Todos dizem que sogra é chata e quem sou eu para discordar, mas não trocaria a minha por nada deste mundo, pois seus defeitos não são muito difíceis de suportar.
Você me deu uma filha maravilhosa com quem casei e sou feliz. Isso já seria motivo suficiente para lhe estar grato, mas tenho que confessar, você acima de tudo é amiga e uma pessoa com bom coração.
Chata seria a nossa vida se você não estivesse por perto.
Quem diria que uma amizade nascida assim, através da internet, poderia me dar tantas alegrias? Você tem sido um excelente amigo, um confidente, uma pessoa em que eu posso confiar, mesmo não conhecendo pessoalmente. Fico feliz de saber que é possível manter uma amizade real com um amigo virtual.
A tecnologia realmente possibilitou que eu tivesse em minha vida alguém que se tornou tão importante. Eu agradeço muito pela sua amizade, paciência e interesse em me "ouvir". Muitos amigos reais não têm a mesma paciência que você.
Obrigada, você é realmente muito importante para mim. Espero que em breve possamos nos conhecer pessoalmente. Um abraço forte, ainda que virtual!
Em alguns momentos de vida, é preciso saber a hora de colocar um ponto final e fechar certos capítulos da sua vida para poder começar outros. Enquanto você continuar olhando para o passado e relendo os capítulos anteriores, não conseguirá avançar.
Por mais difícil que pareça, há momentos na vida em que é preciso tomar decisões e muitas vezes, a decisão mais acertada é desistir de algo, porque a vida é muito mais como você reage ao que lhe acontece do que acontecimentos em si.
A vida é feita de momentos, e não se deve esperar por eles, deve-se criá-los. E se você fica demasiado preso ao passado, acaba por ficar fechado a novas possibilidades e momentos.
Algumas vezes, a nossa única saída é fazer algo que tememos. E fechar capítulos é uma dessas coisas. Mas aprenda a colocar pontos finais. Saiba quando deve desistir de algo. Aprenda a virar a a página para começar um novo capítulo.
Eu não te culpo de nada,
mas você tem que entender.
Talvez eu tenha cehgo na hora errada,
ou talvez não mereça você.
Fiz tudo que podia para ter você comigo,
mas você só me vê como um amigo.
Te dei toda minha atenção,
todo meu carinho.
E assim, devagarinho, quis te dar até meu coração.
Sei que já tem gente no seu caminho.
Mas vou lhe dizer uma coisa,
Talvez até seja um favor,
Pois só quero te ver feliz
Mesmo que não seja com o meu amor!
Sabe, senhor, ainda não entendi, viemos à praça, pensei ser um passeio, estranhei, ele não tinha esse hábito, mas fui, feliz. Lá chegando, me deu as costas, entrou no carro e nem me disse adeus. Olhei para os lados, nem sabia o que fazer. Ainda tentei segui-lo, quase fui atropelado.
Que teria feito eu de tão mau? À noite, quando ele chegava, abanava o rabo, feliz mesmo que ele nunca viesse no quintal me ver. Às vezes, eu latia, mas tinha estranhos no portão, não poderia deixá-los entrar sem avisar meu dono.
Quem sabe foi minha dona que mandou, devia estar dando trabalho. Mas não as crianças, elas me adoravam. Como sinto saudades! Puxavam-me a cauda às vezes eu ficava uma fera, mas logo éramos amigos novamente. Creio que elas nem sabem, devem ter dito que fugi.
Estou faminto, só bebo água suja, meus pelos caíram quase todos, nossa, como estou magro! Sabe, Pai, aqui nesse canto que arrumei para passar a noite, faz muito frio, o chão está molhado. Creio que, hoje, vou me encontrar contigo, aí no céu meu sofrimento vai terminar, mesmo em espírito vou ter permissão para ver as crianças.
Peço-vos, então, não mais por mim, mas pelos meus irmãozinhos:
Mandem-lhes pessoas que deles tenha compaixão, como eu, sozinhos não viverão mais que alguns meses na terra do homem. Amenize-lhes o frio, igual o que agora sinto, com o calor de atos de pessoas abençoadas. Diminua-lhes a fome, tal qual a eu sinto, com o alimento do amor que me foi negado. Mata-lhes a sede, com a água pura de seus ensinamentos transmitidos ao homem.
Elimine a dor das doenças, estripando a ignorância da terra. Tire o sofrimento dos que estão sendo sacrificados em atos apregoados como religiosos, laboratórios e tudo mais. Tirando das mãos humanas o gosto pelo sangue. Ampare as cachorrinhas prenhas eu verão suas crias morrerem de fome, frio e pestes sem nada poderem fazer.
Abrande a tristeza dos que, como eu, foram abandonados, pois, entre todos os males o que mais me doeu foi esse. Receba, Pai, nesta noite gélida, a minha alma, pois não mais será meu sofrimento, mas dos que ficarem e por eles vos peço.
Nota: Ouço essa oração dos cães moribundos que vejo pelas ruas.
Fonte: Associação Protetora dos Animais São Francisco de Assis.
O dia de hoje é uma nova dádiva que Deus entrega em nossas mãos. Todos os dias são uma bênção, uma oportunidade de ser feliz e por isso devemos agradecer sempre.
Tenham um bom dia e lembrem-se sempre que Deus estará olhando e protegendo a todos. Agradeçam pelo dom da vida para seguirmos em harmonia em mais um dia!
Posso viver mil anos, mas sei que nunca acharei um amor tão especial e incondicional como o que sinto por você, meu pai!
Não quero que me toque
Afasta-te de mim
A mágoa
Ainda está muito presente
Em meu peito
As palavras que dissestes,
Num rompante de furor,
Deixaram marcas profundas
Em meu coração
Eu não as merecia.
Não mesmo.
Sempre estive ao teu lado
Nos momentos mais difíceis
De tua vida
Abdiquei do meu prazer
Para poder dá-lo a você
E o que ganhei em troca?
Tuas palavras de escárnio
E de repúdio
Vai-te!
Desapareça de minha frente
Pode ser que o tempo
Venha amenizar esta raiva
Que sinto por dentro
Mas tenho certeza
Que isto não acontecerá agora.
(Cleide Jean)
(Instantes Pequenos)
Se perdão tenho mesmo que pedir
Pedirei unicamente a você
Esse perdão.
Tenho muito que sentir
Porque se trata do meu bem querer.
Peço perdão por ter amado tanto você
E desse amor nunca lhe ter falado.
Os amigos de tudo sabiam, contanto
Que silêncio fizessem,
E com esse silêncio contei.
Nunca me atreveria a lhe expressar
Esse amor, de tão proibido que era,
Mas agora já posso com singeleza falar
Dessa paixão que tanto me atormentou.
Pudera!
Não se magoe comigo por isso,
Pois foi o pudor que me impediu
De comentar algo com você nesse sentido
E considere, meu coração quase partiu!
Valeu a pena esperar, contudo,
Pois agora você é para sempre meu tudo!
Nosso trabalho ganha um significado muito maior quando é reconhecido por clientes como você e, por isso, nós agradecemos muito!
Saber que temos a sua confiança e preferência nos incentiva para continuarmos nosso trabalho e buscar novas formas de satisfazer suas necessidades.
Desejamos muito sucesso para você, pois a suas conquistas também são nossas! Muito obrigado!
Não sei como começar a descrever tudo que você significa para mim. Hoje, estamos aqui, olhando nos olhos um do outro, prestes a embarcar em uma grande aventura e eu só consigo agradecer por tudo que vivemos juntos.
Foram anos lado a lado, compartilhando um amor sincero e um sentimento único. Você me completa e eu tenho certeza que faço o mesmo. Nós somos perfeitos um para o outro e tenho certeza que esta jornada será incrível.
Você é meu grande amor e isso me basta. Meu coração será eternamente seu e eu estarei sempre aqui para tudo. Amo você, amor da minha vida!
Neste Dia de Finados quero lembrar quem não está mais entre nós, mas para sempre viverá na minha memória.
A vida do samurai andava um inferno.
Dúvidas sobre o Bushido lhe atormentavam. Para ter paz, precisaria aprender mais sobre um dos princípios deste código dos samurais.
O guerreiro precisava aprender sobre compaixão. Ele nunca teria paz se vivesse apenas pela coragem e disciplina. A compaixão era um dos valores que norteavam o caminho do cavaleiro, o Bushido.
Aquele samurai se perguntava se não teria desviado do caminho ao cortar cabeças indefesas e não ajudar inimigos em dificuldades. Teria ele perdido o poder da compaixão? Teria ele perdido a honra? Por que sua vida estava um inferno e como seria alcançar o céu?
As dúvidas levaram o guerreiro em busca de um local sagrado – na esperança de encontrar um mestre que o tirasse de seu inferno e lhe ensinasse o que era o céu. Enquanto ia se aproximando do templo zen budista os lavradores se afastavam daquele homem. Chegando lá, o samurai exigiu ser levado à presença do monge chefe. Este ensinava na cozinha. O homem armado de espada ouviu os ensinamentos do outro, armado de uma colher. O mestre ensinava os aprendizes sobre a importância de transformarem em prática o pensamento zen. A importância de praticarem de fato o que quer que fossem ensinar. O mestre zen parou de falar e com sua colher remexeu cuidadosamente o cozido de legumes na panela. Voltou a falar do aspecto sagrado de cada ação cotidiana, que a prática da preparação diária do alimento é a mesma prática do caminho da iluminação.
“Pense que as panelas são você mesmo... Veja que a água é a sua própria vida...”
E voltou a mexer o cozido, borrifando temperos que ao caírem na panela exalaram vapores aromáticos...
Só que o samurai não queria saber de prática de “mestre cuca” coisa nenhuma! Ele não queria perder tempo da sua “busca espiritual” com futilidades diárias como culinária. Rompeu o silêncio dos vapores:
- Mestre: quero que me ensine sobre a compaixão. Quero que me ensine sobre o céu e o inferno.
O monge olhou longamente para o samurai. Reparou em seu calçado enlameado, em sua espada embainhada, em sua mente inquieta.
- Você não vai encontrar o que busca. Como posso ensinar a pureza e a beleza da compaixão a um homem com a bota, a espada e a mente completamente sujas? Sua presença deixa este templo feio e sujo. Seria melhor que saísse daqui agora!
O sangue do samurai se aqueceu mais rápido do que as panelas e em dois movimentos ele desembainhou a espada e preparou o ataque certeiro que faria rolar a cabeça daquele monge que desrespeitava a honra de um cavaleiro que, por sua vez, se afundaria ainda mais em seu inferno.
O monge permaneceu parado e quieto, mirando o outro com profundidade. Com a espada viajando pelo ar a poucos centímetros do seu pescoço, disse:
- Espere. Agora você já sabe o que é o inferno. Isto é o inferno!
O astuto espadachim fez parar sua katana antes dela atravessar a pele. Ficou espantado com a coragem e dedicação do mestre ao ensinar. O monge colocava suas palavras e sua própria vida à serviço do outro. Entendeu que a sua maior desonra não seria receber um insulto e sim praticar um ato violento.
O desejo de paz invadiu o guerreiro. Uma onda de compaixão o arrebatou.
O monge, enfim, enxergou o olhar iluminado e compassivo do samurai:
- Agora você já sabe o que é compaixão. Isto é o céu.