - Ateu.
Todos dormiram. pela madrugada, por volta das 3 horas da manhã, o Juca levantou-se como de costume, dirigiu-se ao curral e chamou por Malhada, sua vaca mais produtiva; chamou uma, duas, três ou mais vezes, porém a Malhada naquele dia parecia não ouvir seu dono, ela não queria atendê-lo. Juca fora ficando indignado com a pirraça da malhada, e começou a agredi-la, à princípio com palavrões e depois com um chicote; quanto mais ele ficava furioso, mais a vaca se evadia dele. Começou-se então uma verdadeira batalha - HOMEM X ANIMAL. Quem venceria? Era difícil saber e prever. Mas, porquê aquela reação? Aquele animal era sempre tão dócil, nunca se mostrara rebelde. Juca, não queria nem saber. Num gesto animalesco, possesso de fúria ordenhou a vaca, de uma forma brutal, amarrada sem poder defender-se. mesmo assim, ele manipulava suas tetas com brutalidade, queria o seu leite, não importava se para isso tivesse até mesmo que matá-la. O líquido começou a sair das tetas de Malhada, ain!
da era escuro, a lua era nova, a claridade era pouca e Juca continuava a ordenhar... Ordenhar, até então que finalmente enchera um balde e quando retirava o balde para já então substituí-lo por um outro, foi tomado por um grande pavor, seu rosto enrubreceu, ficou atônito, parecia transtornado, seus olhos esbugalhados parecendo querer saltar-se para fora, não podia acreditar no que estava vendo. No balde... no lugar do costumeiro e delicioso leite, havia sim...sangue... sangue... e muito sangue. Não podia acreditar, porque a Malhada ao invés de lhe dar o leite, lhe dera sim sangue??? Eram perguntas e mais perguntas. Tentou recompor-se do susto e a ignorância mais uma vez tomou conta daquele homem, que sacou uma peixeira que sempre trazia atada ao cinturão e desfechou vários golpes no lado peito daquela que era até então uma grande amiga e que lhe garantira bons lucros durante muito tempo, afinal era sagrado, diariamente lhe proporcionava uma média de 40 litros de leite de boa%a se mostrara rebelde. Juca, não queria nem saber. Num gesto animalesco, possesso de fúria ordenhou a vaca, de uma forma brutal, amarrada sem poder defender-se. mesmo assim, ele manipulava suas tetas com brutalidade, queria o seu leite, não importava se para isso tivesse até mesmo que matá-la. O líquido começou a sair das tetas de Malhada, ain!
da era escuro, a lua era nova, a claridade era pouca e Juca continuava a ordenhar... Ordenhar, até então que finalmente enchera um balde e quando retirava o balde para já então substituí-lo por um outro, foi tomado por um grande pavor, seu rosto enrubreceu, ficou atônito, parecia transtornado, seus olhos esbugalhados parecendo querer saltar-se para fora, não podia acreditar no que estava vendo. No balde... no lugar do costumeiro e delicioso leite, havia sim...sangue... sangue... e muito sangue. Não podia acreditar, porque a Malhada ao invés de lhe dar o leite, lhe dera sim sangue??? Eram perguntas e mais perguntas. Tentou recompor-se do susto e a ignorância mais uma vez tomou conta daquele homem, que sacou uma peixeira que sempre trazia atada ao cinturão e desfechou vários golpes no lado peito daquela que era até então uma grande amiga e que lhe garantira bons lucros durante muito tempo, afinal era sagrado, diariamente lhe proporcionava uma média de 40 litros de leite de boa!
qualidade. e. Juca, não queria nem saber. Num gesto animalesco, possesso de fúria ordenhou a vaca, de uma forma brutal, amarrada sem poder defender-se. mesmo assim, ele manipulava suas tetas com brutalidade, queria o seu leite, não importava se para isso tivesse até mesmo que matá-la. O líquido começou a sair das tetas de Malhada, ain!
da era escuro, a lua era nova, a claridade era pouca e Juca continuava a ordenhar... Ordenhar, até então que finalmente enchera um balde e quando retirava o balde para já então substituí-lo por um outro, foi tomado por um grande pavor, seu rosto enrubreceu, ficou atônito, parecia transtornado, seus olhos esbugalhados parecendo querer saltar-se para fora, não podia acreditar no que estava vendo. No balde... no lugar do costumeiro e delicioso leite, havia sim...sangue... sangue... e muito sangue. Não podia acreditar, porque a Malhada ao invés de lhe dar o leite, lhe dera sim sangue??? Eram perguntas e mais perguntas. Tentou recompor-se do susto e a ignorância mais uma vez tomou conta daquele homem, que sacou uma peixeira que sempre trazia atada ao cinturão e desfechou vários golpes no lado peito daquela que era até então uma grande amiga e que lhe garantira bons lucros durante muito tempo, afinal era sagrado, diariamente lhe proporcionava uma média de 40 litros de leite de boa!
qualidade. e. Juca, não queria nem saber. Num gesto animalesco, possesso de fúria ordenhou a vaca, de uma forma brutal, amarrada sem poder defender-se. mesmo assim, ele manipulava suas tetas com brutalidade, queria o seu leite, não importava se para isso tivesse até mesmo que matá-la. O líquido começou a sair das tetas de Malhada, ain!
da era escuro, a lua era nova, a claridade era pouca e Juca continuava a ordenhar... Ordenhar, até então que finalmente enchera um balde e quando retirava o balde para já então substituí-lo por um outro, foi tomado por um grande pavor, seu rosto enrubreceu, ficou atônito, parecia transtornado, seus olhos esbugalhados parecendo querer saltar-se para fora, não podia acreditar no que estava vendo. No balde... no lugar do costumeiro e delicioso leite, havia sim...sangue... sangue... e muito sangue. Não podia acreditar, porque a Malhada ao invés de lhe dar o leite, lhe dera sim sangue??? Eram perguntas e mais perguntas. Tentou recompor-se do susto e a ignorância mais uma vez tomou conta daquele homem, que sacou uma peixeira que sempre trazia atada ao cinturão e desfechou vários golpes no lado peito daquela que era até então uma grande amiga e que lhe garantira bons lucros durante muito tempo, afinal era sagrado, diariamente lhe proporcionava uma média de 40 litros de leite de boa!
qualidade. E agora... Malhada ainda agonizando, deu uma olha!
da aquele homem, possuidor de tanta ignorância. Viu ainda o seu pequeno bebê... Um lindo bezerrinho, apelidado de Totinho, não podia mais resistir, seu sangue lavava todo o curral, rodeando inclusive o balde que poucos instantes antes, servira para colher o que seria o seu leite. Era sangue no balde e fora. O homem ficara ainda mais aturdido vendo que o pobre e inocente Totinho, o filhinho de Malhada lhe cheirava como se dissesse: - Levanta ma-mãe. Era demais, saiu correndo pelo pasto sem destino, não havia ninguém. Todos estavam em seus lares, somente ele houvera desrespeitado aquele dia. Sentou-se debaixo de uma frondosa árvore, acendeu um grande cigarro de palha, e sentiu que um vento lhe soprara os ouvidos, sentiu um forte arrepio, olhou, não havia ninguém, sentou, deitou-se e terminou por cochilar. Logo pegou no sono e começou à sonhar... Estava caminhando por um lugar muito bonito, era todo alvo, branco como a neve, pessoas com os rostos serenos, suaves passavam !
por ele, só que ele era ignorado, era como se ele não estivesse entre eles e ia andando, sempre aquela beleza... tudo muito suave, até que chegou finalmente à entrada de uma bela casa, toda branca, porém foleada de um brilho estasiante, parecia ouro. Um Senhor, de barbas long21
qualidade. E agora... Malhada ainda agonizando, deu uma olha!
da aquele homem, possuidor de tanta ignorância. Viu ainda o seu pequeno bebê... Um lindo bezerrinho, apelidado de Totinho, não podia mais resistir, seu sangue lavava todo o curral, rodeando inclusive o balde que poucos instantes antes, servira para colher o que seria o seu leite. Era sangue no balde e fora. O homem ficara ainda mais aturdido vendo que o pobre e inocente Totinho, o filhinho de Malhada lhe cheirava como se dissesse: - Levanta ma-mãe. Era demais, saiu correndo pelo pasto sem destino, não havia ninguém. Todos estavam em seus lares, somente ele houvera desrespeitado aquele dia. Sentou-se debaixo de uma frondosa árvore, acendeu um grande cigarro de palha, e sentiu que um vento lhe soprara os ouvidos, sentiu um forte arrepio, olhou, não havia ninguém, sentou, deitou-se e terminou por cochilar. Logo pegou no sono e começou à sonhar... Estava caminhando por um lugar muito bonito, era todo alvo, branco como a neve, pessoas com os rostos serenos, suaves passavam !
por ele, só que ele era ignorado, era como se ele não estivesse entre eles e ia andando, sempre aquela beleza... tudo muito suave, até que chegou finalmente à entrada de uma bela casa, toda branca, porém foleada de um brilho estasiante, parecia ouro. Um Senhor, de barbas longas e brancas aproximE agora... Malhada ainda agonizando, deu uma olha!
da aquele homem, possuidor de tanta ignorância. Viu ainda o seu pequeno bebê... Um lindo bezerrinho, apelidado de Totinho, não podia mais resistir, seu sangue lavava todo o curral, rodeando inclusive o balde que poucos instantes antes, servira para colher o que seria o seu leite. Era sangue no balde e fora. O homem ficara ainda mais aturdido vendo que o pobre e inocente Totinho, o filhinho de Malhada lhe cheirava como se dissesse: - Levanta ma-mãe. Era demais, saiu correndo pelo pasto sem destino, não havia ninguém. Todos estavam em seus lares, somente ele houvera desrespeitado aquele dia. Sentou-se debaixo de uma frondosa árvore, acendeu um grande cigarro de palha, e sentiu que um vento lhe soprara os ouvidos, sentiu um forte arrepio, olhou, não havia ninguém, sentou, deitou-se e terminou por cochilar. Logo pegou no sono e começou à sonhar... Estava caminhando por um lugar muito bonito, era todo alvo, branco como a neve, pessoas com os rostos serenos, suaves passavam !
por ele, só que ele era ignorado, era como se ele não estivesse entre eles e ia andando, sempre aquela beleza... tudo muito suave, até que chegou finalmente à entrada de uma bela casa, toda branca, porém foleada de um brilho estasiante, parecia ouro. Um Senhor, de barbas longas e brancas aproximE agora... Malhada ainda agonizando, deu uma olha!
da aquele homem, possuidor de tanta ignorância. Viu ainda o seu pequeno bebê... Um lindo bezerrinho, apelidado de Totinho, não podia mais resistir, seu sangue lavava todo o curral, rodeando inclusive o balde que poucos instantes antes, servira para colher o que seria o seu leite. Era sangue no balde e fora. O homem ficara ainda mais aturdido vendo que o pobre e inocente Totinho, o filhinho de Malhada lhe cheirava como se dissesse: - Levanta ma-mãe. Era demais, saiu correndo pelo pasto sem destino, não havia ninguém. Todos estavam em seus lares, somente ele houvera desrespeitado aquele dia. Sentou-se debaixo de uma frondosa árvore, acendeu um grande cigarro de palha, e sentiu que um vento lhe soprara os ouvidos, sentiu um forte arrepio, olhou, não havia ninguém, sentou, deitou-se e terminou por cochilar. Logo pegou no sono e começou à sonhar... Estava caminhando por um lugar muito bonito, era todo alvo, branco como a neve, pessoas com os rostos serenos, suaves passavam !
por ele, só que ele era ignorado, era como se ele não estivesse entre eles e ia andando, sempre aquela beleza... tudo muito suave, até que chegou finalmente à entrada de uma bela casa, toda branca, porém foleada de um brilho estasiante, parecia ouro. Um Senhor, de barbas longas e brancas aproximou-se dele com um cajado, apoiava-se deveria ter 100, 200, quantos anos??? Não sabia, era idoso; com carinho, ele estendeu-lhe a mão e lhe disse: - Meu filho... O que você te feito? Por que age assim? Por que é tão descrente? Não deveria ter feito o que fez ainda pouco? (Aquele homem não sabia o que responder...)
-Quem é o senhor?
-Não importa meu filho. Quero salvar você. Ainda é tempo, basta que se arrependa e passe à praticar daqui para a frente boas ações, não vou puni-lo pelo que diz sobre essa data. Quero apenas lhe dizer... Você matou sua Malhada, aquela sua vaquinha que tantas alegrias e lucros já lhe deu. Daqui à um ano, com certeza estará se lembrando desta data. E hoje, exatamente hoje, todos lembram que o meu filho também morreu. Há muitos anos, a humanidade toda se recorda com respeito e dor essa data. E você... porque não respeita também; o leite virou sangue, eu queria apenas alertá-lo, mas você não compreendeu. pensou que foi a pobre malhada. Ela não faria isso. Morreria como morreu, sempre fiel à você. mas vou lhe dar uma outra chance!
-Quem é o Senhor. Será que é quem eu estou pensando??? Se for me perdoe, me dê outra chance. Daqui para frente eu vou mudar... Eu prometo!!!
-Tenho certeza que sim. Você vai agora acordas e brancas aproximou-se dele com um cajado, apoiava-se deveria ter 100, 200, quantos anos??? Não sabia, era idoso; com carinho, ele estendeu-lhe a mão e lhe disse: - Meu filho... O que você te feito? Por que age assim? Por que é tão descrente? Não deveria ter feito o que fez ainda pouco? (Aquele homem não sabia o que responder...)
-Quem é o senhor?
-Não importa meu filho. Quero salvar você. Ainda é tempo, basta que se arrependa e passe à praticar daqui para a frente boas ações, não vou puni-lo pelo que diz sobre essa data. Quero apenas lhe dizer... Você matou sua Malhada, aquela sua vaquinha que tantas alegrias e lucros já lhe deu. Daqui à um ano, com certeza estará se lembrando desta data. E hoje, exatamente hoje, todos lembram que o meu filho também morreu. Há muitos anos, a humanidade toda se recorda com respeito e dor essa data. E você... porque não respeita também; o leite virou sangue, eu queria apenas alertá-lo, mas você não compreendeu. pensou que foi a pobre malhada. Ela não faria isso. Morreria como morreu, sempre fiel à você. mas vou lhe dar uma outra chance!
-Quem é o Senhor. Será que é quem eu estou pensando??? Se for me perdoe, me dê outra chance. Daqui para frente eu vou mudar... Eu prometo!!!
-Tenho certeza que sim. Você vai agora acordar e vai passar à ou-se dele com um cajado, apoiava-se deveria ter 100, 200, quantos anos??? Não sabia, era idoso; com carinho, ele estendeu-lhe a mão e lhe disse: - Meu filho... O que você te feito? Por que age assim? Por que é tão descrente? Não deveria ter feito o que fez ainda pouco? (Aquele homem não sabia o que responder...)
-Quem é o senhor?
-Não importa meu filho. Quero salvar você. Ainda é tempo, basta que se arrependa e passe à praticar daqui para a frente boas ações, não vou puni-lo pelo que diz sobre essa data. Quero apenas lhe dizer... Você matou sua Malhada, aquela sua vaquinha que tantas alegrias e lucros já lhe deu. Daqui à um ano, com certeza estará se lembrando desta data. E hoje, exatamente hoje, todos lembram que o meu filho também morreu. Há muitos anos, a humanidade toda se recorda com respeito e dor essa data. E você... porque não respeita também; o leite virou sangue, eu queria apenas alertá-lo, mas você não compreendeu. pensou que foi a pobre malhada. Ela não faria isso. Morreria como morreu, sempre fiel à você. mas vou lhe dar uma outra chance!
-Quem é o Senhor. Será que é quem eu estou pensando??? Se for me perdoe, me dê outra chance. Daqui para frente eu vou mudar... Eu prometo!!!
-Tenho certeza que sim. Você vai agora acordar e vai passar à ou-se dele com um cajado, apoiava-se deveria ter 100, 200, quantos anos??? Não sabia, era idoso; com carinho, ele estendeu-lhe a mão e lhe disse: - Meu filho... O que você te feito? Por que age assim? Por que é tão descrente? Não deveria ter feito o que fez ainda pouco? (Aquele homem não sabia o que responder...)
-Quem é o senhor?
-Não importa meu filho. Quero salvar você. Ainda é tempo, basta que se arrependa e passe à praticar daqui para a frente boas ações, não vou puni-lo pelo que diz sobre essa data. Quero apenas lhe dizer... Você matou sua Malhada, aquela sua vaquinha que tantas alegrias e lucros já lhe deu. Daqui à um ano, com certeza estará se lembrando desta data. E hoje, exatamente hoje, todos lembram que o meu filho também morreu. Há muitos anos, a humanidade toda se recorda com respeito e dor essa data. E você... porque não respeita também; o leite virou sangue, eu queria apenas alertá-lo, mas você não compreendeu. pensou que foi a pobre malhada. Ela não faria isso. Morreria como morreu, sempre fiel à você. mas vou lhe dar uma outra chance!
-Quem é o Senhor. Será que é quem eu estou pensando??? Se for me perdoe, me dê outra chance. Daqui para frente eu vou mudar... Eu prometo!!!
-Tenho certeza que sim. Você vai agora acordar e vai passar à respeitar aquele que morreu na cruz um dia por você e por todos e que é o MEU FILHO.
(O homem acordou... Daquele dia em diante mudara completamente seu comportamento. Hoje respeita os animais, as pessoas, as datas religiosas, sexta feira santa, então...
Seu animalzinho companheiro de todos os dias é o “TOTINHO, os dois estão à correr pelo pasto, pois este fato ocorreu no ano passado!
Este texto foi escrito por Rita de Cássia Oliveira em 1° de Abril de 1994.

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Flor e fruto

Pudesse eu ser manhã, dessas manhãs primaveras
Invadiria seu quarto, ainda coberto de sono
Pra tomar em minhas mãos o seu fruto em abandono
E levá-lo a meus lábios...Ai! meu Deus, como o quisera!

E meus lábios entreabertos, mordiscariam seu pomo
E a língua doce e morna, ao pincelar sua haste,
Convidaria sedenta pra habitar o meu domo
E nele deixar seu mel...Ai! meu Deus, que isso me baste!

Mas seu fruto, meu amor, já na minha boca cresce
Minha língua se contorce a sugar todo o volume
Minha flor, bem orvalhada, suplica que se apresse

Desce no canto da boca, um fio de sumo doce
No quarto sumo e orvalho exalam cio-perfume
Flor e fruto se encontram...Ai! meu Deus... verdade fosse...

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Amigo Ingrato

Causa-te surpresa o fato de ser o teu acusador de agora, o amigo aturdido de ontem, que um dia pediu-te abrigo ao coração gentil e ora não te concede ensejo, sequer, para esclarecimentos.
Despertas, espantado, ante a relação de impiedosas queixas que guardava de ti, ele que recebeu, dos teus lábios e da tua paciência, as excelentes lições de bondade e de sabedoria, com as quais cresceu emocional e culturalmente.

Percebes, acabrunhado, que as tuas palavras foram, pelo teu amigo, transformadas em relhos com os quais, neste momento, te rasga as carnes da alma, ele, que sempre se refugiou no teu conforto moral.

Reprocha-te a conduta, o companheiro que recebeste com carinho, sustentando-lhe a fragilidade e contornando as suas reações de temperamento agressivo.

Tornou-se, de um para outro momento, dono da verdade e chama-te mentiroso.

Ofereceste-lhe licor estimulante e recebes vinagre de volta.

Doaste-lhe coragem para a luta, e retribui-te com o desânimo para que fracasses.

Ele pretende as estrelas e empurra-te para o pântano.

Repleta-se de amor e descarrega bílis na tua memória, ameaçando-te sem palavras.

Não te desalentes!

O mundo é impermanente.

O afeto de hoje torna-se o adversário de amanhã.

As mãos que perfumas e beijas, serão, talvez, as que te esbofetearão, carregadas de urze.

Há mais crucificadores do que solidários na via de redenção.

Esquecem-se, os homens, do bem recebido, transformando-se em cobradores cruéis, sem possuírem qualquer crédito.

Talvez o teu amigo te inveje a paz, a irrestrita confiança em Deus, e, por isto, quer perturbar-te.

Persevera, tranqüilo!

Ele e isto, esta provação, passarão logo, menos o que és, o que faças.

Se erraste, e ele te azorraga, alegra-te, e resgata o teu equívoco.

Se estás inocente, credita-lhe as tuas dores atuais, que te aprimoram e te aproximam de Deus.

Não lhe guardes rancor.

Recorda que foi um amigo, quem traiu e acusou Jesus; outro amigo negou-o, três vezes consecutivas, e os demais amigos fugiram dele.

Quase todos O abandonaram e O censuraram, tributando-Lhe a responsabilidade pelo medo e pelas dores que passaram a experimentar. Todavia, Ele não os censurou, não os abandonou e voltou a buscá-los, inspirá-los e conduzi-los de volta ao reino de Deus, por amá-los em demasia.

Assim, não te permitas afligir, nem perturbar pelas acusações do teu amigo, que está enfermo e não sabe, porque a ingratidão, a impiedade e a indiferença são psicopatologias muito graves no organismo social e humano da Terra dos nossos dias.

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Mensagem Romantica

Se meu coração fosse um rio
O leito seria o teu corpo sedutor
A nascente o brilho do teu olhor
E a foz a plenitude do meu amor por vc!

Cada vez que eu penso nos seus lábios
Sinto que a minha vida se derrama nos nossos beijos
E que a luz do meu viver nada mas é do que
O respirar do seu corpo fascinante e sedutor

O teu cheiro é a alfazema do paraíso
Que tanto me embriaga e me faz andar nas nuvens!
Teus olhos tão pequenos e brilhantes são espinhos
Que penetram na minha alma e no meu coração provocando-lhe um sangrar
invisível, um sangrar tão intenso e amoroso que nunca tem fim!

Teu sorriso nada mais é do que a aurora boreal
Que maravilha qualquer ser desse planeta
E me joga pra fora da realidade
Me atirando na dimensão do amor eterno!

O amor que tenho pela minha Marília
Consegue superar a força de um furacão
Mesmo sendo tão complacente e profundo
Quanto um abraço materno!
Esse amor é mais intenso do que a minha própria vida
E morreria por ele!E morreria feliz como nunca ninguém morreu!

O clarão do relâmpago não é mais intenso do que o que eu sinto nos seus
braços!
O som do trovão não descreve o barulho do bater do meu coração quando
está do seu lado!!
Eu amo você mais do que o próprio amor!

Quando apareces pra mim vens enviada por Deus
Como um anjo celestial mostra-me a luz da felicidade
E guia-me até o Nirvana através do labirinto do amor
Que nada mais é do que a deliciosa sensação do teu beijo

Não sinto fome, sede, cansaço, muito menos dor do teu lado
Só consigo sentir o pulsar agitado do meu pobre coração,
O amor correndo nas minhas veias
E o lacrimejar de emoção da minha alma enamorada

E se sou impedido de tocar na seda pura de sua macia [pele
Penso na morte como a melhor solução
Porque a minha vida só existe no calor dos braços teus
E no alvorecer dos lábios da minha Marília

Destruiriaa felicidade minha pra ver estampado o sol do teu sorriso
Acabaria com a minha vida por um pedido seu
Viveria na mais absoluta miséria do teu lado
Sendo o mais afortunado dos mortais e imortais

No sangue meu escorre apenas o perfumar do teu cheiro
E como a escuridão do anoitecer se sente a minha alma
Quando obrigada a ver seu outro pedaço se ir
Há de chegar o tempo em que viveremos só de E9 mais intenso do que o que eu sinto nos seus
braços!
O som do trovão não descreve o barulho do bater do meu coração quando
está do seu lado!!
Eu amo você mais do que o próprio amor!

Quando apareces pra mim vens enviada por Deus
Como um anjo celestial mostra-me a luz da felicidade
E guia-me até o Nirvana através do labirinto do amor
Que nada mais é do que a deliciosa sensação do teu beijo

Não sinto fome, sede, cansaço, muito menos dor do teu lado
Só consigo sentir o pulsar agitado do meu pobre coração,
O amor correndo nas minhas veias
E o lacrimejar de emoção da minha alma enamorada

E se sou impedido de tocar na seda pura de sua macia [pele
Penso na morte como a melhor solução
Porque a minha vida só existe no calor dos braços teus
E no alvorecer dos lábios da minha Marília

Destruiriaa felicidade minha pra ver estampado o sol do teu sorriso
Acabaria com a minha vida por um pedido seu
Viveria na mais absoluta miséria do teu lado
Sendo o mais afortunado dos mortais e imortais

No sangue meu escorre apenas o perfumar do teu cheiro
E como a escuridão do anoitecer se sente a minha alma
Quando obrigada a ver seu outro pedaço se ir
Há de chegar o tempo em que viveremos só de amor!
E nesse tempo não viverei mais do meu corpo físico
E sim do forte clarão de amor do meu íntimo

A sua voz se harmoniza com o canto celestial
Enchendo-me de paz, tranqüilidade e de todo amor do universo
Marília é a maior das deusas, a mais poderosa,
A mais linda, a mais perfeita e a mais amada do mundo!!

Marília, a poesia não é mais do que o retrato da alma do poeta. E nesse
retrato só cabe você dentro!
Eu te amo e quero viver para sempre contigo nem que isso eu abdique da
minha própria vida!

É só... Espero que vcs possam aproveitar alguma...

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A Bênção do Trabalho

É pela bênção do trabalho que podemos esquecer os pensamentos que nos perturbam, olvidar os assuntos amargos, servindo ao próximo, no enriquecimento de nós mesmos.

Com o trabalho, melhoramos nossa casa e engrandecemos o trecho de terra onde a Providência Divina nos situou.

Ocupando a mente, o coração e os braços nas tarefas do bem, exemplificamos a verdadeira fraternidade e adquirimos o tesouro da simpatia, com o qual angariaremos o respeito e a cooperação dos outros.

Quem não sabe ser útil não corresponde à Bondade do Céu, não atende aos seus justos deveres para com a humanidade e nem retribui a dignidade da pátria amorosa que lhe serve de mãe.

O trabalho é uma instituição de Deus.

SENDA DE PERFEIÇÃO

Quem move as mãos no serviço,
Foge à treva e à tentação.
Trabalho de cada dia
É senda de perfeição.

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Não tem fim

Eu tentei escrever
mas não encontrei palavras para dizer
descrever o que sinto hoje por você
ninguém fez tanto por mim
sei que não tem fim
o que sinto por você
então vou me calar
e deixar que o olhar revele
é melhor bem melhor sentimentos
revelados no olha.

Vem de Deus o amor que envolve nossas vidas
impossível que não tenha a mão de Deus
nada pode ser tão perfeito se Deus não proceder

Si meu coração for feridos com palavras que eu não quero ouvir e ainda si o amor arder dentro de mim é perfeito como uma e se toda perfeição procede do Senhor é perfeito por você o meu amor.....

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Amor Fraternal

As afeições familiares, os laços consangüíneos, as simpatias naturais podem ser manifestações muitos santas da alma, quando a criatura as eleva no altar do sentimento superior, contudo, é razoável que o espírito não venha a cair sob o peso das inclinações próprias.

O equilíbrio é a posição ideal.

Por demasia de cuidado, inúmeros pais prejudicam os filhos.

Por excesso de preocupações, muitos cônjuges descem às cavernas do desespero, defrontados pelos insaciáveis monstros do ciúme que lhes aniquilam a felicidade.

Em razão da invigilância, belas amizades terminam em abismo de sombra.

O apelo evangélico, por isto mesmo, reveste-se de imensa importância.

A fraternidade pura é o mais sublime dos sistemas de relações entre as almas.

O homem que se sente filho de Deus e sincero irmão das criaturas não é vítima dos fantasmas do despeito, da inveja, da ambição, da desconfiança. Os que se amam fraternalmente alegram-se com o júbilo dos companheiros; sentem-se felizes com a ventura que lhes visita os semelhantes.

Afeições violentas, comumente conhecidas na Terra, passam vulcânicas e inúteis.

Na teia das reencarnações, os títulos afetivos modificam-se constantemente. É que o amor fraternal, sublime e puro, representando o objetivo supremo do esforço de compreensão, é a luz imperecível que sobreviverá no caminho eterno.

"Permaneça o amor fraternal."
Paulo (Hebreus, 13:1)

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