Mensagens Evangélicas de Otimismo

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Os Dons da Vida

A vida não é acaso, teve o seu grande Arquiteto,
Que nos criou como irmãos, com carinho e muito afeto,
Nos criou à sua imagem e naquele momento dizia:
"Vão ter tudo que quiserem para passarem seus dias".

Olhando um mundo tão belo, falar quase não puderam,
Passaram o dia pensando: que tanta coisa nos deram!
Um chão coberto de flores, árvores e passarinhos,
O vento cortando a mata e rio cantando baixinho.

Um sol bonito ajudando as plantas verdes crescerem,
E terra boa, tão fértil, para todos sobreviverem;
Uma lua fina e bonita, que a noite nós vamos ver,
Estrelas no firmamento mostram a grandeza do ser.

A força bruta nos deram para o trabalho pesado,
Nos deram coragem e calma e do saber fomos dotados;
Nos deram coisa sublime que só o homem a tem,
A maravilha do mundo: o amor que o ser detém .

Porém a mais importante, a coisa bela e sagrada,
Que o Deus da vida nos deu não nos pedindo nada,
Não importando a cor, raça ou mesmo a idade,
O dom mais precioso da vida: a sonhada liberdade.

Liberdade que não é somente o ir e o vir,
É também poder falar, comer, beber e vestir,
Poder levar a família um dia pra passear,
Ter o direito sagrado de sorrir e trabalhar.

Se no Nordeste isto temos, sentimos e praticamos,
Que até podemos dizer: que povo feliz somos!
Temos a opção de sentir, olhar e nada fazer,
Ficar de braços cruzados, esperando só morrer.

Os dons da vida nós temos na força da natureza,
Porém não terão valia se só servirem à riqueza.
Façam o bem não façam o mal , façam a coisa acontecer,
Se todos fizerem isto, certamente vão vencer.

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Coisas que a Vida Ensina Depois dos 40

Amor não se implora, não se pede não se espera...
Amor se vive ou não.
Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para
mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que
abrem portas para uma vida melhor
O amor... Ah, o amor...
O amor quebra barreiras, une facções,
destrói preconceitos,
cura doenças...
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente...




(Artur da Távola)

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Nunca Desista dos Seus Sonhos

Todos nós sempre almejamos algo ou queremos algo para a nossa vida. E em toda ela sempre batalhamos para conseguir o que desejamos. Mas às vezes, por algum motivo, sentimos medo de realizar os nossos sonhos. Mas é a esperança de um dia poder realizá-los que nos deixa vivos, e que permite que continuemos a batalhar por eles.

Não importa onde você parou, em que momento da vida você cansou, o que importa é que sempre é possível e necessário "Recomeçar".
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo é renovar as esperanças na vida e o mais importante: acreditar em você de novo.

Entretanto, há algumas vezes que simplesmente, por termos perdido uma batalha, desistimos do que desejamos ter e acabamos por dizer que nossa vida não tem mais sentido, que não vale mais a pena viver. E nessa hora você deve simplesmente se perguntar e Deus lhe dará todas as respostas.

Sofri muito nesse período? Foi aprendizado. Chorei muito? Foi limpeza da alma.

Fiquei com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.

Me senti só por diversas vezes? É por que fechou a porta até para os outros.

Um grande problema para não realizarmos ou colocarmos em prática o que sonhamos é o medo do que pode vir a acontecer: medo das reações de outras pessoas que estão ao seu redor, medo de comentários ou até mesmo das críticas. Mas se não tentarmos, jamais conseguiremos. Quando nos trancamos na tristeza nem nós mesmos nos suportamos. Ficamos horríveis, o mau humor vai comendo nosso fígado, até a boca ficar amarga.

Se gostamos de alguém e não temos a coragem de revelar esse sentimento a pessoa pela qual estamos apaixonados , ela jamais saberá que é uma pessoa desejada . E pior ainda é se ela sente a mesma coisa e também não tem coragem de dizer. Imagine quantos momentos juntos foram desperdiçados pelo simples medo de falar para essa pessoa o que sentíamos por ela. Tem tanta gente que acaba se afastando por conta desses “períodos de isolamento", tem tanta gente esperando apenas um sorriso para "chegar" perto e dizer o quanto gostaria de estar junto da mesma pessoa que não conseguiu lhe olhar nos olhos.

Às vezes, esse medo pode ser prejudicial, pois quando resolvermos perdê-lo pode ser tarde de mais. Quando estamos com euforia e vontade de lutar, devemos lutar, pois o nosso esforço, de alguma forma será recompensado. Devemos nos lembrar que tudo no final sempre irá dar certo. Mas depende de nós conseguirmos chegar até lá.

Fico sempre me perguntando: O que é pior? A mentira que conforta ou a verdade que derrama uma lágrima? Se você opta pela mentira que conforta, deve saber que jamais irá conseguir conhecer a verdade, pois você estará vivendo de uma mentira. No entanto, se você opta pela verdade, algumas lágrimas podem até cair, mas após isso, você se levanta com mais forças ainda para batalhar por aquilo que você almeja.

Por isso eu me levantei varias vezes e sempre com mais força, pois por muitas e muitas vezes me recusei a ver a verdade, mais quando dei de cara com ela, fui derrubado perigosamente, e foi a minha vontade de "VIVER" e de "VENCER" que me fez dar a volta por cima. Pois Quando me amei de verdade, pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.

Portanto Nunca desista dos seus sonhos, por mais distantes que eles pareçam estar de você, pois quem desiste daquilo que ama está designado a uma vida de tristezas e limites. Aquele que batalha, sempre terá a felicidade das vitórias que conseguir. Um dia, o seu sonho irá tornar-se sim realidade, e você verá que valeu a pena tanto esforço e sacrifício para alcançá-lo.

(Marco Túlio)
(Navegando Meu Barco)

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Você Pode Confiar em Deus

Quando o apóstolo Paulo, por exemplo, está dando um discurso para alguns presbíteros da igreja de Éfeso, ele diz em Atos 20 que eles devem cuidar do rebanho de Deus, a igreja de Deus em Éfeso, que Deus comprou com seu próprio sangue. Isso não é notável? Deus? Com seu próprio sangue? É claro, ele poderia esmiuçar isso, ele poderia explicar só um pouco mais. Isto é, ele poderia dizer, é claro, não é o Pai Celestial, mas o Filho de Deus, Jesus, que é o próprio Deus, e por ele ser Deus, ele dá sua vida e derrama seu sangue, portanto é apropriado dizer que Deus derramou sua vida. Se você tiver que desembrulhar foi isso que ele quis dizer.

Contudo, não deixe o choque da linguagem impedir você. Esta é a ação de Deus em Cristo Jesus, no Deus-Homem. Esta não é a morte de um indivíduo humano, e nada mais. É o indivíduo humano que também era o Deus Vivo que foi pendurado naquela cruz não por ser forçado a fazer pelas circunstâncias, mas porque ele está trazendo em si mesmo todos os fios do sistema sacrificial do Antigo Testamento, aquele sistema de templo, trazendo-o para de si mesmo, todos os fios da queda, a promessa da semente da mulher vindo para esmagar a cabeça da serpente através de sua própria morte.

Levando o pecado e rudemente zombado,
Ele permaneceu em meu lugar condenado
Com seu sangue, o meu perdão ele selou!
Aleluia! que grande Salvador!

É apropriado falar do Deus que morre.

No fim da Primeira Guerra Mundial, a mais sangrenta, disparatada e estúpida guerra, muitos poetas ingleses; Wilfred Owen, Rupert Brook, mais um ou dois; escreveram algumas poesias muito comoventes sobre a selvageria da guerra. Uma das menores obras, de Edward Shillito, era chamada de “Jesus das Cicatrizes”. E o poeta termina dizendo:

“Outros deuses eram fortes, mas tu eras fraco;
Eles cavalgaram, mas cambaleaste até teu trono;
E às nossas feridas, só as feridas de Deus podem falar.
E nenhum deus possui feridas, além de ti.”

Então quando encaramos as desolações da incerteza, quando há sofrimento e agonia em nossas vidas ou no mundo, e nos perguntamos o que Deus está fazendo e não temos respostas, e relemos o livro de Jó, essa literatura sapiencial, que vimos sessões atrás, e ouvimos Deus dizendo: “Você não entende tudo”. Nós podemos agora adicionar mais uma coisa: ”Somente Deus pode falar com as nossas feridas, E nenhum deus possui feridas, além de ti.” Você pode confiar em um Deus que não é apenas soberano, mas que sangra por você. E às vezes quando não há outras respostas para sua culpa, ou seus medos, ou suas certezas, ou sua angústia, há um lugar inalterável para você ficar de pé. É o solo diante da cruz.

(D.A. Carson)
(Voltemos ao Evangelho)

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A Casa Queimada

Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem que acreditava em Deus, e sabia que Ele o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano.

Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada. Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.

Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:

"Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?"

Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:

"Vamos rapaz?"

Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:

"Vamos rapaz, nós viemos te buscar".

"Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?"

"Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante."

Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus queridos.

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Fábula Sexta-feira da Paixão

Numa pequena vila, de uma pequena cidade, alguns homens trabalhando; cada um em sua tarefa. Naquele lugarejo não se tinha muitas opções de trabalho, quase todos os seus moradores se dedicavam ao plantio ou a criação de gado, e o cultivo de hortifrutigranjeiros.

Eram todos simples, porém muito tradicionais em suas crendices, supersticiosos e respeitadores das datas, principalmente as religiosas. Era véspera de sexta-feira santa. Naquela quinta-feira, todos procuravam adiantar o máximo seus afazeres, para que no dia seguinte, pudessem respeitar e guardar a paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

- É! Amanhã não vou tirar leite não, Joaquim.
- Eu também não, Mané.

(Conversavam os compadres), porém entre eles, havia um amigo incrédulo, que não obedecia nem respeitava nenhuma data.

- Ah! Eu não estou nem aí... Amanhã é um dia como um outro qualquer uai, eu num quero nem saber. Vou é cuidar do meu animal e ordenhar a Malhada, tirar aquele leitinho gostoso que só ela tem... e num acontece nada...
- Juca... Você não teima não.
- É isso mesmo Juca, o Mané tem razão. Com essas coisas num se brinca gente!
- Que nada, depois eu conto.

Os amigos se separavam ali. Cada um se dirigira ao seu lar, já eram quase seis horas. Chegando em casa, o Joaquim solta os arreios do animal, dando-lhe um leve tapinha no lombo, de forma carinhosa lhe diz: - Vai meu amigo, amanhã você está de folga. (Joaquim era muito carinhoso e zeloso com seus animais e era dia santo, merecia soltar o animal).

Na casa do Manuel, o Mané como o chamavam, também estavam todos aguardando com muito respeito a chegada da sexta-feira santa. A esposa, Dona Genoveva, já estava a catar o milho para o preparo da tradicional canjica, enquanto as duas filhas, Inês e Graça, preparavam a limpeza da casa com muito carinho, já que no dia santo, era por tradição nem se pegar na vassoura, varrer a casa poderia ser interpretado como um gesto de desrespeito àquele dia.

- Mané, cadê a sua roupa suja, homem? Me dê logo, quero lavar tudo hoje, pois amanhã eu não lavo roupa, você sabe disso!
- Já vai Genoveva, vou só me lavar e já lhe dou a roupa suja, é só um instante.
- Mané, você pegou os peixes que o Sr. Geraldo ficou de guardar assim que chegasse? Olha lá hein, depois acaba e nós vamos comer o quê amanhã??? Carne não!
- Esquenta não sô, já deixei até pago, depois é só Inês ir buscar, uai!
- Então vá logo filha, do jeito que tem tanta gente à procura de peixes, é arriscado até vender o nosso.
- Sim mãe, já vou.

Enquanto isso o Juca, que não estava nem um pouco se importando se amanhã seria dia santo ou não, bebia mais uma branquinha em companhia de sua mulher, a Diva, essa até que era mais temente, já tinha preparado algumas coisas para o dia seguinte, ela era religiosa e temia praticar certas descrenças como o marido, muitas vezes lhe aconselhara à que não praticasse certos atos, que respeitasse mais as coisas de Deus, mas era inútil, o Juca sempre fora descrente, porque não dizer - Ateu.

Todos dormiram. Pela madrugada, por volta das 3 horas da manhã, o Juca levantou-se como de costume, dirigiu-se ao curral e chamou por Malhada, sua vaca mais produtiva; chamou uma, duas, três ou mais vezes, porém a Malhada naquele dia parecia não ouvir seu dono, ela não queria atendê-lo. Juca fora ficando indignado com a pirraça da malhada, e começou a agredi-la, à princípio com palavrões e depois com um chicote; quanto mais ele ficava furioso, mais a vaca se evadia dele.

Começou-se então uma verdadeira batalha - HOMEM X ANIMAL. Quem venceria? Era difícil saber e prever. Mas, porquê aquela reação? Aquele animal era sempre tão dócil, nunca se mostrara rebelde. Juca, não queria nem saber. Num gesto animalesco, possesso de fúria ordenhou a vaca, de uma forma brutal, amarrada sem poder defender-se. Mesmo assim, ele manipulava suas tetas com brutalidade, queria o seu leite, não importava se para isso tivesse até mesmo que matá-la. O líquido começou a sair das tetas de Malhada, ainda era escuro, a lua era nova, a claridade era pouca e Juca continuava a ordenhar...

Ordenhar, até então que finalmente enchera um balde e quando retirava o balde para já então substituí-lo por um outro, foi tomado por um grande pavor, seu rosto enrubesceu, ficou atônito, parecia transtornado, seus olhos esbugalhados parecendo querer saltar-se para fora, não podia acreditar no que estava vendo. No balde... no lugar do costumeiro e delicioso leite, havia sim...sangue... sangue... e muito sangue. Não podia acreditar, porque a Malhada ao invés de lhe dar o leite, lhe dera sim sangue??? Eram perguntas e mais perguntas. Tentou recompor-se do susto e a ignorância mais uma vez tomou conta daquele homem, que sacou uma peixeira que sempre trazia atada ao cinturão e desfechou vários golpes no lado peito daquela que era até então uma grande amiga e que lhe garantira bons lucros durante muito tempo, afinal era sagrado, diariamente lhe proporcionava uma média de 40 litros de leite de boa qualidade.

E agora... Malhada ainda agonizando, deu uma olhada aquele homem, possuidor de tanta ignorância. Viu ainda o seu pequeno bebê... Um lindo bezerrinho, apelidado de Totinho, não podia mais resistir, seu sangue lavava todo o curral, rodeando inclusive o balde que poucos instantes antes, servira para colher o que seria o seu leite. Era sangue no balde e fora. O homem ficara ainda mais aturdido vendo que o pobre e inocente Totinho, o filhinho de Malhada lhe cheirava como se dissesse: - Levanta mamãe. Era demais, saiu correndo pelo pasto sem destino, não havia ninguém. Todos estavam em seus lares, somente ele houvera desrespeitado aquele dia.

Sentou-se debaixo de uma frondosa árvore, acendeu um grande cigarro de palha, e sentiu que um vento lhe soprara os ouvidos, sentiu um forte arrepio, olhou, não havia ninguém, sentou, deitou-se e terminou por cochilar. Logo pegou no sono e começou a sonhar... Estava caminhando por um lugar muito bonito, era todo alvo, branco como a neve, pessoas com os rostos serenos, suaves passavam por ele, só que ele era ignorado, era como se ele não estivesse entre eles e ia andando, sempre aquela beleza... tudo muito suave, até que chegou finalmente à entrada de uma bela casa, toda branca, porém folhada de um brilho extasiante, parecia ouro.

Um Senhor, de barbas longas e brancas aproximou-se dele com um cajado apoiava-se, deveria ter 100, 200, quantos anos??? Não sabia, era idoso; com carinho, ele estendeu-lhe a mão e lhe disse:

- Meu filho... O que você te feito? Por que age assim? Por que é tão descrente? Não deveria ter feito o que fez ainda pouco! (Aquele homem não sabia o que responder...)
- Quem é o senhor?
- Não importa meu filho. Quero salvar você. Ainda é tempo, basta que se arrependa e passe a praticar daqui para a frente boas ações, não vou puni-lo pelo que diz sobre essa data. Quero apenas lhe dizer... Você matou sua Malhada, aquela sua vaquinha que tantas alegrias e lucros já lhe deu. Daqui a um ano, com certeza estará se lembrando desta data. E hoje, exatamente hoje, todos lembram que o meu filho também morreu. Há muitos anos, a humanidade toda se recorda com respeito e dor essa data. E você... porque não respeita também; o leite virou sangue, eu queria apenas alertá-lo, mas você não compreendeu, pensou que foi a pobre malhada. Ela não faria isso. Morreria como morreu, sempre fiel a você, mas vou lhe dar uma outra chance!
- Quem é o Senhor? Será que é quem eu estou pensando??? Se for me perdoe, me dê outra chance. Daqui para frente eu vou mudar... Eu prometo!!!
- Tenho certeza que sim. Você vai agora acordar e vai passar a respeitar aquele que morreu na cruz um dia por você e por todos e que é o MEU FILHO.

O homem acordou... Daquele dia em diante mudara completamente seu comportamento. Hoje respeita os animais, as pessoas, as datas religiosas, sexta feira santa, então... Seu animalzinho companheiro de todos os dias é o TOTINHO, os dois estão à correr pelo pasto, pois este fato ocorreu no ano passado!

Este texto foi escrito por Rita de Cássia Oliveira em 1° de Abril de 1994.

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