Mensagem para Pai

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Obrigado, Pai!

Pai, agradeço a você por tudo que hoje sou... se sei o que é ser uma mulher independente, de caráter e personalidade é porque me fez assim.
Só eu sei o quanto está sendo difícil essa vida sem você... sem ter o meu porto seguro, sem ter pra onde correr quando sinto medo à noite, sem ter o seu colo quentinho pra deitar e chorar quando o peito está apertado, cheio de tristezas... Mas, o que fazer se essa tristeza toda é de saudade de você?
Não culpo Deus por tê-lo levado, se isso aconteceu foi porque estava merecendo o seu descanso e a paz. Descanso de uma vida cheia de preocupações e muito trabalho. Sim, porque foi isso que vi a vida inteira. Você trabalhando e, mesmo assim, preocupado se estávamos tendo a vida que queríamos. Sempre me deu tudo de melhor.. você foi e sempre será o melhor pai do mundo. Queria muito ter dito isso olhando nos seus olhos, mas nunca tive coragem. Sei que deve estar vendo eu digitar esse texto, por isso direi: EU TE AMO!!

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É Bom Voltar Para Casa

Piriá e e Smilinguido estavam conversando sobre uma história do Livro da Vida que o mestre tinha contado.
E Piriá disse que já pensou como o filho mais novo da história, que foi embora de casa, porque queria viajar e conhecer o mundo, conhecer novas formigas.
O rapaz na história gastou todo o dinheiro que o seu pai havia dado, e começou a passar fome! Como ninguém o ajudou resolveu voltar para casa para trabalhar como empregado de seu pai, mas ao chegar em casa seu pai ficou tão feliz que fez um festa para comemorar a volta do seu filho!
O Smilinguido perguntou o que tinha feito o Piriá mudar de idéia e ele disse que ainda gostava muito de aventuras, mas que se sentiu igual ao rapaz não quando saiu de casa mas quando voltou, pois ao chegar em casa Piriá recebeu um abraço caloroso de quem o ama, teve comida e uma cama quentinha para dormir, viu seus amigos...
E Piriá entendeu que às vezes queremos coisas que não são tão boas quanto imaginamos. é melhor ficar feliz com o que temos.

(Cristina Welzel da Silva)

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Pai

Quantas e quantas noites em claro acalentando meu choro...
Quantas vezes ajudou-me com os deveres da escola mesmo depois de um dia de trabalho exaustivo...
Ensinou-me que o mais importante na vida é o crescimento interior..
Cultivar amigos sempre...
Buscar sempre o que desejar, porque tudo se torna possível quando se tem vontade e coragem para lutar...
Quando achava que o mundo inteiro estava errado e contra mim, você, com a sabedoria de um mestre encontrava as mais belas palavras para me fazer entender a verdade...

Quando te deixei, jamais esquecerei das suas palavras dizendo: filha lembre-se sempre que você tem duas casas...
Para tudo, Pai, deu-me base e estrutura de conhecimento, sobretudo a como agradecer as pessoas por menor que fosse o seu gesto...

Mas você, meu pai, esqueceu de me ensinar como posso lhe agradecer por tudo isso! Entendo que agora estou crescida precisarei aprender sozinha. Portanto vou começar a aprender a agradecer você com as palavras fluidas do meu coração: PAI, obrigada pela vida, pela atenção, por me fazer enxergar a verdade, a aceitar o que sou e buscar meus objetivos. E principalmente OBRIGADA por ter me dado a oportunidade de ser um pedacinho de você e por ser um pedaço de mim. Amo-te mais do que possa imaginar, e saibas que também sempre terás duas casas, sendo uma delas em meu coração...

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Mensagem de Solidariedade para Famílias de Santa Maria

Salmo 42:11 “Porque você esta assim tão triste, ó minha alma? Porque esta assim tão perturbada dentro de mim? Ponha sua esperança em Deus! Pois ainda o louvarei; Ele é o meu salvador e o meu Deus”

Lamentamos e choramos com vocês a perda de seus queridos jovens, que no vigor de sua juventude foram surpreendidos pela fatalidade do acidente ocorrido. Com certeza a dor esta grande e o desespero deseja controlar suas vidas, ora pelas perdas, ora pela indignação causada pela irresponsabilidade do estabelecimento que não ofereceu segurança aos seus queridos.

Como Igreja Metodista no Brasil e em Santa Maria, como escolas Metodistas, Instituto Metodista Centenário e Fames, nos unimos a vocês neste momento de dor e perdas. Não há palavras para expressar nosso desejo de consolo para vocês, por isto recorremos ao Deus e Pai, na pessoa de Jesus Cristo, pois Nele vocês podem encontrar consolo frente às tristezas que invadem seus corações e forças diante das fragilidades que se encontram em todos nós nesta hora.

Sejam fortes na força que está em Deus, sejam consolados pelo consolo que vem de Deus, dos amigos e de seus familiares, recebam todos a graça de Deus e nossa solidariedade.

Contem com a comunidade metodista que se coloca à disposição de vocês com tudo o que é e tem. Nossa solidariedade em Jesus nos permite sentir a dor que está em vocês.
Contem com nossas orações e apoio.

Salmo 30: 5 “O choro pode durar uma noite; pela manhã, porém, vem o cântico de júbilo”.

Fraternalmente em Jesus Cristo,

Bispo Adonias Pereira do Lago – Presidente do Colégio Episcopal
Bispos, Bispa, Pastores, Pastoras, Escolas Metodistas e Colégio Centenário.

(Igreja Metodista)

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Krishna e Narada

Uma vez Narada foi até o senhor Krishna. Ele queria que Krishna lhe ensinasse sobre Maya. “Krishna, por favor eu quero entender Maya, me explique por favor”. Krishna disse: “Narada, Maya não pode ser explicada. Você só pode compreendê-la através da experiência. Venha comigo”.

Então Krishna chamou Narada e eles foram para um deserto. Narada ficou confuso, porque pensou que Maya era o mundo e o mundo era onde estavam as pessoas. Ali ele começou a se distanciar da confiança em Krishna. Quando ele começou a julgar o método que Krishna estava usando.

Cada mestre tem seu próprio jeito de ensinar. Cabe ao discípulo se entregar. Mas até chegar este ponto de se entregar, demora. Primeiro você vai concordar, discordar, concordar, discordar…

De repente Krishna começou a se sentir sufocado e pediu que Narada fosse buscar um pouco de água para ele.

Krishna, começou a passar mal. Ficou engasgado e pediu a seu discípulo para ajudar e pegar água. Narada era um grande devoto e viu uma grande oportunidade de servir ao mestre.

Então Narada saiu em busca da água. Ele avistou um poço. Lá havia uma moça. Ele foi pegar a água, mas olhou para a moça que era muito bonita. Ele perguntou a ela: “eu posso pegar água neste poço?” E ela disse: “Claro!”.

Ali ele se encantou e então não conseguia mais tirar ela de sua mente. Foi tão intenso o encantamento que ele foi atrás dela e quando eles chegaram na vila, lá estava o pai dela esperando. “O que você quer forasteiro?”, disse o homem para Narada. Então ele disse que queria se casar com a filha dele. Ele respondeu: “casar com a minha filha significa assumir responsabilidades. Eu já sou um homem velho, logo deixarei este corpo. Se você quer casar com minha filha você vai ter que assumir meu trabalho, esta é a condição”. Narada pensou: “Só isso para casar com aquela deusa? Ok, aceito“!

Então, houve um lindo casamento e Narada foi abençoado com cinco filhos. Seu sogro morreu e ele começou a tomar conta da vila e se revelou um grande administrador. Nunca a vila foi tão próspera. Narada estava no ápice de sua vida, no clímax do sucesso, quando aconteceu uma tragédia. Um tsunami cobriu a vila.

Ele tentou salvar seus filhos e esposa. Conseguiu um barco, mas o barco virou. Todo mundo desesperado chamando por ele e ele tentando salvar a todos. Apesar disso, ele foi perdendo um por um. Ele entrou no mais profundo desespero. Então, começou a orar para Deus – porque é só nessa hora que você se lembra de Deus. Então ele ouviu uma voz assim: “Narada, onde está minha água?” Então ele se lembrou de Krishna e disse: por favor, senhor Krishna traga minha mulher e meus filhos de volta. Krishna disse: “Acorde Narada, nunca houve mulher ou filhos, isso é Maya.” Então ele acordou e lembrou o que estava acontecendo.

(Sri Prem Baba)

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O Pássaro Mavioso

Era uma vez um rei muito rico e poderoso que tinha um filho muito acanhado. O rapaz ficava envergonhado por qualquer motivo e, por isso, todo mundo o julgava um grande tolo. Resolveu, então, seu pai mandá-lo visitar outros países, na esperança de torná-lo mais desembaraçado. Deu-lhe bastante dinheiro e ordenou que fizesse uma longa viagem.

Depois de percorrer vários países, o príncipe chegou a uma cidade, onde se realizava o leilão de um pássaro. Havia muita gente interessada em comprá-lo e, por isso, as quantias oferecidas já eram muito grandes. O rapaz ficou curioso para saber o motivo pelo qual todo mundo desejava adquirir o pássaro. Foi, então, informado de que o mesmo tinha um canto tão belo e mavioso que fazia dormir a todos que o ouvissem. O príncipe ofereceu uma grande quantia e conseguiu comprar o maravilhoso pássaro.

Continuou sua viagem e, mais adiante, encontrou outra cidade, onde estava sendo vendido, também em leilão, um pequeno besouro. Ficou admirado ao verificar que muita gente queria adquirir o animalzinho. Soube que o besouro era mágico e capaz de fazer tudo o que lhe fosse ordenado, sem ser visto. Podia até arrombar uma porta. Como tivesse ainda muito dinheiro, não foi difícil ao príncipe comprar o besouro.

Prosseguiu o rapaz na sua viagem e, pouco tempo depois, qual não foi sua surpresa ao deparar, em outra cidade, com o leilão de um rato. Havia uma multidão querendo adquirir o animal. O príncipe foi informado de que esse rato era capaz de fazer tudo o que lhe fosse ordenado. Tinha dentes mágicos, de modo que podia roer um castelo inteiro em poucas horas. Diante disso, o rapaz comprou o rato e continuou sua jornada.

Depois de visitar muitos países, chegou o príncipe a uma cidade onde presenciou um estranho espetáculo. Diante de um palácio, em cuja porta se achava uma linda moça, uma enorme multidão fazia toda sorte de caretas. Procurou saber a razão daquela cena esquisita, e foi informado de que a moça era a filha única do rei daquele país. A princesa, desde que nascera, jamais havia sorrido. Por isso, seu pai oferecera sua mão em casamento àquele que a fizesse dar, pelo menos, um sorriso. Eis porque toda aquela gente estava diante do palácio fazendo caretas, na esperança de provocar riso na princesa.

Ouvindo isso, o rapaz, sem se importar com a multidão, aproximou-se do palácio, desceu do cavalo e dependurou a gaiola numa árvore que ali havia. Depois, sentou-se calmamente para descansar e ordenou: — Mestre rato, vá buscar água para o cavalo e mestre besouro vá buscar capim. Os dois bichinhos saíram logo para cumprir as ordens do seu dono. Quando a princesa viu o rato carregando água e o besouro trazendo capim, achou tanta graça que soltou uma gostosa gargalhada. Os que estavam diante do palácio ficaram muito alegres, cada qual pensando ter sido o autor do riso da princesa. O rei, cheio de satisfação, perguntou à filha quem lhe havia feito soltar aquela gargalhada. A princesa apontou com o dedo o rapaz que descansava à sombra da árvore. Imediatamente, o rei mandou chamar o moço à sua presença e comunicou-lhe que devia casar com a princesa.

O rapaz, que era muito acanhado e que não esperava pelo acontecimento, quase desmaiou de susto. Mas, como palavra de rei não volta atrás, teve de se casar com a princesa. Na noite do casamento, mostrou-se, porém, tão embaraçado que a princesa julgou que ele não gostasse dela. No dia seguinte, disse ao pai que se havia enganado, pois havia sido outro o autor da sua gargalhada. O casamento foi então anulado, realizando-se o enlace da princesa com o filho do rei de um país vizinho.

O rapaz ficou muito triste, mas resolveu lutar para reaver a princesa. Ao cair da noite, foi para debaixo da árvore e, na hora de os noivos se recolherem aos seus aposentos, ordenou ao pássaro: — Canta, mavioso! O pássaro começou a cantar e todo mundo, princesa, noivo, rei, guardas do palácio, convidados, caíram em sono profundo.

O jovem príncipe disse então: — Agora, besouro, vá ao quarto dos noivos e desarrume tudo o que lá encontrar. O besouro cumpriu a ordem e os aposentos dos noivos ficaram como se tivessem sofrido um terremoto. Os móveis foram quebrados, as roupas rasgadas, o teto e o assoalho do quarto despedaçados. Quando a princesa acordou e viu a desordem, ficou desesperada. O rei ficou muito aborrecido com o caso e prometeu à filha mandar pôr tudo nos seus lugares.

Na noite seguinte, o pássaro cantou novamente e todos adormeceram. O rato foi então enviado para desarrumar o quarto dos noivos. Se o besouro fez bem, o rato ainda fez melhor. Um furacão não teria feito maior estrago nos aposentos da princesa. Quando esta acordou, não teve mais dúvidas. Admirou o poder do seu primeiro noivo e viu que estava apaixonada por ele. Mandou o segundo noivo embora e contou tudo ao pai. O rapaz foi então chamado às pressas e realizou-se, novamente, o seu casamento com a princesa. Daí por diante, ele perdeu o acanhamento e viveu feliz e contente ao lado da sua bela esposa.

(Theobaldo Miranda Santos)

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A Oração de Maria

Deus. Ó Deus infante. O mais precioso filho do céu. Concebido pela união da graça divina com a nossa desgraça. Durma bem.

Durma bem. Banhado pela fresca da noite cravejada de diamantes. Durma bem, pois o fogo da ira ferve bem perto. Goze do silêncio do berço, pois o ruído do tumulto se faz sentir em seu futuro. Saboreie a doce segurança de meus braços, pois chegará breve o dia em que não poderei protegê-lo.

Descansem bem, mãos pequeninas. Pois apesar de pertencerem a um rei, vocês não tocarão o cetim, não possuirão ouro. Não pegarão numa pena, não guiarão um pincel. Não, suas mãos pequeninas foram reservadas para obras mais preciosas:
tocar a chaga viva de um leproso
enxugar a lágrima triste de uma viúva,
agarrar-se ao chão do Getsêmani.

Suas mãos, tão minúsculas, tão ternas, tão brancas — fechadas hoje em forma de punho infantil. Elas não foram destinadas a empunhar um cetro nem abanar do balcão de um palácio, mas reservadas para o cravo romano que irá pregá-las numa cruz romana.

Durmam bem, olhos pequeninos. Durmam enquanto podem. Pois logo virá a claridade e você vai ver a confusão que fizemos do seu mundo.

Verá nossa nudez, pois não podemos ocultar-nos.
Verá nosso egoísmo, pois não podemos dar.
Verá nossa dor, pois não podemos curar.
Ó olhos que verão o abismo escuro e seu terrível príncipe... durmam, por favor, durmam; durmam enquanto podem.

Fique quieta, boquinha pequenina. Fique quieta boca pela qual falará a eternidade.

Língua minúscula que em breve chamará os mortos,
que irá definir a graça,
que silenciará nossa insensatez.
Lábios de botão — sobre os quais paira um beijo de estrelas concedendo perdão para os que crerem em você, e de morte para os que o negarem — fiquem quietos.

Pezinhos pequeninos que cabem na palma de minha mão, descansem. Pois passos difíceis estão à sua frente.

Sentem o cheiro do pó das estradas que terão de palmilhar?

Sentem a água fria e salgada sobre as quais andarão? Recuam ao sentir o prego que terão de suportar? Temem a descida íngreme pela escada em espiral até o domínio de Satanás?

Descansem, pezinhos pequeninos. Descansem hoje para que amanhã possam andar com poder. Descansem. Pois milhares irão seguir os seus passos.

Pequeno coração... coração santo... bombeando o sangue da vida através do universo: quantas vezes iremos quebrantá-lo?

Você será dilacerado pelos espinhos de nossas acusações.
Você será devastado pelo câncer do nosso pecado.
Você será esmagado pelo peso de sua própria tristeza.
E será traspassado pela lança da nossa rejeição.
Todavia nesse ato de traspassar, nesse último rompimento de músculo e membrana, nessa precipitação final de sangue e água, Ele irá encontrar descanso. Suas mãos serão libertadas, Seus olhos verão a justiça, Seus lábios sorrirão, e Seus pés o levarão para casa.

E ali descansará de novo — desta vez nos braços do Pai.

(Max Lucado)

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Ensinamento Will Smith

Um Verão, o pai do Will Smith derrubou um muro de tijolo em frente ao seu negócio e pediu ao pequeno Will (12 anos na altura) e seu irmão de nove anos para reconstruir esse muro. Eles disseram que era uma tarefa impossível, mas depois de um ano e meio eles conseguiram.

"O meu pai me disse: Nunca diga que há algo que você não pode fazer."
(...)

Na verdade você não tenta construir um muro. Você não pode dizer: eu vou fazer um muro grande e incrível, o maior que já foi construído. Você diz: Eu vou colocar este tijolo da forma mais perfeita que um tijolo pode ser colocado. E você faz isso todos os dias e logo você terá um muro.
(...)

Minha avó costumava dizer: Se você vai estar aqui, então há uma necessidade de fazer a diferença. Ela sempre incutiu a responsabilidade espiritual que você tinha que melhorar qualquer grupo com o qual estivesse em contato.
(...)

Eu quero fazer o bem. Eu quero que o mundo seja melhor, porque eu estive aqui.
(...)

Eu quero que a minha vida, meu trabalho e minha família signifiquem alguma coisa. Se você não está fazendo a vida de alguém melhor, você está perdendo seu tempo. Sua vida vai se tornar melhor, fazendo outras vidas melhores.

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Shiva, o Iogue Errante

Conta uma antiga tradição indiana que o Senhor Shiva sempre que decide vir à Terra toma a forma humana de um iogue errante. Shiva é a divindade que, mais do que qualquer outro deus indiano, serviu de modelo aos iogues. Segundo essa mesma tradição, Shiva realmente existiu, há milhares de anos, na forma humana de um sábio iogue. No entanto, as histórias a ele relacionadas apresentam um caráter um tanto quanto mitológico. Sua imagem encontra-se constantemente associada ao monte Kailash, no Himalaia – morada das neves –, sua principal residência e alvo de inspiração dos iogues, sadhus (ascetas virtuosos) e samnyasins (renunciantes da vida mundana).

Shiva, o pai do Yoga, é uma das personalidades mais citadas nos Puranas. Acredita-se que Shiva tenha vivido um período de sua vida nu, com apenas uma fina camada de cinza recobrindo seu corpo – como vivem, ainda hoje, muitos iogues reclusos na Índia – ou como se vestiam os antigos ascetas hindus que moravam nas distantes florestas e nas cavernas do Himalaia.

Muitas vezes, Shiva é representado trajando apenas uma pele de tigre ao redor da cintura e/ou uma espécie de manta – também do mesmo material – em torno do tronco, com um de seus ombros descoberto e com algumas serpentes najas ao redor do pescoço, da cintura e dos braços, e uma lua crescente em seu longo e indisciplinado cabelo.

(Gilberto Coutinho)
(Vya Estelar)

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Você me Trouxe a Paz

Obrigado não é bem a palavra que eu queria lhe dizer.

Eu queria poder encontrar outra forma de lhe falar
o quanto você foi e é importante para mim
e um simples Obrigado não possibilitaria isso.

Um dia eu vi a tristeza chegar de mansinho,
o vento bater na janela, a chuva cair no telhado...
e eu tive medo!

Parecia que tudo a minha volta estava errado,
que o mundo estava virado,
eu não tinha mais aquela alegria de viver,
que geralmente percebemos nos olhos das crianças.

Então, eu te encontrei...
e foi tão estranho porque você sempre esteve ali...
mas só então eu te senti e melhorei.

O sorriso aos poucos foi ficando nos meus lábios,
cada vez que eu te tinha do meu lado.

Hoje eu sei que não importa o tamanho da tragédia,
se você tem um amigo.

E amigo não é só aquele que mora na outra casa,
que você conheceu no trabalho, na escola.

Amigo também é aquele que você tanto ama,
seu namorado ou namorada,
sua mãe, seu pai, avô...

Amigo, pra mim, é você!

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Meu Exemplo

Quem disse
que por de trás daquela barba
que nos arranha o rosto
não tem um coração moleque
querendo brincar?

Quem disse
que por detrás daquela voz grossa
não tem um menino criativo querendo falar?

Quem foi que falou
que aquelas mãos grandes
não sabem fazer carinho se o filho chorar?

Quem foi que pensou,
que aqueles pés enormes,
não deslizam suaves na calada da noite,
para o sono do filho velar?

Quem é que achou
que no fundo do peito largo e viril
não tem um coração de pudim,
quando o filho amado,
com um sorriso largo se põe a chamar?

Quem foi que determinou
que aquele coroa,
de cabelos brancos não sabe da vida
para querer me ensinar?

Pai, você me escolheu filho, eu te fiz exemplo! Feliz dia dos pais, meu PAI.

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Carta Para o Homem que Morreu e Um Pouco de Verdade Viva

Eu passo quieta por você, você passa quieto por mim, e eu ainda escuto o barulho que a gente faz.
E você já abalou tanto a minha vida. Que pena, agora você morreu.
Não morre, por favor. Seja ele, seja o homem que perde um segundo de ar quando me vê.
Mas você nunca mais me olhou quase chorando, você nunca mais se emocionou, nem a mim.
Você nunca mais pegou na minha mão e me fez sentir segura. Nunca mais falou a coisa mais errada do mundo e fez o mundo valer a pena.
Eu treinei viver sem você, eu treinei porque você sempre achou um absurdo o tanto que eu precisava de você para estar feliz.
De tanto treinar acostumei.
Eu só queria que ele aparecesse, o homem que vai me olhar de um jeito que vai limpar toda a sujeira, o rabisco, o nó.
O homem que vai ser o pai dos meus filhos e não dos meus medos.
O homem com o maior colo do mundo, para dar tempo de eu ser mulher, transar para sempre. Para dar tempo de seu ser criança, chorar para sempre.
Para dar tempo de eu ser para sempre.
Cansei de morrer na vida das pessoas. Por isso matei você.
Antes que eu morresse de amor. Matei você.
Eu sei que sou covarde. Surpreso? Eu não.

(Tati Bernardi)

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A Dor Que Dói Mais

Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.

Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.

Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.

Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.

(Martha Medeiros)

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Shiva e as Serpentes

Um certo dia Shiva estava descendo de seu monte Kailasa, e começou a contemplar todas as criaturas. Assim, viu nas selvas dos Himalaias um poderoso leão, respeitado por sua ferocidade e admirado por seu porte, que perambulava pelos intrincados caminhos; observou o tigre, as gazelas, o cordeiro, os pássaros, descobrindo com profunda alegria os cuidados e esmeros que havia tido seu irmão Brahma quando lhes deu suas formas adequadas. Por uma ou outra razão, todos eles eram queridos, procurados e elogiados. Mas, quanto sofreu ao ver as serpentes, fugindo sempre das águias, dos homens de todo mundo!

- Ó Senhor da Piedade! - queixou-se tristemente Takshaka, o rei das serpentes. - Ninguém nos quer; absolutamente ninguém! Homens e animais procuram sempre nos matar! Não há em todo o reino deste mundo, criatura mais desditosa que o réptil...

E o senhor Shiva, com infinito amor, alçou várias delas e lhes disse:

- Como ninguém vos ama, dar-vos-ei meu coração e proteger-vos-ei com todo zelo.

E assim o fez. Para que ninguém as atacasse, acolheu-as junto dele. Timidamente, algumas se enroscaram em seus braços, outras em seu pescoço e cabeça.

Desde aqueles remotos tempos, pintores e escultores vêm fazendo quadros e estátuas do deus Shiva e suas serpentes... Muitos procuram um estranho simbolismo neste fato, cujo verdadeiro significado é o infinito amor que Shiva prodigaliza aos desamparados. Entre estes, também está o homem. O Senhor da Misericórdia, dá abrigo àqueles que o mundo rejeita, pois sabe que o Deus Desconhecido depositou sua essência em todas as criaturas, ainda que estas sejam - na aparência - decrépitas ou mentalmente aleijadas. Eis porque ele também ama os maus:

Logo serão perfeitos - diz suspirando. - Chegarão a descobrir-se e ser realmente o que são, isto é, filhos de nosso Pai Celeste.

Desta forma, Shiva vai de era em era, de cultura em cultura, ensinando às almas o caminho do retorno à Morada Eterna.

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Oração de Boa Semana

Vem Jesus! Vem meu forte Protetor!
Dá a este Teu humilde servo
paz na semana que se inicia.
Inunda meu cérebro de bons pensamentos
e concede a meu corpo saúde e vigor.

Transmite-me Tua força e coragem
e faze-me sentir que estás sempre comigo,
para enfrentarmos juntos, vitoriosos,
os fardos de cada dia.

Abranda minhas agitações e atropelos
e dá-me discernimento para escolher
os caminhos melhores e mais santos,
na vontade do Pai.

Vem filho de Deus!
Fazer desta semana a Tua semana,
para que eu possa repartir o amor que me dás.
E todo o bem que eu fizer, prometo,
será sempre por Ti.

Amém!

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