A Saudade de um irmão em dificuldade

O meu pensamento está sempre aí com você, meu irmão! Você tem passado momentos muito difíceis, autênticas provas de fogo. E o mais difícil é que estamos longe um do outro.

Seja forte, meu querido! Lembre-se que mesmo distantes estamos perto e ligados pelo amor e pelo sangue. Não pense que está sozinho ou isolado no mundo.

Isso é falso. Você é uma pessoa muito especial e importante para mim. E é por isso que torço pela sua felicidade e sucesso todos os dias. Te adoro, irmão!

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Se a distância não fosse tanta, ainda hoje seríamos aqueles irmãos próximos que compartilhavam debaixo do mesmo teto todas as coisas. Longe vai o tempo em que enfrentávamos tudo lado a lado, pois você já não está perto de mim como antes.

São muitas as saudades que sinto e elas parecem aumentar a cada dia que passa. Você está presente a toda hora no meu coração e eu dava tudo para destruir os quilômetros que nos deixam separados.

Meu irmão, é de longe que hoje lhe desejo um feliz dia do irmão, mas você está bem juntinho do meu coração e sempre presente em meus pensamentos!

As saudades são muitas, principalmente de um tempo que há muito passou e em que estávamos sempre juntos, e de todas as aventuras que vivemos.

Hoje a vida e a distância se colocaram entre nós, mas nada podem contra a nossa amizade, contra a nossa eterna e forte ligação. Eu te amo, meu irmão!

Ir mais além.
Vencer um desafio,
Procurar a superação,
Escapar por um fio,
E torná-se campeão,

Superá-se em cada gesto,
Conquistar o infinito,
Ir mais alam do que o certo,
Ultrapassar o mais bonito,

Ir além da superação
E conquistar o impossível,
Ir além da imaginação
Para vencer o invencível.

(Rômulo Raulino)

O que ninguém nos conta é que a vida é muito mais difícil do que imaginamos, mas nunca é mais do que podemos suportar.

Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos. Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.

Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento. O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.

- Pobre criança! - exclamou um passante. Suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento. Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr.

O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela. Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer: - Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.

Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas. - Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais! O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã. Pobre criatura!

Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram. Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer: - Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?

O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho. - Independente do que fazemos - disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação. Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto.