A Dor de Ser Egoísta

Egoísmo dói, machuca. Mata! Todo egoísta joga fora toda oportunidade de faz o bem, de mostrar gratidão à vida e a tudo que ela lhe proporciona.

É algo mesquinho, ruim e está ao alcance de todo aquele que se presta para uma vida de singularidade sem sucesso. É preciso dar, oferecer o que é nosso; dizer “sim”, não ter medo de emprestar o que é só dele. Egoísmo é pecado, pecado quase capital!

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Querida amiga, às vezes o amor é o mais injusto dos sentimentos, pois jamais coração algum deveria sentir amor por um que é incapaz de retribuir esse sentimento.

Às vezes parece que o mundo enlouqueceu e que nada dará certo, pois sofrer por amor é ver a vida de forma distorcida por tempo indeterminado. Mas tudo passa, um dia a dor desaparece e você volta a ter a capacidade de enxergar o mundo como ele é.

Não se desespere, minha amiga, pois só quem ainda não viveu um amor não correspondido não sabe o quanto dói, mas eu sei. Mas também sei que é dor que eventualmente termina, pois sem alimento e retribuição, esse amor acabará por morrer e mesmo o seu rasto desaparecerá.

Tenha esperança no amanhã, pois em breve seu coração estará sarado e poderá se abrir novamente para outro que por você também sinta amor, e verá como então será muito feliz!

Eu sei o quanto dói não ser correspondida no amor. É como desacreditar do nosso futuro; ficar com um ferida no coração que parece jamais cicatrizar. Mas esse não é pensamento certo, amiga!

Você é linda, é forte e tem uma determinação invulgar para superar qualquer desafio. E isso é tudo que você precisa para ultrapassar esta prova de fogo. Seja rápida, querida, porque a felicidade acontece a cada instante. Força, amiga!

Sei que fui insensível.
Eu quis comandar meus sentimentos,
quis ser forte, mas fui egoísta.
E hoje descobri que agi errado
E que as estrelas não brilham
da mesma maneira
que brilhavam ao seu lado.
Me perdoe! Pois assim meu sorriso
será novamente verdadeiro
e a dor que me envolve
será insignificante,
pois você mata a minha sede
e alimenta a minha alma.
Meu coração é seu.
Me perdoe! Pois sei que fui egoísta.

Nossos Pais descobrem que um ser está para nascer e trazer às suas vidas um brilho de luz. A cada sorriso, palavra, olhar ou suspiro, uma cachoeira de lágrimas parece inundar seus olhos de alegria e paz.

Nos tornamos adolescentes e a busca pela independência é cada vez mais clara. A nossa vontade de conquistar espaço nos distancia de quem sempre nos amará, e esquecemos a família. Esquecemos de dizer o quanto os amamos.

Mas um dia nossos entes queridos se vão. Quando menos esperamos e sem nenhum aviso, Deus tira de nós o que mais amamos. Em nosso peito apenas a dor de um punhal que a cada meus pêsames parece afundar.

Nossos pensamentos difundem para cada gota de sangue em nosso corpo a culpa de nunca termos dito: te amo, preciso de você, estou sempre aqui, me preocupo; e como se não bastasse, vem a frase mais forte a culpa foi minha!

Nossos sonhos caem por terra, nossa independência parece perder a importância. E a resposta para essa dor? O tempo e uma certeza: Quando amamos transmitimos em pequenos atos e gestos, e as palavras não importam mais. Quando precisamos de alguém, sentimos sua presença, e as palavras não têm mais sentido. Quando nos sentimos sós e abandonados, surge uma palavra ou um gesto e descobrimos que nunca estaremos sós.

E a culpa? A culpa é da vida que tem início, meio e fim. A nossa culpa está apenas em amar tanto e sentir tanto perder alguém. Mas o tempo é remédio e nele conquistamos o consolo, com ele pensamos nos bons momentos. E com um pouco mais de tempo, transformamos nossos entes queridos em eternos companheiros.

Nossos sonhos ganham aliados, nossa independência ganha acompanhantes, nossa vida conquista anjos. E no fim apenas a saudade e uma certeza: Não importa onde estejam, pois estarão sempre conosco!

Quando o amor aparece em nossa vida, tudo se transforma. Os dias se tornam mais leves, mais coloridos, mais animados. As expectativas nos dão ânimo e força. Sonhamos com o momento de encontrar o nosso amor e estar ao seu lado por alguns instantes.

O amor faz bater mais forte o peito, faz o corpo todo se sentir mais vivo e mais feliz. Mas quando o amor acaba, quando não há mais nenhuma saída para o amor além da separação. Essa agitação do coração torna-se uma dor imensa. Em vez de bater, o coração parece parar. O corpo quer se mexer, mas o coração não deixa. O coração é que parece comandar o corpo, em vez do cérebro.

Quando um grande amor se vai, tudo na vida perde o sentido. Tudo fica sépia e sem sabor. A dor incomoda, faz o sono nos abandonar, faz a respiração pesar. É um período de luto, um amor morreu, um projeto de vida em comum acabou, um desejo de felicidade ficou parado no ar. Mas a dor passa, a ferida vai sarar, ainda que as cicatrizes fiquem para sempre. O importante é pensar nas cicatrizes como histórias para contar e não marcas de dor.