Mensagem para Pai

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Pai

Quantas e quantas noites em claro acalentando meu choro...
Quantas vezes ajudou-me com os deveres da escola mesmo depois de um dia de trabalho exaustivo...
Ensinou-me que o mais importante na vida é o crescimento interior..
Cultivar amigos sempre...
Buscar sempre o que desejar, porque tudo se torna possível quando se tem vontade e coragem para lutar...
Quando achava que o mundo inteiro estava errado e contra mim, você, com a sabedoria de um mestre encontrava as mais belas palavras para me fazer entender a verdade...

Quando te deixei, jamais esquecerei das suas palavras dizendo: filha lembre-se sempre que você tem duas casas...
Para tudo, Pai, deu-me base e estrutura de conhecimento, sobretudo a como agradecer as pessoas por menor que fosse o seu gesto...

Mas você, meu pai, esqueceu de me ensinar como posso lhe agradecer por tudo isso! Entendo que agora estou crescida precisarei aprender sozinha. Portanto vou começar a aprender a agradecer você com as palavras fluidas do meu coração: PAI, obrigada pela vida, pela atenção, por me fazer enxergar a verdade, a aceitar o que sou e buscar meus objetivos. E principalmente OBRIGADA por ter me dado a oportunidade de ser um pedacinho de você e por ser um pedaço de mim. Amo-te mais do que possa imaginar, e saibas que também sempre terás duas casas, sendo uma delas em meu coração...

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Obrigado, Pai!

Pai, agradeço a você por tudo que hoje sou... se sei o que é ser uma mulher independente, de caráter e personalidade é porque me fez assim.
Só eu sei o quanto está sendo difícil essa vida sem você... sem ter o meu porto seguro, sem ter pra onde correr quando sinto medo à noite, sem ter o seu colo quentinho pra deitar e chorar quando o peito está apertado, cheio de tristezas... Mas, o que fazer se essa tristeza toda é de saudade de você?
Não culpo Deus por tê-lo levado, se isso aconteceu foi porque estava merecendo o seu descanso e a paz. Descanso de uma vida cheia de preocupações e muito trabalho. Sim, porque foi isso que vi a vida inteira. Você trabalhando e, mesmo assim, preocupado se estávamos tendo a vida que queríamos. Sempre me deu tudo de melhor.. você foi e sempre será o melhor pai do mundo. Queria muito ter dito isso olhando nos seus olhos, mas nunca tive coragem. Sei que deve estar vendo eu digitar esse texto, por isso direi: EU TE AMO!!

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Pai Nosso do Skatista

Pai nosso que está no céu
Santificado seja o nosso Skate
Venha a nossa pista de Skate
Sejam feitas nossas manobras
Assim no Street como no Vertical.

As manobras de cada dia e as que nos dai hoje
Perdoai os nossos palavrões
Assim como nós perdoamos aqueles que nos reprimem
Não nos deixais cair no chão
E livrai-nos dos shapes quebrados
Em nome do shape, do truck, dos rolamentos e das rodinhas, Skate!

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Mensagem de Solidariedade para Famílias de Santa Maria

Salmo 42:11 “Porque você esta assim tão triste, ó minha alma? Porque esta assim tão perturbada dentro de mim? Ponha sua esperança em Deus! Pois ainda o louvarei; Ele é o meu salvador e o meu Deus”

Lamentamos e choramos com vocês a perda de seus queridos jovens, que no vigor de sua juventude foram surpreendidos pela fatalidade do acidente ocorrido. Com certeza a dor esta grande e o desespero deseja controlar suas vidas, ora pelas perdas, ora pela indignação causada pela irresponsabilidade do estabelecimento que não ofereceu segurança aos seus queridos.

Como Igreja Metodista no Brasil e em Santa Maria, como escolas Metodistas, Instituto Metodista Centenário e Fames, nos unimos a vocês neste momento de dor e perdas. Não há palavras para expressar nosso desejo de consolo para vocês, por isto recorremos ao Deus e Pai, na pessoa de Jesus Cristo, pois Nele vocês podem encontrar consolo frente às tristezas que invadem seus corações e forças diante das fragilidades que se encontram em todos nós nesta hora.

Sejam fortes na força que está em Deus, sejam consolados pelo consolo que vem de Deus, dos amigos e de seus familiares, recebam todos a graça de Deus e nossa solidariedade.

Contem com a comunidade metodista que se coloca à disposição de vocês com tudo o que é e tem. Nossa solidariedade em Jesus nos permite sentir a dor que está em vocês.
Contem com nossas orações e apoio.

Salmo 30: 5 “O choro pode durar uma noite; pela manhã, porém, vem o cântico de júbilo”.

Fraternalmente em Jesus Cristo,

Bispo Adonias Pereira do Lago – Presidente do Colégio Episcopal
Bispos, Bispa, Pastores, Pastoras, Escolas Metodistas e Colégio Centenário.

(Igreja Metodista)

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A Oração de Maria

Deus. Ó Deus infante. O mais precioso filho do céu. Concebido pela união da graça divina com a nossa desgraça. Durma bem.

Durma bem. Banhado pela fresca da noite cravejada de diamantes. Durma bem, pois o fogo da ira ferve bem perto. Goze do silêncio do berço, pois o ruído do tumulto se faz sentir em seu futuro. Saboreie a doce segurança de meus braços, pois chegará breve o dia em que não poderei protegê-lo.

Descansem bem, mãos pequeninas. Pois apesar de pertencerem a um rei, vocês não tocarão o cetim, não possuirão ouro. Não pegarão numa pena, não guiarão um pincel. Não, suas mãos pequeninas foram reservadas para obras mais preciosas:
tocar a chaga viva de um leproso
enxugar a lágrima triste de uma viúva,
agarrar-se ao chão do Getsêmani.

Suas mãos, tão minúsculas, tão ternas, tão brancas — fechadas hoje em forma de punho infantil. Elas não foram destinadas a empunhar um cetro nem abanar do balcão de um palácio, mas reservadas para o cravo romano que irá pregá-las numa cruz romana.

Durmam bem, olhos pequeninos. Durmam enquanto podem. Pois logo virá a claridade e você vai ver a confusão que fizemos do seu mundo.

Verá nossa nudez, pois não podemos ocultar-nos.
Verá nosso egoísmo, pois não podemos dar.
Verá nossa dor, pois não podemos curar.
Ó olhos que verão o abismo escuro e seu terrível príncipe... durmam, por favor, durmam; durmam enquanto podem.

Fique quieta, boquinha pequenina. Fique quieta boca pela qual falará a eternidade.

Língua minúscula que em breve chamará os mortos,
que irá definir a graça,
que silenciará nossa insensatez.
Lábios de botão — sobre os quais paira um beijo de estrelas concedendo perdão para os que crerem em você, e de morte para os que o negarem — fiquem quietos.

Pezinhos pequeninos que cabem na palma de minha mão, descansem. Pois passos difíceis estão à sua frente.

Sentem o cheiro do pó das estradas que terão de palmilhar?

Sentem a água fria e salgada sobre as quais andarão? Recuam ao sentir o prego que terão de suportar? Temem a descida íngreme pela escada em espiral até o domínio de Satanás?

Descansem, pezinhos pequeninos. Descansem hoje para que amanhã possam andar com poder. Descansem. Pois milhares irão seguir os seus passos.

Pequeno coração... coração santo... bombeando o sangue da vida através do universo: quantas vezes iremos quebrantá-lo?

Você será dilacerado pelos espinhos de nossas acusações.
Você será devastado pelo câncer do nosso pecado.
Você será esmagado pelo peso de sua própria tristeza.
E será traspassado pela lança da nossa rejeição.
Todavia nesse ato de traspassar, nesse último rompimento de músculo e membrana, nessa precipitação final de sangue e água, Ele irá encontrar descanso. Suas mãos serão libertadas, Seus olhos verão a justiça, Seus lábios sorrirão, e Seus pés o levarão para casa.

E ali descansará de novo — desta vez nos braços do Pai.

(Max Lucado)

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É Bom Voltar Para Casa

Piriá e e Smilinguido estavam conversando sobre uma história do Livro da Vida que o mestre tinha contado.
E Piriá disse que já pensou como o filho mais novo da história, que foi embora de casa, porque queria viajar e conhecer o mundo, conhecer novas formigas.
O rapaz na história gastou todo o dinheiro que o seu pai havia dado, e começou a passar fome! Como ninguém o ajudou resolveu voltar para casa para trabalhar como empregado de seu pai, mas ao chegar em casa seu pai ficou tão feliz que fez um festa para comemorar a volta do seu filho!
O Smilinguido perguntou o que tinha feito o Piriá mudar de idéia e ele disse que ainda gostava muito de aventuras, mas que se sentiu igual ao rapaz não quando saiu de casa mas quando voltou, pois ao chegar em casa Piriá recebeu um abraço caloroso de quem o ama, teve comida e uma cama quentinha para dormir, viu seus amigos...
E Piriá entendeu que às vezes queremos coisas que não são tão boas quanto imaginamos. é melhor ficar feliz com o que temos.

(Cristina Welzel da Silva)

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A Dor Que Dói Mais

Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.

Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.

Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.

Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.

(Martha Medeiros)

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Pertencer

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava-se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança.
Mas eu, eu não me perdôo. Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que por vergonha não podia ser conhecido.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho!

(Clarice Lispector)

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Começar de Novo...

É percebermos que nenhuma dor será eterna, nem nos impedirá de prosseguirmos em nossa jornada.

É descobrirmos que os fantasmas que nos assombram, desaparecem quando passamos a nos sintonizar com a fé e sentimos todo o seu poder de renovação.

É quando percebemos que as dificuldades irão sim, chegar à nossa vida, mas que temos internamente toda a força para vencê-las e avançar adiante.

Começar de novo é sentirmos a cada manhã, uma nova maneira que o Pai encontra para se aproximar de nós e assim, nos envolvermos em Sua proteção.

É saber que estamos em um mundo de provas, e que estas, na verdade, são os nossos aprendizados para a evolução espiritual.

É não desanimarmos quando a derrota nos surpreender, mas sim, praticarmos a reflexão, renovarmos as forças e descruzarmos os braços, perseverando no caminho que está a nossa frente.

É chegarmos ao fundo do poço, mas ao invés de lá permanecermos, preferirmos nos aliar à esperança e enxergarmos uma luz nos ajudando a nos reerguer.

Começar de novo é admitirmos um erro praticado, mas sem culpas ou remorsos, apenas com a determinação de continuarmos praticando nossa reforma íntima.

É compreendermos que alguns sonhos não serão realizados, mas mesmo assim, abraçarmos a vida, sentindo toda a sua beleza e a reconhecendo como um dádiva do Pai.

É passarmos pelo sofrimento, mas ao invés de guardarmos marcas profundas em nosso coração, buscarmos abrir as portas do nosso íntimo, para que assim, a luz retorne.

Começar de novo é irmos ao chão, derramarmos lágrimas, mas depois, voltarmos a acreditar, voltarmo-nos para o Alto, avistando o amparo divino e não esquecendo de que confiantes e perseverantes, passamos pelas trevas.

É encontrarmos espinhos, até nos machucarmos, mas não desistirmos de caminhar, porque só assim, chegaremos a um novo horizonte, onde as flores nos rodearão.

É modificarmos o rumo da nossa história, é desenharmos um arco-íris onde reina a escuridão, é expressarmos um sorriso em nossa face, compartilharmos com nosso semelhante a fraternidade ensinada pelo Mestre Jesus, praticarmos os pequenos e simples gestos que fazem a alegria nascer em nossas vidas e não nos esquecermos de semear o amor, porque só ele a tudo transforma.

É aceitarmos que o ontem se foi, o amanhã só será reflexo dos nossos atos e fazermos do agora, o momento mais importante das nossas vidas, e buscarmos semear os bons frutos que almejamos.

Começar de novo é entendermos que podemos modificar o ambiente que nos encontramos, semeando os bons sentimentos que existem em nosso íntimo.

É contagiarmos a todos com nosso otimismo e esperança de um novo amanhecer.

Começar de novo é termos a convicção de que somos espíritos eternos e que ainda temos muito a realizar, porque a cada instante, novas portas se abrem.

Começar de novo é a cada dia, abraçarmos nossa vida, reconhecendo a grande oportunidade que o Pai nos concede.

E assim, caminharmos confiantes, porque podemos sim, começar de novo e jamais nos encontraremos sozinhos diante desse recomeço, porque o Pai habita dentro de cada um de nós.

E sempre estará conosco...

(Sônia Carvalho)
(Somos Todos Um)

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Você me Trouxe a Paz

Obrigado não é bem a palavra que eu queria lhe dizer.

Eu queria poder encontrar outra forma de lhe falar
o quanto você foi e é importante para mim
e um simples Obrigado não possibilitaria isso.

Um dia eu vi a tristeza chegar de mansinho,
o vento bater na janela, a chuva cair no telhado...
e eu tive medo!

Parecia que tudo a minha volta estava errado,
que o mundo estava virado,
eu não tinha mais aquela alegria de viver,
que geralmente percebemos nos olhos das crianças.

Então, eu te encontrei...
e foi tão estranho porque você sempre esteve ali...
mas só então eu te senti e melhorei.

O sorriso aos poucos foi ficando nos meus lábios,
cada vez que eu te tinha do meu lado.

Hoje eu sei que não importa o tamanho da tragédia,
se você tem um amigo.

E amigo não é só aquele que mora na outra casa,
que você conheceu no trabalho, na escola.

Amigo também é aquele que você tanto ama,
seu namorado ou namorada,
sua mãe, seu pai, avô...

Amigo, pra mim, é você!

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Ensinamento Will Smith

Um Verão, o pai do Will Smith derrubou um muro de tijolo em frente ao seu negócio e pediu ao pequeno Will (12 anos na altura) e seu irmão de nove anos para reconstruir esse muro. Eles disseram que era uma tarefa impossível, mas depois de um ano e meio eles conseguiram.

"O meu pai me disse: Nunca diga que há algo que você não pode fazer."
(...)

Na verdade você não tenta construir um muro. Você não pode dizer: eu vou fazer um muro grande e incrível, o maior que já foi construído. Você diz: Eu vou colocar este tijolo da forma mais perfeita que um tijolo pode ser colocado. E você faz isso todos os dias e logo você terá um muro.
(...)

Minha avó costumava dizer: Se você vai estar aqui, então há uma necessidade de fazer a diferença. Ela sempre incutiu a responsabilidade espiritual que você tinha que melhorar qualquer grupo com o qual estivesse em contato.
(...)

Eu quero fazer o bem. Eu quero que o mundo seja melhor, porque eu estive aqui.
(...)

Eu quero que a minha vida, meu trabalho e minha família signifiquem alguma coisa. Se você não está fazendo a vida de alguém melhor, você está perdendo seu tempo. Sua vida vai se tornar melhor, fazendo outras vidas melhores.

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A Mula

Uma mula, sempre folgada, por não trabalhar e ainda assim ganhar generosas quantidades de milho como ração, vivia orgulhosa dentro do curral. Era toda vaidosa, e comportava-se como se fosse o mais importante animal do grupo. E confiante, falava consigo mesma:

Meu pai com certeza foi um grande e Belo Raça Pura. Fico orgulhosa por ter herdado todo seu espírito, graciosidade, resistência e beleza.

Pouco tempo depois, ao ser levada a uma longa marcha, como um simples animal de carga, cansada de tanto caminhar, exclama desconsolada:

Talvez tenha cometido um erro de avaliação. Meu pai, pode Ter sido apenas um simples Burro de carga.


Moral da História: Ao desejar ser aquilo que não somos, estamos plantando dentro de nós a semente da frustração

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Meu Guia Eterno

Meu GUIA ETERNO,
exemplo de bondade
disposto a ajudar aquele que precisa.

Meu PAI querido
com o dom de consolar
me ensina a amar e a perdoar.

GRANDE HOMEM
nos torna para sempre criança
nos dá carinho, afeto e esperança...

Com amor de filho
escrevo esse verso
para que saiba o quão te admiro.

Agradeço pela SORTE que tenho
por ter uma pessoa assim ao meu lado.

Desejo a todos a mesma sorte
De poder amar...
Ser amado ...
E ser querido por uma pessoa
que é tão importante como você.

EU TE AMO PAPAI!

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Meu Exemplo

Quem disse
que por de trás daquela barba
que nos arranha o rosto
não tem um coração moleque
querendo brincar?

Quem disse
que por detrás daquela voz grossa
não tem um menino criativo querendo falar?

Quem foi que falou
que aquelas mãos grandes
não sabem fazer carinho se o filho chorar?

Quem foi que pensou,
que aqueles pés enormes,
não deslizam suaves na calada da noite,
para o sono do filho velar?

Quem é que achou
que no fundo do peito largo e viril
não tem um coração de pudim,
quando o filho amado,
com um sorriso largo se põe a chamar?

Quem foi que determinou
que aquele coroa,
de cabelos brancos não sabe da vida
para querer me ensinar?

Pai, você me escolheu filho, eu te fiz exemplo! Feliz dia dos pais, meu PAI.

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Não Importava se Tinha Razão

Não importava se tinha razão, devia me calar. No meu tempo, ser educado era ficar em silêncio. Na mesa, não podia emitir som que não fosse da natureza do garfo e da faca. Criança aceitava, não falava. Como um bicho doméstico, um galo, um cachorro, um gato, um canário belga. Encabulava quando raspava a louça, arranhava as rodas ao estacionar no meio-fio do prato. Meu pai falava sem parar dos negócios, dos vizinhos, do futebol e eu escutava com continência e louvor. Nunca me passou pelos ouvidos nenhuma pergunta inteligente para fazer, até porque as perguntas inteligentes surgem das bobagens e não corria riscos. Se as conversas tivessem sido gravadas na época, descobriria que não apareci na própria infância. Entrava com um “obrigado” e saía no “com licença”. Não questionava os hábitos, preocupado em me ver livre o mais rápido possível daquela cena. Não sabia como viver para me sentir morto. Não sabia como morrer para me sentir vivo. Meus bolsos cheios de bolas de gude para acompanhar as mãos. Os bolsos do meu pai cheios de chaves para desafiar as mãos. Os bolsos de minha mãe cheios de pedras do terço para esquecer as mãos. A sobremesa era sagu ou arroz de leite, que comia com vagar e ódio, já que consistia na mesma merenda da escola. Passava o dia comendo sagu ou arroz de leite. A canela em cima do doce me arrepiava de careta, emburricava a respiração. Me censurava antes da censura, me proibia antes da negação, me cavava antes de ser enterrado. Pensativo como quem se penteia no espelho. Prestativo como quem tem culpa por crescer. Nas saídas em família, permanecia igualmente calado, omisso, aceitando que as pessoas secassem seus dedos no meu rosto em cada encontro. Quando recebia um elogio público de comportado, o pai sorria, a mãe sorria, e bem que tentava sorrir, mas os dentes eram de leite e logo cairiam. Nunca levantei a voz. Falava para dentro, com a cabeça inclinada de cavalo cansado. Tinha serenidade porque não encontrava outro sentimento para colocar em seu lugar. Não havia estômago para chegar ao fim da esperança. Não estava escuro para me defender com vela, muito menos claro para procurar sombras. Conhecia de cor o ato de contrição, apesar da dificuldade de inventar pecados. A humildade lembrava covardia, o que explica minha vontade insana de fazer calar esse tempo, o meu tempo de camisa fechada até o último botão.

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