A Ignorância

A ignorância obriga-nos a fazer duas vezes o mesmo caminho.

À medida que o tempo passa descobrimos quanto somos ignorantes. Isto acontece porque na estrada da vida, nos tropeços, erros e acertos é que vamos colhendo a sabedoria. Muitas dificuldades e sofrimentos seriam evitados se conseguíssemos ver o que os mais velhos já sabem. Mas isto seria amadurecer antes do tempo. Porém nunca é tarde para estar atenta a tudo que acontece, e ir colhendo as experiências, armazenando-as nas memória e praticando no dia-a-dia. Você vai ver como ainda tem muito a aprender! E aprendendo vai fazer as coisas apenas uma vez!

(Ana Maria Braga)
(Globo)

Mensagens Relacionadas

O mundo poderia ser diferente
Se todos soubessem o que é realmente ser feliz.
Poderia ser mais alegre
Mais valorizado.
Enquanto há pessoas lutando contra o tempo
Para continuar vivendo
Outras fazem da vida um jogo
Onde ver a morte de perto
É o maior prazer...
Esperanças se tornam mais fortes
Do que doenças malignas.
Ignorância faz da dor a felicidade.
Poderia ser diferente
Se todos soubessem o que é viver em paz.
A paz é a vida recheada de felicidade.
A paz está extinta pela ignorância de muitos.
Esses ignorantes da vida
Nos fazem render-se ao mundo
Destruindo as poucas esperanças que restam...
Como pode filhos do mesmo PAI
Ser tão diferentes?
A falta de amor de muitos
Deprimem aqueles que ainda vivem
Em busca da paz...
É uma luta,
Da ignorância contra a paz.
Renda-se a paz
Ignore a ignorância pela vida,
Porque se todos ficarem
Na arquibancada da vida
Torcendo pela paz,
O mundo pode
Ser Diferente...

O Buda estava um dia no jardim de Anathapindika, na cidade de Jetavana, quando lhe apareceu um Deva (espírito da natureza) em figura de brâmane e vestido de hábitos brancos como a neve, e entre ambos se estabeleceu o seguinte duelo:

O Deva: - Qual é a espada mais cortante?
Ao que Buda respondeu:
- A palavra raivosa é a espada mais cortante.

- Qual é o maior veneno?
- A inveja é o mais mortal veneno.

- Qual é o fogo mais ardente?
- A luxúria.

- Qual é a noite mais escura?
- A ignorância.

- Quem obtém a maior recompensa?
- Quem dá sem desejo de receber é quem mais ganha.

- Quem sofre a maior perda?
- Quem recebe de outro sem devolver nada é o que mais perde.

- Qual é a armadura mais impenetrável?
- A paciência.

- Qual é a melhor arma?
- A sabedoria.

- Qual é o ladrão mais perigoso?
- Um mau pensamento é o ladrão mais perigoso.

- Qual o tesouro mais precioso?
- A virtude.

- Quem recusa o melhor que lhe é oferecido neste mundo?
- Recusa o melhor que se lhe oferece quem aspira à imortalidade.

- O que atrai?
- O bem atrai.

- O que repugna?
- O mal repugna.

- Qual é a dor mais terrível?
- A má conduta.

- Qual é a maior felicidade?
- A libertação.

- O que ocasiona a ruína no mundo?
- A ignorância.

- O que destrói a amizade?
- A inveja e o egoísmo.

- Qual é a febre mais aguda?
- O ódio.

- Qual é o melhor médico?
- O Buda.

O Deva então faz sua última pergunta: - O que é que o fogo não queima, nem a ferrugem consome, nem o vento abate e é capaz de reconstruir o mundo inteiro?

Buda respondeu:
- O benefício das boas ações.

Satisfeito com as respostas, o Deva, com as mãos juntas, se inclinou respeitosamente ante Buda e desapareceu.

(Martin Claret)
(As Mais Belas Histórias Budistas)

O meu cabelo é bom é assim, e se você não gosta, por favor, fique longe de mim. Não vou alisar, não vou trançar, não vou prender. Se você não gosta do meu cabelo porque diz que é cabelo pixaim de preto, eu é que não gosto de você. Esquece essa de escovinha e chapa, solta os seus cachos, mostra o seu poder.

A minha pele é negra, bela como a noite que nunca vai ter fim. Quem disse que quando a coisa está preta é porque está ruim? Você nunca ouviu falar de cegueira branca, quando a luz está muito forte e nem com sorte você pode enxergar?

Não transforme o seu preconceito em piada, porque não tem graça, e se alguém rir pode ter certeza que você não tem motivo para se orgulhar. Não tem riso frouxo que disfarce o racismo e a ignorância do seu blá blá blá.

Sim, eu sou negro, com muito orgulho e com muito amor. Eu sou brasileiro, e levanto a taça de fazer parte de uma raça que mistura tudo quanto é cor. Mas não me orgulho de tanto preconceito que o irmão branco tem contra o irmão negro, se todos são filhos da mesma nação.

Tenho vergonha de tanta ignorância e da gente que acha que a cor da pele é que dá valor para o que a gente é. Abre a sua cabeça, porque a sua massa cinzenta já virou fumaça e a sua mente já está vazia. E não faz piada, porque preconceito, meu amigo, não tem graça!

Há dois mil anos Jesus, filho de Deus, caminhou pela Terra entre os mortais espalhando sua mensagem de amor e paz. Seu objetivo era claro, criar um mundo melhor e salvar nossas almas; mas nem todos compreenderam.

Em consequência da ignorância de alguns, Jesus foi crucificado e morreu, mas ao terceiro dia seu corpo retomou a vida e Ele se levantou. Jesus ressuscitou e com Ele a esperança, o amor e tudo que existe de bom neste mundo.

A Páscoa é a celebração do sacrifício de um homem justo e bom que morreu por nós, por nossos pecados, e da sua ressurreição. A Páscoa é a festa do amor e triunfo de Cristo, nosso Salvador.

Façamos então renascer também em nossos corações todos os bons sentimentos, e deixemos os maus desaparecerem. Feliz Páscoa!

Eu aprendi que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nos precisa de um amigo brincalhão para se divertir junto.

Seja para teu melhor amigo o que desejarias ser para ti mesmo.

Quem não tem dinheiro, meios e paz, carece de três bons amigos.

A sabedoria e a ignorância se transmitem como doenças; daí a necessidade de se saber escolher as companhias.

Chorar antigos amigos que nós perdemos não é tão proveitoso e saudável quanto nos alegrarmos pelas novas aquisições de amigos.

Porventura tem a amizade um coração tão fraco, que numa noite ou pouco mais se muda?

É preferível não ter amigos do que os ter mais nocivos que inimigos.

Por que precisaríamos de amigos, se nunca tivéssemos necessidade deles? Seriam as criaturas mais inúteis do mundo (...) e se assemelhariam a esses instrumentos agradáveis que permanecem nos estojos, guardando consigo suas harmonias.

(William Shakespeare)