O Poema do Amor Maior

Nas glórias de um amor maior
eu não resisto ao tempo ou ao
mar, à flora ou à terra e a tudo
que permitir uma vida em paz.

E se nascer algo mais belo que
para você seja algo menor ou
até esperança ou uma clara ou
escura harmonia de dois corações.

E fujo da estrada ou volto a ela
ou corro mais rápido ou abrando
minha velocidade e tento escapar
das garras do amor se você quiser.

Nas costas do céu o amor vive em
pensamento das flores sem pétala ou
flores ao vento, à guerra ou à sorte
vive o amor nosso tão nosso.

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Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Escribir, por ejemplo: La noche está estrellada,
y tiritan, azules, los astros, a lo lejos.
El viento de la noche gira en el cielo y canta.

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Yo la quise, y a veces ella también me quiso.
En las noches como esta la tuve entre mis brazos.
La besé tantas veces bajo del cielo infinito.
Ella me quiso, a veces yo también la quería.
Cómo no haber amado sus grandes ojos fijos.

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Pensar que no la tengo. Sentir que la he perdido.
Oir la noche inmensa, más inmensa sin ella.
Y el verso cae al alma como al pasto el rocío.
Qué importa, que mi amor no pudiera guardala.
La noche está estrellada y ella no está conmigo.

Eso es todo. A lo lejos alguien canta. A lo lejos.
Mi alma no se contenta con haberla perdido.
Como para acercala mi mirada la busca.
Mi corazón la busca, y ella no está conmigo.
La misma noche que hace blanquear los mismos árboles.
Nosotros, los de entonces, ya no somos los mismos.

Ya no la quiero, es cierto, pero cuánto la quise.
Mi voz buscaba el viento para tocar su oído.
De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.
Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.
Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero.
Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido.

Porque en noches como esta la tuve entre mis brazos,
mi alma no se contenta con haberla perdido.
Aunque este sea el último dolor que ella me causa,
y estos sean los últimos versos que yo le escribo.

(Pablo Neruda)

Não são borboletas, são corações
seriam flores de outras ocasiões
ou amores de certas devoções
dores de novas canções.

Seria infeliz o que do amor vive

ou em harmonia constante da
paixão vive desamparado ou
até do mar vive só o apaixonado.

Seria capaz qualquer olhar junto ou

ou em paz se sozinho vivesse o amor
que de rosas vivem espinhos e flores
vivem da suave sensação do vento cru.

Não são loucos ou deuses, são de
osso e com língua falam o que
mudos corações sem tamanho
sentem quando algo bate mais forte.

Feliz Dia de São Valentim! Meu amor,
hoje temos a responsabilidade de amar
de cuidar e tratar bem, de vivermos tão
apaixonados como no primeiro dia da
nossa tão longa e linda história de amor.

Quero que saiba que sem você eu serei
pouco ou nada, autêntica poeira perdida
sem rumo nem direção, sem qualquer
espécie de felicidade no meu coração.

Quero que saiba que ao seu lado encontro
as respostas para todas as minhas questões
e descubro sempre quem sou mesmo no
apetite de me perder nos seus braços.

Meu bem, por favor, me ame como no
primeiro momento, por favor, você é o
meu alimento a razão dos meus sorrisos
o motivo maior da minha alegria e é meu
tudo e meu nada, é o meu amor infinito.

O nosso amor é eterno e é grande, é maior que o mundo onde vivemos. Ele é quase do seu tamanho, minha mãe! Felizmente você me quis, mas se eu pudesse escolher, seria você a mãe que desejaria ter.

Você é um infinito de bondade, de beleza sob todas as formas! Até seu cheiro me cativa, sua voz, seu olhar transparente como água. Agradeço por você fazer de mim a pessoa mais feliz que existe!

Hoje você conheceu o maior amor do mundo, aquele que nada nem ninguém irá superar: o amor pelo seu bebê.