Mensagem de Egoismo

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Aprender a ser Egoísta

Chegou a hora de aprendermos a ser egoístas, isso mesmo, isso não é papo de filha única não, mas de verdade aprendermos a fazer as coisas por nós mesmos.

O que acontece muitas vezes é que fazemos pelos outros, seja num relacionamento amoroso ou por amigos, fazemos o que gostaríamos que fizessem por nós, o que não está errado, mas quando fazemos isso por esse motivo, com certeza estamos esperando retorno, é aí que mora o perigo.

Quando eu digo ser egoísta, significa fazer apenas o que você quer fazer e não porque alguém pediu, porque alguém ficaria feliz, porque quando fazemos isso estamos fazendo de coração, sem esperar retorno algum.

O contrário, quando fazemos algo esperando a resposta ou reação de alguém, podemos nos frustrar, brigar, porque sempre esperamos uma resposta, e essa resposta deve sempre ser aquela que imaginávamos, caso contrário ficamos revoltados, ou pior, tempos depois ainda jogamos na cara de alguém que fizemos isso ou aquilo por essa pessoa.

Quando você aprende a ser egoísta saberá que tudo o que fizer será de coração e espontâneo, não digo que você não poderá abrir mão e ser flexível, claro que sim, mas mesmo assim faça isso por você mesmo e nunca por ninguém.

Quando passamos a pensar dessa maneira, as coisas ficam mais simples, não corremos riscos de esperar algo de ninguém a não ser que as pessoas sejam elas mesmas. Nem nunca ouvir depois de muito tempo que seu companheiro “fazia tudo por você”, que na verdade, ele nunca gostou de fazer isso ou aquilo, se formos honestos com nós mesmos aprendermos que todos os sentimentos e desejos devem sempre ser dosados, equilibrados, assim como o egoísmo, que o vemos apenas como um vilão na história. Apesar de o egoísmo, ao meu ver, ser o pior sentimento que alguém pode ter, neste caso acredito que ele seja apenas um mediador de seus outros sentimentos.

Sabendo fazer as coisas, satisfazer as pessoas de maneira que isso não agrida a você mesmo, é a melhor maneira de não agredir a quem está ao seu lado, porque você nunca cobrará a ninguém por isso e poderá sempre ser você mesmo, espontâneo e feliz. Não faça nada por mim, faça por você mesmo, e nós dois seremos felizes.

(Fernanda Klink)
(Moda Paralela)

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Perdoa-me por dizer o que não quero

Perdoa-me por dizer o que não quero
Pelo desespero que ocupa meu ser
Por dizer palavras que ofendam alguém
Pelo modo como enxergo as coisas
Se falo demais o que não devo
Por acusar e querer ser tão certa
De apontar os defeitos alheios
Por procurar ser correta demais
Ou responder à altura aos outros
Pelos erros que eu cometer ou já fiz
Por amar com loucura como eu amo
Talvez por ser egoísta e honesta
Por procurar estar sempre do lado certo
Por receber tantas humilhações
E nunca ser baixo astral
Por guardar rancor se é errado
Por trazer no peito tanta mágoa
Por ser uma pessoa só
E não ter com quem desabafar
De desejar um verdadeiro amigo
Por procurar ser sensata
Por enganar a minha própria pessoa
Pela tristeza que me faz ser fria e dura
Pelo sorriso sem vontade
Por eu ser o que não sou
Quando disfarço um amargor
Pelo desatino da minha vida
Da injustiça na qual sou lançada
E levar tantos tapas na cara
Eu ter que sorrir e procurar esquecer
Por eu ser vaidosa
Quem sabe até calculista
Ao esconder coisas que não podia
Perdoa os meus erros e também as minhas virtudes
Perdoa por eu querer modificar o mundo
E desta feita também as pessoas
Perdoa por eu estar viva e a procura de novos horizontes
Perdoa toda vez que eu descer na minha escalada
Perdoa-me por eu estar num mundo bom onde as pessoas não se entendem mais
Perdoa se tudo isso que eu tento arrumar me torne nojenta
E que isso não atrapalhe a vida daqueles que amo
Perdoa por meus olhos enxergarem além do que deviam
E sobretudo perdoa-me pelas muitas vezes que chego a duvidar da tua existência
Perdoa-me apesar de que, mesmo sabendo de tudo isto, eu me alegre por estar sendo iluminada com tua luz espiritual a me envolver em teu amor supremo, e estar vivendo o que vivo agora.
Tento tudo isso, na nítida esperança de que um dia eu consiga de alguma maneira merecer o teu perdão!!!

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Humildade é Força

Humildade é a virtude que nos torna abertos a aprender e mudar. Ela só é possível quando temos auto-respeito, que só pode vir com autoconhecimento. Conhecer-se é entender que somos parte de um todo, como um raio de uma roda. Não somos tudo, também não somos nada. É a humildade que cria este entendimento e nos mantêm em equilíbrio.
Quando não somos apegados às nossas boas qualidades nem às nossas fraquezas, podemos lidar com ambas. Através de cultivo amoroso, nossas qualidades positivas crescem e servem outros. Através da atenção e honestidade, nossas fraquezas diminuem.

Humildade é nossa maior proteção. Ela nos mantém alerta para todas as possibilidades, desde sermos enganados até a de criarmos os mais surpreendentes milagres. Humildade é o fruto do auto-respeito: uma pessoa humilde nunca teme perder. Para isso precisamos sempre ir para dentro de nós mesmos. Nada e ninguém podem nos tirar esse recurso.

Humildade nasce da segurança interna, nos deixa prontos a comunicar, cooperar com novos pensamentos e idéias. É a prova da maestria de ter conquistado o “eu” e “meu” limitados que anulam o respeito e a amizade. Nós devemos ser tutores, não donos. A posse automaticamente cria o medo de perder. Ser um tutor nos dá entendimento que nada e ninguém é nosso. Paradoxalmente, ao renunciar tudo, recebemos tudo. O que precisarmos virá até nós, mais cedo ou mais tarde. Há o suficiente para todos.

A atitude de ser um tutor significa que economizamos uma grande quantidade de energia mental e emocional, uma vez que tempo não é desperdiçado em cálculos egoístas ou manipulações espertas. Com a atitude de ser um tutor nos tornamos mestres. Um mestre trabalha com os princípios eternos do universo. Ele é humilde e auto-suficiente, mantém equilíbrio e harmonia.

A maior humildade de todas é reconhecer e aceitar que existem leis além daquelas dos seres humanos e que não somos o padrão do universo. Os princípios eternos protegem e governam o bem-estar de todas as formas de vida. Quando nos alinhamos com as verdades eternas, encontramos a liberdade, nosso caminho. Alinhamento às leis divinas não nos limita ou anula. Ao contrário, as leis eternas são o meio que permitem a expressão completa do indivíduo. Não há transgressão, uma vez que respeito é sempre dado à individualidade dos outros. A harmonia é mantida.

Com humildade reconhecemos o direito que todas as coisas têm de existir; existir em liberdade e existir em felicidade. Este direito inato é uma lei imortal. Subserviência nos relacionamentos ou aos objetos materiais é resultado do medo; medo de sermos nós mesmos; a falta de coragem de enfrentar, de mudar, de mover numa outra direção. Auto-respeito nos libera do medo e da dependência. Quando não pensamos profundamente o suficiente por nós mesmos, nos tornamos subservientes às opiniões sociais e às pessoas com as quais interagimos.

Humildade traz introspecção, começamos a examinar as emoções que nos limitam. Abre a porta para o autoconhecimento. À medida que crescemos em autoconhecimento, crescemos em auto-estima. Com essa estabilidade interior não há medo do que é diferente. Não há desejo de controlar pessoas ou situações. Sabemos que as coisas certas irão acontecer da forma correta, no tempo certo. Humildade é a outra face do auto-respeito. Quanto maior a humildade, maior o auto-respeito. Nada e ninguém são uma ameaça. Nós somos livres.

(Brahma Kumaris)
(Somos Todos Um)

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Falta de educação

É engraçado como algumas pessoas desconhecem o significado da palavra educação. Educação vem de berço, a gente tem ou não tem. Não há dinheiro que compre. Não está diretamente relacionada à classe social ou econômica do indivíduo. Até existem alguns cursinhos de etiqueta, mas são completamente ineficazes quando a educação não veio acoplada ao cordão umbilical do sujeito.

Me espanta ver a grosseria de alguns e a falta de delicadeza de outros. Deve ser por isso que o mundo está desse jeito e as pessoas, por sua vez, não têm mais confiança umas nas outras. Estão descrentes. Cansadas. De saco cheio. É óbvio que alguns fatos nos deixam "p" da vida, com vontade de mandar alguém (ou todo mundo) para beeeeeeeeeeem longe. Mas, mesmo assim, ainda acho que é possível manter a postura e a elegância. Sem gritos, sem perder a pose. O diálogo, esclarecimento e a exposição do argumento são muito mais eficazes do que o grito e o berro. Quando surge uma elevação da voz já vira baixaria. Barraco feio. Um quer falar mais alto que o outro, gritar mais alto, aí o troço vira bagunça, baderna geral.

Uma das coisas que mais prezo é a educação, seguidas da gentileza e humildade. Saber conversar, assumir seus erros, ouvir, sustentar um ponto de vista (sem alterar o tom de voz). Existem seres que escutam, mas não ouvem. Tu falas e a pessoa já tem uma resposta programada pra te dar. Não raciocina, não analisa, não reflete. Apenas responde de imediato. Não sabem ouvir, não têm condições psicológicas e emocionais de constituir e estabelecer uma conversa saudável e inteligente.

Pra mim quem não sabe ouvir é burro e mal educado. Fora o povo que se dá um valor que ninguém deu. Eu explico: gente que se acha perseguida, vítima, que pensa que é sempre o centro das atenções do universo e de qualquer assunto. Se dão o valor que não têm. Se dão a importância que ninguém dá. Se acham demais e só olham para o próprio umbigo. Em suma, mal educados e egoístas. Gente podre e pobre. Pobre de neurônios e de espírito.

Mas quer saber o melhor de tudo? Acho que se educação fosse vendida em supermercado, dentro de uma caixa...sei não. Creio que muitos nem se dariam ao trabalho de colocar a mão no bolso e comprá-la.

Tapados demais pra isso. E o mais esquisito é que os mal educados não percebem e nem se sentem dessa forma. Já notaram?

(Clarissa Corrêa)

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Viver Não Dói

Definitivo, como tudo o que é simples.
Visite: Mensagens, Papel de Parede, Videos Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.

Por todos os beijos cancelados, pela eternidade. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!! A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade..

A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.

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Amiga eterna

A solidão... Ela não tinha mais do que reclamar; possuía algo que era só seu, que ninguém iria jamais ter igual um dia... Tinha a solidão.
E não era uma posse qualquer! Era especial por ser somente sua e ser tão ampla, tão interior, tão autoritária. Nunca a deixava sozinha; não! Era extremamente companheira. Bastava estender o braço, e ela ali estaria. Para ser honesta, às vezes, a companheira afastava-se um pouco; no entanto, era fácil reencontrá-la perto da cama, quando ficava olhando a montanha pela janela.
Ela adorava esconder-se no quarto; assim, a menina tinha de ir até lá para ter sua companhia. Ia até ela, a fim de falar ou transmitir pensamentos à companheira. Ou mesmo para escrever para ela. Talvez porque sentisse sua falta... Talvez porque já estivesse acostumada à sua eterna presença...
O combinado, então, era este: ir ao quarto para procurá-la. Mas era importante ir sozinha. Se ligasse o rádio, em alto volume, e deixasse que o som penetrasse, aí já era tarde! A solidão amiga era, além de tudo, tímida! Nem aparecia; era inútil esperar. Não vinha, mesmo que a porta estivesse aberta. Não entrava mesmo e pronto!
Quase todas as tardes ou durante as noites, a menina esperava-a. Ela facilmente se aproximava; ouvia a amiga e fazia-lhe companhia. A menina, entretanto, ficava dividida, pois achava que deveria haver outro mundo... Talvez existissem outros amigos lá fora...
A solidão não gostou de saber desses pensamentos da menina. Queria que só a conhecesse; era realmente muito egoísta e egocêntrica a moça! Começou a se afastar, e a menina, desconhecedora de outro mundo, sentiu-se mais só. Por dias, a companheira fez greve e não apareceu no pequeno quarto. A menina, esperançosa, aguardou-a por muito tempo. Nada substituía a amiga. Como sentia sua falta!
Então, teve uma ideia e resolveu pegar a amiga de jeito. Esquematizou um plano. Imaginou-se outra e fantasiou acontecimentos bem reais. Levou o aparelho de som e a esperança para dentro do quarto. O sonho foi correndo atrás dela. A menina trancou a porta e escutou músicas por muitas horas.
Aí, de repente, a solidão - cabisbaixa - apareceu, mexendo na maçaneta. A menina já imaginava quem estava do outro lado da porta... E, ao abrir e rever a amiga antiga, ela sorriu. A solidão entrou e, num gesto rápido, a garota apagou a porta do cômodo. Com agilidade, apertava e esfregava a borracha. Sumiu todinha!
A amiga não entendeu direito aquele gesto, pois enxergava a janela... De que adiantava prendê-la por uma e deixar a outra aberta? Mas a menina sorria; sabia que não poderia apagar a janela. Esta não!
Aumentou o volume da música, continuou com sua imaginação real e levou suave-mente a amiga à janela. Mostrou-lhe a linda paisagem que as duas podiam contemplar dali. A janela ficaria ali, sempre aberta, para que, um dia, as duas pudessem alçar voo, como as gaivotas. Juntas.
Voariam juntas, com a mala recheada de amor, de esperança, de sonhos e de realizações. Iriam, pela primeira vez, voar realmente.

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O Vôo do Condor

As vezes, sinto vontade de voar, com uma pretensiosa convicção de saber planar sobre as nuvens e montanhas.
Mas até nos sentimentos, a força da gravidade nos mantém presos a vínculos, que até hoje, não consegui aceitar
seus mistérios e porquês.
É como se a vida me conduzisse para os meus mais íntimos sonhos e uma força poderosa, mas sem preceitos
estabelecidos por mim, me chamasse para a razão.
Uma razão que não me cabe julgar ou aceitar, pois ela já existe dentro de mim.
Como queria voar! Sem local e hora de pouso. Simplesmente voar! Voar em busca de viver, voar em busca do
meu "eu", voar nos meus sonhos e desejos mais íntimos, como o Condor, que ao olhar para baixo, sente a
fragilidade dos que se encontram sobre a terra e extasiado senti-se distante de todo tipo de mesquinharias que lá
se encontra.
Talvez este condor até tentasse um vôo rapante, mas longe de se iludir com a paisagem tão próxima e batendo
com toda força suas asas, fugiria, como se já conhecesse aquele lado falso do belo e não quisesse mais iludir-se.
Permanecendo longe de tudo e de todos. Evitando sofrimentos e questionamentos.
Sendo um pouco egoísta a quem o quisesse julgar, mas vivendo, não sei como, o seu sonho de superioridade.
Mesmo sendo um sentimento, que dentro dele, não significasse, exatamente superioridade e sim liberdade.

Voar, voar, voar...

Um vôo sem limites, sem rumo, mas um vôo verdadeiro, de um ser que nunca vai se encontrar na realidade, pois
seus sonhos são maiores, mas impossíveis, porque o mundo não é dele e o rumo das leis já estabelecidas, não
mudam.
Voe Condor! Não olhe para baixo, não olhe a razão! Simplesmente voe! Procure ser feliz!
É difícil, eu sei! Mas me faça também um pouco feliz, vendo-o partir. Saia dessa prisão, e não se culpe .
Você foi feito para viver livremente, não se puna por um desejo, que está lhe sufocando.
Ponha-o em prática e se não der certo, o caminho de volta você também conhece e pode tentar regressar, mas,
mais bonito e corajoso, menos deprimido e confiante. Você irá se conhecer e irá com certeza mudar sua pequena
vida.

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