Despertar-se do Sono

Comecemos por esta afirmativa fundamental: avivar-se significa despertar-se do sono e frieza espiritual. O profeta pediu avivamento porque Israel precisava acordar. Seus líderes estavam dormindo o sono do comodismo e da inércia espiritual. Ele sabia que o povo havia pecado e, consequentemente, seria julgado e condenado. E, por isso, pede para que Deus apareça entre o povo com uma nova manifestação de poder, por meio de sua graça e de seu Espírito. Somente assim eles seriam perdoados e salvos.

O apóstolo Paulo, escrevendo aos crentes de Roma, exorta-os dizendo: “...é hora de despertamos do sono, porque a nossa salvação está, agora, mais perto de nós do que quando aceitamos a fé”, Rm 13: 11. Quer dizer: ele apela aos cristãos e os desafia a uma vida cristã ativa e de trabalho cristão. No verso 12, quando diz que “a noite é passada e o dia é chegado”, cria na volta iminente de Jesus um fator motivador para permanecermos acordados na vida cristã: Jesus está vivo e vai voltar para buscar a igreja.

À semelhança do profeta Jonas que, em razão de sua desobediência a Deus, dormia um profundo sono no porão do navio, Jn 1: 5, muitos estão fugindo da presença do Senhor e estão dormindo espiritualmente nos porões da tristeza, da frieza espiritual, da negligência, do comodismo e da desobediência. A estes, a Palavra de Deus está dizendo todos os dias: “Desperta, ó tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá”, Ef 5: 14.

(Pr. Anairton de Souza Pereira)

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São em dias assim,
Difíceis de compreender
Como é possível sobreviver
Aos tormentos da vida,
Que a coragem mesmo que adormecida
Deixa de ser uma ideia
E se torna uma necessidade.

Você pode duvidar da sua resiliência,
Ou força para reagir às adversidades,
Mas saiba que em você existe bravura
Que ainda que escondida
Está acesa, vibrando com vida
Quando acordada toma conta do mundo,
E vence qualquer dificuldade.

Quando ela dorme, como dorme a estrela
Nos vapores da tímida alvorada,
E a sua doce fronte extasiada,
Mais perfeita que um lírio, e tão singela,

Tão serena, tão lúcida, tão bela,
Como dos anjos a cabeça amada,
Repousa na cambraia perfumada,
Eu velo absorto o casto sono dela.

E rogo a Deus, enquanto a estrela brilha,
Deus que protege a planta e a flor obscura,
E nos indica do futuro a trilha,

Deus, por quem toda a criação se humilha,
Que tenha pena dessa criatura,
Desse botão de flor que é minha filha.

(Luís Guimarães Jr.)

Chegou a hora de cair no sono; de descansar. Chegou o momento de fechar os olhos e relaxar. Deus abençoou esta noite para que o amanhã seja ainda mais maravilhoso. Bons sonhos para todos!

Após um dia cansativo e repleto de aventuras é fundamental descontrair. Não tema o escuro nem o silêncio. Simplesmente entregue-se à imensidão de um sono deslumbrante e recuperador.

Já é hora de cair no sono, abraçar as estrelas e simplesmente adormecer. Tenha uma noite cheia de sonhos deslumbrantes e inspiradores para o amanhecer se tornar belo e especial.

Vocês são e sempre serão meu grande pilar. É por isso que ao seu lado eu me torno mais feliz e sem inibições. Descansem, amigos, porque o amanhã vai ser uma luta! Força!

Das profundezas do sono,
Ao subir a escada em espiral do despertar,
Murmuro:
Deus! Deus! Deus!

És o alimento, e ao romper o jejum
da separação noturna entre nós,
Sinto o teu sabor e digo mentalmente:
Deus! Deus! Deus!

Não importa onde eu vá, o farol de minha mente
Sempre se volta sobre Ti,
E no fragor da batalha da atividade
meu silencioso grito de guerra é sempre:
Deus! Deus! Deus!

Se ruidosas tornentas de provas gritam
E a inquietação uiva junto a mim,
Abafo seus ruídos cantando em voz alta:
Deus! Deus! Deus!

Quando a mente tece sonhos
Com os fios da memória,
Nesse tecido mágico faço estampar:
Deus! Deus! Deus!

Todas as noites, quando o sono é mais profundo,
Minha paz em sonhos chama: Alegria! Alegria! Alegria!
E a alegria vem cantando sempre:
Deus! Deus! Deus!

Despertando, comendo, trabalhando, sonhando, dormindo,
Servindo, meditando, cantando, amando divinamente,
Minha alma sussurra o tempo todo, sem que ninguém ouça:
Deus! Deus! Deus!

(Yogananda)