Oração da Noite

Boa noite, Pai! Termina o dia
E a Ti entrego o meu cansaço.
Obrigado por tudo e perdão!
Obrigado pela esperança
Que hoje animou meus passos.
Pela alegria que vi
No rosto das crianças.
Obrigado pelo exemplo que recebi
Dos outros. Obrigado também
Pelo que me fez sofrer...
Obrigado porque naquele
Momento de desânimo
Me lembrei de que Tu és meu Pai.

Obrigado pela luz, pela noite,
Pela brisa, pela comida,
Pelo meu desejo de superação.
Obrigado, Pai, porque me deste
Uma mãe compreensiva e carinhosa.
Perdão também, Senhor!
Perdão por meu rosto carrancudo.
Perdão porque me esqueci
De que não sou filho único,
Mas irmão de muitos.

Perdão, Pai, pela falta de colaboração,
Pela ausência de espírito de servir.
Perdão porque não evitei
Aquela lágrima, aquele desgosto.
Perdão por ter aprisionado em mim
A Tua mensagem de Amor.
Perdão porque não estive disposto
A dizer "sim", como Maria.
Perdão por aqueles
Que deveriam pedir-Te perdão
E não se decidem a fazê-lo.

Perdoa-me, Pai, e abençoa meus
Propósitos para o dia de amanhã!
Que ao despertar me domine um
Novo entusiasmo. Que o dia de
Amanhã seja um contínuo "sim",
Em uma vida consciente.
Boa noite, Pai, até amanhã!

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A noite cai e a graça de Deus
continua sendo revelada em
cada ponto no céu e em cada
luz na Terra, e em cada estrela
Sua bondade antecipa um mar
belo de descanso e renovação.
Instantes de harmonia são
ofertas do Senhor abençoadas
e iguais ao Seu coração.
Que o sono seja esperança para
um acordar glorioso e que esta
oração da noite seja paz para
a dádiva do novo dia de amanhã.

Também na escuridão da madrugada
Se encontra Tua grandiosidade
E assim quando me preparo para dormir
Te dedico esta oração da noite, Senhor.
A Ti entrego minhas preocupações
E a Ti peço perdão pelas minhas falhas.
Meu Deus, fazei que minha fé
Seja maior que qualquer tribulação
E nesta hora de descanso e paz
Trazei a meu coração a esperança
E uma renovada energia
Para o dia de amanhã enfrentar
Com garra, fé e determinação!
Obrigada, Senhor, pela Tua bondade
Por seres Pai generoso
E sempre presente! Amém!

Viver é errar, e eu errei com você
Agora lhe peço perdão
Carregando nas mãos o coração.
Espero sua bondade
Sua generosidade para comigo
Espero que você seja melhor que eu
E que encontre pelo menos uma razão
Para me desculpar.

Em nome de Deus me perdoe!
Aceite minha penitência
Meu arrependimento e toda minha dor
Pois sofro por ter feito você sofrer.
Deus sabe o quanto me dói o coração
E que apenas você pode curar essa dor
Apenas o seu amor é salvação
Apenas ao seu lado retornará o calor.
Você é minha vida, meu amor,
Minha razão para seguir... Me perdoe!

Senhor,
Faça com que eu compartilhe
A vida com os meus amigos.
Que eu seja tudo para cada um deles.
Que a todos dê minha amizade,
Minha compreensão, meu carinho,
Minha simpatia, minha alegria,
Minha solidariedade, minha atenção,
Minha lealdade.
Que eu os aceite e os ame como são.
Que eu seja um refúgio poderoso
E um amigo fiel.
Faça com que permaneçamos unidos,
Pela nossa eternidade.
Que essa amizade floresça sempre
Como um belo jardim,
Para que nós possamos nos lembrar
Com gratidão.
Que sejamos todos cúmplices de bons
E maus momentos.
Que eu possa estar presente
Sempre que precisarem,
Mesmo que seja só para dizer:
- Oi , tudo bem com você?
Senhor, presente em meu coração!
Eu peço que continue a nos guiar,
Amparar e proteger!

Deus. Ó Deus infante. O mais precioso filho do céu. Concebido pela união da graça divina com a nossa desgraça. Durma bem.

Durma bem. Banhado pela fresca da noite cravejada de diamantes. Durma bem, pois o fogo da ira ferve bem perto. Goze do silêncio do berço, pois o ruído do tumulto se faz sentir em seu futuro. Saboreie a doce segurança de meus braços, pois chegará breve o dia em que não poderei protegê-lo.

Descansem bem, mãos pequeninas. Pois apesar de pertencerem a um rei, vocês não tocarão o cetim, não possuirão ouro. Não pegarão numa pena, não guiarão um pincel. Não, suas mãos pequeninas foram reservadas para obras mais preciosas:
tocar a chaga viva de um leproso
enxugar a lágrima triste de uma viúva,
agarrar-se ao chão do Getsêmani.

Suas mãos, tão minúsculas, tão ternas, tão brancas fechadas hoje em forma de punho infantil. Elas não foram destinadas a empunhar um cetro nem abanar do balcão de um palácio, mas reservadas para o cravo romano que irá pregá-las numa cruz romana.

Durmam bem, olhos pequeninos. Durmam enquanto podem. Pois logo virá a claridade e você vai ver a confusão que fizemos do seu mundo.

Verá nossa nudez, pois não podemos ocultar-nos.
Verá nosso egoísmo, pois não podemos dar.
Verá nossa dor, pois não podemos curar.
Ó olhos que verão o abismo escuro e seu terrível príncipe... durmam, por favor, durmam; durmam enquanto podem.

Fique quieta, boquinha pequenina. Fique quieta boca pela qual falará a eternidade.

Língua minúscula que em breve chamará os mortos,
que irá definir a graça,
que silenciará nossa insensatez.
Lábios de botão sobre os quais paira um beijo de estrelas concedendo perdão para os que crerem em você, e de morte para os que o negarem fiquem quietos.

Pezinhos pequeninos que cabem na palma de minha mão, descansem. Pois passos difíceis estão à sua frente.

Sentem o cheiro do pó das estradas que terão de palmilhar?

Sentem a água fria e salgada sobre as quais andarão? Recuam ao sentir o prego que terão de suportar? Temem a descida íngreme pela escada em espiral até o domínio de Satanás?

Descansem, pezinhos pequeninos. Descansem hoje para que amanhã possam andar com poder. Descansem. Pois milhares irão seguir os seus passos.

Pequeno coração... coração santo... bombeando o sangue da vida através do universo: quantas vezes iremos quebrantá-lo?

Você será dilacerado pelos espinhos de nossas acusações.
Você será devastado pelo câncer do nosso pecado.
Você será esmagado pelo peso de sua própria tristeza.
E será traspassado pela lança da nossa rejeição.
Todavia nesse ato de traspassar, nesse último rompimento de músculo e membrana, nessa precipitação final de sangue e água, Ele irá encontrar descanso. Suas mãos serão libertadas, Seus olhos verão a justiça, Seus lábios sorrirão, e Seus pés o levarão para casa.

E ali descansará de novo desta vez nos braços do Pai.

(Max Lucado)