A Água


Sagrado e precioso líquido que muitos não dão a devida importância.
A água é imprescindível para qualquer espécie de vida existente na terra.
A água que lava a ferida, que sacia a sede, que banha o corpo cansado e suado da lida terrena.
Tudo à vossa volta clama por ela.
A água é vosso alimento, vosso remédio e, até mesmo, vosso divertimento.
Como é bom e saudável um banho de rio, mar ou cachoeira!
Quantos irmãos sofrem por não possuir essa dádiva divina!
Roguemos ao Pai por tantos que sofrem por não possuir a bendita água, nem mesmo a das chuvas.
Senhor, não permiti que vossos filhos padeçam com a secura do coração e dos sentimentos de fraternidade. Banhai-os com vossa doçura. Derramai sobre tantos corações endurecidos, o bálsamo do vosso amor.

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Quando falamos de avivamento ou despertamento, sempre vem à nossa mente a idéia de manifestações poderosas e visíveis do Senhor, sempre pensamos em Deus agindo de maneira grandiosa através do Seu Espírito Santo. Realmente, às vezes, o Senhor se revela de maneira poderosa e visível em nossas vidas. Mas isso nem sempre é assim. Às vezes, Deus também age de maneira diferente, e um despertamento pode se manifestar de maneira bem diversa. Quando acontece isso? Quando Deus decide deixar um despertamento acontecer em pequena escala, dentro da vida de uma só pessoa.

Avivamento significa em primeiro lugar que os crentes mornos, cansados, despertem para uma nova vida espiritual e entrem outra vez em contato com rios de água viva. Ou expressando-o com uma passagem bíblica: ... a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus (Cl 3.3). Esse é quase sempre o início de um avivamento. Mas nós pensamos sempre em acontecimentos espetaculares quando falamos em rios de água viva e em despertamento. Entretanto, o acontecimento maior e mais espetacular é quando filhos de Deus que estavam mornos e cansados espiritualmente se tornam outra vez ardorosos pelo Senhor; quando em suas vidas começam a jorrar outra vez os rios de água viva.

(Marcel Malgo)

Quando estamos aborrecidos, é fácil culpar os outros. Entretanto, a verdadeira causa dos nossos sentimentos está dentro de nós.

Por exemplo, imagine-se como um copo de água. Agora, imagine que os fatos negativos do passado formam uma sujeira que se deposita no fundo do copo.

Depois, pense nos outros como colheres. Quando alguém se mexe, a sujeira deixa a água turva. Pode parecer que foi a colher que fez isso - mas, se não houvesse a sujeira, a água permaneceria transparente, apesar de tudo.

A chave, portanto, é localizar sua sujeira e trabalhar ativamente para removê-la.

Um lobo, muito ferido devido às várias mordidas de cachorros, repousava doente e bastante debilitado em sua toca.

Como estava com fome, ele chamou uma ovelha que ia passando ali perto, e pediu-lhe para trazer um pouco da água de um regato que corria ao lado dela.

Assim, falou o lobo, se você me trouxer água, eu ficarei em condições de conseguir meu próprio alimento.

Claro, respondeu a ovelha, se eu levar água para você, sem dúvida eu serei esse alimento.

Moral da História:
Visite: Mensagens, Papel de Parede, Videos Um hipócrita não consegue disfarçar suas verdadeiras intenções, apesar das palavras gentis.

Amazônia rara essência,
contraste da natureza
idiossincrasia exuberante
filho da grandeza
do verde brilhante

Da relva negra, da selva nua.
Reflexo da lua,
Ser do Ser.
Existir não viver,
simplesmente contemplar-se de prazer.

Canoa na chuva, impiedosa nuvem,
remo-homem

Amazônia ... água

cálida transparência,

Homem-água rara essência.

Um cachorro, que levava na boca um pedaço de carne, ao atravessar uma ponte sobre um riacho, vê sua imagem refletida na água. Diante disso, ele logo imagina que se trata de outro cachorro, com um pedaço de carne maior que o seu.

Então, ele deixa cair no riacho o pedaço que carrega, e ferozmente se lança sobre o cachorro refletido na água, para tomar o pedaço de carne que pensa ser maior que a sua.

Agindo assim ele perdeu a ambos. Aquele que tentou pegar na água, por se tratar de um simples reflexo, e o seu próprio, uma vez que ao largá-lo nas águas, a correnteza levou para longe.


Moral da História: É um tolo e duas vezes imprudente, aquele que desiste do certo pelo duvidoso.