Mensagens de Reflexão


Amar é...
sorrir por nada e ficar triste sem motivos
é sentir-se só no meio da multidão,
é o ciúme sem sentido,
o desejo de um carinho;
é abraçar com certeza e beijar com vontade,
é passear com a felicidade,
é ser feliz de verdade!

(Albert Camus)

Não leve as experiências da vida tão a sério. Não deixe principalmente que elas o magoem, pois na realidade, nada mais são do que experiências de sonho... Se as circunstâncias forem ruins e você precisar suportá-las, não faça delas uma parte de você mesmo. Desempenhe o seu papel no palco da vida, mas nunca esqueça de que se trata apenas de um papel. O que você perder no mundo não será uma perda para sua alma. Confie em Deus e destrua o medo, que paralisa todos os esforços para ser bem sucedido e atrai exatamente aquilo que você receia.

Paramahansa Yogananda

Enquanto pequenos, tudo roda em volta da nossa família mais próxima. Tudo é mãe, pai, irmãos quando existem. Todo o nosso mundo se resume a esse grupo pequeno e confortável.

Aos poucos nos vamos revoltando contra esse núcleo, e o vamos culpando por tudo que de mal começa a acontecer em nossas vidas. Os hormônios da juventude tomam conta de nós.

Mais tarde estamos mais calmos, mas a vida atira todo o tipo de obstáculos, desafios e distrações no nosso caminho, e vamos nos afastando, e esquecendo desse pequeno grupo que em tempos foi todo nosso mundo. Esquecemos de visitar, esquecemos de cuidar, esquecemos de dizer ‘te amo’!

E quando lembramos do esquecimento, quantas vezes não é já tarde de mais, e aqueles que verdadeiramente nos amaram, e que nunca deixamos de amar, apenas esquecemos de o dizer, foram chamados para junto de Deus.
Então resta apenas a saudade.

Ficam as memórias. Fica o amor que será eterno. Fica o desejo impossível de um retorno. Fica o insustentável peso da saudade, a única que nunca morrerá.

É aquele momento em que a Vida passa da sonolência para a alvorada. É a primeira chama que ilumina o íntimo mais profundo do coração. É a primeira nota mágica arrancada das cordas de prata do sentimento. É aquele momento instantâneo em que se abrem diante da alma as crônicas do Tempo, e se revelam aos olhos as proezas da noite, e as vozes da consciência. Ele é que abre os segredos da Eternidade para o futuro. É a semente lançada por Ishtar, deusa do Amor, e espargida pelos olhos do ser amado na paisagem do Amor, depois regada e cuidada pela afeição, e finalmente colhida pela alma.

O primeiro olhar vindo dos olhos do ser amado é como o espírito que se movia sobre a face das águas e deu origem ao céu e à terra, quando o Senhor sentenciou: "E agora, vivei!"


(Khalil Gibran)

Em determinada época vivia um médico, excelente no preparo de receitas de remédios. Ele tinha cerca de 100 filhos. Enquanto esteve fora de casa, numa viagem a um distante país, todos os seus filhos beberam veneno por engano, debatendo-se de dor e caindo ao chão à medida que o veneno penetrava em seus corpos.

Ao retornar para casa, o médico encontrou seus amados filhos em agonia por toda a casa e ficou muito chocado e triste. Alguns dos que tomaram o veneno perderam completamente a razão, enquanto outros, ainda, estavam conscientes.

Todas aquelas crianças, ao verem seu pai, ficaram contentes e correram ao seu encontro, lhe implorando: "Pai! Estamos muito felizes de encontrá-lo em boa saúde. Nós tomamos veneno por engano, por causa de nossa ignorância. Por favor, nos salve e nos dê forças."

Imediatamente, o médico juntou muitas ervas medicinais de bom sabor, bom cheiro e linda cor receitando-as de várias maneiras como um maravilhoso remédio a suas crianças enfermas. Aqueles que ainda não haviam perdido a razão tomaram imediatamente o remédio e escaparam das dores agudas e sofrimentos. Os que não mais faziam uso da razão não tomaram o remédio apesar das recomendações do bom médico.

O pai ficou muito triste e decidiu usar um último recurso para convencer seus filhos a se curarem. Ele disse: "Eu vou morrer de velhice. Antes de começar a minha jornada, deixarei este remédio bom com vocês. Se vocês tiverem problemas, tomem-no." E saiu de casa dirigindo-se a outro país. Lá chegando, enviou um mensageiro à sua casa, que disse a seus filhos: "Infelizmente seu pai faleceu."

"Agora ninguém cuidará de nós com misericórdia e bondade", exclamaram os filhos diante da notícia, finalmente decidindo tomar o remédio. Logo se recuperaram completamente e o pai ciente de que isso aconteceria retornou para casa encontrando seus filhos felizes.

Nesta famosa parábola, o remédio maravilhoso com bom sabor, linda cor e bom cheiro simboliza a oração Nam myoho rengue Kyo ensinada pelo bom médico, que é o Buda, e o veneno indica as religiões desencaminhadoras (que deixam as pessoas iludidas e desorientadas).

(As Mais Belas Histórias Budistas)

Ao romper do dia, sentei-me na campina, travando conversa com a Natureza, enquanto o Homem ainda descansava sossegadamente nas dobras da sonolência. Deitei-me na relva verde e comecei a meditar sobre estas perguntas:

Será a Beleza Verdade? Será Verdade a Beleza?

E em meus pensamentos vi-me levado para longe da humanidade. Minha imaginação descerrou o véu de matéria que escondia meu íntimo. Minha alma expandiu-se e senti-me ligado à Natureza e a seus segredos. Meus ouvidos puseram-se atentos à linguagem de suas maravilhas.

Assim que me sentei e me entreguei profundamente à meditação, senti uma brisa perpassando através dos galhos das árvores e percebi um suspiro como o de um órfão perdido.

“Por que te lamentas, brisa amorosa?” perguntei.

E a brisa respondeu: “Porque vim da cidade que se escalda sob o calor do sol, e os germes das pragas e contaminações agregaram-se às minhas vestes puras. Podes culpar-me por lamentar-me?”

Mirei depois as faces de lágrimas coloridas das flores e ouvi seu terno lamento... E indaguei: “Por que chorais, minhas flores maravilhosas?”

Uma delas ergueu a cabeça graciosa e murmurou: “Choramos porque o Homem virá e nos arrancará, e nos porá à venda nos mercados da cidade.”

E outra flor acrescentou: “À noite, quando estivermos murchas, ele nos atirará no monte de lixo. Choramos porque a mão cruel do Homem nos arranca de nossas moradas nativas.”

Ouvi também um riacho lamentando-se como uma viúva que chorasse o filho morto, e o interroguei: “Por que choras meu límpido riacho?”

E o riacho retrucou: “Porque sou compelido a ir à cidade, onde o Homem me despreza e me rejeita pelas bebidas fortes, e faz de mim carregador de seu lixo, polui minha pureza e transforma minha serventia em imundície.”

Escutei, ainda, os pássaros soluçando e os interpelei: “Por que chorais meus belos pássaros?”

E um deles voou para perto, pousou na ponta de um ramo e justificou: “Daqui a pouco, os filhos de Adão virão a este campo com suas armas destruidoras e desencadearão uma guerra contra nós, como se fôssemos seus inimigos mortais. Agora estamos nos despedindo uns dos outros, pois não sabemos quais de nós escaparão à fúria do Homem. A morte nos segue, aonde quer que vamos.”

Então o sol já se levantava por trás dos picos da montanha e coloria os topos das árvores com auréolas douradas. Contemplei tão grande beleza e me perguntei:

“Por que o homem deve destruir o que a Natureza construiu?”


(Khalil Gibran)

Que ingenuidade, que pobreza de espírito, dizer que os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento, que procedem sempre da mesma maneira, que nada aprendem, nada aperfeiçoam! Será porque falo que pensa que tenho sentimento, memória, ideias? Muito bem, eu me calo. Você me vê entrar em casa aflito, procurar um papel com inquietude, abrir a escrivaninha, onde me lembra tê-lo guardado, encontrá-lo, lê-lo com alegria. Você entende que experimentei os sentimentos de aflição e prazer, que tenho memória e conhecimento.Vê com os mesmos olhos esse cão que perdeu o amo e procura-o por toda parte com ganidos dolorosos, entra em casa agitado, inquieto, desce e sobe e vai de aposento em aposento e enfim encontra no gabinete o ente amado, a quem manifesta sua alegria pela ternura dos ladridos, com saltos e carícias. Bárbaros agarram esse cão, que tão prodigiosamente vence o homem em amizade, pregam-no em cima de uma mesa e dissecam-no vivo para mostrarem-te suas veias mesentéricas. Descobres nele todos os mesmos órgãos de sentimentos de que te gabas. Responde-me maquinista, teria a natureza entrosado nesse animal todos os órgãos do sentimento sem objetivo algum? Terá nervos para ser insensível? Não inquines à natureza tão impertinente contradição.

(Voltaire)

A maior aventura de um ser humano é viajar,
E a maior viagem que alguém pode empreender
É para dentro de si mesmo.
E o modo mais emocionante de realizá-la é ler um livro,
Pois um livro revela que a vida é o maior de todos os livros,
Mas é pouco útil para quem não souber ler nas entrelinhas
E descobrir o que as palavras não disseram...

Augusto Cury

Quem procura as coordenadas certas jamais se perde no caminho. Tenha um bom dia!

De qualquer forma eu tento encontrar a resposta
Para todas as questões que perguntarem
Apesar de saber que é impossível
Para viver o passado
Não conte nenhuma mentira
Há uma magia natural
Soprando através do ar
Não é possível mantê-la
Se você escutar cuidadosamente agora você vai ouvir
Como uma magia natural
Soprando através do ar.

(Bob Marley)

Em tempos pensei que tinha sido ferido como homem algum jamais o fora. Por sentir isso, jurei escrever este livro. Mas muito antes de começar a escrevê-lo a ferida cicatrizou. Como jurara cumprir a minha tarefa, reabri a horrível ferida. Deixem-me explicar por outras palavras. Talvez ao abrir a ferida, a minha própria ferida, tenha fechado outras feridas, feridas de outras pessoas. Morre qualquer coisa, floresce qualquer coisa. Sofrer na ignorância é horrível. Sofrer deliberadamente, para compreender a natureza do sofrimento e aboli-lo para sempre, é muito diferente. O Buda, como sabemos, teve toda a vida um pensamento fixo no espírito: eliminar o sofrimento humano. Sofrer é desnecessário. Mas temos de sofrer para compreender que é assim.

Além disso, é só então que o verdadeiro significado do sofrimento humano se torna claro. No derradeiro momento desesperado - quando não podemos sofrer mais! - acontece qualquer coisa que tem a natureza de um milagre. A grande ferida aberta pela qual se escoava o sangue da vida fecha-se, o organismo desabrocha como uma rosa. Somos «livres», finalmente (...). Não são as lágrimas que mantêm viva a árvore da vida, mas sim o conhecimento de que a liberdade é real e eterna.

(Henry Miller)
(Citador)

Chegou o momento de pensarmos naquilo que nos trouxe até aqui. Sim, agora é a ocasião de refletirmos nos sentimentos que nos uniram e nos fizeram começar este precioso relacionamento.

O nosso namoro não está tão estável como no início e as nossas brigas passaram a ser constantes, mas eu quero mudar isso porque gosto verdadeiramente de você. Se você também quiser, ainda há tempo para que tudo volte a ser como antes.

“O pecado da luxúria é ser dominado pelo desejo desmedido de sensualidade e exuberância dos sentidos. É o melhor lugar nesse estudo para entendermos o que Santo Agostinho nos diz: “O pecado é o excesso do bom.”
De difícil compreensão, a luxúria, que é a orgia dos sentidos, é facilmente confundida com a primária gula sexual. A civilização romana e, infelizmente a civilização atual, têm inúmeros exemplos da voraz gula sexual e de seus rodízios carnais.
O pecado da luxúria está relacionado com o 5° Chakra (chakra da garganta, localiza-se no plexo laríngeo ou cervical). Corresponde à glândula tireóide responsável pela expressão, emitindo os impulsos de comunicação, expressão pessoal nos níveis lógicos, sensoriais e de criação artística, o centro da expressão criativa. 0 5° Chakra seleciona e purifica os impulsos originados na região lateral do quadril - centro da criação; ativa e filtra os movimentos de crescimento físico e emocional, conecta os centros básicos aos centros mais sutis e ativa as sensações de vibrações e abundância.
A sofisticada luxúria deseja a qualidade, a expressão criativa, a liberdade e a sexualidade obtidas por meio do esplendor dos sentidos. É necessário evocar na memória a civilização Grega e sua decadência para captar o sentido da luxúria e sua embriaguez do corpo, da alma e das sensações.
Como ensina a cozinha francesa, clássico exemplo de luxúria do paladar, é preciso se entregar às nuanças criativas, às sutilezas da qualidades para atingir as altas voltagens do prazer com todos os seus sentidos, instalando-se então o deleite e o prazer oferecido pela volúpia.
O desejo intemperante de volúpia torna a liberdade libertinagem e a sensualidade impõe o desfrutar ilimitado. Sem a virtude da temperança, que pertence à arte do sentir, a sensualidade é prisioneira fácil da paixão, torna-se escrava de seus vícios. O pecado da luxúria, então corre o risco de com suas exigências desmedidas se ver rebaixado à condição de gula empanturrada ou de buscar os efeitos dos narcóticos e drogas que só a sua irmã indolência conhece. "

Passamos por tantas fases durante a vida que seria muito desperdício não ser nada além que um simples sobrevivente. Certamente não é fácil se destacar com tantas pessoas almejando o mesmo objetivo, mas para isso é preciso começar devagar, fazendo a diferença primeiramente com aqueles que vemos diariamente.

O primeiro passo para fazer diferença é perceber de que forma pode alterar o que acha não deve permanecer mais o mesmo. Se no trabalho as pessoas estão desanimadas e desinteressadas, acrescente divertimento e seja aquele que provoca bons momentos.

Nem todo mundo tem a coragem de usar a ousadia para buscar melhores sentimentos, seja o primeiro, contagie os que rodeiam você de alegria e melhore o ambiente. Não seja mais um contaminado pelo mau humor adquirido pela vida corrida e competitiva que levamos atualmente.

Tenha mais medo de continuar como está do que ter a ousadia de mudar, faça a diferença na sua vida e transmita esse pensamento adiante, aumentando o nível de felicidade das pessoas que habitam este mundo.

Amir e Farid eram dois mercadores árabes muito amigos. Sempre viajavam juntos, cada qual com seus camelos, mercadorias, escravos e empregados.

Numa das viagens em que o calor se apresentava abrasador, pararam às margens de um grande rio. Farid resolveu tomar um banho e para isso mergulhou nas águas caudalosas. Fosse porque se distraísse ou porque não se apercebesse, acabou sendo arrastado pela correnteza do rio. Amir, pressentindo o risco que corria o amigo, atirou-se no rio e o salvou, embora com esforço.

Muito agradecido, Farid chamou um dos seus escravos e lhe ordenou que escrevesse numa pedra próxima, em letras grandes e profundas: "aqui, com risco de perder sua própria vida, Amir salvou o seu amigo Farid."

A viagem prosseguiu. Os negócios se realizaram e no retorno, pararam no mesmo local para um descanso rápido. Começando a conversar, iniciaram uma discussão por divergência de opiniões. Com os ânimos acirrados, Amir esbofeteou Farid.

Então Farid se aproximou da margem do rio, escolheu uma pequena vara e escreveu na areia: "aqui, por motivos tolos, Amir esbofeteou Farid."

O escravo que escrevera na rocha a frase anterior, ficou intrigado e perguntou: "senhor, quando foi salvo, mandou gravar o feito numa pedra. Agora escreveis na areia a ofensa recebida. Por que agis assim?"

Farid largou a vara, olhou o escravo e respondeu: "os atos de bondade, de amor e de abnegação devem ser gravados na rocha para que todos os que tiverem oportunidade de tomar conhecimento deles, procurem imitá-los. Porém, quando recebermos uma ofensa, devemos escrevê-la na areia, bem perto das águas, para que seja por elas levada. Assim procedendo, ninguém tomará conhecimento dela. E, acima de tudo, para que qualquer mágoa desapareça de pronto do nosso coração."

Sábia ponderação de Farid. Agíssemos todos desta forma e menos ódio e malquerenças haveria sobre a terra. A gratidão seria a nota constante nos relacionamentos humanos e ninguém esqueceria o bem recebido. Igualmente, os gestos de bondade se espalhariam, pois seriam causa de imitação por muitos.

Em contrapartida, menos doenças e indisposições seriam geradas pelos homens, pois não alimentando mágoa, nem rancores, viveriam mais serenamente, o que equivale a menos propensão a enfermidades. A mágoa é sempre geratriz de infortúnios para si e de infelicidade para os outros.

A girafa é o animal que anda pela terra com o coração mais forte do mundo. Sabe por quê? Porque ela tem o maior pescoço de todos, e o coração precisa bater muito forte para conseguir fazer o sangue chegar à cabeça.

Como o coração da girafa bate muito forte, o som dele é ouvido por todos os outros animais. O coração da girafa é o coração da floresta, é como um tambor que dá ritmo ao reino animal.

Quando as girafas se deitam para dormir, a batida do seu coração faz o chão estremecer e alerta os seus colegas que é hora de dormir. O coração da girafa é quase como um relógio, mas o seu pulsar também embala o sono dos seus amigos.

Quando o coração de uma girafa para de bater e ela morre, os seus amigos todos sentem, porque a batucada dos corações das girafas já não tem mais a mesma força!

Assim é o amor. O amor é forte, o amor dá ritmo e alegria à nossa vida. O amor é o que embala os nossos sonhos e sonos tranquilos, é o que nos desperta para viver. Mas quando um amor acaba, sentimos que algo em nós também acabou de morrer.

Há homens que, nas suas conversas, mais desejam dominar pela habilidade de sustentar todos os argumentos do que pelo juízo, discernindo o que é verdadeiro do que o não é; como se houvesse mérito em saber o que pode ser dito e não o que deveria ser pensado. Alguns têm certos lugares comuns e temas particulares em que brilham, mas falta-lhes variedade; espécie de pobreza que é geralmente aborrecida e, quando descoberta, ridícula. A parte mais honrosa da conversa consiste em propor novo assunto, e, a seguir, consiste em moderá-lo para que se transite para outro, como quem dirige o baile. É bom no decurso ou nas alterações da conversa, variar e mesclar com tópicos gerais o assunto principal; com discussões e narrativas; com referência a opiniões as respostas e perguntas; com o jocoso e o sério; porque é insensato cansar, ou, como agora se diz, esgotar o assunto na conversa.

(Francis Bacon)

Todos falam de sonhos e desejos, e por entre suspiros a vida corre veloz. Muitos acham que amanhã sempre haverá tempo para concretizar esses sonhos, mas o que muitos não percebem é que amanhã já é tarde, pois o amanhã talvez nunca chegue.

A vida é muito curta para ser levada com covardia, preguiça e principalmente para perder sem tampouco ter lutado! Você que hoje descansa a cabeça no travesseiro pronto para sonhar o que acha impossível, faça um favor a si mesmo e amanhã ganhe coragem, ouse e lute pela vitória!

Agora você pode, mas depois ninguém sabe; então vá e corra atrás do que deseja! Ouse e dê aquele beijo na pessoa de quem há muito esconde sentimentos; não se importe com o que os outros pensam; siga o seu coração; se já não é feliz onde está, mude-se!

A vitória nunca será dos fracos ou covardes, mas de quem ousa arriscar, de quem tem coragem e não medo de quebrar a cara. Depois da vida terá toda uma eternidade para nada fazer, então faça agora para não se arrepender mais tarde!

Eu sou o vento
Aquele que vem sem ser chamado
E canta nas janelas quebradas
Dos sanatórios

Nunca estou próximo
Nem distante
Seco as roupas nos varais
Desfaço as nuvens

Arranco as velas dos barcos
Brinco com aviões de papel
Levanto as pipas coloridas
E as saias das mocinhas

Lunáticas mãos
Faca na manteiga
Acredite em qualquer coisa
Espere por ninguém

Eu sou o vento
Com pouco não me contento
Venho e vou
Sem rota ou destino

Tantas viagens/tantos telhados
Tantas histórias/ tantos moinhos
Tantas ondas/ tantos cataventos
Tantas cartas/ tantos caminhos

Faço dançar o abraço das flores
E o beijo das fadas
Rasgo cicatrizes nas serras
Deixo sorrisos nos campos

Carrego segredos
Sopro bandeiras desfiadas
Derrubo as árvores
Descolo cartazes

Eu sou o vento
Aquele que nem bem chega
E já parte de repente
Feito um suspiro

(Carlos Assis)

Um pai pode até dar todos os presentes para um filho e ainda assim faltar o mais importante: sua atenção. Não há nada como pai e filho passarem tempo de qualidade juntos e nenhum dever profissional ou pessoal deve estar em primeiro lugar.

É necessário interiorizarmos e nos questionarmos sobre nossas prioridades. Quando uma criança cresce só e desamparada, o mais provável é que ela seja infeliz e um dia lamente a triste infância que viveu.

Quem nunca cometeu um erro? Tomou uma atitude que acarretou consequências não desejadas ou se arrependeu de uma escolha errada? Tudo muito normal para quem tem uma vida acelerada, e certamente faz parte do dia-a-dia de muita gente.

Pois é, todo mundo erra, e se nunca errou, pode esperar que seu dia irá chegar, mas o que difere os bem-sucedidos dos fracassados, é a forma como esse erro é analisado. Pode ser tratado de uma forma negativa, sem haver nenhuma perspectiva de recomeço, ou pode ser visto como uma vantagem, como algo que no futuro será intensamente evitado.

Tire proveito dos seus erros, não deixe que fiquem esquecidos no passado, entenda porque tudo aconteceu e não permita ser levado pela vaidade de achar que é uma pessoa fraca pelo simples fato de ter errado. Fraco é aquele que permanece no mesmo erro continuamente e não toma nenhuma atitude para ultrapassa-lo.

Não seja conivente com as lamentações, utilize a situação a seu favor e não admita que o mesmo erro ocorra novamente!

A família de tartarugas decidiu sair para um piquenique, e por serem animais naturalmente lentos, levaram alguns dias para prepararem-se para seu passeio. Finalmente a família de tartarugas saiu de casa para procurar um lugar apropriado, e durante o segundo dia da viagem encontraram o lugar ideal!

Elas levaram algumas horas para limpar a área, desembalaram a cesta de piquenique e terminaram os arranjos. Quando elas estavam prontas pra comer, descobriram que tinham esquecido o sal. Poxa, todas concordaram que um piquenique sem sal seria um desastre, e após uma longa discussão, a tartaruga mais nova foi escolhida para voltar em casa e pegar o sal, pois era a mais rápida das tartarugas.
A pequena tartaruga lamentou, chorou, e esperneou, mas concordou em ir com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse. A família concordou e a pequena tartaruga então saiu para buscar o sal.
Três dias se passaram e a pequena tartaruga ainda não havia retornado. Cinco dias… Seis dias… Então, no sétimo dia, a tartaruga mais velha, que já não aguentava de tanta fome, anunciou que ia comer, e começou a desembalar um sanduíche.
Quando ela deu a primeira “dentada” no sanduíche, a pequena tartaruga saiu detrás de uma árvore e gritou:
- Ahhãããããã! Eu tinha certeza que vocês não iam me esperar. Agora é que eu não vou mesmo buscar o sal!

(Blog do Fabossi)

É preciso saber viver. É preciso saber escolher a felicidade. Todos passam por problemas, provações de todo tipo. Todos têm que ultrapassar obstáculos de diferentes tamanhos, mas apesar disso tudo é preciso saber viver. E isso significa saber sorrir apesar da tristeza, saber enxergar as dádivas mesmo atravessando tribulações. É preciso saber sentir gratidão e ver sempre o lado positivo, pois só assim conseguirá ser feliz.

O que de mais irônico há em nosso mundo, é vermos pessoas que afirmam procurar a felicidade, que a buscam em livros e reflexões e perdem tempo aprendendo filosofias tolas, quando deveriam começar por uma análise ao seu próprio coração. É impossível encontrarmos a felicidade em algum lugar, se nós mesmos não estamos preparados para a recebermos e não dermos os passos certos em nosso interior.

Pense um pouco em como encara o seu dia a dia. Lamenta e resmunga sempre que acorda de manhã, ou agradece pela oportunidade de estar vivo? Tenta fugir e se abate perante problemas, ou os encara como oportunidades de sentir o gosto de mais uma vitória? As coisas que vivemos a cada momento não vão mudar perante nossa perspetiva, mas se sempre cultivarmos a atitude correta, elas nos poderão trazer os melhores resultados.

Seja mais alegre a cada hora que passa, viva de forma mais positiva cada experiência. Você vai aprender algo de novo em todas as ocasiões e descobrirá o segredo para ser feliz!

Não desista já, pois quem sabe o que o amanhã lhe trará!

O pensamento positivo é meio caminho andado para a felicidade. Acorde com um sorriso no rosto e diga a você mesmo que o dia será incrível!

Uma dose diária de otimismo ajuda a tornar a vida mais leve. Confie em você, acredite no seu potencial e assim, com certeza, chegará mais longe.

Na vida, nós recebemos sempre o que damos, por isso, comece o dia espalhando amor e tudo isso voltará em dobro para você!

Tenha um bom dia!

Obstáculos fazem parte da vida, bem como a força e a superação para os ultrapassar.

Aos que pensam que o casamento é uma prisão e que não é possível expressar verdadeiramente seus sentimentos, é melhor nem terminar de ler este texto. Este tipo de pensamento deveria de ter ficado enterrado na época em que a união entre duas pessoas não priorizava a comunhão de bons sentimentos.

Hoje em dia ninguém é mais obrigado a permanecer numa relação destrutiva, onde o amor já não mais participa. O casamento deve nascer de um vínculo anterior, onde os laços são construídos principalmente a partir de uma prévia amizade, acompanhada de muito amor e cumplicidade.

A felicidade não pode ser tida como algo inserido no futuro, sempre dependente do amanhã, que nunca surge no presente. Um casamento feliz é alcançado com doses diárias de felicidade, a presença do parceiro é fundamental neste processo, pois se a felicidade é alcançada mais facilmente na ausência do companheiro, a união passa a ser uma interferência na felicidade do outro.

Um bom casamento é livre e ao mesmo tempo dependente, tem que ser possível preservar a individualidade do outro, mas sem prejudicar o casamento harmonioso. Enxergue a felicidade no dia a dia, mas caso não houver, pense bem na possibilidade de ficar sozinha.

"Vossos filhos não são vossos filhos,
são os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor,
mas não vossos pensamentos.
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles,
mas não podem fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás
e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos
são arremessados como flechas vivas.
O Arqueiro mira o alvo na senda do infinito
e vos estica com toda a sua força
para que suas flechas se projetem rápido e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do Arqueiro seja vossa alegria;
Pois assim como Ele ama a flecha que voa,
ama também o arco que permanece estável."


(Khalil Gibran)

Já chega! Não dá mais!
Você conseguiu passar de todos os limites
E não consigo mais suportar seu ciúme doentio.
Nunca imaginei que chegaríamos a esse ponto
Dei meu máximo para superar tudo isso
Mas já não vejo mais nenhuma possibilidade
De permanecermos juntos desta forma.

Não há mais confiança, muito menos liberdade.
Toda alegria que vivemos no começo
Foi transformada em desgosto e hostilidade.
Duas pessoas se unem para compartilhar a felicidade
E não pode haver espaço para tanta dúvida e desrespeito.

Não pense que quero o seu mal,
Mas sei que nosso relacionamento
Já não nos traz nada além de muito sofrimento.
Espero que siga novos caminhos e encontre algum entusiasmo.
Sei que nada do que aconteceu foi por maldade,
Mas não consigo mais viver com tanta infelicidade.