Mensagens de Reflexão

Encontradas mais de 340 Mensagens de Reflexão:

Não Acredite em Algo

Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.
Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.
Não acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos.
Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.
Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.
Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o.



(Buda)

Postar no Facebook
Tenha a coragem de ser original

- Por que você perde seu bom humor, fazendo essa confusão toda com seu cabelo? - perguntou meu pai, quando me encontrou chorando de raiva porque eu era muito menina, e não tinha a habilidade necessária para fazer o penteado em moda nos meus tempos de colégio.
Visite: mensagens, papel de parede, filmes, videos

- É a moda! - lamentei-me. - Só o meu nunca fica como os outros!

Olhando-me gravemente, meu pai ordenou: - Divida seu cabelo no meio, penteie-o para trás, e amarre-o como uma fita. Agora, use-o assim durante uma semana, e se metade das meninas de sua classe não copiarem você, eu lhe darei dez dólares.

Pensei comigo que ele era incrivelmente ingênuo. Dez dólares, porém eram uma fortuna a que não podia resistir, e o fiz.

Tivesse eu chegado à aula vestida com a camisola de dormir, minha agonia não teria sido maior. Mas quando a semana acabou, quase todas as meninas de minha classe estavam usando o cabelo separado simplesmente pelo meio, atado atrás com uma fita.

Meu pai disse, então: - Não seja vulgar! O mundo já tem bastante mediocridade. Nunca tenha medo de uma idéia própria, e, se ela for certa, siga para adiante com ela, sem se importar com o que faça todos os demais!

E, embora ele tivesse ganho a aposta, deu-me uma nota de dez dólares.

Postar no Facebook
Eu te desejo não parar tão cedo.

Eu te desejo
Não parar tão cedo
Pois toda idade tem
Prazer e medo...

E com os que erram
Feio e bastante
Que você consiga
Ser tolerante...

Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero...

Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar...

Eu te desejo muitos amigos
Mas que em um
Você possa confiar
E que tenha até
Inimigos
Prá você não deixar
De duvidar...

Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero...

Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Pra recomeçar
Prá recomeçar...

Postar no Facebook
Preciso da Tua Ajuda

Sozinho eu não irei conseguir, eu preciso da tua ajuda para conseguir tocar o céu, me de sua mão e não largue mais, afinal não posso te perder. Algumas coisas não planejamos, apenas acontecem, então quero que minha história seja escrita ao lado da tua. Não quero apenas deixar pegadas na areia porque assim como elas são escritas com facilidade elas desaparecem do mesmo jeito quando a maré sobe, mas quero deixar palavras em teu coração porque só assim terei certeza que não serão esquecidas.

(Um Garoto Disse)

Postar no Facebook
Zelo de Mãe

Zelo de mãe,
cuidar de mim que sou mãe.
Zelo de mãe,
cuidar do filho que gerei.
Zelo de mãe,
cuidar do outro que não tem mãe.
Zelo de mãe,
cuidar da mãe que não tem filho.
Zelo de mãe,
ser mãe de você que é mãe.
Zelo de mãe,
ser mãe de mim que não sou mãe.

(Graça Filadelfo)

Postar no Facebook
Arrependimento Sincero

Sofro por um perdão,
Um perdão que parece impossível,
Será?
Será que você é capaz de me perdoar?
Será que atingi mesmo foi o seu coração?
Ou aquele, aquele, seu ego masculino?
Só você pode devolver a minha vida,
Devolver a minha felicidade,
Será que você pode mesmo?
Me dar uma última, que seja última chance?
Tente.
Por favor, faça isso.
E devolva a minha vida e ao meu coração tudo o que perdi.

Postar no Facebook
O Homem e a Natureza

Ao romper do dia, sentei-me na campina, travando conversa com a Natureza, enquanto o Homem ainda descansava sossegadamente nas dobras da sonolência. Deitei-me na relva verde e comecei a meditar sobre estas perguntas:

Será a Beleza Verdade? Será Verdade a Beleza?

E em meus pensamentos vi-me levado para longe da humanidade. Minha imaginação descerrou o véu de matéria que escondia meu íntimo. Minha alma expandiu-se e senti-me ligado à Natureza e a seus segredos. Meus ouvidos puseram-se atentos à linguagem de suas maravilhas.

Assim que me sentei e me entreguei profundamente à meditação, senti uma brisa perpassando através dos galhos das árvores e percebi um suspiro como o de um órfão perdido.

“Por que te lamentas, brisa amorosa?” perguntei.

E a brisa respondeu: “Porque vim da cidade que se escalda sob o calor do sol, e os germes das pragas e contaminações agregaram-se às minhas vestes puras. Podes culpar-me por lamentar-me?”

Mirei depois as faces de lágrimas coloridas das flores e ouvi seu terno lamento... E indaguei: “Por que chorais, minhas flores maravilhosas?”

Uma delas ergueu a cabeça graciosa e murmurou: “Choramos porque o Homem virá e nos arrancará, e nos porá à venda nos mercados da cidade.”

E outra flor acrescentou: “À noite, quando estivermos murchas, ele nos atirará no monte de lixo. Choramos porque a mão cruel do Homem nos arranca de nossas moradas nativas.”

Ouvi também um riacho lamentando-se como uma viúva que chorasse o filho morto, e o interroguei: “Por que choras meu límpido riacho?”

E o riacho retrucou: “Porque sou compelido a ir à cidade, onde o Homem me despreza e me rejeita pelas bebidas fortes, e faz de mim carregador de seu lixo, polui minha pureza e transforma minha serventia em imundície.”

Escutei, ainda, os pássaros soluçando e os interpelei: “Por que chorais meus belos pássaros?”

E um deles voou para perto, pousou na ponta de um ramo e justificou: “Daqui a pouco, os filhos de Adão virão a este campo com suas armas destruidoras e desencadearão uma guerra contra nós, como se fôssemos seus inimigos mortais. Agora estamos nos despedindo uns dos outros, pois não sabemos quais de nós escaparão à fúria do Homem. A morte nos segue, aonde quer que vamos.”

Então o sol já se levantava por trás dos picos da montanha e coloria os topos das árvores com auréolas douradas. Contemplei tão grande beleza e me perguntei:

“Por que o homem deve destruir o que a Natureza construiu?”


(Khalil Gibran)

Postar no Facebook
Novo Rumo

Um pássaro fez seu ninho,
dentro de uma escola.
E participou ativamente
de tudo o que lá se realizava.

Acompanhou pacientemente
a aprendizagem dos pássaros novos,
dos pássaros que já estavam aprendendo
e dos mestres dos pássaros,
que tanto se dedicavam.
Planejando e se empenhando
para enriquecer o saber dos seus pupilos.

O tempo foi passando...
Os pássaros novos cresceram,
voaram e encontraram seus horizontes.

Os mestres ficaram mais sábios.
E o pássaro feliz pela missão cumprida,
surpreso... viu seu ninho ser desfeito,
pela ação do tempo.
Então, com uma dor imensa n'alma,
bateu asas e voou
buscando um novo rumo.
Feliz! E triste!

A escola permanece
Certamente mudada pelo empenho de todos.
Novos pássaros entrarão e sairão.
O pássaro? Voa e busca...
Um novo caminho!

E leva consigo
este universo colorido,
dentro do pensamento
e no fundo do coração.

Postar no Facebook
Tenho razão de sentir saudade...

Tenho razão de sentir saudade, tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.

Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?

Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.

Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.

Postar no Facebook
Pensando no bem comum...

Sr. Raul, homem probo, que sempre lutara contra uma enfermidade incurável, estava no quintal da sua casa em cidade litorânea, fazendo um buraco no solo a fim de plantar uma muda de mangueira, quando uma vizinha que o observava por cima do muro perguntou:

Sr. Raul, o senhor já está em idade avançada e não ignora que a enfermidade pode levá-lo a qualquer momento.

Assim sendo, sabe que não comerá mangas dessa mangueira. Por que tanto esforço em plantá-la?

Aquele homem simples pensou um instante, olhou para a vizinha e respondeu com sabedoria:

Até hoje como mangas que nunca plantei.

A resposta curta traz em si mesma grande conteúdo que vale a pena ser meditado.

Se todos agíssemos como o Sr. Raul, certamente o mundo teria outra feição em pouquíssimo tempo.

Quantas coisas nos beneficiam sem que tenhamos tomado parte nelas.

Quantas frutas saborosas temos comido sem que tenhamos plantado as árvores que as produzem.

Quanta sombra temos aproveitado de árvores frondosas que jamais plantamos.

Quantos acidentes são evitados porque alguém passa, percebe o buraco na estrada, e trata de sinalizá-lo para os que virão em seguida.

Quantos medicamentos aliviam nossas dores sem que sequer saibamos quem os elaborou.

Quantas atitudes louváveis de criaturas que pensam mais nos outros que em si mesmas.

Ghandi sabia que não desfrutaria de uma Índia livre do jugo da Inglaterra, mas lutou por libertá-la pensando nos seus irmãos.

Martin Luther King Junior sabia que seu sonho estava distante da realização, mas deu a vida para que suas ideias pudessem beneficiar brancos e negros.

Albert Schweitzer não pensou em si mesmo quando abandonou a vida de conforto e opulência para se embrenhar na selva africana e ajudar os nativos, desinteressadamente.

Madre Teresa de Calcutá não hesitou em abandonar a vida confortável do convento para auxiliar seus irmãos a sorver as gotas de sofrimento, em nome do amor.

Marie Curie foi vítima da radioatividade, mas contribuiu grandemente com a Humanidade nas pesquisas que empreendeu sobre o elemento rádio.

Em momento algum essas criaturas pensaram em si mesmas, mas tão somente no benefício que seu esforço poderia trazer para os demais.

Como Madame Curie, outros tantos cientistas passam anos enclausurados em seus laboratórios em busca de novas fórmulas para aliviar as dores da Humanidade inteira.

Agir dessa forma é agir com altruísmo. É não ser egoísta. É pensar no bem comum ao invés de pensar somente em si.

Quando todos nós pensarmos assim, estaremos preparados para contemplar um mundo melhor. Um mundo construído por todos e para todos, como verdadeiros irmãos.

A Justiça Divina conduz aos nossos lábios a taça que nós próprios envenenamos e igualmente leva aos nossos olhos as maravilhas que houvermos semeado em nossa estrada evolutiva.

Na esteira do progresso e através da reencarnação receberemos de conformidade com as nossas obras.

Postar no Facebook
Epitáfio (poema)

Ainda correm lágrimas pelos
teus grisalhos, tristes cabelos,
na terra vã desintegrados,
em pequenas flores tornados.

Todos os dias estás viva,
na soledade pensativa,
ó simples alma grave e pura,
livre de qualquer sepultura!

E não sou mais do que a menina
que a tua antiga sorte ensina.
E caminhamos de mão dada
pelas praias da madrugada.

(Cecília Meireles)
(Citador)

Postar no Facebook
Barulho de Carroça

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio
no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno
silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais
alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai. É uma carroça vazia ...
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia, por causa do barulho.
Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, inoportuna, interrompendo a conversa de todo mundo,
tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:
Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz...

Postar no Facebook
Soneto 23

Como no palco o ator que é imperfeito
Faz mal o seu papel só por temor,
Ou quem, por ter repleto de ódio o peito
Vê o coração quebrar-se num tremor,

Em mim, por timidez, fica omitido
O rito mais solene da paixão;
E o meu amor eu vejo enfraquecido,
Vergado pela própria dimensão.

Seja meu livro então minha eloqüência,
Arauto mudo do que diz meu peito,
Que implora amor e busca recompensa

Mais que a língua que mais o tenha feito.
Saiba ler o que escreve o amor calado:
Ouvir com os olhos é do amor o fado.


(William Shakespeare)

Postar no Facebook
Esquecendo a Raiva

Amir e Farid eram dois mercadores árabes muito amigos. Sempre viajavam juntos, cada qual com seus camelos, mercadorias, escravos e empregados.

Numa das viagens em que o calor se apresentava abrasador, pararam às margens de um grande rio. Farid resolveu tomar um banho e para isso mergulhou nas águas caudalosas. Fosse porque se distraísse ou porque não se apercebesse, acabou sendo arrastado pela correnteza do rio. Amir, pressentindo o risco que corria o amigo, atirou-se no rio e o salvou, embora com esforço.

Muito agradecido, Farid chamou um dos seus escravos e lhe ordenou que escrevesse numa pedra próxima, em letras grandes e profundas: "aqui, com risco de perder sua própria vida, Amir salvou o seu amigo Farid."

A viagem prosseguiu. Os negócios se realizaram e no retorno, pararam no mesmo local para um descanso rápido. Começando a conversar, iniciaram uma discussão por divergência de opiniões. Com os ânimos acirrados, Amir esbofeteou Farid.

Então Farid se aproximou da margem do rio, escolheu uma pequena vara e escreveu na areia: "aqui, por motivos tolos, Amir esbofeteou Farid."

O escravo que escrevera na rocha a frase anterior, ficou intrigado e perguntou: "senhor, quando foi salvo, mandou gravar o feito numa pedra. Agora escreveis na areia a ofensa recebida. Por que agis assim?"

Farid largou a vara, olhou o escravo e respondeu: "os atos de bondade, de amor e de abnegação devem ser gravados na rocha para que todos os que tiverem oportunidade de tomar conhecimento deles, procurem imitá-los. Porém, quando recebermos uma ofensa, devemos escrevê-la na areia, bem perto das águas, para que seja por elas levada. Assim procedendo, ninguém tomará conhecimento dela. E, acima de tudo, para que qualquer mágoa desapareça de pronto do nosso coração."

Sábia ponderação de Farid. Agíssemos todos desta forma e menos ódio e malquerenças haveria sobre a terra. A gratidão seria a nota constante nos relacionamentos humanos e ninguém esqueceria o bem recebido. Igualmente, os gestos de bondade se espalhariam, pois seriam causa de imitação por muitos.

Em contrapartida, menos doenças e indisposições seriam geradas pelos homens, pois não alimentando mágoa, nem rancores, viveriam mais serenamente, o que equivale a menos propensão a enfermidades. A mágoa é sempre geratriz de infortúnios para si e de infelicidade para os outros.

Postar no Facebook
Os Grandes Homens

Daqueles que comandaram batalhões e esquadrões só resta o nome. O gênero humano nada tem para mostrar de uma centena de batalhas travadas. Mas os grandes homens de que falo prepararam puros e perenes prazeres para os homens que ainda vão nascer. Uma eclusa ligando dois mares, um quadro de Poussin, uma bela tragédia, uma nova verdade - são coisas mil vezes mais preciosas do que todos os anais da corte ou todos os relatos de campanhas militares. Sabem que, comigo, os grandes homens são os primeiros e os heróis os últimos.
Chamo «grandes homens» a todos aqueles que se distinguiram na criação daquilo que é útil ou agradável. Os saqueadores de províncias são meros heróis.

(Voltaire)

Postar no Facebook