Ser mãe solteira é um ato de coragem

Ser mãe solteira é carregar uma pesada responsabilidade. Nem sempre estamos prontas para sofrer uma mudança dessas na nossa vida, mas o amor que sentimos por esse presente a quem chamamos de filho, torna a nossa mentalidade mais madura.

São tempos de dúvidas e incertezas que apertam o nosso coração. São momentos de receios sobre se vamos ter o necessário para cuidar do nosso bebê. Mas ser mãe hoje em dia é um ato de coragem e quando isso acontece jamais nos devemos arrepender.

Mensagens Relacionadas

Ter um filho não é só um ato de amor, mas também de coragem, principalmente nos dias de hoje. Queremos lhe dar tudo e ao mesmo tempo protege-lo de tudo.

Abdicamos de muito para isso, mas a recompensa é sempre maior que o sacrifício. Por isso parabéns por quererem ser pais e estarem cumprindo esse sonho!

Desejo toda felicidade do mundo a todos, e que saibam aproveitar cada instante, cada etapa. Felicidades e que essa criança nasça saudável e forte!

Um Feliz Dia das Mães para todas as mães solteiras! Vocês representam o empenho e a luta que o mundo necessita. Vocês são batalhadoras, são autênticas lutadoras sem arma no punho, mas com flores na mão!

Criar um filho como vocês criam é navegar uma jangada em alto mar e chegar à areia com um sorriso no coração e uma lágrima no rosto. Vocês são o orgulho de vossos filhos, são a alma deles. Tudo que eles vão ser um dia será o espelho de todos os vossos ensinamentos. Parabéns, Guerreiras!

Você, minha amiga, é um orgulho para mim e todos que conhecem você. Aliás, você é daquelas pessoas que apenas alguns de nós têm o privilégio de conhecer uma vez na vida, pois não existem muitas assim.

Você é uma força da natureza, uma guerreira de verdade, pois quase sem ajuda é uma mãe completa e maravilhosa, uma amiga dedicada, uma profissional competente.

Mesmo sozinha você nunca fraquejou ao enfrentar os desafios de ser mãe, e tudo que alcançou na vida deve quase exclusivamente a você. Deve sentir orgulho de ser quem é, e nunca permitir que diminuam seu valor, pois você vale por mil. Eu admiro muito você e sinto que é um privilégio ter sua amizade. Te adoro, amiga!

- Por que você perde seu bom humor, fazendo essa confusão toda com seu cabelo? - perguntou meu pai, quando me encontrou chorando de raiva porque eu era muito menina, e não tinha a habilidade necessária para fazer o penteado em moda nos meus tempos de colégio.

- É a moda! - lamentei-me. - Só o meu nunca fica como os outros!

Olhando-me gravemente, meu pai ordenou: - Divida seu cabelo no meio, penteie-o para trás, e amarre-o como uma fita. Agora, use-o assim durante uma semana, e se metade das meninas de sua classe não copiarem você, eu lhe darei dez dólares.

Pensei comigo que ele era incrivelmente ingênuo. Dez dólares, porém eram uma fortuna a que não podia resistir, e o fiz.

Tivesse eu chegado à aula vestida com a camisola de dormir, minha agonia não teria sido maior. Mas quando a semana acabou, quase todas as meninas de minha classe estavam usando o cabelo separado simplesmente pelo meio, atado atrás com uma fita.

Meu pai disse, então: - Não seja vulgar! O mundo já tem bastante mediocridade. Nunca tenha medo de uma ideia própria, e, se ela for certa, siga para adiante com ela, sem se importar com o que faça todos os demais!

E, embora ele tivesse ganho a aposta, deu-me uma nota de dez dólares.

Costuma dizer-se que quando uma criança nasce, com ela nasce uma mãe. É uma ideia bonita, mas nem sempre ela encontra correspondência na vida real. Às vezes a criança nasce, e só mais tarde na vida desse rebento de luz é que vai nascer a mãe que o vai amar.

Assim é com uma mãe adotiva, que nasce quando o seu olhar se cruza com o do filho que não gerou no ventre, mas que naquele momento, e daí em diante, se planta com firmeza no seu coração. Assim é, e assim foi comigo.

Ser mãe adotiva é amar tão completamente, e mais do que a própria, a vida daquele que chegou pelas mãos da divina providência, não da biologia. É olhar o corpinho do ser onde não corre o mesmo sangue e enxergar a alma do próprio filho. É ver nele a extensão daquilo que ela é.

Ser mãe adotiva é amar, sacrificar, sofrer em silêncio, chorar de alegria... Com um coração, lágrimas ou sorrisos semelhantes aos de qualquer outra mãe, pois ser mãe adotiva é ser Mãe, ponto!