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Dona Felicidade

Dizem que Dona Felicidade mora longe dos sonhadores, mas não é verdade não!
Dona Felicidade mora sempre onde colocamos os nossos sonhos.

Uns, colocam seus sonhos em lugares muito altos, imaginam que ser feliz é possuir
tudo, outros, já calejados pela vida e pelas lutas do dia a dia, aprenderam
a colocar seus sonhos em lugares próximos, buscando realizar apenas um sonho
de cada vez.

Dona Felicidade, ao contrário do que dizem as más línguas, não é exigente, não
é "madame esnobe" que se esconde do povo, pelo contrário, Dona Felicidade é
simples e muito humilde, é tão simples e tão humilde que as vezes está bem na
nossa cara e não a enxergamos.

Quantas pessoas passam uma vida inteira procurando por ela e ela está bem na
frente de seus narizes.

Mas, tem uma coisa, Dona Felicidade exige que cada pessoa que deseja realmente
encontrá-la, vá pessoalmente procurá-la, aí daqueles que entregam a sua felicidade
na mão dos outros, aí daqueles que esperam que outras pessoas venham trazer
a felicidade para suas vidas.

Pobre daqueles que investem as suas vidas em tentar mudar alguém, em consertar
uma pessoa, em julgar outras...

Dona Felicidade está sentada à sua frente, está pertinho de você, basta enxergar
a vida com a lente da simplicidade, dar o primeiro sorriso (afinal Dona Felicidade
é muito alegre), dar o primeiro passo para se libertar de qualquer tipo de escravidão
(Dona Felicidade é a própria liberdade), parar de ser a vítima infeliz (Dona
Felicidade não acredita em vítimas, acredita em ação e reação).

Por fim, Dona Felicidade manda um recado para você que por qualquer motivo esteja
sofrendo, esteja triste, desanimado da vida: "o tempo é o melhor remédio e melhor
conselheiro" para qualquer situação, não julgue, deixe o tempo trazer a resposta.

Enquanto isso, lute pela sua felicidade, lembre-se que você é a parte mais importante
de sua vida e muito importante para a própria vida.

Sorria !!!

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Agenda da Felicidade

O sorriso...
é o cartão de visita das pessoas saudáveis.

Distribua-o gentilmente.

O diálogo...
é a ponte que liga as duas margens, do eu à do tu.

Transmite-o bastante.

O amor...
é a melhor música na partitura da vida.

Sem ele, você será um eterno desafinado.

A bondade...
é a flor mais atraente do jardim de um coração bem cultivado.

Plante estas flores.

A alegria...
é o perfume gratificante, fruto do dever cumprido.

Esbanje-o, o mundo precisa dele.

A paz da consciência...
é o melhor travesseiro para o sono da tranqüilidade.

Viva em paz consigo mesmo.

A fé...
é a bússola certa para os navios errantes,
incertos, buscando as praias da eternidade.

Utilize-a.

A esperança...
é o vento bom enfunando as velas do nosso barco.

Chame-o para dentro do seu cotidiano.

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Um Som por um Perfume

Um pobre viajante parou ao meio-dia para descansar à sombra de uma frondosa árvore. Ele viera de muito longe e sobrara apenas um pedaço de pão para almoçar. Do outro lado da estrada, havia um quiosque com tentadores pastéis e bolos; o viajante se deliciava sentindo as fragrâncias que flutuavam pelo ar, enquanto mascava seu pedacinho de pão dormido.

Ao se levantar para seguir caminho, o padeiro subitamente saiu correndo do quiosque, atravessou a estrada e agarrou-o pelo colarinho.

- Espere aí! - gritou o padeiro. - Você tem que pagar pelos bolos!

- Que é isso? - protestou o espantado viajante. - Eu nem encostei nos seus bolos!

- Seu ladrão! - berrava o padeiro. - É perfeitamente óbvio que você aproveitou seu próprio pão dormido bem melhor, só sentindo os cheirinhos deliciosos da minha padaria. Você não sai daqui enquanto não me pagar pelo que levou. Eu não trabalho à toa não, camarada!

Uma multidão se juntou e instou para que levasse o caso ao juiz local, um velho muito sábio. O juiz ouviu os argumentos, pensou bastante e depois ditou a sentença.

- Você está certo - disse ao padeiro. - Este viajante saboreou os frutos do seu trabalho. E julgo que o perfume dos seus bolos vale três moedas de ouro.

- Isso é um absurdo! Objetou o viajante. - Além disso, gastei meu dinheiro todo na viagem. Não tenho mais nem um centavo.

- Ah... - disse o juiz. - Neste caso, vou ajudá-lo.

Tirou três moedas de ouro do próprio bolso, e o padeiro logo avançou para pegar.

- Ainda não - disse o juiz. - Você diz que esse viajante meramente sentiu o cheiro dos seus bolos, não é?

- É isso mesmo - respondeu o padeiro.

- Mas ele não engoliu nem um pedacinho?

- Já lhe disse que não.

- Nem provou nem um pastel?

- Não!

- Nem encostou nas tortas?

- Não!

- Então, já que ele consumiu apenas o perfume, você será pago apenas com som. Abra os ouvidos para receber o que você merece.

O sábio juiz jogou as moedas de uma mão para outra, fazendo-as retinir bem perto das gananciosas orelhas do padeiro.

- Se ao menos você tivesse a bondade de ajudar esse pobre homem em viagem - disse o juiz -, você até ganharia recompensas em ouro, no Céu.

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A Nossa!

A todas as vozes que desaprenderam preces, ou mesmo que jamais aprenderam. A todas
as solidões individuais ou partilhadas, gritadas, colhidas ou caladas, nos corações e nas
almas. A todas as buscas que levaram a encontros, perdas ou abandonos. A todos os
silêncios de gestos e palavras que encobriram impossibilidade, refúgios, medos ou
ausências. E, principalmente, aqueles que disseram mais do que palavras. A todos os
braços e abraços que acolheram, aqueceram e ampararam, nos momentos em que a perda
já parecia certa e o abandono das forças de luta era aparentemente a única possibilidade
de resposta. Aos sorrisos esboçados ou assumidos que coloriram os rostos e enfeitaram o
mundo. A todas as crianças crescidas e pequenas que viveram momentos de descoberta e
não morreram para o aprender. A todo o Amor que nasceu e morreu, mas que teve seu
espaço de cor, força e brilho nas faces, corações e corpos. A todas as músicas e versos
que os artistas, ou não, exprimiram com suas emoções e nos ajudaram a compreender e
comunicar melhor as nossas. A toda voz ou carícia que não se negou, que ouviu o apelo e
respondeu com sua existência, sua expressão sua proximidade. A todas as orações
desesperadas, suplicantes ou agradecidas. A todos os "becos sem saídas" que deram em
novos caminhos e em outras possibilidades. A todos os desesperos que tiveram a
grandeza de pedir ajuda e dar a enorme descoberta de serem conhecidos na partilha e no
calor de um olhar, talvez perplexo, mas acolhedor. A toda a vida que se omitiu ou ousou,
que se transformou ou paralisou no tempo do medo. A todo o medo que a coragem
permitiu viver, e que a força não deixou que imobilizasse o gesto, e levou aos passos mais
adiante e aos caminhos mais além de antes do ontem. A todos aqueles que, disponíveis
para o novo, o invasivo, o ensaio, percorreram com seus olhos linhas como estas somando
as nossas, as suas vivências, indagações e descobertas e fazendo com isto que
amontoados de palavras se vestissem de significados, dedico esta mensagem como uma
liberdade de aproximação e um enorme desejo de que a busca de cada um não cesse
nunca, seja ela qual for, por mais que mudem as respostas ou que por vezes, nos desanime
a ausência delas. Um brinde aos encontros, que neste espaço de vida, puderam
acontecer...

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Te Peço Perdão

Mais uma vez estou a te pedi perdão, confesso que fui um monstro, realmente não me dei conta do que estava fazendo, pois estava muito mal naquela noite, mais já estou melhor, sei que isso não me dava o direito de te culpar por tudo, mais um coração ferido já de muitas batalhas, nem sempre se mostra forte, fui fraco, confesso!
Podendo lhe dar carinho, preferi te da sofrimento, mais não adianta chorar por o leite derramado, tudo já esta acabado mesmo!
Você estava certa quando dizia que namoro é uma prisão, não tiro suas razões, estou acostumado a dá de cara com muros, quando você falava comigo, me dava segurança, no mesmo instante eu tinha medo, me passava pela cabeça que você viesse a desistir de tudo, medo de que acontece-se o que aconteceu, você não me falava nada sobre sua vida, desculpa por te magoar, não gosto de magoar as pessoas, pois sempre acabo magoando a mim mesmo, você merece algo melhor, uma pessoa que te dê carinho, te compreenda, isso foi o que não fiz, eu sou apenas um sonhador, muitas vezes quando venho a acordar, já tenho feito muitas bobagens, sonho com coisas que quase sempre se tornam impossíveis, por não conseguir te entender, agi de uma forma que jamais pensei fosse agir com ninguém, reconheço que mereço perder seu amor, mesmo sabendo que meu coração sentira muito, sei que o você sentia já não é mais o mesmo, entendo!
Eu também já passei por isso, não é fácil, foi bom está com você, nossos planos parecia dá certo, imaginava que fossemos viver algo que eu não tinha vivido com ninguém, sentimentos sinceros, dar e receber carinho, afeto, pois é o que procuro! Sei que isso no momento você não pode dar, não posso forçar a barra, quem sou eu para fazer isso, sou apenas um alguém que anda em busca de uma felicidade, um dia encontrarei, não sei quando, penso que será breve, como disse gosto de sonhar, sei que não tenho direito te pedir, mais assim mesmo te peço, sua amizade! Se pudesse voltar o tempo, o voltaria, mais como isso é impossível tenho que me contentar, sei que já perdi você!
Vou ficar só com as lembranças, lembranças de que um perdi alguém que significava muito para mim, por que fui criança, mais tudo bem , vamos dar tempo ao tempo. Tenho que viver minha vida, vou tocar esse barco para frente, perdão, perdão... só quis te amar, que pena que não deu certo.

Te adoro!

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Onde está?

Onde está aquele seu jeito alegre,
seu jeitinho feliz que cativava
todas as pessoas?

Onde está aquele seu sorriso,
é, aquele mesmo que me encantou
para sempre e me fez seu mais fiel amigo?

Onde está sua vida,
que conseguia fazer de uma segunda-feira,
quase que um final de semana?

Será que tudo isso acabou?
será que por causa de um ser insignificante
você resolveu perder o que tinha de melhor?

Você é forte, você é bela,
não merece sofrer por tão pouco
não mergulhe no poço lodoso da depressão
nem ande pelo sombrio vale das lágrimas desnecessárias

Reaja, levante a cabeça e diga:
Eu não aceito isso!
e tudo vai mudar,

As lágrimas se tornarão em sorriso
a tristeza dará lugar a alegria
e a vida voltará a existir em você.

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A Morte

Sujos sentidos no escuro
Brisa leve
Rosto pálido

Um grito se escuta
Mas o mundo está só!

Na imensidão
O infinito parece te olhar
E o mar, que de longe se avista
Bate ondas com o vento.

De repente...
Uma luz estranha aparece
Tudo paralisa
E os olhos congelam

Nada faz sentido
Perante o juízo

Um tremor começa a aparecer
E os olhos lacrimejantes
Parecem esperar uma resposta.
Resposta esta que secidirá o que exatamente não foi descoberto:
Uns dizem ser o bem e o mal
Eu acredito que será o final
Mas o que podemos dizer sobre isto??

Os sonhos desapareceram
Palavras não são escutadas
Gestos não são vistos
O corpo vira apenas um detalhe
E o coração já não bate mais.

Penar em acordar?
Creio que não será possível.
O que sei ou o que penso saber,
É que não seremos nós a decidir
A vontade dele é maior!!

Somos loucos incompreendidos
A procura da salvação
E acabamos pedindo perdão,
Mas já é tarde de mais...
Preferimos acreditar que somos imortais
E que o mundo é nosso
E nos esquecemos do grande criador
Que nos deu o poder de achar ser o melhor
Nos deu o poder da vida
e quem sabe também tirou...
Nos deu um castigo
Do qual não entendemos o que seje..
Apenas esperamos e vivemos da maneira que achamos ser certa.
Aguardando o momento em que poderemos dizer:
Estou Pronto

E aí...
Ah!!! Não tem como escapar
É ela que vem chegando
Para nos dizer que chegou a hora de ir embora...
E quando simplesmente dizemos adeus ao mundo...

BERROS, SUSPIROS, SOLUÇOS E LÁGRIMAS

E tudo se acaba...
Sem lógica...
Só por acabar...

Isso é o que chamamos de...
MORTE

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Adversários

Respeita os adversários
e honorifica-lhes as qualidades
com o melhor apreço.

As forças
que não te protegerem
os inimigos
não te prestarão
amparo algum.

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Em busca da felicidade

Passamos a vida em busca da felicidade.

Procurando o tesouro escondido.
Corremos de um lado para o outroesperando descobrir a chave da felicidade.
Esperamos que tudo que nos preocupa se resobva num passe demágica.
E achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros fogem para casa para serem felizes.
Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam para serem felizes.
Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além do normal para serem felizes.

Uma busca infinda.
Anos desperdiçados.

Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto.
Sombras, lágrimas. Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver!
A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim.
É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira,
naquela pessoa.
E jamais está à venda.
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós para ter alegria, estamos fadados à decepção.

A felicidade não tem nada a ver com conseguir.

Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio, ao mesmo tempo tem que nenhuma fortuna
satisfaria a um inconformado.
As necessidades de cada um de nós são poucas.
Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar, alguma coisa a esperar, seremos felizes.
Saiba: A única fonte de felicidade está dentro de você, e deve ser repartida.
Repartir suas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros: sempre algumas gotas acabam caindo sobre
você mesmo.

Desejo muitas Felicidades!

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Girassóis

O que houve com sua cabeça? Fernanda nem se lembrava mais. Doía, latejava, como se mil tambores estivessem lá dentro, tocando, tocando. Como se o surdo da fanfarra, num desfile de Sete de Setembro, tivesse se instalado no seu cérebro, sem a menor cerimônia...
Recordou as manhãs coloridas de sol quente, dos desfiles de Sete de Setembro.
Ela tocava na fanfarra, enluvada, orgulhosa... Velhas e doces lembranças do Colégio da São José, com o famoso sagú da Irmã Benigna nas manhãs de gincanas.
De repente, lembrou-se: hoje é Sábado! Jorginho, ao seu lado, dormia profundamente, a boca aberta... uma saliva grossa corria lentamente do canto de sua boca.
Levantou-se, devagar, sentindo tontura. Foi até a cozinha preparar um café. Por toda a parte, vestígios da festa da noite anterior: garrafas vazias de vodka no chão da sala, papéis imundos no banheiro, resíduos de preparativos das drogas que todos, exceto ela, tinham usado e abusado...
Fernanda sorriu. Sessenta e dois dias limpa.... só por hoje. As únicas coisas das quais gostava, em todo esse apartamento repulsivo, estavam penduradas no teto, nas janelas, no armário do banheiro... por todo canto, ela pendurara girassóis bem amarelos, bregas mesmo, comprados com o troco do supermercado, numa loja de um e noventa e nove.
Jorginho não entendeu. Nenhum dos infelizes amigos dele entendeu. Só dona Fulvia, a vizinha do segundo andar, sabia da história dos girassóis. Aliás, dona Fulvia é quem vinha alimentando Fernanda, almoço e jantar, escondida de Jorginho, desde que ela resolveu ficar "limpa". Há sessenta e dois dias... magra e doente, necessitando fisicamente do pó para dormir e para acordar, para rir e para fazer amor. Fernanda casualmente (?) passou em frente a uma dessas lojinhas de um e noventa e nove, numa rua próxima ao apartamento no qual vivia, ou morria, quem sabe, com o namorado, escondida do resto do mundo. Onde se escondia da vida.
Um amarelo intenso chamou a sua atenção. Entre outras flores artificiais, girassóis enormes, de um amarelo profundo, de gosto duvidoso, lembraram-lhe seus últimos esforços para vencer a droga.
Fernanda fugira, há uma semana, auxiliada por Jorginho, de uma clínica para recuperação de viciados. De poucas coisas ela se lembrava, durante os dez dias em que lá estivera, contra a vontade. Uma delas era a profusão de girassóis no jardim.
Essas flores, imensas e alegres, lembravam a ela o seu pai. Aliás, o pai que Fernanda viu partir quando elato, ela pendurara girassóis bem amarelos, bregas mesmo, comprados com o troco do supermercado, numa loja de um e noventa e nove.
Jorginho não entendeu. Nenhum dos infelizes amigos dele entendeu. Só dona Fulvia, a vizinha do segundo andar, sabia da história dos girassóis. Aliás, dona Fulvia é quem vinha alimentando Fernanda, almoço e jantar, escondida de Jorginho, desde que ela resolveu ficar "limpa". Há sessenta e dois dias... magra e doente, necessitando fisicamente do pó para dormir e para acordar, para rir e para fazer amor. Fernanda casualmente (?) passou em frente a uma dessas lojinhas de um e noventa e nove, numa rua próxima ao apartamento no qual vivia, ou morria, quem sabe, com o namorado, escondida do resto do mundo. Onde se escondia da vida.
Um amarelo intenso chamou a sua atenção. Entre outras flores artificiais, girassóis enormes, de um amarelo profundo, de gosto duvidoso, lembraram-lhe seus últimos esforços para vencer a droga.
Fernanda fugira, há uma semana, auxiliada por Jorginho, de uma clínica para recuperação de viciados. De poucas coisas ela se lembrava, durante os dez dias em que lá estivera, contra a vontade. Uma delas era a profusão de girassóis no jardim.
Essas flores, imensas e alegres, lembravam a ela o seu pai. Aliás, o pai que Fernanda viu partir quando ela mesma tinha seis anos, que "foi morar com o papai do céu", como contou a mãe. Ele adorava tudo o que fosse grande.
Baixinho, alegre, seu pai casou-se com uma mulher grande, tinha um carro grande, fazia grandes aeromodelos que levava para brincar, aos sábados, sempre com Fernanda a tiracolo, com o boné da cor dos girassóis, bem amarelo.
Ela cresceu amando essas flores, e na clínica Oásis o jardim era forrado delas.
Nessa manhã, à frente da loja de um e noventa e nove, Fernanda sentiu falta da vida. Sentiu saudades do pai, da mãe, do irmão adolescente, que não via há mais de um ano... nessa manhã, Fernanda decidiu que pararia de usar drogas.
Contou o troquinho do supermercado, dava para comprar dez girassóis.
Entrou, pediu para embrulhar, orgulhosa de si mesma por não estar roubando, e levou para o apartamento.
Passou primeiro pelo segundo andar, dona Fulvia lhe deu pão de queijo, quentinho. Contou a ela, que entendeu, e deu força. Ela sempre entendia e encorajava, parecia sua mãe.
Subiu sozinha (dona Fulvia tinha medo do Jorginho), não disse nada ao homem que jazia no sofá, fumando um cigarro, nem ele perguntou nada. Subiu numa cadeira e foi pendurando girassóis, esparramando pelo quarto, sala e cozinha. O namorado já nem se importava com ela, ou com o que ela fizess mesma tinha seis anos, que "foi morar com o papai do céu", como contou a mãe. Ele adorava tudo o que fosse grande.
Baixinho, alegre, seu pai casou-se com uma mulher grande, tinha um carro grande, fazia grandes aeromodelos que levava para brincar, aos sábados, sempre com Fernanda a tiracolo, com o boné da cor dos girassóis, bem amarelo.
Ela cresceu amando essas flores, e na clínica Oásis o jardim era forrado delas.
Nessa manhã, à frente da loja de um e noventa e nove, Fernanda sentiu falta da vida. Sentiu saudades do pai, da mãe, do irmão adolescente, que não via há mais de um ano... nessa manhã, Fernanda decidiu que pararia de usar drogas.
Contou o troquinho do supermercado, dava para comprar dez girassóis.
Entrou, pediu para embrulhar, orgulhosa de si mesma por não estar roubando, e levou para o apartamento.
Passou primeiro pelo segundo andar, dona Fulvia lhe deu pão de queijo, quentinho. Contou a ela, que entendeu, e deu força. Ela sempre entendia e encorajava, parecia sua mãe.
Subiu sozinha (dona Fulvia tinha medo do Jorginho), não disse nada ao homem que jazia no sofá, fumando um cigarro, nem ele perguntou nada. Subiu numa cadeira e foi pendurando girassóis, esparramando pelo quarto, sala e cozinha. O namorado já nem se importava com ela, ou com o que ela fizesse. Já nem mais faziam amor... seu Deus era a droga. No pouco tempo de sobriedade que lhe restava, ele passava arquitetando onde e como deixaria de estar sóbrio.
Nessa manhã, à frente da loja de um e noventa e nove, com o pai na cabeça e os girassóis nas mãos, Fernanda decidiu-se pela vida. Há sessenta e dois dias...
Era hoje, ou nunca. Apesar da cabeça que não parava de latejar, apesar de Jorginho, apesar mesmo dos girassóis, ela já se decidira a voltar para a Oásis. Telefonara para a diretora, dona Vera, do orelhão da esquina – a cobrar – e pediu para voltar. Não mais levada pela mãe, no carro grande, mas pelas próprias pernas. Não mais sugestionada por conselhos, mas arrastada pela dor.
Fernanda estava cansada da vida de morte que levava, cansada de traficar para comer, de se prostituir para conseguir droga. Estava cansada das lembranças do pai, com saudade do quindão que a mãe fazia, com saudade dos girassóis...
Tomou um café, pegou a mochila com as poucas roupas que sobraram (de todas as que já tinha vendido), pensou até em passar batom, mas teve medo que Jorginho notasse.
Pulou para alcançar um dos girassóis, e saiu do prédio com a flor nas mãos e os olhos brilhantes.
Já havia se despedido de dona Fulvia, na véspera, e deixara com ela o telefone da Oásis. Pedira-lhe e. Já nem mais faziam amor... seu Deus era a droga. No pouco tempo de sobriedade que lhe restava, ele passava arquitetando onde e como deixaria de estar sóbrio.
Nessa manhã, à frente da loja de um e noventa e nove, com o pai na cabeça e os girassóis nas mãos, Fernanda decidiu-se pela vida. Há sessenta e dois dias...
Era hoje, ou nunca. Apesar da cabeça que não parava de latejar, apesar de Jorginho, apesar mesmo dos girassóis, ela já se decidira a voltar para a Oásis. Telefonara para a diretora, dona Vera, do orelhão da esquina – a cobrar – e pediu para voltar. Não mais levada pela mãe, no carro grande, mas pelas próprias pernas. Não mais sugestionada por conselhos, mas arrastada pela dor.
Fernanda estava cansada da vida de morte que levava, cansada de traficar para comer, de se prostituir para conseguir droga. Estava cansada das lembranças do pai, com saudade do quindão que a mãe fazia, com saudade dos girassóis...
Tomou um café, pegou a mochila com as poucas roupas que sobraram (de todas as que já tinha vendido), pensou até em passar batom, mas teve medo que Jorginho notasse.
Pulou para alcançar um dos girassóis, e saiu do prédio com a flor nas mãos e os olhos brilhantes.
Já havia se despedido de dona Fulvia, na véspera, e deixara com ela o telefone da Oásis. Pedira-lhe que avisasse a mãe de sua decisão, ela ainda não tinha coragem de olhar para seus olhos cansados...
Na manhã clara de sol e Sábado, ninguém entendia por que aquela moça ria, mochila nas costas e um girassol nas mãos.
A caminho da Rodoviária. Ou melhor, no caminho de volta à vida.

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Indeciso

Não sei se a é culpa minha ou se o encanto é maior que todas minhas defesas...
Não sei se sou um grande idiota ou um pequeno apaixonado...
Não sei se é real por ser tão difícil ou apenas um sonho por ser tão mágico...
Não sei se vou em frente ou se escolho uma esquina e tento a sorte...
Não sei se desejo muito ou se o cupido me pegou de jeito...
Não sei se desisto às vezes ou venho a falecer momentaneamente...
Não sei se sofro ou se resisto...
Não sei se sou invulnerável no ataque ou resistente na defesa...
Não sei se o pior é mudar de idéia ou não tê-la para mudar...
Não sei se é pelo medo de diminuir que às vezes deixo de crescer...
Não sei se é por crescer muito que deixo de viver de acordo com a vida...
Não sei se acabou cedo demais ou durou tempo suficiente para tornar-se inesquecível...
Não sei se estou só ou se apenas sinto sua falta diante de todo mundo...
Não sei se resisto à essa tentação ou se jamais haverá uma outra chance...
Não sei se te amo...

Só sei que a vida se vive para frente mas se entende para trás...
Só sei que quanto mais alto estou mais dificuldade tenho em manter o equilíbrio...
Só sei que nenhuma certeza fatal é pior que a dúvida ameaçadora...
Só sei que o pior não é falhar, é jamais ter tentado...
Só sei que sou apenas o que as circunstâncias me permitem ser, e não o que eu gostaria...
Só sei que é melhor o pouco na memória do que o muito no esquecimento...
Só sei que nunca se deve andar por caminhos já traçados porque eles levam somente até onde os outros já alcançaram...
Só sei que ser forte não é destruir, e sim resistir...
Só sei que o destino une e separa as pessoas, mas nada é tão forte que faça esquecer alguém tão especial...
Só sei que uma grama de exemplos vale mais que uma tonelada de conselhos...
Só sei que o que realizamos nunca é tão belo quanto às que sonhamos...
Só sei que às vezes acontece coisas tão belas que nunca pensamos em sonhá-las...
Só sei que o tempo é longo demais para quem sofre e curto demais para quem desfruta... e eterno para quem ama...
Só sei que não consigo tirar da cabeça o que não sai do coração...
Só sei que no fim de tudo dá certo, se não deu é porque ainda não chegou o fim...

Só sei que te amo...

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Surtos... (Soneto)

Preciso gritar que te amo.
Quem é você? Já nos encontramos?
Desejo que mastigue meus lábios,
exijo que seja parte de mim.

De você quero o pior, o melhor nem pretendo conhecer,se me quizeres, é entender ou convencer.
Te quero longe e grudada em mim.
Por que sou assim?

Meu medo é meu maior prazer,
meu medo é te perder.
Te conheço? já brigamos?

Faça o que quizer, vou fingir que não ví,
és mulher, é de instinto fazer-me sofrer.
Aliás, nem quero te conhecer...

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Aflição Vazia

Ante as dificuldades do cotidiano, exerçamos a paciência, não apenas em auxílio aos outros, mas igualmente a favor de nós mesmos.
Desejamos referir-nos, sobretudo, ao sofrimento inútil da tensão mental que nos inclina à enfermidade e nos aniquila valiosas oportunidades de serviço.

No passado e no presente, instrutores do espírito e médicos do corpo combatem a ansiedade como sendo um dos piores corrosivos da alma. De nossa parte, é justo colaboremos com eles, a benefício próprio, imunizando-nos contra essa nuvem da imaginação que nos atormenta sem proveito, ameaçando-nos a organização emotiva.

Aceitemos a hora difícil com a paz do aluno honesto, que deu o melhor de si, no estudo da lição, de modo a comparecer diante da prova, evidenciando consciência tranqüila.

Se o nosso caminho tem as marcas do dever cumprido, a inquietação nos visita a casa íntima na condição do malfeitor decidido a subvertê-la ou dilapidá-la; e assim como é forçoso defender a atmosfera do lar contra a invasão de agentes destrutivos, é indispensável policiar o âmbito de nossos pensamentos, assegurando-lhes a serenidade necessária...

Tensão à face de possíveis acontecimentos lamentáveis é facilitar-lhes a eclosão, de vez que a idéia voltada para o mal é contribuição para que o mal aconteça; e tensão à frente de sucessos menos felizes é dificultar a ação regenerativa do bem, necessário ao reajuste das energias que desastres ou erros hajam desperdiçado.

Analisemos desapaixonadamente os prejuízos que as nossas preocupações injustificáveis causam aos outros e a nós mesmos, e evitemos semelhante desgaste empregando em trabalho nobilitante os minutos ou as horas que, muita vez, inadvertidamente, reservamos à aflição vazia.

Lembremo-nos de que as Leis Divinas, através dos processos de ação visível e invisível da natureza, a todos nos tratam em bases de equilíbrio, entregando-nos a elas, entre as necessidade do aperfeiçoamento e os desafios do progresso, com a lógica de quem sabe que tensão não substitui esforço construtivo, ante os problemas naturais do caminho. E façamos isso, não apenas por amor aos que nos cercam, mas também a fim de proteger-nos contra a hora da ansiedade que nasce e cresce de nossa invigilância para asfixiar-nos a alma ou arrasar-nos o tempo sem qualquer razão de ser.

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Sofrimento

Mais uma vez estou escrevendo o meu sofrimento por um relacionamento que terminou. Tentei de tudo para não acabar, só que o amor não depende apenas de uma pessoa, precisa que as duas estejam sintonizadas. Eu estava realmente gostando muito dela, como jamais gostei de ninguém na minha vida, mas acabou. Eu estava muito feliz com tudo que estava acontecendo na minha vida, estava tudo entrando nos eixos, os negócios começavam a dar sinais de recuperação, a família estava mais unida do que nunca e o amor estava indo de vento em poupa, só que de repente tudo desmoronou, me vi sem saber aonde me apoiar, no momento não sei o que fazer da minha vida sem esta mulher, já pedi a tudo e a todos uma ajuda para conseguir reconquistar esta mulher, mas, o problema não era de conquistar ou não, o problema era muito mais sério, o amor dela havia acabado. E porque eu não consegui enxergar isso antes? Simplesmente porque eu estava muito apaixonado. Talvez eu pudesse ter mudado alguma coisa. Mas não tivemos tempo nesta relação, se morássemos na mesma cidade isso já teria acontecido a muito mais tempo e eu não teria sofrido tanto como estou sofrendo.
Senti na pele o que todo mundo fala, que a pior coisa numa relação e a perda de tesão, isso me matou, cansei de dar conselhos para amigas sobre o assunto, mas não soube perceber isto na minha relação.Este meu amigo computador, meu companheiro de desabafos, poderia muito bem responder algumas questões para mim, ai sim seria perfeito, como por exemplo:O que será de mim daqui pra frente? Será que vou conseguir chegar a felicidade? Será que vou encontrar alguém esteja disposta a viver comigo o resto da minha vida?
Puxa, aturei tanta coisa nesta relação, deixei tanta coisa pra trás só pra não machucar e o máximo que consegui foi ouvir que sou legal, sou gente boa e uma companhia agradável, antes eu tivesse sido o contrário, antes eu tivesse alugado aquele apartamento com ela, mas acho que não iria adiantar.
Olha vou ficar de novo rodando atrás de uma pessoa legal e que me ame, mas juro nunca mais me entregar a uma paixão sem antes perceber que ela esta disposta a se entregar também, dei a ela todo o meu amor e o meu prazer a tratava como uma rainha, e o pior foi ouvir da boca dela que até o beijo nosso era sem sal, que nós não dávamos mais aqueles beijos bons.
Eu vou ficar aqui sofrendo, tomara que não seja por muito tempo como foi da ultima vez, mas eu garanto que ela vai ficar grudada em meu coração e que vai ser difícil alguém substituir o que ela foi para mim. Realmente eu fui um bosta, não consegui fazer com que uma mulher gostasse de mim, acho que foi melhor assim, antes que eu pudesse tomar um chifre, pelo menos nisto ela foi sensata.
Porque que a gente não gosta de quem realmente gosta de gente, juro que a partir de hoje nunca mais vou sofrer por uma mulher, e muito ruim, não quero desejar isso para ninguém e acho que agora sim eu sei qual vai ser o meu futuro...

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Esquecer não custa nada!

Sabe,eu tentei de tudo...
Tentei ser a mulher que você sonhou, tentei ser a amiga, a confidente, a aliada...
Tentei de todas as formas, não perder você, mas sei que é tarde demais.
Sei o quanto errei, e sei que te magoei mais do que o que seria tolerado...
Sou humana somente... e esquecer não custa nada.
Ninguém deixa de ser o que é, e como é da noite pra o dia...
Sei que seu amor foi real, mas me desculpe pelo meu, ele não foi tão forte como eu te falava.
Deixei você acreditar que te amaria pra sempre, por medo de perder sua amizade...
Sinto muito pelo mal que eu te fiz!
Mas não se deixe abater por uma pessoa como eu...
Você é muito melhor do que isto.
Siga em frente, e encontre seu verdadeiro amor...
A mim resta somente a esperança de que um dia você me perdoe, e aceite a minha amizade...
Esta eu te garanto: É sincera!

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