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i-Ching

A história do I ching é quase tão antiga como a da civilização chinesa, e a forma exata de como foi criado é um mistério até hoje. Podendo ser comparado com a bíblia apesar de algumas diferenças, por exemplo: O I Ching não é um livro religioso, pelo contrario, é compatível com todas as crenças e também com a total ausência de crenças.
O que se sabe do I Ching é que seu surgimento está ligado aos primórdios da civilização chinesa. Artefatos encontrados no oriente sugerem que os primeiros relatos do I ching surgiram na época do imperador amarelo (Huang Ti) há cerca de 4 500 anos. Essa na verdade é a primeira vez que o I Ching chega aos papéis, mais ele é muito mais antigo. sendo antes transmitido oralmente. No inicio, seus símbolos eram desenhados em ossos ou conchas de tartarugas.
Princípios do I Ching
Para o I Ching nada acontece por acaso, se alguém se propõe a formular uma pergunta, então uma série de eventos únicos o levara a resposta que mais se adequar a situação.
O I Ching não é para ser usado por aqueles que não o entendem ou que não gostam dele, ele deve ser usado apenas por pessoas interessadas em obter uma resposta profunda, A pessoa também não deve achar que o I Ching é verdadeiro, esse não é o objetivo do I Ching, o maior dos objetivos e ajudar alguém em uma situação em que ela não sabe o que fazer, normalmente as respostas do I Ching são complexas e profundas, então este não deve ser usado por pessoas sem maturidade, pois tratasse de uma arte muito séria de milhares de anos de idade. Se seus ensinamentos de nada valessem, ele não teria durado até hoje.
O caminho sugerido pelo I ching nem sempre é fácil porque, segundo seus ensinamentos, não há como escapar de um problema. Devemos suportar nossas cargas e agir de acordo com as nossas responsabilidades. Só, então, Chegaremos a um acordo com a vida e com tudo o que ela nos traz. Não há atalhos disponíveis, nem remédios milagrosos ou programas de computador, que possam nos levar ao caminho verdadeiro. Só depende de nós.
Consulta
Realizamos rituais diários para consulta ao Oráculo I-Ching. Seu método nos permite buscar respostas ora materiais, ora espirituais para nossas perguntas.
As respostas buscadas através de i-ching devem ser perguntas complexas voltadas para si mesmo.
O I-Ching é altamente sincero, não se surpreenda caso receba respostas sinceras demais. Ele não busca agradar a você, e sim, responder suas perguntar com base em todo conhecimento milenar.
Errado: Vou conseguir um novo emprego?
Certo: Como devo agir para buscar o emprego que almejo?
Errado: Minha namorada está me traindo?
Certo: Como está sendo correspondido meu sentimento em relação ao meu relacionamento com tal pessoa?
Errado: Vou ganhar muito dinheiro?
Certo: Qual o próximo passo para meu sucesso financeiro?

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Manter a Fé

Um homem tinha tudo o que sempre quis e imaginou ter na vida. Seus sonhos eram realizados, sua família muito grande e bonita e os seus bens não paravam de crescer. Ele possuía tudo e sua saúde também era inabalável.

Um dia, porém, como uma desgraça repentina, este homem perdeu absolutamente tudo. Ficou na miséria e ainda teve a saúde afetada por uma doença terrível. Ele ficou praticamente só, caído, desanimado e desejando até mesmo a própria morte.

Apesar da atualidade do fato, este caso ocorreu há milhares de anos com um homem chamado Jó. Esse personagem está descrito na Bíblia como uma pessoa justa e reta diante de Deus e que procurava se desviar do que manchava a sua fé (Leia Jó 1:8). No entanto, isso não foi suficiente para mantê-lo longe da tristeza que lhe abateu nem da falta de esperança que se aproximava cada vez mais forte.

Houve situações em que ele lamentava e chorava, em outras amaldiçoava o dia em que nasceu, lembrava-se do período em que era rico e feliz ao lado da família e afligiu-se tanto até que finalmente perdeu a esperança na vida, mas escolheu mantê-la.

Se ocorresse de Jó se matar, o caso dele seria mais um (como acontece em nossos dias) de pessoas que, por perderem tudo, ou por causa de traição e decepção, ou mesmo por uma falta de sentido à vida, não conseguem mais manter a fé, nem em Deus nem em si mesmas, e que por isso escolhem acabar com ela.

Jó, porém, não perdeu a fé. E, apesar de tanto sofrimento, a proclamou quando disse: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus” (Jó 19:25-26)

Qual é a situação em que você se encontra no momento? A falta de esperança tem lhe tirado o sono e lhe trazido peso? Como voltar a ter fé, mesmo em um momento de desespero e angústia?

Faça como Jó: declare a sua fé e clame ao mesmo Deus que o tirou do pó e lhe restituiu tudo o que havia perdido, principalmente, a paz.

(Jaqueline Corrêa)
(Arca Universal)

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Pensando Alto Sobre Avivamento

"Todo avivamento genuino precisa realçar esse Deus sublime em amor, graça e soberania". (J. Edwards)

Avivamento é a intervenção de Deus em uma igreja morna, que convive de modo amistoso demais com o mundo em decomposição moral e espiritual. Fico pensando que tempos em tempos quando a medida da ira do Senhor em relação ao pecado sobeja em uma proporção divinamente impossível de suportar, Deus se agracia de si mesmo em enviar sobre os homens um "batismo de fogo e de poder".

Tenho me convencido de que, não se trata de maneirismos humanos ou traquejos de nossa humanidade perdida e caída, avivamento é coisa de Deus! Eu paro a fim de ler sobre avivamento e confesso, tenho dificuldades de segurar as lágrimas, pois começo a imaginar Deus se derramando como foi em 1904 na experiência de Evan Roberts, o galês que orava, "Senhor, dobra-me...". Esse clamor, que foi apenas um dos tantos que noticiamos nas histórias dos grandes avivamentos expressa um desejo de quebrantamento que supera, em muito aquilo que estamos vivendo em nosso tempo onde a mentira da prosperidade financeira como sinal da benção de Deus faz a cabeça dos Edir Macedos, RR Soares e tantos outros tresloucados de plantão!

Nos avivamentos os crentes não se preocupam com a terra, com os negócios, com as conquistas meramente materiais, eles não se punham a construir catedrais, eles oravam e movimentavam toda uma região com os valores impactantes do evangelho. O que acontecia nos tempos áureos dos avivamentos é uma repetição de Atos dos Apóstolos quando as multidões diziam a respeito dos cristãos: "eis os que os tem alvoraçado o mundo (colocado-o de pernas para o ar) chegaram também até nós" (Atos 17.6).

(a) O mundo mudava em tempos de avivamento.

Isso foi estampado na Inglaterra no século XVII, quando os irmãos Wesley viajavam no país inteiro com as suas mensagens proclamadas nas praças, nos púlpitos e nas saidas das minas de carvão. Temos relatos de homens que com seus rostos empretecidos de carvão choravam copiosamente, com as lágrimas fazendo caminho brancos em seus rostos! Aleluia! Homens quebrantados pelo calor da mensagem e pela luz que vinha do entendimento do propósito maior de Deus ao criar o ser humano: tê-lo para si em intimidade!

(b) A igreja era balançada em tempos de avivamento.

Já não havia mais concessões a respeito do pecado. Congregados irregenerados não conseguiam assentar à mesa do Senhor para cear. Tudo era muito sério. Solene. Apoteótico. A vida da igreja era vivida na perspectiva dos santos. Hoje como carecemos de um avivamento! Há meninos nos púlpitos! Há moleques nos ministérios de música! Há crianças no diaconato! Não dá para mantermos esse estado de coisas, é tempo de uma intervenção radical de Deus tirando do meio de nós tanto joio, tanta gente perniciosa que só abre a boca para criticas mordazes e expressões de ridicularização de suas lideranças pastorais!

(c) O coração era moído em tempos de avivamento.

E sabe porquê? Pelo senso de eternidade, de seriedade em relação à vinda do Senhor Jesus. Richard Owen Roberts, um avivalista que conheci recentemente pelas minhas leituras sobre o tema do avivamento disse algo extremamente relevante: "Não há como escapar do fato de que a questão do juizo faz parte integral da vida de um verdadeiro discipulo de Jesus. Uma das razões por que precisamos tanto de um avivamento hoje é justamente por termos deixado de lado esta questão de juízo e por o considerarmos como algo tão irrelevante para a vida do cristão."

Isso é sério, em tempos de avivamento as pessoas viviam na iminência do juízo de Deus e tremiam de pavor em relação ao dia da grande prestação de contas diante do Deus altíssimo. Hoje o que temos é a banalização da vinda do Senhor Jesus, e já há até alguns renomados professores de seminário que já não creêm mais no arrebatamento da igreja!

Pensei alto demais já... paro por aqui... mas prossigo no entendimento de que precisamos orar como Habacuque: "Eu ouvi, Senhor, a tua fama, e temi; aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos; faze que ela seja conhecida no meio dos anos; na ira lembra-te da misericórdia" (Habacuque 3.2).

(Ezequias A. Marins)
(Mensagens Bíblicas)

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Encontrando a Fé

Sempre me questionei o que é a fé, devido à profunda abstração deste substantivo – fé. Então, procurei saber o que é a fé na bíblia: Hb: 11:1 “Ora, a fé é a certeza das coisas que se esperam e a convicção dos fatos que se não veem”. Mas, precioso conceito bíblico não repercutiu profundamente em minha alma imediatamente.

Então, continuei a procura deste conceito tão abstrato, do que seria fé, pois sem ela é impossível agrada a Deus. Compreendi a fé natural: que amanhã vai chover (no verão sempre costuma chover à tarde, é a famosa chuva de verão, intensa e passageira). Mas, isso não era a fé de hebreus 11:1.

Então numa pequena digressão pensei que a vida muitas vezes se assemelha a uma peça de teatro. Nascemos como atores/figurantes, seria a infância, temos pouca participação naquilo que desejamos. Não escolhemos a roupa que vestimos, a escola que estudamos, os amigos, enfim tudo nos é alheio. Nesta época da vida quem toma as nossas decisões são os nossos pais e diga de passagem: são diretores em experiência da sua própria peça. Mais crescidos, começas a ensaiar a peça da nossa vida com uma fala individual aqui e ali. Não somos ainda o ator principal, mas também não somos os meros figurantes, talvez seja a adolescência da nossa vida. Após isso conseguimos o papel na vida de ator coadjuvante e na sequencia finalmente de ator principal e diretor da nossa própria existência, enfim a vida adulta plena.

Mas, ocorre que no palco da nossa existência, algumas vezes o roteiro sai da nossa direção quando acontece algo: uma doença terminal, um acidente automotivo grave, uma tragédia, uma passagem de quase morte. Percebemos então que o roteiro da nossa vida, naquela oportunidade, não está em nossas mãos, mas nas mãos do único roteirista de todo ser que é vivo - Deus. Do Deus que feito homem (Jesus, o Cristo) muito nos amou. Sendo que Ele sabe a história da nossa vida, ontem, hoje e no futuro. Adquirimos a plena consciência que no universo (físico e espiritual) tem um Deus Trino (Pai, Filho e Espírito Santo) que tudo sabe tudo ouve, tudo vê, enfim tudo conduz com muito amor.

Quando temos essa percepção e entendemos novamente que somos atores da nossa vida, mas que o roteirista e diretor é Deus. Então, o grande Deus nos dá um sentimento, uma “certeza das coisas que se esperam (futuro) e a convicção dos fatos que se não veem” (você sabe o que vai acontecer no plano de Deus e no plano da sua vida), então encontramos a nossa fé. E dizemos profetizando: eu não vou morrer desta doença maldita, eu não vou ser privado da minha família, eu não vou falir... Aqui, encontramos a fé, a pura e genuína fé.

Na minha vida eu encontrei a fé nos meus piores momentos, Deus na sua infinita misericórdia, me revelou a fé como verdadeiro lenitivo para minha alma aflita. Então, você meu irmão é filho de Deus, o Deus que te ama muito. Tenha fé que Deus deseja o melhor para você. Tenha fé!

(Wesley Melo)
(Ora que Transforma)

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