Mensagens Perfeitas

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Agenda da Felicidade

O sorriso...
é o cartão de visita das pessoas saudáveis.

Distribua-o gentilmente.

O diálogo...
é a ponte que liga as duas margens, do eu à do tu.

Transmite-o bastante.

O amor...
é a melhor música na partitura da vida.

Sem ele, você será um eterno desafinado.

A bondade...
é a flor mais atraente do jardim de um coração bem cultivado.

Plante estas flores.

A alegria...
é o perfume gratificante, fruto do dever cumprido.

Esbanje-o, o mundo precisa dele.

A paz da consciência...
é o melhor travesseiro para o sono da tranqüilidade.

Viva em paz consigo mesmo.

A fé...
é a bússola certa para os navios errantes,
incertos, buscando as praias da eternidade.

Utilize-a.

A esperança...
é o vento bom enfunando as velas do nosso barco.

Chame-o para dentro do seu cotidiano.

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Loucura x Amor

A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa.
Todos os convidados foram. Após o café, a Loucura propôs:
- Vamos brincar de esconde-esconde?
- Esconde-esconde? O que é isso? -
perguntou a Curiosidade.
- Esconde - esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês se escondem.
Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado
será o próximo a contar.
Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.
-1,2,3,... - a Loucura começou a contar.
A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer.
A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim.
Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder.
A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele de baixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo.
O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava nonoventa e nove.
- Cem - gritou a Loucura. - Vou começar a procurar.
A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar.
Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder. E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez...
Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor?
Ninguém o tinha visto.. A Loucura começou a procurá-lo.
Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedra
s e nada do Amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente o uviu um grito.
Era o Amor, gritando por Ter furado o olho com um espinho!
A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui-lo para sempre. O Amor aceitou as desculpas...
Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre.

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Aflição Vazia

Ante as dificuldades do cotidiano, exerçamos a paciência, não apenas em auxílio aos outros, mas igualmente a favor de nós mesmos.
Desejamos referir-nos, sobretudo, ao sofrimento inútil da tensão mental que nos inclina à enfermidade e nos aniquila valiosas oportunidades de serviço.

No passado e no presente, instrutores do espírito e médicos do corpo combatem a ansiedade como sendo um dos piores corrosivos da alma. De nossa parte, é justo colaboremos com eles, a benefício próprio, imunizando-nos contra essa nuvem da imaginação que nos atormenta sem proveito, ameaçando-nos a organização emotiva.

Aceitemos a hora difícil com a paz do aluno honesto, que deu o melhor de si, no estudo da lição, de modo a comparecer diante da prova, evidenciando consciência tranqüila.

Se o nosso caminho tem as marcas do dever cumprido, a inquietação nos visita a casa íntima na condição do malfeitor decidido a subvertê-la ou dilapidá-la; e assim como é forçoso defender a atmosfera do lar contra a invasão de agentes destrutivos, é indispensável policiar o âmbito de nossos pensamentos, assegurando-lhes a serenidade necessária...

Tensão à face de possíveis acontecimentos lamentáveis é facilitar-lhes a eclosão, de vez que a idéia voltada para o mal é contribuição para que o mal aconteça; e tensão à frente de sucessos menos felizes é dificultar a ação regenerativa do bem, necessário ao reajuste das energias que desastres ou erros hajam desperdiçado.

Analisemos desapaixonadamente os prejuízos que as nossas preocupações injustificáveis causam aos outros e a nós mesmos, e evitemos semelhante desgaste empregando em trabalho nobilitante os minutos ou as horas que, muita vez, inadvertidamente, reservamos à aflição vazia.

Lembremo-nos de que as Leis Divinas, através dos processos de ação visível e invisível da natureza, a todos nos tratam em bases de equilíbrio, entregando-nos a elas, entre as necessidade do aperfeiçoamento e os desafios do progresso, com a lógica de quem sabe que tensão não substitui esforço construtivo, ante os problemas naturais do caminho. E façamos isso, não apenas por amor aos que nos cercam, mas também a fim de proteger-nos contra a hora da ansiedade que nasce e cresce de nossa invigilância para asfixiar-nos a alma ou arrasar-nos o tempo sem qualquer razão de ser.

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Dona Felicidade

Dizem que Dona Felicidade mora longe dos sonhadores, mas não é verdade não!
Dona Felicidade mora sempre onde colocamos os nossos sonhos.

Uns, colocam seus sonhos em lugares muito altos, imaginam que ser feliz é possuir
tudo, outros, já calejados pela vida e pelas lutas do dia a dia, aprenderam
a colocar seus sonhos em lugares próximos, buscando realizar apenas um sonho
de cada vez.

Dona Felicidade, ao contrário do que dizem as más línguas, não é exigente, não
é "madame esnobe" que se esconde do povo, pelo contrário, Dona Felicidade é
simples e muito humilde, é tão simples e tão humilde que as vezes está bem na
nossa cara e não a enxergamos.

Quantas pessoas passam uma vida inteira procurando por ela e ela está bem na
frente de seus narizes.

Mas, tem uma coisa, Dona Felicidade exige que cada pessoa que deseja realmente
encontrá-la, vá pessoalmente procurá-la, aí daqueles que entregam a sua felicidade
na mão dos outros, aí daqueles que esperam que outras pessoas venham trazer
a felicidade para suas vidas.

Pobre daqueles que investem as suas vidas em tentar mudar alguém, em consertar
uma pessoa, em julgar outras...

Dona Felicidade está sentada à sua frente, está pertinho de você, basta enxergar
a vida com a lente da simplicidade, dar o primeiro sorriso (afinal Dona Felicidade
é muito alegre), dar o primeiro passo para se libertar de qualquer tipo de escravidão
(Dona Felicidade é a própria liberdade), parar de ser a vítima infeliz (Dona
Felicidade não acredita em vítimas, acredita em ação e reação).

Por fim, Dona Felicidade manda um recado para você que por qualquer motivo esteja
sofrendo, esteja triste, desanimado da vida: "o tempo é o melhor remédio e melhor
conselheiro" para qualquer situação, não julgue, deixe o tempo trazer a resposta.

Enquanto isso, lute pela sua felicidade, lembre-se que você é a parte mais importante
de sua vida e muito importante para a própria vida.

Sorria !!!

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Em busca da felicidade

Passamos a vida em busca da felicidade.

Procurando o tesouro escondido.
Corremos de um lado para o outroesperando descobrir a chave da felicidade.
Esperamos que tudo que nos preocupa se resobva num passe demágica.
E achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros fogem para casa para serem felizes.
Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam para serem felizes.
Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além do normal para serem felizes.

Uma busca infinda.
Anos desperdiçados.

Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto.
Sombras, lágrimas. Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver!
A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim.
É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira,
naquela pessoa.
E jamais está à venda.
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós para ter alegria, estamos fadados à decepção.

A felicidade não tem nada a ver com conseguir.

Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio, ao mesmo tempo tem que nenhuma fortuna
satisfaria a um inconformado.
As necessidades de cada um de nós são poucas.
Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar, alguma coisa a esperar, seremos felizes.
Saiba: A única fonte de felicidade está dentro de você, e deve ser repartida.
Repartir suas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros: sempre algumas gotas acabam caindo sobre
você mesmo.

Desejo muitas Felicidades!

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Onde está?

Onde está aquele seu jeito alegre,
seu jeitinho feliz que cativava
todas as pessoas?

Onde está aquele seu sorriso,
é, aquele mesmo que me encantou
para sempre e me fez seu mais fiel amigo?

Onde está sua vida,
que conseguia fazer de uma segunda-feira,
quase que um final de semana?

Será que tudo isso acabou?
será que por causa de um ser insignificante
você resolveu perder o que tinha de melhor?

Você é forte, você é bela,
não merece sofrer por tão pouco
não mergulhe no poço lodoso da depressão
nem ande pelo sombrio vale das lágrimas desnecessárias

Reaja, levante a cabeça e diga:
Eu não aceito isso!
e tudo vai mudar,

As lágrimas se tornarão em sorriso
a tristeza dará lugar a alegria
e a vida voltará a existir em você.

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10 Motivos para sorrir

SORRIA!! Hoje é mais um dia lindo para ser aproveitado!

SORRIA!! Existe pessoas que amam você e sempre te querem o melhor...

SORRIA!!! Você é super importante, e sem você o mundo não seria o mesmo!!

SORRIA!! Esqueça os problemas... você fica lindo(a) com um sorriso!!!

SORRIA!!!! Você é privilegiado, tem comida, cama, tem um teto... e vive em um país que apesar da violência, não tem guerra!

SORRIA!!!! Pois o sorriso é contagiante, vamos fazer uma epidemia!!!!!!
Não se preocupe com os obstáculos da vida, eles nos fazem crescer!!

SORRIA!!! A vida é bela, se você não acha isso, torne sua vida bela.... comece sorrindo, que tudo a sua volta mudará!!!

SORRIA!!! Você tem amigos que te amam.... e um melhor amigo.... DEUS!!!!

SORRIA!!!! Mais um ano está chegando.... um ano que poderá ser o melhor ano, se você começa-lo sorrindo!!

SORRIA!!! Pois você está vivo(a).... e este é o maior motivo para sorrir.... pois a sua existência faz o mundo mais feliz!!!!!!

Você já sorriu hoje?? Não?? Então o que está esperando??? Um sorriso por mais simples que seja modifica tudo a nossa volta. Um sorriso pode alegrar um coração, restaurar amizades e até conquistar as pessoas. Mas o mais importante é que sorrindo você sentirá melhor e o seu sorriso contribui para um mundo mais feliz!!!!

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Girassóis

O que houve com sua cabeça? Fernanda nem se lembrava mais. Doía, latejava, como se mil tambores estivessem lá dentro, tocando, tocando. Como se o surdo da fanfarra, num desfile de Sete de Setembro, tivesse se instalado no seu cérebro, sem a menor cerimônia...
Recordou as manhãs coloridas de sol quente, dos desfiles de Sete de Setembro.
Ela tocava na fanfarra, enluvada, orgulhosa... Velhas e doces lembranças do Colégio da São José, com o famoso sagú da Irmã Benigna nas manhãs de gincanas.
De repente, lembrou-se: hoje é Sábado! Jorginho, ao seu lado, dormia profundamente, a boca aberta... uma saliva grossa corria lentamente do canto de sua boca.
Levantou-se, devagar, sentindo tontura. Foi até a cozinha preparar um café. Por toda a parte, vestígios da festa da noite anterior: garrafas vazias de vodka no chão da sala, papéis imundos no banheiro, resíduos de preparativos das drogas que todos, exceto ela, tinham usado e abusado...
Fernanda sorriu. Sessenta e dois dias limpa.... só por hoje. As únicas coisas das quais gostava, em todo esse apartamento repulsivo, estavam penduradas no teto, nas janelas, no armário do banheiro... por todo canto, ela pendurara girassóis bem amarelos, bregas mesmo, comprados com o troco do supermercado, numa loja de um e noventa e nove.
Jorginho não entendeu. Nenhum dos infelizes amigos dele entendeu. Só dona Fulvia, a vizinha do segundo andar, sabia da história dos girassóis. Aliás, dona Fulvia é quem vinha alimentando Fernanda, almoço e jantar, escondida de Jorginho, desde que ela resolveu ficar "limpa". Há sessenta e dois dias... magra e doente, necessitando fisicamente do pó para dormir e para acordar, para rir e para fazer amor. Fernanda casualmente (?) passou em frente a uma dessas lojinhas de um e noventa e nove, numa rua próxima ao apartamento no qual vivia, ou morria, quem sabe, com o namorado, escondida do resto do mundo. Onde se escondia da vida.
Um amarelo intenso chamou a sua atenção. Entre outras flores artificiais, girassóis enormes, de um amarelo profundo, de gosto duvidoso, lembraram-lhe seus últimos esforços para vencer a droga.
Fernanda fugira, há uma semana, auxiliada por Jorginho, de uma clínica para recuperação de viciados. De poucas coisas ela se lembrava, durante os dez dias em que lá estivera, contra a vontade. Uma delas era a profusão de girassóis no jardim.
Essas flores, imensas e alegres, lembravam a ela o seu pai. Aliás, o pai que Fernanda viu partir quando elato, ela pendurara girassóis bem amarelos, bregas mesmo, comprados com o troco do supermercado, numa loja de um e noventa e nove.
Jorginho não entendeu. Nenhum dos infelizes amigos dele entendeu. Só dona Fulvia, a vizinha do segundo andar, sabia da história dos girassóis. Aliás, dona Fulvia é quem vinha alimentando Fernanda, almoço e jantar, escondida de Jorginho, desde que ela resolveu ficar "limpa". Há sessenta e dois dias... magra e doente, necessitando fisicamente do pó para dormir e para acordar, para rir e para fazer amor. Fernanda casualmente (?) passou em frente a uma dessas lojinhas de um e noventa e nove, numa rua próxima ao apartamento no qual vivia, ou morria, quem sabe, com o namorado, escondida do resto do mundo. Onde se escondia da vida.
Um amarelo intenso chamou a sua atenção. Entre outras flores artificiais, girassóis enormes, de um amarelo profundo, de gosto duvidoso, lembraram-lhe seus últimos esforços para vencer a droga.
Fernanda fugira, há uma semana, auxiliada por Jorginho, de uma clínica para recuperação de viciados. De poucas coisas ela se lembrava, durante os dez dias em que lá estivera, contra a vontade. Uma delas era a profusão de girassóis no jardim.
Essas flores, imensas e alegres, lembravam a ela o seu pai. Aliás, o pai que Fernanda viu partir quando ela mesma tinha seis anos, que "foi morar com o papai do céu", como contou a mãe. Ele adorava tudo o que fosse grande.
Baixinho, alegre, seu pai casou-se com uma mulher grande, tinha um carro grande, fazia grandes aeromodelos que levava para brincar, aos sábados, sempre com Fernanda a tiracolo, com o boné da cor dos girassóis, bem amarelo.
Ela cresceu amando essas flores, e na clínica Oásis o jardim era forrado delas.
Nessa manhã, à frente da loja de um e noventa e nove, Fernanda sentiu falta da vida. Sentiu saudades do pai, da mãe, do irmão adolescente, que não via há mais de um ano... nessa manhã, Fernanda decidiu que pararia de usar drogas.
Contou o troquinho do supermercado, dava para comprar dez girassóis.
Entrou, pediu para embrulhar, orgulhosa de si mesma por não estar roubando, e levou para o apartamento.
Passou primeiro pelo segundo andar, dona Fulvia lhe deu pão de queijo, quentinho. Contou a ela, que entendeu, e deu força. Ela sempre entendia e encorajava, parecia sua mãe.
Subiu sozinha (dona Fulvia tinha medo do Jorginho), não disse nada ao homem que jazia no sofá, fumando um cigarro, nem ele perguntou nada. Subiu numa cadeira e foi pendurando girassóis, esparramando pelo quarto, sala e cozinha. O namorado já nem se importava com ela, ou com o que ela fizess mesma tinha seis anos, que "foi morar com o papai do céu", como contou a mãe. Ele adorava tudo o que fosse grande.
Baixinho, alegre, seu pai casou-se com uma mulher grande, tinha um carro grande, fazia grandes aeromodelos que levava para brincar, aos sábados, sempre com Fernanda a tiracolo, com o boné da cor dos girassóis, bem amarelo.
Ela cresceu amando essas flores, e na clínica Oásis o jardim era forrado delas.
Nessa manhã, à frente da loja de um e noventa e nove, Fernanda sentiu falta da vida. Sentiu saudades do pai, da mãe, do irmão adolescente, que não via há mais de um ano... nessa manhã, Fernanda decidiu que pararia de usar drogas.
Contou o troquinho do supermercado, dava para comprar dez girassóis.
Entrou, pediu para embrulhar, orgulhosa de si mesma por não estar roubando, e levou para o apartamento.
Passou primeiro pelo segundo andar, dona Fulvia lhe deu pão de queijo, quentinho. Contou a ela, que entendeu, e deu força. Ela sempre entendia e encorajava, parecia sua mãe.
Subiu sozinha (dona Fulvia tinha medo do Jorginho), não disse nada ao homem que jazia no sofá, fumando um cigarro, nem ele perguntou nada. Subiu numa cadeira e foi pendurando girassóis, esparramando pelo quarto, sala e cozinha. O namorado já nem se importava com ela, ou com o que ela fizesse. Já nem mais faziam amor... seu Deus era a droga. No pouco tempo de sobriedade que lhe restava, ele passava arquitetando onde e como deixaria de estar sóbrio.
Nessa manhã, à frente da loja de um e noventa e nove, com o pai na cabeça e os girassóis nas mãos, Fernanda decidiu-se pela vida. Há sessenta e dois dias...
Era hoje, ou nunca. Apesar da cabeça que não parava de latejar, apesar de Jorginho, apesar mesmo dos girassóis, ela já se decidira a voltar para a Oásis. Telefonara para a diretora, dona Vera, do orelhão da esquina – a cobrar – e pediu para voltar. Não mais levada pela mãe, no carro grande, mas pelas próprias pernas. Não mais sugestionada por conselhos, mas arrastada pela dor.
Fernanda estava cansada da vida de morte que levava, cansada de traficar para comer, de se prostituir para conseguir droga. Estava cansada das lembranças do pai, com saudade do quindão que a mãe fazia, com saudade dos girassóis...
Tomou um café, pegou a mochila com as poucas roupas que sobraram (de todas as que já tinha vendido), pensou até em passar batom, mas teve medo que Jorginho notasse.
Pulou para alcançar um dos girassóis, e saiu do prédio com a flor nas mãos e os olhos brilhantes.
Já havia se despedido de dona Fulvia, na véspera, e deixara com ela o telefone da Oásis. Pedira-lhe e. Já nem mais faziam amor... seu Deus era a droga. No pouco tempo de sobriedade que lhe restava, ele passava arquitetando onde e como deixaria de estar sóbrio.
Nessa manhã, à frente da loja de um e noventa e nove, com o pai na cabeça e os girassóis nas mãos, Fernanda decidiu-se pela vida. Há sessenta e dois dias...
Era hoje, ou nunca. Apesar da cabeça que não parava de latejar, apesar de Jorginho, apesar mesmo dos girassóis, ela já se decidira a voltar para a Oásis. Telefonara para a diretora, dona Vera, do orelhão da esquina – a cobrar – e pediu para voltar. Não mais levada pela mãe, no carro grande, mas pelas próprias pernas. Não mais sugestionada por conselhos, mas arrastada pela dor.
Fernanda estava cansada da vida de morte que levava, cansada de traficar para comer, de se prostituir para conseguir droga. Estava cansada das lembranças do pai, com saudade do quindão que a mãe fazia, com saudade dos girassóis...
Tomou um café, pegou a mochila com as poucas roupas que sobraram (de todas as que já tinha vendido), pensou até em passar batom, mas teve medo que Jorginho notasse.
Pulou para alcançar um dos girassóis, e saiu do prédio com a flor nas mãos e os olhos brilhantes.
Já havia se despedido de dona Fulvia, na véspera, e deixara com ela o telefone da Oásis. Pedira-lhe que avisasse a mãe de sua decisão, ela ainda não tinha coragem de olhar para seus olhos cansados...
Na manhã clara de sol e Sábado, ninguém entendia por que aquela moça ria, mochila nas costas e um girassol nas mãos.
A caminho da Rodoviária. Ou melhor, no caminho de volta à vida.

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Te Peço Perdão

Mais uma vez estou a te pedi perdão, confesso que fui um monstro, realmente não me dei conta do que estava fazendo, pois estava muito mal naquela noite, mais já estou melhor, sei que isso não me dava o direito de te culpar por tudo, mais um coração ferido já de muitas batalhas, nem sempre se mostra forte, fui fraco, confesso!
Podendo lhe dar carinho, preferi te da sofrimento, mais não adianta chorar por o leite derramado, tudo já esta acabado mesmo!
Você estava certa quando dizia que namoro é uma prisão, não tiro suas razões, estou acostumado a dá de cara com muros, quando você falava comigo, me dava segurança, no mesmo instante eu tinha medo, me passava pela cabeça que você viesse a desistir de tudo, medo de que acontece-se o que aconteceu, você não me falava nada sobre sua vida, desculpa por te magoar, não gosto de magoar as pessoas, pois sempre acabo magoando a mim mesmo, você merece algo melhor, uma pessoa que te dê carinho, te compreenda, isso foi o que não fiz, eu sou apenas um sonhador, muitas vezes quando venho a acordar, já tenho feito muitas bobagens, sonho com coisas que quase sempre se tornam impossíveis, por não conseguir te entender, agi de uma forma que jamais pensei fosse agir com ninguém, reconheço que mereço perder seu amor, mesmo sabendo que meu coração sentira muito, sei que o você sentia já não é mais o mesmo, entendo!
Eu também já passei por isso, não é fácil, foi bom está com você, nossos planos parecia dá certo, imaginava que fossemos viver algo que eu não tinha vivido com ninguém, sentimentos sinceros, dar e receber carinho, afeto, pois é o que procuro! Sei que isso no momento você não pode dar, não posso forçar a barra, quem sou eu para fazer isso, sou apenas um alguém que anda em busca de uma felicidade, um dia encontrarei, não sei quando, penso que será breve, como disse gosto de sonhar, sei que não tenho direito te pedir, mais assim mesmo te peço, sua amizade! Se pudesse voltar o tempo, o voltaria, mais como isso é impossível tenho que me contentar, sei que já perdi você!
Vou ficar só com as lembranças, lembranças de que um perdi alguém que significava muito para mim, por que fui criança, mais tudo bem , vamos dar tempo ao tempo. Tenho que viver minha vida, vou tocar esse barco para frente, perdão, perdão... só quis te amar, que pena que não deu certo.

Te adoro!

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Adversários

Respeita os adversários
e honorifica-lhes as qualidades
com o melhor apreço.

As forças
que não te protegerem
os inimigos
não te prestarão
amparo algum.

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Testemunho de um Drogado

De todos os pássaros, os beija-flores são os que mais me fascinam. Suas cores brilhantes: verde, azul, preto. Nunca vi mas sei que alguns têm cores vermelhas. Flutuam no espaço como nenhum outro pássaro, suas asas batendo com uma velocidade tal que as torna invisíveis. E a velocidade do seu vôo: pairam no ar, imóveis, sugando a flor. De repente transformam-se em flechas que disparam pelo ar. Vivem do mel das flores. Enfiam seu bico fálico no orifício vaginal das flores, suas pequenas línguas saem e sugam o néctar doce.

Foi assim a primeira vez: como o beijo manso e inofensivo de um beija-flor. Você sentiu sua língua doce entrando no seu corpo. De repente tudo ficou colorido, brilhante, leve. Alegre. Como se você estivesse sendo tocado pelos deuses. Que bom se a vida fosse sempre assim!

O beija-flor se foi e sua vida voltou ao que era, o cotidiano de sempre que lhe parecia bobo e sem sentido. A vida ficava muito mais bonita com o beijo do beija-flor! O beija-flor voltou. Você ficou alegre. A experiência se repetiu. Você pediu que ele lhe enfiasse seu fino bico como da primeira vez. Esses beija-flores sempre obedecem. Você não percebeu que a lingüinha do beija-flor estava um pouquinho maior, entrava mais fundo em você. Mas, que importância tinha isso diante da alegria que o beija-flor lhe trazia?

Aí o beija-flor se transformou no seu pássaro encantado. Você pensava nele durante a sua ausência e sua vida passou a ser uma espera do seu retorno.

Cada vez que ele voltava sua língua ficava um pouco maior. Ia mais fundo. Dividiu-se em várias. Passou a entrar em muitas direções do seu corpo e da sua alma ao mesmo tempo. O beija-flor já não era o passarinho inofensivo do primeiro dia. Cresceu. Você percebeu que havia garras nos seus pés. E havia anzóis em suas línguas. Você começou a querer livrar-se dele. Mas ele já havia cavado buracos profundos no seu corpo e na sua alma. Na ausência do beija-flor esses buracos doíam com uma dor insuportável. Mas ele sempre voltava - tão diferente! - e fazia a dor passar. Agora o que o ligava ao beija-flor não mais era o prazer do primeiro dia. Era o prazer (tolo) de ver a dor passar.

A mitologia Grega conta de um herói, Prometeu. Prometeu desafiou os deuses, roubou o fogo e deu-o aos homens. Como castigo ele foi acorrentado numa rocha e um abutre vinha diariamente comer um pedaço do seu fígado.

Prometeu é você. O beija-flor o enganou. Disse-lhe que era possível ter a felicidade dos deuses sem fazer esforço: bastava aceitar o seu beijo. Você - menino bobão - acreditou. Agora você está acorrentado num rochedo. Você já notou que o beija-flor deixou de ser um beija-flor? Que ele se transformou num abutre? Vá diante de um espelho. Olhe-se com atenção. Veja a que lixo você foi reduzido!

O caminho em que você está tem apenas três fins possíveis.

O primeiro deles, o melhor, o que tem menos sofrimento, é a morte.

Ah! Ellis Regina! Você cantava tão bonito! Alegria para tanta gente! Mas as alegrias comuns da vida não lhe bastaram! Você queria alegrias maiores! Afinal de contas, os artistas bem que a merecem! Não sei se foi acidente ou se foi de propósito. O fato é que o beija-flor a matou.

Ah! Chet Baker! Você não sabe quem é Chet Baker? Aconselho-o a ir a uma loja de CDs e procurar por ele. Você vai ouvir o pistão mais veludo, mais suave, mais triste, mais bonito que você já ouviu. Que felicidade poder tocar pistão daquele jeito! Que felicidade ser amado do jeito como ele era, pela música que ele fazia. Mas ele não suportou as exigências do beija-flor que já havia se apossado do seu corpo. Incapaz de quebrar as correntes, ele achou que o único caminho era morrer. Somente a morte colocaria um fim ao seu sofrimento. A morte, freqüentemente, é a única saída.

O outro caminho é a loucura. O seu "hardware" e o seu "software" não agüentam a luta e você enlouquece. Será que há situações em que a pessoa deseja ficar louca? Sei que há situações em que a gente deseja ficar doente. Doente, a gente deixa de ter responsabilidades. Os outros cuidam da gente. Se você ficar louco não adianta o beija-flor vir. Os outros não vão deixar que ele entre. Dói muito a princípio. Se você não estivesse louco você deixaria que o abutre comesse mais um pedaço do seu fígado. Mas você está louco. Os médicos e enfermeiros o defendem.

O último caminho, eu acho, é o mais terrível. Por causa do beija-flor-abutre você é capaz de fazer qualquer coisa. E você vai entrando cada vez mais fundo num mundo sinistro e escuro do qual é muito difícil sair. Até que você comete um crime que o levará à prisão. Aí você passará a sua vida atrás das grades, no meio de criminosos cruéis - e você nem imagina a que humilhações você será submetido.

Essa carta, eu a escrevo admitindo a hipótese de que você queira quebrar as correntes. Se você não quer nem precisa continuar a ler. Será uma perda de tempo.

Há uma coisa que recebe o nome de "síndrome de abstinência": ela é a dor que se sente na ausência do beija-flor-abutre. É dor física, é ansiedade, é angústia, é pânico, é desespero - tudo junto. Para se livrar dessa dor você será capaz de fazer qualquer coisa: você perde a razão. Aí, para que você não faça essa "qualquer coisa", pessoas que o amam - se é que elas existem - tomam uma providência: internam você numa clínica. Internação em clínica é um artifício de força a que se recorre para impedir que você faça a tal "qualquer coisa", na esperança de que, depois de muito sofrimento, a dor vá passando e as correntes fiquem mais fracas. De fato, com o tempo, as dores passam. Como passam também as dores que se tem quando uma pessoa querida morre. Com uma diferença: quem sofre a perda de uma pessoa amada sabe que não há nada que se possa fazer para que ela volte. Então, ela nem tenta. Convive com a sua dor. Não há outra alternativa.

Mas esse não é o seu caso. O buraco parou de doer. Mas ele continua lá. Continuam as memórias das experiências divinas. E as memórias tentam. Ah! Como tentam! E você diz: "Já estou livre! Só uma vez! Só uma última vez, vez de despedida. Não haverá outra..."

Jesus era sábio. Conhecia as armadilhas da alma. Contou uma parábola, a estória de uma casa onde morava um demônio. Aí o dono da casa ficou cheio com o demônio e o pôs para fora. Vazia a casa, ele a varreu, pintou e decorou. Mas ficou vazia. Passados uns dias o tal demônio, vagando pelas redondezas, passou pela casa onde morara e se surpreendeu: "Vazia! Ainda não tem morador!" Foi, chamou outros sete demônios e se alojaram na casa. Jesus termina a parábola dizendo que o estado da casa ficou então pior do que era antes. Os demônios moram no Vazio.

Passadas as dores da "síndrome de abstinência" o seu maior inimigo será o Vazio. Como diziam os filósofos antigos, a natureza não suporta o vazio. O vácuo "chupa" o que está ao seu redor. Com o que concordam os que conhecem a alma: o Vazio é o lugar preferido dos demônios. Esta é a razão por que os místicos iam para o deserto, onde não havia ninguém. Não para ter paz. Mas para medir forças com os demônios. "E Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto para ser testado pelo demônio."

Agora, que você está livre da "síndrome de abstinência", trate de encher o seu Vazio. Se você não o encher os demônios voltarão.

Pra lidar com o Vazio nada melhor que trabalho corporal, braçal. As atividades intelectuais e espirituais, que eu tanto amo, podem ser perigosas. Leitura, poesia, meditação, são remédios fracos. Fracos porque eles são vizinhos do mundo do beija-flor. Atividades intelectuais e espirituais freqüentemente têm efeitos parecidos com os das drogas. Marx estava certo quando comparou a religião ao ópio. Freud estava certo quando se referiu ao poder inebriante da música. Inebriante: que nos torna ébrios...

Aconselho que você se empregue numa oficina mecânica, numa construtora, como auxiliar de pedreiro, numa madeireira, numa carpintaria, como agricultor, como jardineiro, como enfermeiro, como lixeiro. Será inútil que você se dedique aos seus próprios hobbies. Você precisa de alguém, ligado aos trabalhos corporais, que saiba da sua situação, e que o aceite como aprendiz.

E é preciso não estar sozinho. Batalha que se batalha sozinho é batalha perdida. Batalha que se batalha com outros é batalha que pode ser ganha. Os AA sabem disso. Os Vigilantes do Peso sabem disso.

A vida, com todas as suas limitações e frustrações, merece ser vivida. Às margens do caminho esburacado há morangos que podem ser colhidos e comidos. Trate de viver. Trate de comer os morangos. Esforce-se por ser feliz!

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A Morte

Sujos sentidos no escuro
Brisa leve
Rosto pálido

Um grito se escuta
Mas o mundo está só!

Na imensidão
O infinito parece te olhar
E o mar, que de longe se avista
Bate ondas com o vento.

De repente...
Uma luz estranha aparece
Tudo paralisa
E os olhos congelam

Nada faz sentido
Perante o juízo

Um tremor começa a aparecer
E os olhos lacrimejantes
Parecem esperar uma resposta.
Resposta esta que secidirá o que exatamente não foi descoberto:
Uns dizem ser o bem e o mal
Eu acredito que será o final
Mas o que podemos dizer sobre isto??

Os sonhos desapareceram
Palavras não são escutadas
Gestos não são vistos
O corpo vira apenas um detalhe
E o coração já não bate mais.

Penar em acordar?
Creio que não será possível.
O que sei ou o que penso saber,
É que não seremos nós a decidir
A vontade dele é maior!!

Somos loucos incompreendidos
A procura da salvação
E acabamos pedindo perdão,
Mas já é tarde de mais...
Preferimos acreditar que somos imortais
E que o mundo é nosso
E nos esquecemos do grande criador
Que nos deu o poder de achar ser o melhor
Nos deu o poder da vida
e quem sabe também tirou...
Nos deu um castigo
Do qual não entendemos o que seje..
Apenas esperamos e vivemos da maneira que achamos ser certa.
Aguardando o momento em que poderemos dizer:
Estou Pronto

E aí...
Ah!!! Não tem como escapar
É ela que vem chegando
Para nos dizer que chegou a hora de ir embora...
E quando simplesmente dizemos adeus ao mundo...

BERROS, SUSPIROS, SOLUÇOS E LÁGRIMAS

E tudo se acaba...
Sem lógica...
Só por acabar...

Isso é o que chamamos de...
MORTE

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Indeciso

Não sei se a é culpa minha ou se o encanto é maior que todas minhas defesas...
Não sei se sou um grande idiota ou um pequeno apaixonado...
Não sei se é real por ser tão difícil ou apenas um sonho por ser tão mágico...
Não sei se vou em frente ou se escolho uma esquina e tento a sorte...
Não sei se desejo muito ou se o cupido me pegou de jeito...
Não sei se desisto às vezes ou venho a falecer momentaneamente...
Não sei se sofro ou se resisto...
Não sei se sou invulnerável no ataque ou resistente na defesa...
Não sei se o pior é mudar de idéia ou não tê-la para mudar...
Não sei se é pelo medo de diminuir que às vezes deixo de crescer...
Não sei se é por crescer muito que deixo de viver de acordo com a vida...
Não sei se acabou cedo demais ou durou tempo suficiente para tornar-se inesquecível...
Não sei se estou só ou se apenas sinto sua falta diante de todo mundo...
Não sei se resisto à essa tentação ou se jamais haverá uma outra chance...
Não sei se te amo...

Só sei que a vida se vive para frente mas se entende para trás...
Só sei que quanto mais alto estou mais dificuldade tenho em manter o equilíbrio...
Só sei que nenhuma certeza fatal é pior que a dúvida ameaçadora...
Só sei que o pior não é falhar, é jamais ter tentado...
Só sei que sou apenas o que as circunstâncias me permitem ser, e não o que eu gostaria...
Só sei que é melhor o pouco na memória do que o muito no esquecimento...
Só sei que nunca se deve andar por caminhos já traçados porque eles levam somente até onde os outros já alcançaram...
Só sei que ser forte não é destruir, e sim resistir...
Só sei que o destino une e separa as pessoas, mas nada é tão forte que faça esquecer alguém tão especial...
Só sei que uma grama de exemplos vale mais que uma tonelada de conselhos...
Só sei que o que realizamos nunca é tão belo quanto às que sonhamos...
Só sei que às vezes acontece coisas tão belas que nunca pensamos em sonhá-las...
Só sei que o tempo é longo demais para quem sofre e curto demais para quem desfruta... e eterno para quem ama...
Só sei que não consigo tirar da cabeça o que não sai do coração...
Só sei que no fim de tudo dá certo, se não deu é porque ainda não chegou o fim...

Só sei que te amo...

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Tenho medo de morrer

Eu sou louca por você

E não vou mais te esconder no meu coração
Eu assumo essa paixão...
Faz o que quiser de mim, vai ser bem melhor assim
Quando tem que ser,
De um modo ou de outro vai acontecer...

O desejo faz a gente se entregar
Não há gestos nem palavras que disfarcem o que o corpo quer
Essas coisas aparecem num olhar
Nem fronteiras, nem muralhas nos separam do que a gente é...
De repente, você vem devagarinho
Se coloca em meu caminho
Fala coisas que eu queria ouvir
Eu nem sei se eu acredito no que eu vejo
Se é verdade aquele beijo
Se é possível tudo o que eu senti
Por favor não seja o sol de um fim de tarde
Que só vai deixar saudades
Numa noite fria e sem luar.
Eu não posso me negar pra você
Ninguém pode me impedir de viver,
Sem você não dá...
Eu não posso abrir mão de você,

É mais forte do que eu te querer,
Eu só sei te amar...

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Me Desculpe

Nem sempre as coisas acontecem como queremos e nem sempre falamos o que sentimos.
Sei que lhe devo desculpas...
Tento ser o melhor que posso, assumindo meu lado passivo,mas de repente já estou agindo impulsivamente e o que não era para acontecer, acaba acontecendo...
Vou mudar e tentar não cometer os mesmos erros.
Não queria e não quero te machucar...
Você está sempre ao meu lado e é o lado bom da minha vida.
Assim como você é capaz de me entender, eu também serei capaz de melhorar e mudar.
Me desculpe...
Você é muito especial para mim.
É responsável por eu acreditar que a felicidade está perto de mim.
Te ofereço o que tenho...
Minha amizade.
Uma amizade que nos faz bem e é verdadeira...
Não queria que tudo acabasse por uma coisa tão futil e que me arrependi por ter feito...
Receba está mensagem carregada de desculpas...

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